Onde param as listas de subida ao 5.º e 7.º escalões?

 

As listas já deviam ter saído há muito, quando o estado de emergência não era desculpa, mas não saíram.

Com o Orçamento de Estado aprovado e publicado em Diário da República já não há desculpa uma vez que já devem estar prontas.

Este mês os funcionários públicos já vão ver os aumentos reproduzidos nos seus recibos de vencimento. Mas os docentes à espera de vaga para subirem de escalão ainda não vão sentir essa subida. Qual será a desculpa para este atraso? Será que andam a pensar que em isolamento os professores não gastam dinheiro?

Seja como for, quando as listas saírem devem vir com a indicação de retroatividade, digo eu…

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Contactos com a DGAE (Atualização)

 

Contactos com a DGAE

– Aplicação eletrónica E72

– CAT – 966224417 / 966224149 / 966223966 / 966223978 / 966224200 / 966224109 / 966224345 / 966224372 / 966224238

– Atendimento presencial (marcação prévia através do email: [email protected])

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Aulas nas férias para alunos do 11.º e 12.º anos

 

Diretores sugerem aulas nas férias para alunos do 11.º e 12.º anos

Em declarações à Lusa, os presidentes das duas associações de diretores escolares reconhecem “as dificuldades” de planeamento do Governo e do ministério da Educação perante a imprevisibilidade da evolução de contágio do novo coronavírus, que obrigou ao encerramento de todas as escolas desde 16 de março.

Os diretores continuam sem saber de que forma será feita a avaliação, se haverá aulas presenciais, como garantir o acesso a quem não tem internet nem computador ou se haverá provas de aferição e exames nacionais.

Mas, nas escolas, os professores estão a ter reuniões de departamento, conselhos de turma e pedagógicos e começam a planear como serão os últimos dois meses de aulas.

“O 09 de abril é o nosso dia D, que é quando saberemos com que linhas nos vamos cozer”, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, referindo-se à data apontada pelo ministério da Educação para anunciar as medidas para o 3.º período.

Os diretores têm algumas sugestões, tais como poder manter as escolas abertas para apoiar os alunos do secundário numa altura em que tradicionalmente os estudantes estão de férias.

“As escolas poderão funcionar em junho, julho e até em setembro para dar aulas extra aos alunos do 11.º e do 12.º anos que têm de realizar os exames nacionais por causa do acesso ao ensino superior”, sugeriu o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, em declarações à Lusa.

A ideia é corroborada por Filinto Lima, que acrescentou que o próximo ano letivo poderia começar um pouco mais tarde assim como a realização dos exames nacionais.

O Governo chegou a ponderar a hipótese de as escolas abrirem a 04 de maio para os alunos do secundário, mas os diretores consideram ser uma “visão demasiado otimista” tendo em conta as recentes declarações da ministra da Saúde que admitiu que “ainda não se vê uma luz ao fundo do túnel” na luta contra a pandemia da covid-19.

Os dois diretores sublinham que a prioridade tem de ser “a saúde dos alunos, professores e de toda a comunidade educativa” e por isso acham mais viável as aulas extra no final do ano letivo.

Esta sugestão acabaria por afetar diretamente os professores, que se têm queixado de sobrecarga de trabalho, mas os diretores acreditam que os docentes vão manter a postura conhecida até agora: “Os professores serão sempre parte da solução e nunca do problema. Têm-se adaptado a todas estas mudanças de uma forma incrível”, lembrou Filinto Lima.

Manuel Pereira também saudou o trabalho dos docentes, acrescentando que “o tempo da casa não é o mesmo que o tempo da escola: Muitos professores, quando estão em casa a dar aulas, também são pais, tendo que acompanhar os seus filhos e garantir as refeições. É tudo muito mais complicado”.

Também por isso, os diretores defendem que o horário de aulas deve sofrer um ajustamento, ou seja, menos carga horária para que professores, alunos e encarregados de educação consigam responder ao que lhes é pedido.

“Dar aulas presenciais a uma turma de 30 alunos é diferente de estar em casa a dar aulas à distância. Este novo ensino tem de ser muito mais personalizado para garantir que os alunos estão ligados de outro lado, que estão a responder”, sublinhou Manuel Pereira.

Sobre a realização das provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º anos e dos exames do 9.º ano, os diretores voltaram a dizer que “devem cair” porque não há condições para se realizarem.

Este fim de semana, o Governo garantiu que no 3.º período os professores terão o apoio da televisão, que irá transmitir programas com algumas matérias, uma espécie de regresso da “Telescola”.

“Usar os canais abertos de televisão para conseguir que alguns conteúdos programáticos cheguem a todos é uma boa solução”, aplaudiu Manuel Pereira, voltando a lembrar os alunos sem acesso a internet ou computador.

Este serviço, que surge de uma parceria com a RTP, deverá começar na próxima semana para todos os alunos até ao 9.º ano, mas os pormenores ainda são desconhecidos.

O presidente da ANDE considerou que o ME já deveria ter dado mais indiciações às escolas para planear o próximo período, sob pena de estarem a tomar decisões que depois terão de ser adaptadas a decisões diferentes: “Temos apenas três dias para preparar o próximo ano letivo”.

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Que não haja terceiro período presencial – Alberto Veronesi

 

Que não haja terceiro período presencial

Estamos perante uma pandemia que jamais imaginámos que, primeiro chegaria à Europa, segundo pararia a Europa, colocando milhões de pessoas confinadas às próprias casas.

É uma situação inesperada para todos, mas que nos obriga e mudar paradigmas sociais, nomeadamente, na Educação.

Eu, que acompanho de perto a situação italiana, por questões familiares, vinha alertando para a possível hecatombe social se as escolas não fechassem rapidamente, como escrevi aqui. Ainda assim, as escolas mantiveram-se abertas até dia 13 de março, praticamente 11 dias depois do primeiro caso de covid-19.

Este fecho generalizado acontece depois de alguns colégios, por iniciativa própria, e algumas escolas públicas, por indicação dos respetivos delegados de saúde, terem fechado. Com isso começou-se a generalizar o medo de deixar os alunos nas escolas. Na última semana de escola aberta sentiu-se uma enorme quebra de presença de alunos. As escolas acabariam por fechar, por decreto, a 16 de março.

Os estabelecimentos de ensino, como é do conhecimento de todos, seriam um foco muito grande de propagação do vírus, até porque, com o conhecimento que temos, as crianças são muitas vezes portadoras assintomáticas.

Acabou-se por colocar mais de um milhão de alunos em casa, sem que existisse um plano para que continuasse a ser acompanhado. Os professores tentaram, de todas as formas possíveis e imaginárias, colmatar esta emergência para que o segundo período, agora à distância, fosse concluído com êxito. E foi, na grande maioria dos casos, foi!

Durante as últimas duas semanas de aulas generalizou-se uma preocupação na classe docente: Como será o terceiro período? Sabemos que terá de acontecer, mas como?

Os agrupamentos de escolas, depois de reuniões com a tutela e da leitura atenta dos documentos elaborados, têm feito um enorme esforço para tentar perceber a realidade, ao pormenor, da sua população discente de maneira a conseguir chegar a toda.

Sem querer desmoralizar, o terceiro período não vai ser igual para todos. António Costa aponta o dia 4 de maio como sendo o limite para o reinício da escola de forma presencial apenas para alunos do secundário, 10.º, 11.º e 12.º anos, com contingências específicas. Esta ideia de ser só o secundário, que nasce por causa das médias e dos exames de acesso ao ensino superior, até pode parecer ponderada e exequível. Mas não é!

Em primeiro lugar porque as rotinas de higiene, que até dia 13 de março eram umas, sofreram uma enorme alteração: lavagem constante de mãos em meio escolar é uma utopia; distanciamento social em meio escolar, seja entre pares seja com os professores, é outra utopia; logo, rapidamente estes alunos se podem tornar armas químicas — todos sabemos que esses alunos, à volta dos 350 mil (segundo dados do Pordata), não vivem sozinhos, mas com pais, irmãos, alguns até com avós, pois os agregados familiares portugueses são muito variados.

Reabrir as escolas em maio, altura em que poderemos estar a entrar no pico do surto poderá significar um atraso significativo na descida ou mesmo um regresso à subida exponencial. Queremos arriscar?

O que está em causa são os exames nacionais, dir-me-ão vocês, pelo que apenas os alunos do 11.º e 12.º anos devem frequentar! Não concordo, por tudo aquilo que disse anteriormente e acrescento que esses alunos, que têm uma média de idades de 18 anos, não têm maturidade suficiente para carregar esta responsabilidade de serem os únicos a frequentar as escolas.

Todos já tivemos 18 anos, aos 18 somos todos imortais! Os professores do secundário e os próprios pais já vieram dizer que estão a favor de um adiamento de exames, porque já perceberam que a prioridade é a saúde pública.

O primeiro-ministro quer mesmo deitar a perder estes dois meses de quarentena social em troca de uns exames?

Sabemos da sua importância mas, desculpem-me, não são prioritários, põem em causa a saúde pública e podem ser feitos em setembro! Numa altura em que, esperamos todos, já haja, se não vacina, pelo menos medicação que ajude a que o Serviço Nacional de Saúde não entre em ruptura.

Vai ser um final de ano diferente para todos, sem exceção, mas creio que preferimos todos estar cá para contar a história do que arriscar!

In Público

 

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Avaliação contínua versus passagens administrativas pela EU

 

Avaliação contínua versus passagens administrativas

Enquanto por cá continuam em aberto possibilidades tão diversas quanto as passagens de ano administrativas, o alargamento do calendário escolar e o cancelamento dos exames, em países como a França e o Reino Unido o processo segue uns passos à frente. O Reino Unido, cujas escolas fecharam a 20 de Março, anunciou logo de seguida o cancelamento dos exames de conclusão do secundário e de acesso ao ensino superior. E, na sexta-feira, segundo o jornal The Guardian, o governo britânico anunciou que as notas a atribuir aos alunos resultarão de uma combinação entre a avaliação dos respectivos professores e o desempenho da escola e da turma em que se inserem. A ideia é que as escolas comuniquem a nota atribuída a cada aluno até ao dia 29 de Maio, para que as avaliações sejam tornadas públicas até meados de Agosto e os alunos que concluem o secundário possam candidatar-se a uma universidade ou procurar um emprego na posse das respectivas notas.

Em França, o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, anunciou sexta-feira o cancelamento de todos os exames, marcados para entre 17 a 24 de Junho, sendo as notas atribuídas com base na avaliação contínua dos alunos até ao momento do encerramento das escolas. O Governo francês não descarta para já a hipótese de as aulas presenciais serem retomadas em Maio, sendo que, neste caso, o ano lectivo prosseguirá até ao dia 4 de Julho “com mais aulas do que o habitual”. Neste caso, os júris que atribuem as notas atenderão à presença e motivação dos alunos durante as aulas. A única excepção é a manutenção de uma prova oral de francês para os alunos dos anos em que esta se impõe e que se deverá manter, ainda que em versão aligeirada e “desde que as condições sanitárias o permitam”, conforme adiantou o jornal Le Monde. Independentemente do nível de ensino, e de as aulas presenciais poderem ou não ser retomadas, “a motivação dos alunos é um ponto determinante, inclusive durante o período de confinamento, considerando embora as condicionantes individuais”, explicitou o ministério da Educação francês.

Já em Itália, o Governo estará a preparar um decreto-lei que estipula a passagem administrativa de todos os alunos. Citando o secretário de Estado da Educação, Peppe de Cristofaro, o correspondente no Vaticano do jornal espanhol El Pais explica que, como as aulas presenciais não deverão ser retomadas antes de Setembro, a ideia é que todos os alunos transitem de ano, independentemente das notas obtidas nos exames feitos até ao encerramento das escolas. “Isso não significa que os insuficientes passam a suficientes”, ressalvou o governante. “Os professores não inflacionarão as notas. O aluno poderá ser admitido no ano lectivo seguinte, apesar da nota insuficiente que teve, e terá de ter aulas de recuperação”, acrescentou. Quanto ao exame de acesso à universidade (maturità), se as aulas puderem ser retomadas no dia 18 de Maio, manter-se-á. Caso contrário – o que é tido como mais provável –, os exames escritos não se realizam e o teste será transformado numa prova oral de uma hora, com recurso a plataformas electrónicas.

In Público

 

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Professores pedem ao governo que reabra escolas antes que os alunos aprendam a pensar por si mesmos

Porque rir é o melhor remédio…

Professores pedem ao governo que reabra escolas antes que os alunos aprendam a pensar por si mesmos

EUA — Professores de escolas públicas expressaram as suas preocupações de que o recente encerramento de suas instituições terá um efeito prejudicial sobre os alunos. Em particular, os educadores do país estão preocupados que quanto mais tempo as escolas estiverem fechadas, mais provável é que os alunos comecem a pensar por si mesmos, aprendam habilidades de vida longe do sistema escolar do governo e percebam o quanto podem aprendem em casa.

“Devemos reabrir as escolas o mais rápido possível – antes que eles recuperem sua capacidade de ter pensamento independente”, disse a professora do secundário de Nova York, Jenny Mudd. “Esta é uma crise urgente. Sabemos que temos que fazer nossa parte para evitar a propagação do vírus, mas também devemos evitar a disseminação de ideias não aprovadas. Há um equilíbrio lá.

“Reabra as escolas antes que seja tarde demais.”

Com certeza, estudos já mostraram uma forte correlação entre todos os que estão em casa e um aumento preocupante no pensamento independente. Os estudantes que estiveram afastados do sistema escolar do governo  durante uma semana param de se sentir deprimidos e ansiosos e até mostram um aumento chocante na capacidade de formar pensamentos e ideias não aprovadas pelo governo.

Os professores ainda apontaram que os pais não estão devidamente equipados para doutrinar os seus filhos com propaganda governamental. “Eu estudei durante oito anos para poder fazer isso”, disse a professora do jardim de infância de Portland, Ms. Pinkerton. “Os pais não têm a experiência de encher a cabeça das crianças cheias de uma visão de mundo estatista sete horas por dia como eu.”

In The Babilon Bee

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Validação das Candidaturas – 6 a 17 Abril

Validação das Candidaturas – Concurso Externo / Contratação Inicial / Reserva de Recrutamento

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 6 de abril e as 18:00 horas de dia 17 de abril de 2020 (hora de Portugal continental), para efetuar a validação das candidaturas ao Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento.

 

SIGRHE

 Manual de instruções

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Exemplo do que poderia ser a Telescola. Para alguns já é…

 

 

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Tempos excepcionais…. Pedido para alargamento do prazo do concurso

 

Quem quiser pode fazer copy paste.
Quem quiser corrigir, força. Implicar, idem. ’tou nem aí.
Eu enviei isto e concorri sem problemas. Posso não conseguir ajudar, mas não perco nada em tentar.
Já sabemos que o não é garantido.
*
Assunto: Recrutamento
Bom dia.
Como é do conhecimento público, encontramo-nos a atravessar uma pandemia e tudo o que de diferente ela proporciona.
Nas últimas três semanas os docentes foram dominados por um horário completamente distinto do normal, que requeria feedback quase instantâneo aos seus discentes e/ou encarregados de educação e a quantidade de trabalho duplicou ou triplicou se acrescentarmos os docentes com cargos como, por exemplo, a direcção de turma. As reuniões de avaliação não foram adiadas e apenas foram exequíveis porque, de uma maneira ou de outra, todos os docentes fizeram por isso.
A par da atenção dada à sua profissão, temos mulheres e homens que se encontram preocupados com as suas famílias, algumas distantes e sem hipótese a curto prazo de serem visitadas.
Atendendo à situação actual, apelo a que seja possível a implementação de tempo extra para o concurso, como 2 ou 3 dias úteis, para os docentes que não conseguiram submeter a sua candidatura no tempo previsto.

Tempos excepcionais requerem medidas excepcionais.

Com os melhores cumprimentos,
Fonte: Facebook, Ana Martins

 

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Entrevista com o Secretário de Estado da Educação | Rádio Miúdos

Entrevistamos o Secretário de Estado Adjunto e da Educação de Portugal, o Dr. João Costa, sobre a situação do ensino público português durante a pandemia de COVID-19. Ouve a Rádio Miúdos! http://radiomiudos.pt/  

 

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Sugestão de Leitura – A Joaninha e a COVID-19 – Clotilde Palma e de Rita Ramos

o ISCAL tem o prazer de apresentar a versão digital do livro A Joaninha e a COVID-19 – Uma história de saúde pública para crianças, da autoria da docente Clotilde Celorico Palma e de Rita Celorico Palma Ramos felicitando-as por esta iniciativa.

Este livro insere-se num projeto de investigação científica da série Joaninha, que conta já com diversos livros (Joaninha e o impostos – uma história de educação fiscal para crianças, adolescentes e universitários) em Portugal, nos PALOP e em países hispânicos, sobre Cidadania e Educação Fiscal e Ambiental, patrocinado pelo Centro de Investigação de Direito Económico, Financeiro e Fiscal, da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (CIDEEFF), pelo ISCAL e pela Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC).

O objetivo é fazer chegar às crianças, através das personagens da Joaninha, a sua família e amigos, as instruções da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre o novo coronavírus.

Todas as informações que constam do livro foram retiradas do site da DGS.

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Quer ajudar alunos sem acesso a computador? Está aqui a solução, #SomosSolução

 

Quer ajudar alunos sem acesso a computador? Está aqui a solução

Com as escolas encerradas por causa da pandemia de covid-19, a solução tem passado pelo ensino à distância. Mas esta é uma solução que está longe de ser simples e de acesso universal: falta formação aos professores para o e-learning e muitos alunos não têm computadores e internet para acompanhar este tipo de aulas. Foi a pensar no primeiro problema que o professor Vítor Bastos criou o grupo E-Learning Apoio, que conta já com mais de 22 mil membros. Para a segunda dificuldade, criou agora o projeto #SomosSolução .

A ideia é a de fazer a ponte entre quem quer ajudar alunos carenciados a ter as ferramentas necessárias para continuar a aprender durante este período de isolamento social e as escolas que identificam as situações de necessidade.

“Fiz contactos com empresas e particulares que eu achava que estariam abertos a dar e a HP avançou logo com uma primeira oferta 20 computadores portáteis”, conta à SÁBADO o docente que teve a ideia, mas lançou o projeto em conjunto com Luís Fernandes, o antigo diretor do Agrupamento do Freixo (atualmente diretor do Centro de Formação da Póvoa do Varzim). “Fazia sentido ser o meu parceiro nisto porque tem os contactos todos dos diretores, é honesto e é bem conhecido no meio”.

Além da HP, respondeu à chamada a OMC, uma empresa que ofereceu cinco impressoras para que as escolas que não tinham outra forma de garantir o ensino durante o período de encerramento possam imprimir trabalhos para os alunos levarem para casa.

A ideia é, contudo, que qualquer um possa contribuir. Quem quiser doar um portátil, só precisa de inscrever-se no site e estar disponível para pagar “uma máquina de baixo custo, mas com todas as características necessárias, por cerca de 350 euros”.

Outra opção para particulares ou empresas será aderir à campanha de usados recondicionados. “Há computadores usados que já não servem as empresas, mas ainda têm todas as condições para ser usados pelos alunos no ensino à distância”, diz Vítor Bastos.

LER MAIS AQUI

 

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Itália concede aprovação geral aos seus estudantes

A crise do coronavírus vai forçar o contador a zero em diferentes setores italianos, a fim de avançar. E a educação, na reta final do ano, aprecia como fazê-lo para se encaixar no complicado puzzle dos diferentes anos. A Itália está a finalizar um decreto-lei para regular o final do ano letivo e preparar o regresso em setembro. Todos os alunos passarão para o próximo ano, independentemente das notas obtidas nos últimos exames. Ninguém vai ficar para trás. Os tempos do coronavírus, desta forma, trarão à Itália uma aprovação geral que permitirá passar de ano e retomar as aulas no próximo com alguma normalidade. O que parece claro, mesmo que essa possibilidade ainda esteja no ar, é que as salas de aula só reabrirão em setembro.

 

Italia concede un aprobado general a sus estudiantes

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O caos da cegueira coletiva

 

“Um homem subitamente deixa de ver, vítima de uma cegueira branca, que começa a se
espalhar, causando caos na cidade. Mas será que o caos foi causado pela cegueira? Ou o caos já
existia, mas só “visto” com a chegada da cegueira?

É preciso cegarem-se todos, para que enxerguemos a essencia de cada um?

 

Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”

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Obrigada, professores! – Carmo Machado

Obrigada, professores!

Obrigada, colegas! De uma sexta-feira 13 para a segunda-feira seguinte, os professores de Portugal, de todos os níveis de ensino, mostraram aquilo de que são capazes. Que orgulho ter visto o que vi e fazer parte desta geração de professores que encontrou, quase de um dia para o outro, soluções alternativas para dar continuidade às atividades letivas e ao contacto quase diário com os seus (muitos) alunos.

A quarentena e o isolamento social impostos pela pandemia do Covid-19 que nos invade levaram professores de todo o mundo a procurar soluções ou estratégias para minimizar, tanto quanto possível, a perda de aulas decorrente do encerramento das escolas, numa tentativa de dar continuidade aos currículos. Não estamos perante uma tarefa fácil, desengane-se quem assim a considerar. Porém, foi com enorme alegria que constatei a nossa organização, a imediata procura de meios alternativos, a adesão às plataformas digitais, ao uso incansável de correio eletrónico e às redes sociais, para dar a mão aos alunos e às suas famílias que, do outro lado da linha, nas suas casas, puderam sentir que estamos (como sempre estivemos) na linha da frente, prontos a apoiar os jovens e adolescentes que ensinamos me com quem aprendemos tanto também.

Perante a situação em que nos encontramos (professores, pais e alunos), face a um terceiro período que se avizinha nublado, afirmo que após quatro conselhos de turma realizados online às horas marcadas e sem qualquer atraso, em que discutimos com ainda maior empenho (se tal for possível) o futuro dos nossos alunos, inventando e reinventando mil e uma estratégias de trabalho alternativo, os professores estão preparados para o que der e vier. Destaco em todo este processo, o papel fundamental dos colegas que exercem a função de diretores de turma e que, nestas duas semanas, mantiveram o contacto diário e permanente com os seus alunos, minimizando os efeitos negativos da interrupção precoce das atividades letivas, duas semanas antes do previsto. Assim, em teletrabalho, fomos conseguindo fazer com que a maioria dos alunos mantivesse o foco na escola, embora tenhamos consciência da dificuldade que tal processo implicou e implicará ainda, para pais, alunos e professores, ao longo do terceiro período, a manter-se – como se prevê – o encerramento das instituições de ensino.

Muitos professores correram a fazer formação sobre novas plataformas de ensino a distância e cruzaram-se informações, conselhos, apoios, materiais, fichas, powerpoints. Sei de muitos colegas que saíram das suas casas propositadamente para adquirir microfones, auscultadores e até computadores portáteis. Sim, acreditem. Há alunos info-excluídos por este país fora e também há professores que trabalham com um computador arcaico por falta de disponibilidade para investirem em novos equipamentos. E sei também que foram muitos os pais que se queixaram do excesso de tarefas que fomos atribuindo aos seus educandos. Com razão, reconheço. Mas, pais e encarregados de educação deste país, por todos nós vos peço desculpa. Somos professores a ideia de que os nossos alunos ficariam em casa sem orientações de estudo, de trabalho, de pesquisa assustou-nos. Sim, talvez tivéssemos exagerado um pouco… Porém, a incerteza do futuro, nomeadamente em anos de exame nacional, justificou a nossa preocupação.

Foi com orgulho que hoje terminei a última reunião de avaliação com um dos muitos grupos de docentes que, no país e no mundo, transformaram as suas casas em salas de aula improvisadas, mantendo horários e procurando fazer com que os alunos mantivessem alguma rotina de estudo, num apoio sem precedentes à função dos pais e dos educadores. Lamento apenas não ter ouvido uma palavra de louvor do Senhor Primeiro Ministro António Costa aos professores de Portugal. E tinha-lhe ficado tão bem.

Obrigada, colegas!
Nota: Não me refiro aqui ao Senhor Ministro da Educação porque este não revela capacidade para compreender o valor dos professores de Portugal.

In Visão

 

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Tudo revelado a 9 de abril… diz oTiago

 

Achei piada a: “… as escolas se estão a preparar para aulas através da televisão pública.” O que prova que o único que não sabia de nada era o Tiago…

 

Governo confirma. Alunos até ao terceiro ciclo vão ter aulas pela televisão pública

 

Tiago Brandão Rodrigues adianta que a tutela “está a trabalhar para o terceiro período acontecer”, contudo, não adiantou datas do arranque da tele-escola, acrescentando que a 9 de abril o Governo vai anunciar um conjunto de orientações para o terceiro ciclo do ano letivo.

“Também temos de chegar às escolas e explicar-lhes como poderão utilizar esta ferramenta e este é um trabalho que está em curso”, justificou.

In Jornal I

 

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Adiado prazo para marcação de férias

 

Com tanta incerteza em relação ao calendário escolar os trabalhadores não estão em condições de planear o resto do ano. Por isso, o governo decidiu estender o prazo para marcação de férias, que terminava a 15 de abril, até dez dias após o fim do estado de emergência, ou seja, até pelo menos dia 27 de abril.

 

Comunicado do Conselho de Ministros de 2 de abril de 2020

  • possibilitar que a aprovação e afixação do mapa de férias se realize até 10 dias após o termo do estado de emergência;

 

 

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Vem aí a telescola para o Ensino Básico

Numa versão minimalista do que poderia ser nos dias de hoje, os alunos até ao 9.º ano terão acesso a conteúdos complementares através da RTP.

 

Nova Telescola avança no arranque do 3.º período para alunos até ao 9.º ano

Oferta vai ser criada em parceria com a RTP e usar canais disponíveis na TDT e outras plataformas da TV pública. Rede europeia antecipa que alunos não voltam a ter aulas presenciais neste ano lectivo.

Os conteúdos disponibilizados na televisão vão ser apresentados pelo Ministério da Educação como complementares ao acompanhamento que se pretende que os professores continuem a fazer à distância, como nas duas últimas semanas do 2º período. Ministério da Educação e RTP estão a estudar soluções para que não haja sobreposições de programação para as famílias que têm mais do que um filho.

A nova Telescola vai destinar-se aos alunos do ensino básico, ou seja, até ao 9º ano. De fora fica o ensino secundário, para o qual na próxima semana serão anunciadas medidas específicas, sobretudo para os alunos do 11º e 12º ano, que têm exames nacionais agendados para a segunda metade de Junho.

Na RTP está já constituída uma equipa com pessoal criativo e técnico para colocar o projecto de pé. Mas há ainda muitas questões por definir, como o tempo diário de emissão, como será dividido pelos diferentes níveis de ensino (se se agregam os vários anos de um ciclo), se os conteúdos são gravados na RTP ou num agrupamento escolar. Os conteúdos serão sempre responsabilidade exclusiva do ministério.

In Público

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Tolerância de ponto a 9 e 13

 

Tolerância de ponto nos próximos dias 9 e 13, a todos os trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração directa do Estado.

FIQUEM EM CASA

 

 

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“Regresso às aulas em maio só com regime militar”

De certa forma concordo com esta opinião, porque os riscos são demasiados, mas nem assim acredito que as aulas presenciais recomecem em maio.

“Regresso às aulas em maio só com regime militar”, diz Marçal Grilo

Marçal Grilo, antigo ministro da Educação, afirmou, em entrevista à rádio Observador, que as escolas devem abrir o mais rapidamente possível, mas só com “regime militar”, uma vez que os alunos, das creches às universidades, são “um grupo perigoso como portadores do vírus”.

A decisão sobre a abertura das escolas terá de ser tomada até 4 de maio. Marçal Grilo explica que, se as escolas reabrirem, devem ser tidas em conta várias possibilidades para que os alunos não sejam prejudicados. Uma das hipóteses seria, segundo o antigo ministro, no caso dos alunos do secundário, passar as atividades do terceiro período para o início do próximo ano letivo, em setembro. Isto “se houver uma situação mais estável, não temos controlo sobre os ‘timings’”, sublinha.

Se os alunos voltarem para as escolas, “a forma como as escolas funcionam tem de ser no regime quase militar, para que haja regras muitíssimo estritas e para que sejam cumpridas”, explica Marçal Grilo, dizendo que a aproximação dos estudantes entre si e a relação que os alunos mantêm com os pais e com os avós têm de ser controladas, podendo ser imposta a proibição de as crianças contactarem com estes últimos.

Sabemos que isto se propaga através do contacto entre as pessoas, é preciso ter um enorme cuidado. Nas escolas, as normas de limpeza e higienização das superfícies implicam uma responsabilidade enorme”, acrescenta.

Já quanto ao ensino superior, o antigo ministro revela algumas preocupações com as desigualdades. “O surto vem introduzir uma grande desigualdade e heterogeneidade na forma como as pessoas são tratadas porque cada um tem um ‘background’ diferente”, aponta Marçal Grilo, uma vez que muitos estudantes não têm acesso à Internet e, por isso, não podem participar em aulas virtuais ou consultar materiais nas plataformas digitais. “Não podemos deixar os alunos para trás”, sublinha.

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Em França todos os exames foram substituídos por avaliação contínua

 

O Ministro da Educação Francês, Jean-Michel Blanquer, anunciou que todos os exames nos diferentes ciclos, do “bac” e da “patente”, serão substituídos por avaliação contínua.

As avaliações consideradas em cada disciplina serão as obtidas ao longo do ano letivo, incluindo o terceiro trimestre, com exceção das avaliações obtidas durante o período de contenção.

No Reino Unido foi tomada a mesma medida.

 

Bac et Brevet 2020 : toutes les épreuves sont remplacées par les notes du contrôle continu

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Governo prepara reabertura do ensino secundário para 4 de maio

Houve alguém que me chamou de “adivinho” quando leu o meu artigo de ontem no Público…  mas a bola de cristal partiu-se há muito, bastou-me estar atento ao que se ia dizendo…

 

Covid-19. Governo prepara reabertura do ensino secundário para 4 de maio

Costa ainda vai ouvir sector, mas espera retomar aulas do 10º, 11º e 12º. Objetivo é pôr o plano em marcha e ir medindo o surto

In Expresso

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Cartoon do Dia – Dia limite para o recomeço das aulas em maio – Paulo Serra

 

 

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Retorno à RR

Já se encontra, novamente, disponível o retorno à RESERVA DE RECRUTAMENTO.

 

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Mestrados que constituem habilitação profissional

 

Mestrados que constituem habilitação profissional

 

Mestrados que constituem habilitação profissional consoante grupo de recrutamento

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O 3.º período presencial não deverá ser para todos

 

O 3.º período presencial não deverá ser para todos

Nunca ninguém tinha posto a hipótese, prática, de que uma pandemia poderia parar o país. Todos vimos filmes sobre o tema, mas se há estudos científicos sobre o tema não estão suficientemente divulgados.

As escolas encerraram a 16 de março quando a situação não estava ainda clara como poderia progredir. A população tem tido acesso a informação mais pormenorizada, desde essa data, e está mais atenta à evolução da situação. Neste momento, constroem-se cenários para todas as eventualidades, a área da educação não é exceção, aliás, é uma das mais discutidas.

A decisão do encerramento das escolas não foi tomada de animo leve, era uma medida crucial para o combate à propagação descontrolada da pandemia. A população foi aconselhada a ficar em casa e foram tomadas medidas para que as crianças não ficassem em casa sozinhas. Os professores tentaram colmatar, como puderam e sabia, a falta de ensino presencial até à interrupção da Páscoa e começam agora a preparar soluções para o 3.º período.

O 3.º período está em risco? Não. A questão não é se o 3.º período está em risco, mas como vai funcionar.

Os agrupamentos desdobram-se em plataformas e outras formas de funcionamento das aulas durante o próximo período, mas, uma coisa é já certa, este período não vai ser igual para todos.

O primeiro ministro apontou a data de 4 de maio para a tomada de uma decisão definitiva sobre o que se poderá passar, mas as contingências de um retorno à normalidade são muitas para podermos dizer que serão aplicadas a todos os níveis de ensino. Neste momento é algo de impensável. O retorno à normalidade vai- se fazer de uma forma gradual e com todos os cuidados possíveis e imaginários. Quando o retorno à escola se der vão ter que se tomar medidas para que a segunda onda não se inicie nos estabelecimentos de ensino. As crianças vão ter que se habituar a novas rotinas e cuidados para os quais não estão ainda preparados. O uso de máscara, a higiene constante das mãos, a diminuição do contacto com colegas e professores, o distanciamento preventivo… vai ter que se continuar a fazer prevenção. Ora, as crianças não estão nem vão estar preparadas para isso. Reabrir as escolas cedo demais poderá significar um apressar da chegada da segunda onda de que tanto se começa a falar.

Se a 4 de maio o governo decidir pelo retorno ao regime presencial, estou certo que será apenas para os alunos do 12.º ano. Estes alunos terão que realizar os exames de ingresso ao Ensino Superior, mas não se trata só disso, eles já têm uma consciência suficientemente madura para poderem, por si, tomar precauções e mesmo assim o risco é enorme. O retorno de todos os alunos, de todos os níveis de ensino está fora de questão. As crianças têm uma necessidade inata de contato, essa necessidade iria por em risco toda uma comunidade escolar. Os alunos mais velhos, além de já se poderem responsabilizar pelos seus atos, nunca poderão ter um retorno à normalidade de uma aula, há medidas a tomar. A distância de segurança dentro da sala de aula é uma delas, terão que se desdobrar turmas, criar novos horários, ter o cuidado da inexistência de contacto, ou minimiza-lo, entre alunos, professores e funcionários. Teremos que repensar a sociedade escolar para que não se criem novas bolsas de transmissão dentro das escolas.

O 3.º período vai ser atípico, mas será uma oportunidade para responder à função de formar os nossos alunos de forma a que a sociedade saia enriquecida destes tempos conturbados.

In Público

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Estamos à espera do quê para começar a produção em larga escala?

É para ontem!

 

(…)

Continua aqui:

Portugueses criam ventilador “low cost”. Custa mil euros e é feito com materiais de distribuição de gás – Observador

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Só Lido – Banca – custo acumulado para os portugueses já vai em 20,6 mil milhões de euros

Enquanto os portugueses “rebentam” cartão de crédito para garantir liquidez, a banca ainda tem a lata de aumentar os juros dos cartões de crédito para um máximo de 15,8%?

Isto chama-se roubar e é pura e simplesmente vergonhoso!

Mais: a Banca ainda tem a lata de  continuar a praticar spreads altos, na ordem dos 3%, em linhas de crédito bonificado para pequenas e micro empresas, muitas delas à beira da falência?

Onde é que anda o Banco de Portugal e onde é que anda o Governo?

(…)

A ler…com muita atenção:

Banca custou ao Estado mais 1,5 mil milhões de euros em 2019, agora ajude

 

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Termina Hoje às 18 Horas o Concurso Externo – Não Esquecer

… porque os candidatos contratados que não concorram agora não vão poder fazer manifestações para a contratação inicial.

 

Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento

 

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“Posso ir?” Esta app diz-lhe se há fila para ir às compras

(…)

Continua aqui:

“Posso ir?” Esta app diz-lhe se há fila para ir às compras – ECO

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ADSE não comparticipa tratamentos da Covid-19

Isto parece incrível, mas para já a ADSE não comparticipa qualquer tratamento a funcionários públicos infetados com o novo coronavírus.

 

“Resposta que obtivemos foi zero.” ADSE não comparticipa tratamentos da Covid-19

As seguradoras privadas não cobrem os tratamentos ao novo coronavírus. No entanto, algumas aceitam pelo menos pagar o valor dos testes para despistar a infeção, o que não acontece, até ao momento, com a ADSE.

In TSF

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Reposicionamento 2019 – Atualização de requisitos – abril 2020

Apesar da pandemia, há procedimentos que ainda se mantêm e que não devem ser esquecidos.

 

Exmo.(a) Senhor Diretor(a)/Presidente da CAP

 

Informa-se que está disponível, até às 18:00 horas do dia 7 de abril de 2020, a aplicação Reposicionamento 2019-Atualização destinada a atualizar o cumprimento dos requisitos de observação de aulas e/ou de formação contínua dos docentes reposicionados provisoriamente nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.

Relembra-se que desta aplicação só constam os docentes que ainda se encontram reposicionados provisoriamente para cumprimento de requisitos.

Considerando o atual estado de emergência, solicita-se que as dúvidas decorrentes do preenchimento da referida aplicação sejam colocadas através da aplicação do E72, no tema: Reposicionamento- Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio. Caso considere necessário, solicita-se que na mensagem conste um contacto telefónico de modo a agilizar o preenchimento da aplicação.

 

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

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Reserva de Recrutamento 25 Será no dia 9 de Abril

Uma medida essencial para substituir no ensino não presencial quem se encontra doente ou aposentou-se entretanto.

 

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,

Informamos que amanhã, dia 03/04/2020, será disponibilizado o módulo SIGRHE com vista à recolha de horários para a RR25.

Todas as necessidades de horários deverão ser indicadas para a RR25, tendo em vista a sua recolha.

Horários pedidos em momentos anteriores, horários não ocupados na última reserva publicada, horários que tenham sido objeto de Não Aceitação ou de Não aceitação em tempo útil, ou outras situações não serão processados automaticamente.

Face ao exposto, o calendário previsto para a RR25 é o seguinte:

  • Pedido de horários (AE/ENA) – Disponível das 12.00 de dia 03 até às 19.00 horas de dia 06 de abril de 2020;
  • Validação (DGEstE) – Disponível das 12.00 de dia 03 até às 11.00 horas de dia 07 de abril de 2020;
  • RR25 – 09 de abril de 2020.

Com os melhores cumprimentos,

 A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

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A nossa opinião conta. O que poderemos nós fazer? – Carlos Santos

Nas nossas mãos (de professores e pais) temos, nada mais, nada menos, do que o futuro das novas gerações.
Por isso, a nossa opinião conta.

Há dias, o pico da pandemia no nosso país estava apontado para a 2ª semana de maio. Depois a esquipa do briefing diário veio lançar a previsão do pico ser provavelmente no dia 14 de abril. Perante os números que surgiram, no dia seguinte constatavam que esse dia ficaria adiado para final de maio. Hoje, finalmente, reconheceram que o auge e a sua duração iriam durar mais do que o esperado.

O Presidente da República anunciou que o governo teria legitimidade para alterar o calendário escolar.
Há instantes, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, referiu que, mais uma das opções do governo será a de definir os cenários para o ano letivo atendendo à evolução da pandemia em abril.

À imagem daquilo que já está a acontecer noutros países como Espanha e Canadá, também por cá o próprio Primeiro-ministro já veio a público adiantar que a hipótese de o 3º período vir a funcionar com ensino de telescola por televisão digital, está a ser estudada.

E eu pergunto-vos a vós – colegas de profissão – que de entre todas as vozes, é a mais importante neste momento:
-Acham que haverá aulas presenciais no 3º período?
-Como serão as avaliações de final do ano?
-Serão as mesmas do 2º período?
-O calendário das aulas presenciais do 3º período poderá ser sofrer um reajustamento e os professores e alunos serem enviados para as escolas em junho e julho (ou até em agosto)?
-O fim deste ano letivo poderá condicionar o início do próximo ano letivo?
-Se acabar mais cedo, o próximo ano começará mais cedo em setembro?
-Se acabar mais tarde, começará só em outubro?
-O recurso do ensino por telescola com 5 horas diárias e acompanhamento dos professores à distância com plataformas intuitivas, seria o mais indicado?
-E para que níveis de ensino seria aconselhável a utilização do ensino por televisão?
-Que plataforma(s) seriam mais funcionais utilizar para cada nível de ensino?
-Como incluir os alunos com dificuldades em lidar com as plataformas e os que não dispõem de computador e/ou internet?
-Neste ano letivo faz sentido a existência de provas de aferição?
-Deverão ser anulados os exames do 9º ano?
-Em que moldes se fará o acesso ao ensino superior?
-Quais serão as melhores formas de, no próximo ano letivo, serem colmatadas as lacunas criadas por este modelo de ensino à distância?
-Que medidas urgentes comportamentais, de segurança e de higiene para proteger os membros da comunidade escolar deverão ser tomadas quando se verificar o regresso às escolas?
-E, perante a muito provável chegada da 2ª vaga do covid-19 prevista para o próximo inverno – caso venha a ser novamente necessário voltar ao ensino à distância – que medidas deveriam ser tomadas para salvaguardar a continuidade pedagógica?
-Deveria ser feita uma seleção de aprendizagens fundamentais para o 3º período e para o próximo ano letivo?
-E o que poderão as escolas fazer para contribuir para o bem comum nesta luta nacional?
-O que mais vos preocupa relativamente ao ensino e à nossa atividade profissional?
-Como acham que se deveriam processar as próximas etapas de concursos/colocações de professores?

A nossa opinião conta e são muitos os que estão de olhos postos em nós… só esperamos serem ouvidas por quem de direito.
Carlos Santos

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Com Profundo Agradecimento

O mais difícil nem é conseguir alguns destes patrocínios da sociedade civil, mas sim saber a quem distribuir com justiça o pouco que se vai conseguindo.

 

Os Agrupamentos Cego do Maio e Boa Água já receberam dispositivos. Neste caso, oferecidos pela HP Portugal. Obrigado à HP!

 

 

#SomosSolução já fez a ponte entre a HP Portugal o Agrupamento de Escolas Cego do Maio (Póvoa de Varzim) e o Agrupamento de Escolas da Boa Água (Sesimbra)

Numa demonstração de que é possível chegar a quem precisa rapidamente e após alguns contactos com a HP Portugal foram identificados dois agrupamentos, cujos diretores de imediato garantiram as condições essenciais para receber portáteis (utilização de plataforma digitais, capacidade técnica de preparar os equipamentos, acesso à internet pelos alunos e envolvimento do diretor).

Os portáteis já foram entregues aos diretores que os farão chegar a 20 alunos carenciados destes agrupamentos.

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#SomosSolução: Os Agrupamentos Cego do Maio e Boa Água já receberam dispositivos. Neste caso, oferecidos pela HP Portugal.

#SomosSolução é um movimento criado em 18 de março que pretende ajudar os alunos que não têm acesso a dispositivos digitais para utilização em casa e, para isso, foi criada uma ponte entre empresários e empresas e diretores de escolas para a oferta de dispositivos (tablets, portáteis e computadores) novos e usados que as escolas emprestarão aos alunos mais carenciados.

#SomosSolução já fez a ponte entre a HP Portugal o Agrupamento de Escolas Cego do Maio (Póvoa de Varzim) e o Agrupamento de Escolas da Boa Água (Sesimbra)

Numa demonstração de que é possível chegar a quem precisa rapidamente e após alguns contactos com a HP Portugal foram identificados dois agrupamentos, cujos diretores de imediato garantiram as condições essenciais para receber portáteis (utilização de plataforma digitais, capacidade técnica de preparar os equipamentos, acesso à internet pelos alunos e envolvimento do diretor).

Os portáteis já foram entregues aos diretores que os farão chegar a 20 alunos carenciados destes agrupamentos.

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Concursos especiais de ingresso no ensino superior

Publicado em D.R. o Decreto-Lei que cria os concursos especiais de ingresso no ensino superior para titulares dos cursos de dupla certificação do ensino secundário e cursos artísticos especializados.

 

Decreto-Lei n.º 11/2020 – Diário da República n.º 66/2020, Série I de 2020-04-02

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ASPL apresentou ao ME contributos e sugestões sobre a Mobilidade por Doença, Exames Nacionais e o teletrabalho

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/04/ME-contributos-da-ASPL-face-ao-contexto-de-pandemia.pdf”]

 

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“O SISTEMA NÃO ESTÁ PREPARADO PARA O ENSINO À DISTÂNCIA” – ANTÓNIO SORTE

“O SISTEMA NÃO ESTÁ PREPARADO PARA O ENSINO À DISTÂNCIA”

António Sorte é diretor do Agrupamento de Escolas Penafiel Sudeste, e tal como muitos dos seus colegas, tenta gerir o impacto da pandemia num dos setores de longe mais afetados pelo efeito transformador que este problema pode ter na vida da comunidade.

As exigências são descomunais, e a falta de preparação do sistema reflete-se na ausência, natural, de uma estrutura prévia que suporte um modelo de ensino à distância que se impõe, perante a perspetiva cada vez mais plausível de ausência de aulas presenciais durante o terceiro período. Na preocupação do diretor escolar, estão sobretudo os alunos mais carenciados, relativamente aos quais a ausência de acesso a computador e internet pode transformar-se em mais uma desvantagem socioeconómica, a somar-se a tantas outras.

No entanto, nem tudo são preocupações. Nesta entrevista concedida ao Penafiel Magazine, António Sorte elogia o esforço de adaptação da comunidade escolar, alunos, professores e pais/encarregados de educação, neste momento de transição abrupto e inesperado, e não esquece a proximidade mostrada pelo Ministério da Educação, câmara municipal e juntas de freguesia, na tentativa de encontrar as melhores soluções para os desafios que surgem.

Que preocupações e dúvidas mais frequentemente lhe chegaram por parte da comunidade escolar, no sentido de saber como proceder perante a decisão do fecho das escolas decretada pelo Governo?

A maior preocupação e o maior desafio da comunidade escolar prende-se com o facto de não haver uma estrutura criada, nem práticas de ensino à distância numa comunidade como a nossa. Sabemos todos que o ensino à distância implica por um lado uma plataforma tecnológica de suporte e por outro profissionais com formação. Tenho consciência que, o Ministério da Educação também o sabe, neste momento, as duas premissas anteriores muito débeis. O que implica um enorme esforço de liderança.

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Aulas online? Vamos lá cair na real, malta

O cenário não é idílico, nem  nunca será idílico. Por mais que tentemos, por mais que façamos,por mais que venhamos a fazer, haverá sempre que contar com contingências, todo o tipo de contingências. E essas aparecerão a cada esquina. A tutela escolas não está preparada, os professores, os alunos, os pais, as famílias, a sociedade não estão preparados e o tempo de que dispõe é curto demais para que daqui saia um cenário idílico. Convém não criar ilusões…

Aulas online? Vamos lá cair na real, malta

O cenário idílico: as crianças em casa, em frente ao computador, do outro lado o professor, entusiasta da disciplina que for, desenrascado com as tecnologias, e capaz de prender às cadeiras, à distância, uma turma de pirralhos com dez anos. A realidade: não vai acontecer o cenário idílico, temos pena, tente mais tarde. Tempo de espera previsto? Talvez uns anos. E porquê, perguntarão alguns leitores que, na sua maioria residentes de grandes centros urbanos, consideram que são tu-cá-tu-lá com as tecnologias.

O banho de realidade vem já a seguir, segure-se bem que a água nem está tépida, está gelada: um em cada cinco alunos não tem computador em casa e 5% das famílias com crianças até aos 15 anos não tem internet. Pois é. Um smartphone nem é uma banalidade neste país, acredita? Portanto, vamos lá ver: como é que vamos manter os alunos ocupados (são dois milhões de alunos, senhores!) e a aprender até ao final do ano lectivo? A resposta é simples: não vamos, não somos um país modernizado de norte a sul, de este a oeste. E, tantas vezes, demasiadas vezes, encaramos o país com os olhos privilegiados de quem mora em Lisboa ou no Porto. O país não são essas pessoas, nas quais me incluo.

Uma amiga, com a filha em casa, ela que frequenta uma escola estrangeira cujo idioma a mãe não domina, está aflita com a perspectiva de não conseguir ajudar a filha e, mais ainda, com a possibilidade da filha transitar de ano escolar sem as bases exigidas pelo programa de ensino.

Para ensinar à distância existem agrupamentos que estão a pedir computadores a empresas, e há quem se recorde do projecto Magalhães de José Sócrates, talvez não tivesse sido uma desgraça, afinal talvez até fosse uma boa ideia. À falta de meios, das famílias e dos professores, há ainda que ter em conta que a miudagem não está habituada ao teletrabalho escolar e, tantas vezes, não terá a concentração para tanto. Não me refiro aos alunos universitários, esses sim, estão prontos para trabalhar remotamente (assim tenham como), quanto mais não seja porque têm outra capacidade de concentração e de compreensão sobre os dias que estão a viver. Os miúdos são vítimas do momento que atravessamos, as famílias não têm resposta, o país não tem condições, não há lugar para ilusões. Volta-se a falar de aulas através da televisão. Seja, vamos a isso, mas à portuguesa vamos ter de criar duas comissões, três gabinetes e um protocolo e regulamento, que a burocracia está mais no nosso sangue do que qualquer outra coisa. Num cenário idílico este último período escolar teria salvação? Sim, isso e porcos a andar de bicicleta também andariam pelo ar a deixar-nos os bens essenciais para sobreviver ao isolamento profilático.

In SAPO24

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