Não ir à “missa” é pecado para os professores…

Nem sei que diga, nem sei que pense…

Educadora de infância penalizada por não participar em atividade na igreja

A educadora de infância recusou receber o bispo na igreja. A decisão foi usada pela diretora para lhe dar uma nota mais baixa na avaliação anual. A professora condena que se misture escola e religião.

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«Hoje em dia passa-se de professor a palhaço num instante»

O testemunho do Professor Sandro Gonçalves sobre o que se passou durante a sua agressão por parte de uma Encarregada de Educação.

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Greve de duas semanas contra violência nas escolas – S.TO.P

S.TO.P convoca greve de duas semanas contra violência nas escolas

O representante do Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P) diz ter endereçado um email ao Ministério da Educação, onde pede uma reunião sobre os casos de violência escolar que se têm tornado públicos nos últimos dias. Esta greve junta-se a uma outra que já decorre pela remoção de amianto de todas as escolas.

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Ontem foram dois… mas não contaram uma clavicula…

 

 

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Do problema “residual” ao “Quando ensinar dói”

O Noticias Magazine compilou uma poucas de histórias, noticiadas pelo JN, de professores agredidos dentro da escola. Os relatos são na primeira pessoa e vale a pena que sejam lido, por quem acha que são graves, mas “residuais”. Talvez fique com uma ideia do que é ser atacado, humilhado, agredido, insultado… e que sequelas daí podem advir.

Quando ensinar dói

Uns ficaram com as feridas cravadas no corpo. Marcas de dentes, pisaduras, cabelos arrancados. Outros trazem-nas guardadas na alma e não sabem como livrar-se delas. Histórias de professores agredidos no exercício da profissão. Por alunos e por pais. Relatos de quem vive com um trauma impossível de curar.

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Oferta de Escola para a Rainha D. Leonor

Entrou hoje a concurso um horário de 6 horas para o grupo disciplinar 550 – Informática, para a escola secundária Rainha D. Leonor.
Não fosse o facto de este horário estar em concurso pelo motivo que é não faria este artigo, mas….

É importante saber o seguinte:

Um horário de 6 horas representa quase 1/4 de vencimento de um docente com horário completo:

Um docente contratado com horário completo recebe mensalmente 1.518,63€ ilíquido, sendo casado e sem dependentes recebe mensalmente 1.133,37€.

Um docente com 6 horas letivas recebe 414,17€ ilíquidos mensais e na mesma condição do docente anterior, cerca de 300€ por mês (Dificilmente terá direito a subsídio de alimentação porque não trabalhará dois períodos do dia, e dificilmente terá mais de 4 horas num único dia), para além de não ter direito a ver considerado o seu tempo de trabalho de 30 dias mensais para efeitos de segurança social.

Com uma miséria de ordenado, que pode ser prolongado em cinco dias na semana, faltam muitos motivos para algum docente com habilitação profissional ser candidato a um ordenado destes. Ainda por cima, num grupo de recrutamento, que a formação adquirida pode ser facilmente compensada noutra profissão.

Se nada for alterado, motivando os alunos para o ingresso na via ensino, muito em breve ficaremos sem docentes capazes de substituir os que vão sair do sistema.

E para que conste.

O anterior horário de 6 horas no grupo 550 – Informática nesta escola terminou o concurso no dia 7 de outubro de 2019 e a escola apenas conseguiu colocar um docente na passada quinta-feira, dia 17 de outubro.  Tendo em conta os motivos públicos desta substituição não estranhem que as turmas desta escola fiquem sem professor de informática o resto do ano.

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Srs. ministros, onde está o Despacho do Prémio de Desempenho?

Com a avaliação de desempenho que foi efetuada no ano passado e com as anteriores, 2007/2009 e 2009/2011 já há docentes com direito a prémio pecuniário, mas o despacho que o regula ainda não viu a luz do dia.

Entende-se que durante o congelamento o tal despacho tenha ficado na gaveta, mas com o descongelamento da carreira em janeiro de 2018, os docentes deviam ter visto o seu direito descongelado.

Parece que o Centeno e o Tiago não têm tido tempo para abrir a gaveta e fazer um brilharete.

Com a tomada de posse do novo executivo, esta pode ser a primeira medida a tomarem em conjunto. Ficava-lhes bem.

O que diz o ECD:

 

Artigo 63.º
Prémio de desempenho
1 — O docente do quadro em efectividade de serviço docente tem direito a um prémio pecuniário de desempenho, a abonar numa única prestação, por cada duas avaliações de desempenho consecutivas, ou três interpoladas, com menção qualitativa igual ou superior a Muito bom, de montante a fixar por despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da educação, a publicar no Diário da República.
2 — O prémio de desempenho a que se refere o número anterior é processado e pago numa única prestação no final do ano em que se verifique a aquisição deste direito.
3 — A concessão do prémio é promovida oficiosamente pela respectiva escola ou agrupamento nos 30 dias após o termo do período de atribuição da avaliação.
4 — Quando o direito ao prémio de desempenho ocorra no mesmo ano civil em que houve progressão ao escalão seguinte da categoria, o mesmo é processado e pago no ano seguinte, tendo por referência o índice remuneratório que o docente auferia no período respeitante ao ciclo de avaliação.

 

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Educação Sexual e a falta de meios das escolas

Educação sexual: escolas confirmam que não cumprem lei com uma década

 

Grande parte das escolas não está a cumprir a lei que define como deve ser dada a educação sexual no ensino obrigatório, do 1.º ao 12.º ano de escolaridade. A conclusão é visível num relatório feito pelo Ministério da Educação, que deve fiscalizar se a legislação está a ser bem aplicada.

As maiores carências acontecem no ensino secundário, onde apenas 36% das escolas e agrupamentos de escolas dedicam as 12 horas de carga horária prevista, por ano, ao chamado Projeto de Educação Sexual na Turma, sendo que num terço das escolas esse projeto simplesmente não existe.

No 3.º ciclo do ensino básico, onde o limite mínimo também é de 12 horas, a percentagem sobe para 57%.

No 1.º ciclo, onde o limite desce para 6 horas, os valores de cumprimento da legislação sobem para 68%, chegando a um máximo de 74% no 2.º ciclo.

Quando questionadas sobre os constrangimentos que sentem, a esmagadora maioria das escolas não responde, mas aquelas que o fazem, 12%, apontam os condicionamentos nas horas que têm disponíveis e a extensão do currículo que não deixa tempo para este tipo de temas.

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Comunicado – VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS DOS NOSSOS FILHOS/EDUCANDOS – CNIPE

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ANPRI – POSIÇÃO DA ANPRI SOBRE AS ALEGADAS AGRESSÕES

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Professor, profissão de risco – Alexandre Parafita

Professor, profissão de risco

Não é por acaso que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera a profissão de professor como uma das profissões de risco. Risco físico e psicológico. Outrora, era uma profissão de respeito.

Hoje os professores não só não são respeitados, como são agredidos, verbal e fisicamente, sujeitos a atos de vandalismo, enxovalhados por alunos e pais, e a classe é frequentemente sujeita a um rosário de comentários humilhantes que uma certa opinião blasfema faz correr nos media e redes sociais, num tom geralmente provocatório.

É ferida que sangra. Ilustrou-o bem o recente artigo na “Notícias Magazine”, do JN, com o relato das experiências traumatizantes de violência contra professores. Jamais um professor será o mesmo quando agredido em contexto escolar. Humilhado e desautorizado, carrega para sempre esse trauma, especialmente quando tem de prosseguir a sua missão, “amarrado” à mesma escola e à mesma rotina.

A escola é o espelho da sociedade. Daí que a violência nas relações sociais, na família e na comunidade vá projetar-se no seu interior, num crescendo à medida que a escolaridade obrigatória se alarga e abrange uma franja significativa de adolescentes e jovens para quem a “imposição” da escola é também uma violência, tal como o é o cumprimento das elementares regras de civilidade e harmonia das relações humanas.

Neste quadro, o professor é o outro, o estranho, o alvo a abater, alguém que está no outro lado da trincheira; uma inquietante realidade que ganha força perante a consciência de uma certa impunidade de que gozam os infratores. Estranho desequilíbrio este, quando o “tasse bem” de uns representa anos e anos de trauma para os outros, que, desde aí, apenas anseiam largar a profissão que um dia preencheu os seus sonhos mais auspiciosos.

*Escritor e jornalista

 

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Os casos de violência não param…

Os pais têm consciência que o ambiente tem de ser saudável para todos e tomam posição.

Pais fecham escola em Queluz após agressões a funcionário

Funcionário foi agredido por pai dentro do recinto escolar.

 

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Algum ESTADO de ANSIEDADE. – Agostinho Silva

Algum ESTADO de ANSIEDADE.

E desta vez, sim !! após uma “VITÓRIA POR POUCOCHINHO” Costa lá ganhou ! (vox populi – ABSTENÇÃO – Votum levarem – dos votos que foram ao ar).
“esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei“ e num acto de boa vontade, espera-se que desta vez, o “NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO e talvez juventude e desporto” se digne – agora liberto das garras de ALEXANDRA (a grande) Leitão – se digne exercer para o que foi eleito (leia-se nomeado, ou melhor ainda REPREMIADO/reconduzido) no/para o cargo.
Vejo da parte de algumas estruturas sindicais uma vontade de NEGOCIAR. Bom! E bom seria se tal acontecesse pelo menos agora num segundo mandato, pois no primeiro GERINGONÇADO, não se deu por isso tal de negociar.
Claro que não devemos confundir políticos com politicas, uma coisa certamente será diferente da outra. Mas reconhecer um MINISTRO, é bem diferente que reconhecer um SUBALTERNO de uma Secretária de Estado (no caso eram duas).
BRANDÃO, ACELERA HOMEM !! faz-te à VIDA!!! Não vês o estado da NAÇÃO? Não queres ver o esfrangalhar das coisas ?
Há mesmo escolas sem professores! Há mesmo alunos sem aulas, há mesmo professores que estão a ficar “violentos”; há mesmo professores VIOLENTADOS na sua mínima DIGNIDADE.
Passo Coelho (no dizer de muitos, um Cavaco ressuscitado) foi além da troika e ATREVEU-SE a governar com um GUIÃO SÒCRETINO – fui “burro”? sim foi, mas ao aceitar, sabia ao que ia (sabia ao que estava o FMI e Agencias de Rating.
Aquilo de Passos, chamava-se CATIVAÇÕES; isto de CENTENO, chama-se jogada À RONALDO! Espera-se que de finta em finta, não aconteça algum penalti na própria baliza !
O melhor investimento que um governo pode fazer, não é nos eleitores, pois está mais que provado que ninguém precisa de eleitores (sabe-se que quantos menos votarem, mais se abate no centro direita); precisa é investir numa boa bela máquina de propaganda. “Que lave mais branco”- não confundir com piada de género ou raça, credo e afins.
INCÊNDIOS?? Onde?? Quem?? Onde é que isso já vai? Aquilo lá no NORTE, PEDIATRIA do São João? Obras? Quem? Afinal como? ESQUEÇA lá isso Homem, não seja aborrecido.
“O cavalo do Espanhol” quando estava mesmo sem dar despesa nenhuma…. Morreu à fome! Como estamos de Saúde? (fecha ao fim de semana); como de Educação? (ao que isto chegou! e hoje nem posso escrever, porque ontem um professor agrediu um aluno); como vamos de segurança? Como vamos?… como?? Com… co… C****** !!

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No Algarve, há alunos que chegam a estar um ano inteiro à espera de um professor

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Quem é Susana Amador, segundo a própria…

 

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Equipa do ME está completa com o João Costa

Presidente da República aceita proposta de Secretários de Estado

O Presidente da República recebeu hoje, a seu pedido, o Primeiro-Ministro indigitado, Dr. António Costa, que lhe submeteu a lista de nomes propostos para Secretários de Estado.

  • Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues
  • Secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa
  • Secretária de Estado da Educação, Susana Amador
  • Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo

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Susana? Temos ministra da Educação. Mas será Amadora?

Já me tinha sido nomeado este nome, Susana Amador, para SE em substituição de Alexandra Leitão. O JN confirmou, hoje, a nomeação. João Costa ainda é uma indefinição.

Resta saber se Susana Amador vai ser amada ou não… Será mais uma Amadora?

Entretanto, fonte do partido adiantou ao JN que Susana Amador, da direção da bancada, também assumirá a função de secretária de Estado, ficando com a pasta da Educação.

 

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Défice 0 e escolas a fechar…

 

 

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A Minha Posição na Lista com a RR7

Encontra-se atualizada a página “A Minha Posição na Lista” com as colocações da Reserva de Recrutamento 7.

Como a partir da reserva de recrutamento 8 retomar à lista os colocados na RR2 em horário temporário de um mês não de deve voltar a atualizar esta lista.

 

 

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São Mais Escolas Fechadas que as Anunciadas na Comunicação Social

A falta de assistentes operacionais nas escolas devem-se a vários fatores.

  • O primeiro, com o rácio de assistentes operacionais que são insuficientes para as necessidades das escolas.
  • O segundo, porque até agora não são substituídos os assistentes operacionais em falta nas baixas por doença, aposentação ou morte.
  • O terceiro, pelo enorme atraso nos concursos dos poucos mais de mil assistentes operacionais dados às escolas em março e que em muitos casos ainda não têm o concurso terminado.

 

No meu caso já por duas vezes tive necessidade por encerrar no período da tarde o funcionamento de uma escola do 1.º ciclo para acautelar a segurança e higiene do espaço escolar, porque de nenhuma forma conseguia manter o número de Assistentes Operacionais para manter o funcionamento da escola ao longo de todo o dia.

Nada disto é desconhecido pelas entidades superiores e têm sido enviado reports semanais das novas situações de doença dos assistentes operacionais, que por serem de 14 dias nunca serão substituídos numa lista de reserva que ainda não está constituída.

O envelhecimento da classe profissional dos Assistentes Operacionais (tal como das outras profissões) faz com que o número de baixas médicas aumente, sem que neste caso possa haver substituição porque a sua maioria são por períodos inferiores a 30 dias (as baixas médicas são praticamente colocadas por períodos de 14 dias sendo reavaliadas no fim desse período). E acontece em muitos casos sucessões de baixas médicas de 14 dias.

Enquanto não for tratado de forma séria o rácio de Assistentes Operacionais por escola e uma forma mais ágil de substituição o problema irá manter-se de futuro.

 

Escolas a fechar mais cedo e alunos com necessidades especiais em casa por falta de funcionários

 

Casos confirmados pela Lusa foram esta sexta-feira denunciados pela Fenprof e vão constar de uma plataforma online que a federação sindical vai criar para receber queixas de professores, assistentes, pais, alunos e cidadãos em geral

Escolas a funcionar de forma rotativa, alunos do 1.º ciclo com aulas só de manhã ou crianças com necessidades especiais impedidas de ir às aulas são algumas das consequências da falta de funcionários e professores. Os casos confirmados pela Lusa foram esta sexta-feira denunciados pela Fenprof e vão constar de uma plataforma ‘online’ que a federação sindical vai criar para receber queixas de professores, assistentes, pais, alunos e cidadãos em geral.

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Vinculações por QZP no mapa (desde 2014)

Desde 2014 houve 10648 vinculações em Portugal Continental. Mais de metade encontram-se no QZP 7. Curiosamente o QZP onde mais se tem evidenciado a escassez de professores.

Abaixo a distribuição no mapa.

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A banalização do mal (bullying)

Tornou-se normal o insulto, a cotovelada, o aperto a pescoços, a palmada na nuca… entre alunos. Bater num par é banal, quanto tempo para banalizar a violência a outros frequentadores das escolas?

 

Dois terços dos alunos admitem agredir colegas

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Pré-Avisos de Greve de 21 a 25 de outubro

 

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A Ler nO Meu Quintal – Inflexibilidades

Inflexibilidades | O Meu Quintal

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A Ler no Correntes – Afinal, Não Faltam Professores

Afinal, Não Faltam Professores – Correntes

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Câmara de Lisboa pede ao Governo casas para professores

Expresso | Câmara de Lisboa pede ao Governo casas para professores

 

Câmara de Lisboa quer articular-se com Governo para disponibilizar casas mais baratas para professores | Professores | PÚBLICO

 

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Com Vídeo – Tratar um doente com cancro custa tanto como retirar amianto das 63 escolas referenciadas

SIC Notícias | Tratar um doente com cancro custa tanto como retirar amianto das 63 escolas referenciadas

 

SIC Notícias | “Tratar um doente de cancro pode custar 50 vezes mais que remover amianto”

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Falta de funcionários: escolas exigem bolsa para substituir os que estão doentes

Falta de funcionários: escolas exigem bolsa para substituir os que estão doentes | Educação | PÚBLICO

Ministério já se comprometeu a criar mecanismos rápido de substituição dos assistentes operacionais que metem baixa médica, mas escolas continuam à espera. Num agrupamento de Castelo Branco, escolas vão fechar rotativamente.

A falta de assistentes operacionais afecta a generalidade das escolas portuguesas e não será resolvido enquanto o Ministério da Educação “não encontrar uma solução que permita substituir rapidamente os funcionários que estão de baixa médica”. Quem o diz é o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, segundo o qual, na maior parte das escolas, serviços como o bar e a papelaria estão a fechar durante largos períodos do dia, por falta de funcionários.

“No meu agrupamento, a papelaria só está aberta duas ou três horas por dia e o bar só abre durante a hora do pequeno-almoço”, exemplifica, para explicar que, dos 50 funcionários existentes para um agrupamento que se reparte por oito escolas, dez estão ausentes por baixa médica “e não podem ser substituídos”. “As escolas abrem às 7h30 e fecham às 18h ou 19h e nos espaços exteriores, como o recreio, onde os alunos precisam de ser vigiados, não há ninguém para o fazer”, precisa.

Este alerta surge no mesmo dia em que dez escolas de Lisboa foram fechadas por falta de funcionários e a direcção do Agrupamento de Escolas de Póvoa de Santa Iria da Azóia, em Castelo Branco, pôs a circular um comunicado a dar conta da intenção de, já a partir da próxima segunda-feira, dia 21, fechar rotativamente as diferentes escolas do agrupamento por manifesta escassez de funcionários para “assegurar as condições mínimas de funcionamento”.

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Cinema Sem Conflitos: “A Little Too Much”

Título:  “A Little too Much” | Autores: “Joceline Natasha

Um projeto de duas pessoas no final do ano sobre uma garota que possui um café e seu escritor favorito de livros de receitas entra em sua loja. Sua excitação faz com que ela exagere seu serviço, o que acaba irritando o cliente.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Escolas em Vila Franca de Xira vão fechar à vez

Escolas em Vila Franca de Xira vão fechar à vez | TVI24

O diretor do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria, em Vila Franca de Xira, decidiu fechar rotativamente, a partir de segunda-feira, os oito estabelecimentos de ensino, segundo um comunicado a que a Lusa teve acesso esta sexta-feira.

A direção do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria (distrito de Lisboa) justifica o encerramento com o “número reduzido de assistentes operacionais para assegurar as necessidades mínimas de funcionamento”.

A falta de assistentes operacionais tem provocado a exaustão dos que se encontram ao serviço, pelas imensas tarefas que realizam, dia após dia, e pela instabilidade causada na constante mudança de escola, levando muitos a recorrer a atestado e baixa médica”, sublinha o comunicado, assinado pelo diretor do agrupamento, Pedro Ferreira.

A direção frisa que, nas últimas semanas, os serviços “têm funcionado abaixo dos mínimos aceitáveis para a segurança dos alunos” e, por isso, deliberou o encerramento rotativo das oito escolas que compõem o agrupamento, a partir de segunda-feira e até ao dia 30 deste mês.

Segundo o esquema de encerramento, a escola básica n.º 1 será a primeira a encerrar (dia 21), seguindo-se a escola básica n.º4 (dia 22), escola básica Aristides de Sousa Mendes (dia 23), a escola básica Póvoa Norte (dia 24), o Jardim Infância Quinta da Piedade (dia 25), a escola básica das Bragadas (dia 26), a escola básica do Casal da Serra (dia 29) e escola básica e secundária D. Martinho Vaz de Castelo Branco (dia 30).

Este esquema será interrompido caso haja um reforço dos assistentes operacionais ou se se verificar o retorno ao serviço dos assistentes que se encontram de atestado médico”, ressalva a direção do agrupamento.

Por seu turno, contactada pela Lusa, fonte do Ministério da Educação referiu que o agrupamento vai ter, a partir da próxima semana, “o seu corpo de funcionários reforçado”, com três funcionários a tempo indeterminado (vínculo permanente), no âmbito de “um concurso que autorizou a contratação de 1.067 assistentes operacionais, em fase de conclusão”.

Adicionalmente, as escolas podem recorrer à bolsa de contração, assim que tenham concluído o processo de contratação dos funcionários a tempo indeterminado que lhes foi atribuído. Esta bolsa permite substituir as ausências sempre que estas comprometam o rácio”, conclui a nota do Ministério da Educação.

A Lusa tentou contactar a direção do agrupamento de Escolas da Póvoa de Santa Iria, mas não conseguiu obter resposta.

Câmara de Vila Franca de Xira surpreendida com encerramento de escolas

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira manifestou-se esta sexta-feira surpreendida com a decisão da direção do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria de fechar rotativamente, a partir de segunda-feira, os oito estabelecimentos de ensino.

Num comunicado a que a Lusa teve hoje acesso, a direção do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria informou que vai fechar rotativamente, a partir de segunda-feira e até dia 30 deste mês, os oito estabelecimentos de ensino que gere, justificando a decisão com “o número reduzido de assistentes operacionais para assegurar as necessidades mínimas de funcionamento”.

Foi uma situação que me surpreendeu. Nós temos vindo a conversar com o agrupamento, no sentido de resolver todos estes problemas. Na verdade, achávamos que este problema estava resolvido”, afirmou à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita (PS).

O autarca referiu que, embora não tenha responsabilidade direta no pessoal não docente do agrupamento, cedeu três dos seus 30 assistentes operacionais para suprir as carências das oito escolas.

Nós fomos além das nossas competências. Aquilo que esperamos é que haja um entendimento entre o Ministério da Educação e a direção do agrupamento, que tem total autonomia”, ressalvou.

Alberto Mesquita lamentou ainda que a direção do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria não tenha recorrido a uma bolsa de contração disponível para situações em que é necessário substituir as ausências dos assistentes operacionais que estão de baixa.

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Alunos com necessidades especiais impedidos de ir à escola por falta de funcionários

Alunos com necessidades especiais impedidos de ir à escola por falta de funcionários | TVI24

Escolas a funcionar de forma rotativa, alunos do 1.º ciclo com aulas só de manhã ou crianças com necessidades especiais impedidas de ir às aulas são algumas das consequências da falta de funcionários e professores.

Os casos confirmados pela Lusa foram esta sexta-feira denunciados pela Fenprof e vão constar de uma plataforma ‘online’ que a federação sindical vai criar para receber queixas de professores, assistentes, pais, alunos e cidadãos em geral.

A falta de pessoal no agrupamento de Escolas da Póvoa de Santa Iria, em Vila Franca de Xira, por exemplo, obrigou a direção a criar um sistema de fecho rotativo das suas oito escolas, “de modo a assegurar as condições mínimas de funcionamento das que continuam abertas”.

Os serviços estão a funcionar “abaixo dos mínimos aceitáveis”, pondo em causa “a segurança dos alunos”, refere a direção da escola em comunicado, sublinhando que a solução passa pela colocação de funcionários pelo Ministério da Educação ou pelo regresso dos assistentes operacionais que estão de baixa.

A direção explica ainda que “a falta de assistentes operacionais tem provocado a exaustão dos que se encontram ao serviço pelas imensas tarefas que realizam dia após dia e pela instabilidade causada na constante mudança de escola, levando muitos a recorrer a atestado/baixa médica, agravando o problema de funcionamento das escolas”.

No agrupamento de Escolas Fernando Pessoa, em Lisboa, a falta de pessoal levou a direção a reduzir o horário escolar dos alunos do 1.º ciclo – que passa a funcionar apenas entre as 09:00 e as 13:00 – e a determinar o encerramento impreterível da escola às 16:50, hora até à qual os alunos têm de abandonar as instalações.

Em Évora, a subdiretora do Agrupamento de Escolas Gabriel Pereira confirmou à Lusa que há três crianças do 1.º ciclo, com necessidades educativas especiais, que continuam em casa um mês após as aulas terem começado, por falta de funcionários.

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Lista Colorida – RR7

Lista colorida com colocados e retirados da RR7.

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Greve contra o amianto encerra várias escolas em Sintra e na Amadora

 

Greve contra o amianto encerra várias escolas em Sintra e na Amadora – Renascença

18 out, 2019 – 18:10 • Agência Lusa

André Pestana destaca o caso da Escola Básica 2,3 Ruy Belo, em Sintra, afirmando que “é histórica”.

Protesto na EB 2,3 Ruy Belo. Foto: João Cunha/RR
Protesto na EB 2,3 Ruy Belo. Foto: João Cunha/RR

A greve a exigir a retirada do amianto das escolas, promovida pelo Sindicato de Todos Os Professores (S.TO.P.), já levou a encerramentos em três estabelecimentos de ensino no concelho de Sintra e em quatro na Amadora.

A informação foi prestada à Lusa pelo dirigente do S.TO.P, André Pestana, esta sexta-feira.

As escolas que aderem aos protestos estão a fechar intermitentemente desde há uns dias, numa forma de luta que foi alargada até ao final do mês.

À Lusa, André Pestana destacou o caso da Escola Básica (E.B.) 2,3 Ruy Belo, em Sintra, afirmando que “é histórica”.

“Não tenho ideia de, na democracia portuguesa, uma escola fechar tanto tempo, de dia 04 a 14 de outubro quase ininterruptamente, devido a uma greve e não por um problema estrutural”, afirmou.

Para o sindicalista, o “mais impressionante é a tutela não responder aos sucessivos e-mails do sindicato para fazerem uma reunião ou para terem uma resposta clara da Câmara Municipal de Sintra sobre este problema gravíssimo do amianto, que põe em causa a saúde de todos os que frequentam esta escola”.

A Lusa contactou também com a Câmara de Sintra, mas, até ao momento, não obteve resposta.

Além da E.B. 2,3 Ruy Belo, aderiram igualmente aos protestos as escolas E.B. 2,3 Dom Domingos Jardo e E.B. 1 J.I. Monte Abraão, em Sintra, e a 2,3 D. Francisco Manuel de Melo, EB1/JI Santos Mattos, EB1/JI Alice Leite e a EB1/JI Maria Irene Lopes de Azevedo, na Amadora.

“É uma questão gravíssima de saúde pública e ambiental, quando há estudos europeus a prever que vão morrer 500 mil pessoas até 2030, devido à exposição do amianto, além das que ficam doentes para o resto da vida. Há uma promessa velada do primeiro-ministro, em setembro de 2016, a prometer erradicar o amianto dos edifícios públicos até finais de 2018 e já estamos em outubro de 2019 e a esmagadora maioria das escolas não foi intervencionada para retirar esta substância cancerígena”, garante o dirigente.

A greve, previamente convocada até dia 18 de outubro já foi alargada até dia 30 do mesmo mês e “é possível que se estenda”, admitiu André Pestana.

“Estamos a coordenar mais escolas. Quinta-feira, por exemplo, estivemos na Margem Sul. Estamos a equacionar protestos concelhios e em juntar todos os movimentos sociais, como Sindicatos e toda a população, em prol de um dia de protesto nacional contra amianto”, finalizou o dirigente do S.TO.P.

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Fenprof critica Instituto de Avaliação por vender ações de formação de professores

Fenprof critica Instituto de Avaliação por vender ações de formação de professores – Atualidade – SAPO 24

“É uma inaceitável mercantilização da formação contínua promovida pelo próprio ME, um comportamento que tem de ser corrigido de imediato […] O que a Fenprof não compreende nem tolera é que o ME queira ou admita que os docentes sejam aliciados ou obrigados a pagá-la do seu bolso, mais a mais quando é promovida pelos serviços que tutela”, criticam os sindicatos.

A Fenprof acrescenta ainda que o IAVE, “com a conivência da tutela, parece dedicar-se à criação de um impróprio mercado da formação, cobrando aos docentes por um dever a que estão sujeitos e por necessidades formativas que terá identificado”.

Ainda no comunicado, a federação “insta o ME a tomar medidas para que a formação em apreço seja disponibilizada, como deve, de forma gratuita aos docentes que nela se inscrevam”.

Instituto contraria Fenprof e diz que só formações obrigatórias têm que ser gratuitas

O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) rejeitou hoje as críticas da Fenprof sobre ações de formação pagas, afirmando que apenas são cobradas as formações que não são obrigatórias para os docentes.

Em resposta à Lusa, a assessoria de imprensa do IAVE esclareceu que a formação atualmente disponível, e pela qual estão a ser cobrados 75 euros a cada docente, tem um caráter “muito específico e técnico”, incidindo sobre instrumentos de avaliação, mas sobretudo não tem caráter obrigatório, pelo que o instituto não encontra fundamento para as críticas da federação de professores.

O IAVE garante que todas as formações obrigatórias para os docentes são gratuitas, acrescentando que esta, de caráter facultativo, apesar do custo associado teve bastante procura.

(Notícia atualizada às 20h22)

 

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Faltam Assistentes Operacionais e fecham escolas em regime rotativo…

Gerir recursos humanos que não existem não é fácil, a solução encontrada neste agrupamento de escolas foi fechar em escolas em sistema rotativo. Hoje fecho eu, amanhã fechas tu, depois fecha ele…

O problema da falta de funcionários tarda em ter resolução. O nosso ministério ainda não está com a “cabeça completa” (ainda só apareceu a face “bonita), logo não consegue ter uma ideia tão simples como criar bolsas de Assistentes Operacionais, nos IEFP’s, para substituição dos que faltam por doença. É claro que a legislação não obriga ninguém a aceitar, de imediato, uma situação destas, mas a candidatura a essa bolsa não seria obrigatória. Entretanto, faltam Assistentes Operacionais que por vicissitudes do sistema de concurso de 1100 ainda não foram contratados e por atestados médicos em virtude desta classe, também, ser afetada pelo avanço da idade.

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Cartoon do dia – O porquê da recondução…

 

 

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495 Contratados Colocados na RR7

Foram colocados 495 contratados na Reserva de Recrutamento 7, distribuídos do seguinte modo:

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Reserva de recrutamento n.º 7

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 7.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 21 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 22 de outubro de 2019 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Sobre a falta de Professores – José Eduardo Lemos

 

O Ministério da Educação não tem “reporte de situações anómalas”, ou seja, não sabe do que se passa.
A Associação de Diretores diz que o problema está nas rendas altas?
As Associações de Pais dizem que este ano os professores foram colocados mais cedo e que, por isso mesmo, não contava que já houvesse escassez de professores.
Leio isto e retiro três conclusões óbvias:
1 – A política de colocação do pessoal docente implementada por este Governo no início de mandato (a mais centralizada de sempre) nada tem a ver com isto.
2 – A política de desvalorização e rebaixamento da classe docente, iniciada com Sócrates e mantida pelo último Governo, responsável pelo afastamento de muitos professores para outras profissões e responsável pela fuga de muitos jovens dos cursos via ensino, também nada tem a ver com a atual falta de professores.
3 – A política do congelamento, dos baixos salários e da falta de condições de trabalho, em alguns casos, fala de segurança, nada têm a ver com isto.
Esperemos então que as rendas baixem e que os professores sejam colocados em janeiro. Nessa altura, não faltarão professores.

 

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Divulgação – PHDA e Educação Inclusiva

 

 

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