Vem aí a telescola para o Ensino Básico

Numa versão minimalista do que poderia ser nos dias de hoje, os alunos até ao 9.º ano terão acesso a conteúdos complementares através da RTP.

 

Nova Telescola avança no arranque do 3.º período para alunos até ao 9.º ano

Oferta vai ser criada em parceria com a RTP e usar canais disponíveis na TDT e outras plataformas da TV pública. Rede europeia antecipa que alunos não voltam a ter aulas presenciais neste ano lectivo.

Os conteúdos disponibilizados na televisão vão ser apresentados pelo Ministério da Educação como complementares ao acompanhamento que se pretende que os professores continuem a fazer à distância, como nas duas últimas semanas do 2º período. Ministério da Educação e RTP estão a estudar soluções para que não haja sobreposições de programação para as famílias que têm mais do que um filho.

A nova Telescola vai destinar-se aos alunos do ensino básico, ou seja, até ao 9º ano. De fora fica o ensino secundário, para o qual na próxima semana serão anunciadas medidas específicas, sobretudo para os alunos do 11º e 12º ano, que têm exames nacionais agendados para a segunda metade de Junho.

Na RTP está já constituída uma equipa com pessoal criativo e técnico para colocar o projecto de pé. Mas há ainda muitas questões por definir, como o tempo diário de emissão, como será dividido pelos diferentes níveis de ensino (se se agregam os vários anos de um ciclo), se os conteúdos são gravados na RTP ou num agrupamento escolar. Os conteúdos serão sempre responsabilidade exclusiva do ministério.

In Público

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16 comentários

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    • jonas on 4 de Abril de 2020 at 11:32
    • Responder

    Estou cansado deste atirar de ideias para ver o que se diz!
    A telescola irá ser um tapa olhos… só os docentes sabem “onde andam os seus alunos” em termos de conteúdos. A língua em Portugal não é a mesma e os exemplos se vierem de Lisboa estarão completamente distanciados da realidade de outras áreas, designadamente as não urbanas!
    Será interessante ver e ouvir o que se irá fazer, e como conteúdo de suporte e auxílio, parece-me contudo interessante.

    • Orquídea neves on 4 de Abril de 2020 at 11:54
    • Responder

    Ainda bem. Espero que seja verdade. Quem utiliza metodologias diversificadas num ensino inclusivo saberá muito bem trabalhar em complemento com este “tipo” de telescola.

      • Zaratrusta on 4 de Abril de 2020 at 12:20
      • Responder

      Em que mundo vive. É professora? Onde tirou o curso?

        • João on 4 de Abril de 2020 at 13:18
        • Responder

        Se calhar foi no mesmo sítio do “Zaratrusta”.

        • Vanda Maria de Bragança Serrão on 4 de Abril de 2020 at 16:00
        • Responder

        E qual será o nosso papel no meio disto tudo?

    • Zaratrusta on 4 de Abril de 2020 at 14:15
    • Responder

    Aquele que faz de presidente da CONFAP, grande especialista em educação, com várias teses e artigos publicados sobre a área, com grande experiência no ensino, acabou de referir que é uma boa solução. Bem, perante tal sumidade, quem somos nós para duvidar. E é com base nas opiniões destes imbecis, que o governo vai decidir.

    1. é um complemento para alunos sem net em casa

      qual era a solucao que propunham?

      ou sao contra todas?

        • Não há pachorra on 4 de Abril de 2020 at 19:07
        • Responder

        Exato! Queixam-se de tudo! Não há pachorra!

    • Vanda Maria de Bragança Serrão on 4 de Abril de 2020 at 16:00
    • Responder

    E qual será o nosso papel no meio disto tudo?

      • Manuel on 4 de Abril de 2020 at 16:10
      • Responder

      o teu papel é fazeres alguma coisa pelos teus alunos, já que recebes o salario+sub. alim. a 100%
      que tal usares o moodle outra coisa , email ou classrooms da vida mais escolas virtuais e dares o resto da materia que falta para acabar o ano?
      tens filhos em idade escolar? pois…

        • Paulo on 4 de Abril de 2020 at 19:05
        • Responder

        Email e Classroom das aplicações do Google, consegue-se perfeitamente.

    • jonas on 4 de Abril de 2020 at 17:26
    • Responder

    Boa tarde.
    Aparentemente o que foi indicado foi… aulas ATÉ ao terceiro ciclo…
    Ora… ATÉ significa primeiro e segundo…
    Não TERCEIRO…
    Estarei louco ou foi o que foi DITO de facto?

      • profinfo on 4 de Abril de 2020 at 23:13
      • Responder

      Porra, se me disserem “conta 1 até 3”, eu conto assim: “1, 2, 3.”
      Tenho andado errado a vida toda?!…

    • Daniela barbosa on 4 de Abril de 2020 at 22:36
    • Responder

    Ola alguem me sabe informar como se vai fazer para saber se aa crianças vao padsar de ano ou nao. Nas escolas primárias. Obrigada

      • Paula Fernandes on 5 de Abril de 2020 at 13:26
      • Responder

      É claro que passam de ano! Onde está o bom senso e a avaliação contínua? Temos 2/3 do ano letivo dado presencialmente, não me digam que não têm avaliações… E mesmo os que estariam em risco deixam de estar, pois no próximo formato tem que se ponderar mais a avaliação formativa em detrimento da simpática!
      Nós professores complicados muito, por isso fazem de nós gato sapato. Está é altura de sintonia e não de cada um puxar o seu barco.
      Assim abrimos portas a que decidam por nós, um bando de gente cheia de teses disto e daquilo mas sem experiência de campo!

    • Paula Fernandes on 5 de Abril de 2020 at 13:27
    • Responder

    No lugar de “simpática” leia-se ” sumativa’, peço desculpa

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