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Dez 10 2019
Senhores Deputados Deputados da Assembleia da República
Reparamos que os senhores discutem “gretas”, que até dão gorgetas a juizes de 700€/mês, como se fossemos um País à “fartazana”.
Sabemos também que não repararam ou não quiseram ver que existem professores a viver em parques de campismo à espera de casas, a viverem em sofás (por noite), ou em situações bem mais alarmantes como toda a comunicação social mostra.
O problema é mais grave nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, onde estão por preencher muitos dos horários ainda vagos. Há docentes que foram colocados a muitos quilómetros de casa e que têm recusado os horários que lhes foram atribuídos, por não termos meio de pagar renda altissima de uma segunda habitação, nem para pagarmos as despesas de deslocação. Os nossos salários não chegam para absolutamente mais nada.
Deixar a centenas de kms a família que construimos, os filhos que sempre sonhamos ter, eles que tanto precisavam de cada um de nós. Para quê? Para uma missão nacional, que em nada nos favorece. Mesmo assim temos que os “abandonar” a troco de quase nada, fica uma dor enorme.
A Lusa (que é só) a maior agência de notícias de língua portuguesa no mundo.questionou o ME sobre a hipótese de avançar com alguma destas propostas para minorar o problema mas não obteve qualquer resposta. Nós não podemos mais esperar, não nos alimentamos do ar.
O PS prometeu no seu programa eleitoral “criar incentivos” em áreas do país onde a oferta de profissionais é escassa assim como avançar com “condições para uma maior estabilidade e rejuvenescimento do corpo docente” e isso não está a acontecer, como também se prometera no tempo de Nuno Crato em 2013 e nada aconteceu.
Vivemos uma “situação asfixiante”, que está a provocar o abandono precoce da profissão por parte de muitos colegas desanimados com as condições de trabalho e pela incapacidade de suportarem as despesas. Será este o destino que queremos para os nossos professores? O que esperam dos nossos alunos? Como queremos convencê-los a entrar no ensino?
Já é muito tarde para o retorno de muitos professores que abandonaram a nossa educação. Não podemos deixar que os que ainda “sobrevivem” cometam o mesmo “suicidio” para o futuro das gerações vindouras.
Exigimos respeito e acima de tudo que não nos considerem escravos. Valorizem a Educação e respeitem os Professores.
Não queremos enriquecer do ensino, mas sim enriquece-lo.
Com os melhores cumprimentos,
Um(a) professor(a) sem mais forças para lutar….
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Dez 10 2019
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Dez 10 2019
“Uma das carreiras no Estado em que é necessário definir critérios mais objetivos para a pré-reforma.”
Mas não adiantou detalhes.
A imprensa de hoje adianta que a definição desses critérios poderá passar pela definição de regras em função do tempo de serviço e da idade.
Preparemo-nos para mais uma luta. Todos beneficiaríamos com a saída de professores do sistema e novas
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Dez 10 2019
A ultima vez que os funcionários públicos que não ganham o salário mínimo foram aumentados foi em 2009. Nesse ano viram os salários aumentar 2,9%, aumento superior à inflação e o maior desde o inicio da década. Entretanto, nunca mais viram os salários atualizados.
Para o próximo ano, para já, há promessas de aumentos, mas nada mais do que isso.
Do governo já houve umas mensagens, entre linhas, que estariam a preparar um aumento com base na inflação de 2019 em vez da prevista para 2020. Para que saibam, até hoje, o cálculo dos aumentos salariais sempre se fizeram com base na inflação prevista para o ano em que entram em vigor, neste caso 2020. Como a inflação de 2019 é inferior à prevista para 2020, vai que ao governo lhe convém que as regras sejam quebradas a favor das contas públicas contra as magras contas dos funcionários.
Da parte dos sindicato existem três propostas:
STE – 3%
FESAP – 3,5%
Frente Comum – 90 euros para todos.
A ministra, ontem, não negociou, apenas intencionou. Apresentou o que está disposta a fazer nesta legislatura. Quarta-feira há mais um episódio de novela mexicana que, esperemos, não seja deprimente.
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Dez 09 2019
Ficamos a saber que durante esta semana a “coisa” ficará resolvida. Se quarta-feira não se entenderem e os sindicatos requerem negociação suplementar, sexta-feira sará o dia escolhido. Ou vai ou racha, que isto é para despachar e aviar o senhor que é de longe, sem grande tempo para haver barulho.
Entretanto, falou-se, monocordicamente, de umas “coisas” que vão levantando o véu sobre o que nos espera.
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Dez 09 2019
O Arlindo já tinha avisado, até elaborou uma proposta em que esclareceu a sua visão do que podia acontecer. Esperem pela proposta da Alexandra Leitão para ver se é melhor, mas esperem sentados…
Durante a reunião de hoje entre a ministra Alexandra Leitão e os sindicatos foi apresentadas as linhas gerais para um “programa plurianual”.
Em relação à discussão de possíveis aumentos para o ano de 2020 dos funcionários públicos, o governo chegou à conclusão que é coisa secundária e que pode, muito bem, esperar…
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Dez 09 2019
Competiu a Alexandra Leitão.
O regime das pré-reformas na administração pública vai ter critérios sectoriais que vão ser analisados pelos vários ministérios, disse hoje a ministra da Modernização do Estado, não se comprometendo com uma data de entrada em vigor da medida.

O tema das pré-reformas esteve esta segunda-feira em cima da mesa das rondas negociais entre a equipa do Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública e as três estruturas sindicais do sector sobre as matérias a integrar no Orçamento do Estado para 2020, não tendo sido abordados pelo executivo os aumentos salariais.
Sobre as pré-reformas, à saída das reuniões, a ministra Alexandra Leitão adiantou que há ainda “necessidade de operacionalizar e densificar critérios para as pré-reformas como forma de rejuvenescimento da administração pública com critérios que têm de ser analisados com os ministérios sectoriais porque são diferentes em função de cada carreira especial e de cada ministério em concreto”.
“Já há algum trabalho feito com os ministérios em concreto”, afirmou Alexandra Leitão aos jornalistas, adiantando que as pré-reformas vão avançar nesta legislatura.
Porém, questionada sobre qual a verba orçamentada para financiar este regime, a ministra disse que “o compromisso que é assumido na lei do Orçamento do Estado é negociar isso durante 2020 com os sindicatos e só depois da negociação e de haver um conjunto de critérios densificados é que podemos quantificar e portanto seguramente essa verba estará nos orçamentos de 2021 e seguintes”.
Alexandra Leitão acrescentou depois que “pode haver momentos já anteriores em 2020 [para entrada em vigor do regime] em função das dotações que as próprias áreas sectoriais tenham”.
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Dez 09 2019
Vejamos quantas horas, de facto, um professor trabalha.
Vou tomar como exemplo o horário de um colega meu, que está a meio da carreira e que lecciona 6 turmas: uma do 7.º ano (2 tempos semanais), uma do 8.º (3 tempos semanais), três do 9.º (3 tempos semanais em cada turma) e uma turma do 11.º (6 tempos semanais). Este docente lecciona, portanto, 4 níveis. Vamos considerar que, em média, cada turma tem 28 alunos (como se sabe, há muitas turmas com 32 alunos).
Passemos às contas.
1. Preparação de aulas. Semanalmente, este professor precisa de preparar aulas para 4 níveis. Vou considerar que, em média, a preparação semanal das aulas, para cada um dos níveis, consome uma hora e meia (para as turmas do ensino secundário consome-se bastante mais, mas adiante). Significa que, por semana, despende 6 horas para esse trabalho. Se o período tiver 13 semanas (como foi o caso do 1.º período do presente ano lectivo) o professor gasta (gastou) um total de 78 horas, nesta tarefa.
2. Elaboração de testes. Imaginemos que este professor realiza, em média, por período, 4 testes (entre testes de diagnóstico, formativos e sumativos) em cada turma. Significa que tem de elaborar 20 testes (suponhamos: 12 testes sumativos, mais 4 testes de diagnóstico e mais 4 testes formativos — considerando que dá o mesmo teste diagnóstico e o mesmo teste formativo às três turmas do 9.º ano…). Vamos imaginar agora que ele gasta, em média, uma hora para conceber e redigir cada teste. Quer dizer que consome, num período lectivo, 20 horas, neste trabalho.
3. Correcção de testes. Este professor tem 168 alunos. Isto implica que ele corrige, num período, 672 testes (entre testes de diagnóstico, formativos e sumativos). Os tempos de correcção destes testes variam muitíssimo (em função do tipo de teste e do nível de ensino), mas vamos supor que ele consome, em média, 15 minutos para corrigir cada prova (o que, em algumas disciplinas, seria um autêntico milagre, mas vamos aceitar que sim, que é este o tempo médio, admitindo que os testes de diagnóstico são bastante mais rápidos de corrigir e os restantes mais demorados, em particular, os sumativos), no total gastará 168 horas, para a correcção de todos os testes, durante um período lectivo (672 testes x 15 minutos = 10080 minutos = 168 horas).
4. Correcção de trabalhos de casa. Consideremos que este professor manda realizar trabalhos para casa, em média, duas vezes por mês, e que demora, em média, 5 minutos, a corrigir cada trabalho. Num período com 13 semanas, corrigirá seis trabalhos de cada aluno. No total, consumirá 84 horas nessa correcção (168 trabalhos x 6 x 5 minutos = 5040 minutos = 84 horas).
5. Correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo. Vamos supor que este professor manda realizar, em média, um trabalho de grupo, por período, e que cada grupo é composto por 4 alunos, o professor terá de corrigir 42 trabalhos. Vamos imaginar que demora cerca de 30 minutos a corrigir cada um deles, teremos então um total de 21 horas.
6. Investigação. Consideremos que o professor dedica, em média, 2 horas por semana a investigar. Dá, no período, 26 horas (2h x 13 semanas).
7. Acções de formação contínua. Todos os professores têm a obrigatoriedade de frequentar acções de formação. Isto significa que, no mínimo, cada professor consome, por ano lectivo, 25 horas mais as horas de elaboração do trabalho para essa formação (vou considerar 5 horas para esse efeito). Estas 30 horas distribuídas pelo ano, significam, em média, 10 horas de trabalho, por período lectivo.
Vamos agora somar: 78h+20h+168h+84h+21h+26h+10h = 407 horas.
A estas 407 horas têm de ser adicionadas as horas lectivas mais as horas de estabelecimento. No caso concreto deste professor, significa 20 horas lectivas mais 5 horas de estabelecimento (sala de estudo, apoio pedagógico, etc.), o que corresponde a 22 horas (de 60 minutos), por semana. No total do período (13 semanas), perfaz 286 horas.
Somando 407+286h, obtemos o total de 693 horas.
No final de cada período, realizam-se conselhos de turma de avaliação. No mínimo, este professor, que temos estado a seguir, consumiu, em reuniões, onze horas e meia (duas horas em cada conselho de turma do ensino básico e uma hora e meia no conselho turma do ensino secundário). Como também esteve na equipa de conferência dos documentos de avaliação, trabalhou ainda mais quatro horas.
Temos pois de adicionar às 693 horas mais 15 horas — o resultado é de 708 horas.
A estas 708 horas têm de ser acrescentadas, no mínimo, 6 horas relativas a conselhos de turma intermédios (realizados entre Outubro e Novembro) e, no mínimo, cerca de 16 horas relativas a conselhos de turma iniciais e/ou extraordinários, a reuniões de directores de turma e/ou reuniões de grupo disciplinar, realizadas no início do ano escolar e durante o período, e a trabalhos de planificação de médio e longo prazo.
Para ficarmos com um número redondo, vou considerar que este professor trabalhou 730 horas no período passado, isto é, de 1 de Setembro a 31 de Dezembro.
Ora este período de tempo corresponde a 17 semanas de trabalho, o que é o equivalente a 595 horas (35 horas x 17 semanas).
595 horas é portanto o número de horas que um professor teria de trabalhar desde o dia 1 de Setembro até ao dia 31 de Dezembro, todavia, um professor, em média, trabalha/trabalhou, no mínimo, cerca de 730 horas!!
A diferença é de 135 horas a mais, o que significa quase 4 semanas de trabalho suplementar, num só período lectivo!
Contudo, nestas contas, que foram trabalhadas com tempos reduzidos, não entraram as horas suplementares que um professor trabalha quando realiza um visita de estudo, nem as aulas suplementares que voluntariamente lecciona de preparação dos alunos para exame, nem o apoio que voluntariamente presta a alunos e pais, nem os intervalos que deixa de ter para falar com os alunos, nem actividades extracurriculares que desenvolve, nem…
Evidentemente que estes são resultados médios. Evidentemente que há professores que têm um horário ainda mais sobrecarregado (os que estão no início da carreira) e professores que não têm um horário tão sobrecarregado (os que estão no fim da carreira). Contudo, seja qual for a situação, qualquer professor, para cumprir com competência os seus deveres profissionais, trabalha muitas mais horas do que aquelas a que está obrigado e em função das quais recebe o seu vencimento. Os professores são credores de muitos horas de trabalho ao Estado.
Se tivéssemos um governo e um ministro da Educação possuídos de competência e de decência mínimas, teriam feito as contas e saberiam demonstrar que o Estado já tem uma colossal dívida para com os professores e que não é legítimo nem avisado aumentá-la.
Mário Carneiro
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Dez 09 2019
“São a alternativa pública um centro de estudo ou ATL privado.
A Escola a tempo inteiro é uma derrota para as crianças e para as suas famílias. Em vez de brincarem, as crianças levam com Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC)… mas sairão delas mais ricas? Não me parece. Este modelo das aulas depois das aulas serviu para aliviar as famílias, e reforçar a ideia da Escola como depósito de crianças. Deixem as crianças ir para casa estar com as suas famílias e brincar!”
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Dez 08 2019
… desde que compense alguma coisa.
Medida abrange trabalhadores do setor público com idade igual ou superior a 55 anos.

O Governo vai avançar com a execução efetiva da pré-reforma na Função Pública em 2020. A concretização desta medida, que entrou em vigor em fevereiro deste ano mas não teve ainda qualquer aplicação, é um dos objetivos previstos no Orçamento do Estado para 2020 na área da Administração Pública. A pré-reforma destina-se aos trabalhadores com idade igual ou superior a 55 anos, o que abrange 197 mil pessoas.
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Dez 08 2019
“Ser professor nos dias de hoje é um acto de heroicidade e de sacerdócio”
Joaquim Jorge começa por recordar o caso de um professor, no País de Gales, que foi encontrado morto depois de ter sido agredido por um aluno com uma cadeira. Perante este incidente, o também biólogo diz que a vida de um professor “é algo surreal para o comum dos cidadãos” pois “para além de ter que aturar os filhos dos outros, ainda pode ser agredido e maltratado”.
“Hoje em dia, ninguém quer ser professor, os professores que continuam, estão mortos que chegue o dia para se reformarem. Não me admira nada, que já haja falta de professores em Portugal. Qualquer pessoa fala de quanto ganha um professor, o que faz ou deixa de fazer numa escola. Todos dão palpites e falam do ensino sem perceberem nada do assunto”, declara, acrescentando que o “Big Brother docente é incrível comparado com outras profissões”.
“Por exemplo, os juízes que pouco se sabe do que fazem ou deixam de fazer e é sempre difícil serem questionados, ao contrário, dos professores que são ‘pau para toda a colher’ , estão por tudo, servem para tudo e são capaz de executar o que for preciso. Os professores são usados para os mais diversos trabalhos numa escola”, assevera.
Antes de concluir o artigo de opinião, Joaquim Jorge recorda uma notícia que saiu recentemente sobre algumas câmaras terem pedido os nomes de funcionários escolares que fizeram greve. De acordo com o fundador do Matosinhos Independente, “este tipo de coacção e pressão é um sinal que se vai acentuar com a municipalização, quer para funcionários, quer para professores” e este, ainda segundo Joaquim Jorge, “é um dos maiores problemas da democracia.
“Um dos maiores problemas na democracia é o poder local e o controlo que uma Câmara procura exercer a todos os níveis na sociedade: controlo da imprensa; controlo dos subsídios; controlo das nomeações; entre outros. É sempre muito difícil combater um poder, que se confunde com a câmara. A municipalização será muito má para o ensino e para os professores”, reflete.
Em jeito de conclusão, Joaquim Jorge garante que a “municipalização do ensino é um processo que porá em causa direitos como o da igualdade de oportunidades, reduzirá a autonomia das escolas, abrindo portas à ingerência na sua organização interna pelos presidentes de câmara e potenciará vias de privatização da Escola Pública”.
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Dez 08 2019
Até 1998 quase todas as escolas portuguesas tinham um assistente social a trabalhar lá e era necessário? Será que desde essa altura, agora em 2019, os problemas sociais e económicos dos alunos nas escolas desapareceram?
Nos quadros das Escolas não existem assistentes sociais, porquê?
Todos os anos são contratados apenas por uns meses, porquê?
Porque não pode sair dinheiro do Orçamento do Estado para lhes pagar?
Porque são pagos com dinheiro que vêm dos Fundos da União Europeia?
Porque só algumas Escolas Portuguesas se podem candidatar a um projeto para terem assistentes sociais?
A resposta para esta série de perguntas é:
Porque seria admitir que em Portugal as escolas precisavam do trabalho dos Assistentes Sociais, que estes tinham de ser pagos através do Orçamento de Estado Português e que portanto os Assistentes Sociais eram necessários, por isso justificaria a sua efetivação, necessidade permanente!! E que isso poderia abrir precedente para abrir concursos não apenas para as escolas apelidadas de “Teip” e onde existem projetos para “Turmas Pief”, mas para todas as outras escolas do país.
Entretanto, vai-se empurrando com a barriga… para o ano logo se vê.
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Dez 07 2019
A tabela abaixo apresenta a faixa de idades onde os professores contratados se encontram bem como a respetiva média.
Percebe-se então que a idade média dos professores contratados anda pelos 42,4 anos e…
Com base neste dados é urgente que se criem mecanismos justos de rejuvenescimento docente, permitindo aposentações antecipadas assim como entradas nos quadros de professores mais novos.
Talvez, se houver vontade política e pragmatismo financeiro por parte do Governo, se perceba que o dinheiro gasto nas substituições temporárias (mais de 14 000 por ano) pode garantir um final de carreira digno a quem tanto fez pela educação em Portugal, mitigando um dos maiores desafios da educação – o rejuvenescimento da classe.
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Dez 07 2019
Situação acontece em escolas de Lisboa e no Algarve. Há muitos anos que não havia tantas dificuldades na colocação, asseguram professores
Oano letivo começou há três meses e falta pouco mais de uma semana para acabar o 1º período. Mas há alunos de várias turmas, em particular em Lisboa e no Algarve, que ainda não conseguiram ter qualquer aula a uma ou várias disciplinas nem sabem se e quando virão a ter, segundo diretores e professores ouvidos pelo Expresso.
No Agrupamento de Escolas Mouzinho da Silveira, na Baixa da Banheira, desde o início do ano letivo que duas turmas do 8º ano estão sem professor de Geografia e de Francês, conta Paulo Guinote, professor naquele agrupamento. No Agrupamento da Moita, também na margem sul, falta um docente de História desde o início do ano, afetando turmas do 8º que já em 2018/19 tinham estado sem professor durante dois períodos. Esta semana foi colocado o de Geografia que também estava em falta desde setembro. Alunos do 2º ciclo aguardam ainda que lhes deem Tecnologias da Informação e Comunicação. Na secundária artística António Arroio, em Lisboa, as dificuldades têm existido a várias disciplinas, reconhece a subdiretora Benedita Salema: Filosofia, Educação Física, Geometria Descritiva, Português. Para esta disciplina sujeita a exame nacional, só no final de novembro chegou um docente para uma turma do 12º.
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Dez 07 2019
Num país onde se pagam multas pelo que fizeste e pelo que não fizeste, seria uma boa medida multar por não educar.
Primeiro vai um aviso e, em caso de recaída, os pais do aluno mal comportado terão de pagar de 50 até 681 dólares.
Na era em que tudo é disseminado pela Internet, com massividade impressionante e supervisão zero, é importante estabelecer limites. O bullying e o cyberbullying, por exemplo, são abundantes nas redes, ainda mais nas escolas. Encontrar uma solução é complexo, mas em uma escola eles parecem ter encontrado a resposta.
Nesta escola, eles começaram a multar todos os pais cujos filhos cometeram algo assim. As multas variam de 50 a 681 dólares.
“A ordenança proíbe bullying ou assédio, proíbe retaliação contra qualquer pessoa que denuncie bullying ou assédio e também responsabiliza os pais e responsáveis por esse comportamento de crianças menores de 18 anos. Inclui uma multa de US $ 50 pelo primeiro crime de bullying de uma criança, mas adicionaria US $ 313 uma vez que as custas judiciais sejam levadas em consideração. Os pais receberiam um aviso por escrito antes de emitir uma intimação, de acordo com a ordenança.”
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Dez 07 2019
Se pesquisarmos no youtube, não faltarão vídeos de professores a falar de matérias que normalmente são lecionadas em sala de aula. São as novas formas de “dar explicações”.
O mercado de explicações pode estar a mudar, não será para todos, mas alguns podem ganhar muito dinheiro com este novo tipo de prestação de serviços.
A receita é fácil, basta estar registado na rede social Youtube e criar um canal. O processo é muito idêntico ao Facebook. Com a câmara do próprio computador ou smartphone, filmamos uma espécie de aula, carregamos para o canal e já está, temos uma aula online.
Como ser pago por “dar” aulas no youtube?
Isso são outros quinhentos, mas, dependendo das visualizações, não é difícil. Entrar no “Programa de parceiros” obedece aos seguintes passos:
Começamos por criar uma conta no AdSense associada ao canal, através do qual seremos pagos.
A partir daqui há que conseguir 1000 subscrições e 4000 horas de visualização nos últimos 12 meses. Com estes dois critérios conseguidos, o dinheiro começará a aparecer.
A entrada no “Programa de parceiros” trará algumas vantagens em relação às contas normais de youtyube.
Isto tornará o trabalho do, agora, edutuber muito mais fácil e criativo.
As condições para entrar no Programa de parceiros podem ser encontradas AQUI.
Podemos ganhar dinheiro através de:
É só escolher e obedecer aos critérios para cada uma das modalidades.
Para sabermos mais sobre como ganhar dinheiro como edutubers, basta consulta
Fica aqui uma parte de uma notícia de um canal brasileiro onde esta prática se tornou comum e podem ler que este tipo de prática é um sucesso.
“Professores youtubers – já chamados de edutubers – fazem sucesso aproveitando-se justamente do que os jovens sentem falta na educação formal: agilidade, linguagem fácil e próxima dos adolescentes, estratégias para entreter o aluno. Os canais com vídeo-aulas chegam a ter 5 milhões de visualizações por mês.”
Bons vídeos para quem se tornar edutuber.
Deixo-vos uma explicação sobre o que é um edutuber:
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Dez 06 2019
Título: “To Build a Fire” | Autores: “Olivier Vanden Bussche“
Baseado em um conto escrito pelo famoso escritor Jack London há mais de 100 anos e centra-se num homem que se vê confrontado com sua própria mortalidade e sua incapacidade de forçar a mão da natureza, pelo qual ele tem que pagar um grande preço.
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Dez 06 2019
Informam-se todos os interessados que se encontra a decorrer até dia 10 de janeiro de 2020 o período para apresentação de candidaturas para Manifestação de Interesse para o cargo de Coordenador Centro de Língua Portuguesa – Instituto Português do Oriente (IPOR) – Macau.
As candidaturas deverão ser enviadas por email para: [email protected]
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Dez 06 2019
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/12/documento_1575631457_1855.pdf”]
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Dez 06 2019
Segundo o caderno de encargos assinado pelo gestor da sociedade Val d’Ensino, João Nogueira, a escola pretende adquirir uma viatura de seis lugares com 265 cavalos, de cor cinza, novo ou usado, mas que não tenha mais de 11 mil quilómetros. Volante desportivo e acabamentos do painel de instrumentos em pele, bancos dianteiros aquecidos e com sistema de massagem, controlo por gestos, estribos em alumínio e serviços digitais “professional” são alguns dos requisitos.
Para retoma, João Nogueira quer deixar, por não menos de 40 mil euros, o Porsche que adquiriu logo após ter assumido a gestão da escola profissional, em 2013. Tem 147 mil quilómetros, diz o documento.
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Dez 06 2019
A FNE realizou um estudo sobre a Educação Inclusiva em Portugal e a aplicação do novo diploma. Fica a notícia com as principais conclusões.
“Como pode uma lei estar em vigor se os princípios estruturantes da mesma ainda não estão compreendidos e assimilados por aqueles que a vão aplicar no terreno?”, questiona a FNE, a propósito dos resultados do inquérito que promoveu sobre o novo regime de educção inclusiva, que substituiu o da educação especial.
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Dez 05 2019
O Grupo de Recrutamento 200 – Português/História e Geografia de Portugal é um dos grupos mais envelhecidos e prevê-se que até 2030 mais de 80% dos professores estejam na aposentação, de acordo com o estudo do CNE.

No entanto é também o grupo de recrutamento com mais professores contratados colocados nas reservas de recrutamento com idade inferior a 40 anos, sendo a média de idades neste grupo de recrutamento de 39,2 anos, a mais baixa de todos os grupos de recrutamento.

Pode-se concluir rapidamente que um grupo já envelhecido leva a que existam mais contratações o que deverá ser tido em conta para uma aposentação antecipada da classe docente e para uma análise custo/benefício de uma aposentação antes dos 66 anos e 6 meses.
No fim de semana será apresentado o quadro com a média de idades na contratação de todos os grupos de recrutamento.
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Dez 05 2019
Desde 2014 vincularam 10648 professores em Portugal Continental… mais de metade (5604) no QZP 7. Ainda assim continua a ser a zona do país onde a falta de professores mais se faz sentir. Analisei então o fluxo dos que aí vincularam, que pode ser visto no mapa seguinte:
Alguns factos:
Este assunto já foi abordado no Expresso e, com base noutros mapas aqui publicados, percebe-se que muitas das necessidades permanentes do sistema (em Lisboa e Algarve) estão a ser asseguradas por professores contratados. Sabemos que em muitos grupos também estes começam a escassear e parece-me certo que os mecanismos de Mobilidade terão de sofrer alterações, de forma que as vinculações consigam atenuar (e não agravar) as falhas permanentes das diferentes áreas geográficas. (Re)pensar os moldes dos concursos ignorando estas circunstâncias é perder uma oportunidade!
Não será a redução da área geográfica dos QZP’s o argumento/isco criado pelo governo para obter um compromisso à esquerda ou direita?
Algo do género: “Nós reduzimos as áreas geográficas, reordenamos os professores de acordo com a graduação em cada QZP, mas vocês deixam passar a lei que lhes limita a Mobilidade.”
É uma suspeita que eu tenho…
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Dez 05 2019
Do ministro ninguém sabe. Entre um jogo de futebol e uma qualquer corrida de bairro, de vez em quando, lá aparece a fazer de “figura presente” ou demonstrar que pouco percebe da pasta. Ninguém dá pela sua falta, nem pela sua presença.
Mas agora põe-se uma questão. Por onde andará a SE Susana Amador? Sabemos que o SE João Costa anda no seu périplo pelo país, aparece aqui, ali e além. É ativo nas redes sociais e, de vez em quando, escreve nuns jornais. Mas da Susana Amador, sim Amador, porque anda por aí outra Susana que só fala quando quer, que andará ela a fazer.
Até hoje, ouvimos a senhora por duas ocasiões: a primeira, quando se veio apresentar ao “povo” num video elucidativo (podem visualizar aqui): a segunda vez quando interveio na sessão de abertura do seminário internacional «Apostar na Inovação – Construir Futuros». Entre uma e outra aparição passou mais de um mês. Será que esta Susana vai seguir os passos do Tiago? Será que ainda nenhum programa da manhã, tarde ou noite, daqueles para desocupados, a convidou para dar umas opiniões?
Sabe de uma coisa Susana?
“Quem não é visto não é lembrado”
PS: será que anda ocupada a preparar a preconização do que defende às escondidas do “pessoal”?
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Dez 05 2019
O Curso de Marketing Digital da Master D Portugal abre-lhe as portas para o futuro
Sabia que, com a atual evolução tecnológica, 65% das crianças que hoje estão na escola primária terão empregos que ainda não existem? Isto prova que, cada vez mais, estamos a utilizar os meios digitais como parte do nosso quotidiano. Portanto, é claro que trabalhar com estas tecnologias e aprimorá-las são funções cada vez mais necessárias.
Neste âmbito, destacam-se os trabalhos relacionados as áreas das Tecnologias da Informação e do Marketing Digital. Estabelecer uma presença online para as empresas e aumentar as vendas têm-se tornado objetivos de muitos profissionais e agências. Portanto, apresentamos algumas opiniões sobre o Curso de Marketing Digital da Master D Portugal – uma oportunidade única de investir na profissão de sucesso do presente e que lhe abre portas para o futuro. 
Este é um curso cada vez mais procurado na Master D, um centro espanhol que há 17 anos faz a diferença no mercado de trabalho em Portugal, com formações cujas modalidades de ensino dividem-se entre o e-learning, ou seja, o ensino a distância, e o b-learning, semi-presencial. As opiniões sobre a Master D e sobre o Curso de Marketing Digital são das melhores e podem ser facilmente encontradas através das suas redes sociais e dos seus sites.
As opiniões sobre a Master D Portugal
A ex-formanda Noélia, por exemplo, concluiu o curso e, com os conhecimentos adquiridos, pôde investir na divulgação e nos lucros do seu novo empreendimento, que é um misto entre um espaço de restauração e de consultas nutricionais. “Eu antes fazia tudo intuitivamente e agora já sei o caminho certo para realizar os planeamentos e organizar a gestão do meu negócio para ter sucesso”, conta.
Já a Flor Guerreiro dedicou-se aos estudos de tal forma que conseguiu terminar o curso em apenas seis meses e inclusive foi admitida para realizar estágio numa empresa de Lisboa. Na sua opinião, a Master D é uma excelente opção para aqueles que queiram fazer os seus horários de estudo: “Principalmente para quem quer ter o controle do que está a fazer. Para quem esteja a trabalhar, queira estar em casa ou vir às instalações, aconselho a Master D”.
Gostava de saber que conhecimentos pode adquirir durante o curso e em que áreas pode atuar depois de formado?
Conhecimentos e saídas profissionais – Curso de Marketing Digital da Master D Portugal
Este curso da Master D recebe ótimas opiniões dos formandos, porque tem como objetivo dotá-los de conhecimentos que os tornem capazes de utilizar os principais meios digitais disponíveis para o desenvolvimento de estratégias e campanhas de marketing. Portanto, os objetivos desta formação incluem: compreender o conceito de marketing digital; saber definir, coordenar, implementar e acompanhar estratégias de marketing; aprender a gerir comunidades online em redes sociais como o Facebook, Twitter, Youtube, Instagram etc.; conhecer as principais funcionalidades do Google Adwords; reconhecer a importância da reputação online de uma marca; entre outras.
Após concluído o curso, os formandos podem desempenhar várias funções nos mais diversos locais. Por exemplo, podem atuar como analistas e gestores de redes sociais, de marcas, de conteúdos online, de marketing de afiliados, entre outros. Poderão efetuar essas funções em agências de marketing digital e empresas ou organizações com departamento de marketing que já utilizem ou queiram utilizar a internet para gerar oportunidades de negócio.
Se quer construir uma carreira no Marketing Digital e abrir portas ao futuro, então tem de conhecer as opiniões dos formandos da Master D sobre este curso. Acompanhe as redes sociais deste centro de formação e descubra a sua maior oportunidade profissional!
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Dez 04 2019
O programa do governo aponta na página 142 para a criação de um “plano de não retenção no ensino básico, trabalhando de forma intensiva e diferenciada com os alunos que revelam mais dificuldades“.
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Dez 04 2019
Nos moldes em que o concurso de docentes se faz, hoje em dia, os docentes do quadro não podem aceder às vagas abertas ao abrigo da Norma Travão e do Concurso Externo e vice-versa. A questão de hoje é para saber a opinião dos docentes em se se deve, ou não, juntar as vagas atribuídas aos diferentes tipos de concurso (Concurso Interno, Concurso Extraordinário e Concurso Externo) para que sejam atribuídas por uma única lista de graduação.
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Dez 04 2019
Carlos Quaresma
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Dez 03 2019
Este caso não se passou em Portugal, aconteceu no Reino Unido. Mas até quando? A sorte tem ditado que, ainda, não tenha acontecido por cá. Sorte, sim, mera sorte. No meio de tantos casos de agressão que acontecem todos os dias, o pior ainda não aconteceu por intervenção divina.
Um dia o azar vai bater à porta de alguém. Não me estou a referir unicamente a professores, mas sim a qualquer membro da comunidade educativa. Um destes dias, no meio de empurrões, alguém vai cair e embater com a cabeça no sítio errado, com a violência suficiente para lhe causar a morte. Alguém vai sofrer o impacto de um punho no sítio errado do corpo e vai cair inanimado. Um dia destes alguém vai “levar” com uma cadeira ou com uma mesa e morre. Pode também sofrer um corte, provocado por um objeto metálico e afiado, que tantas vezes entram nas escolas, que lhe atingirá uma artéria principal e morre. Não vai ser nenhum acidente, vai ser azar. Estava no lugar errado à hora errada. Vão ser ditas e escritas palavras bonitas de pesar e consolo, mas alguém vai estar morto. Falo em morte como podia falar em lesões graves, para toda a vida, ou não. Escolhi chocar.
Este tipo de azar pode ser prevenido. Este tipo de azar deve ser prevenido. O contador de agressões a professores do Blog Comregras já contabiliza 23 agressões desde que começou a contabilização. Até agora, ouvimos intenções. O secretário de estado João Costa admitiu que as agressões a professores podem vir a tornar-se crime público. Mas, em vez de ser só a professores se fossem todas aquelas que ocorrem em espaço escolar ou relacionadas à atividade escolar de qualquer membro da comunidade educativa, seria uma medida mais completa e abrangente. Seria muito mais completa e dissuasora.
Um destes dias o AZAR vai bater à porta de alguém, não por estar no lugar errado à hora errada, mas por estar onde devia estar e por não existirem ou não se aplicarem as medidas que há muito deviam estar a ser tomadas e aplicadas no terreno.
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