Criaram? Professores param aulas após agressão e criam caos em escola

Incidentes aconteceram na Escola Básica 2.3 Ruy d’Andrade, no Entroncamento.

 

Esta terça feira, dia 29, o pai de um aluno da Escola Dr Ruy de Andrade no Entroncamento terá agredido uma professora, depois do filho se ter queixado de esta o ter agredido.

Segundo conseguimos apurar a professora terá separado dois alunos que se envolveram em zaragata na terça feira, sendo que um deles comunicou ao pai que a professora lhe bateu, ao que este se dirigiu à Escola, procurou a professora, e tê-la-à agredido.

A PSP foi chamada ao local e tomou conta da ocorrência, tendo esta manhã marcado presença na abertura da Escola para precaver qualquer situação anormal, o que não se veio a verificar.

As aulas decorreram normalmente até ao meio da manhã, altura em que as aulas foram interrompidas para a realização de uma reunião com os professores e a Direção do Agrupamento.

Durante este período sem aulas, os alunos começaram a espalhar o boato, através de SMS para os pais, de que haveriam alunos com armas na Escola, o que viria a motivar uma correria de pais em pânico para levarem os filhos para casa.

O EOL tentou falar com a Direção do Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento, que não se mostrou disponível para prestar declarações.

 

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4 comentários

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    • Alexandra Almeida on 31 de Outubro de 2019 at 22:23
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    Par mim isto resolvia-se bem:
    1º – Foi dentro da escola, na sala de professores. O Conselho Diretivo apresenta queixa contra o EE.
    2º – Os sindicatos aproveitam para exigir medidas céleres ao Ministério da Educação, nomeadamente a cedência de um advogado;
    3º – Avança-se “forte e feio”. Testemunhas não faltam (foi na sala de professores)
    4º – O imbecil do paizinho é severamente punido por ter acreditado no seu “anjinho” e agredido a docente a quem deverá pagar uma boa indemnização, nem que para isso tenha de passar fome.

    • Paulo Rebelo on 1 de Novembro de 2019 at 7:05
    • Responder

    segundo o ministério está tudo bem e melhor que antes, mas chamemos as coisas pelos nomes, “o pai de um aluno” . . . um cigano, pai de um aluno cigano.

    • pretor on 1 de Novembro de 2019 at 18:56
    • Responder

    Os sindicatos e o Ministério da Educação são um NOJO.

    • Nowhereman on 1 de Novembro de 2019 at 22:13
    • Responder

    Está na hora de fazer formação em artes marciais. O menino ou o pai, cigano ou não, dá uma, logo leva duas. Somos pagos para dar aulas, não para levar porrada. Uma vez que não temos um polícia perto de nós, a quem possamos recorrer, “puxamos” do Art. 21º da Contituição (Direito à Resistência). A honra e o respeito pela nossa integridade em primeiro lugar!

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