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Abr 14 2020
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Abr 14 2020
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Abr 14 2020
Os professores têm que efetuar um registo de atividade sobre as aulas ministradas e recolher evidências do trabalho desenvolvido pelos alunos. Uma adaptação que não será de difícil execução.

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Abr 14 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/04/Decreto-Lei-nº-14-D-2020-Reforma-Medidas-Parentalidade-Regime-Complementar.pdf”]
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Abr 14 2020
Os docentes que se viram impossibilitados de cumprir os requisitos obrigatórios para a sua avaliação de desempenho, deverão aguardar por uma circular informativa.

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Abr 14 2020
Sim, contam. De forma globalizante todas as aprendizagens devem ser tidas em conta. isto vem tirar a duvida a muita gente que perguntava se em regime não presencial lecionaria ou não novos conteúdos.

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Abr 14 2020
… pois os contratos a termo poderão ser prorrogados até ao fim do ano letivo 2019/2020, que não se sabe ainda quando será.
Mas há PEFs e Exames em Setembro, numa segunda fase.

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Abr 14 2020
Tal como tinha sugerido o governo aprovou a renovação da Mobilidade por Doença para 2020/2021, através de declaração do docente que comprove que a situação de doença se mantém.

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Abr 13 2020
O canal de Youtube da DGE já criou os canais de YouTube em que irão estar disponíveis os vídeos complementares ao E@D, e que serão transmitidos em sinal aberto através da RTP Memória.
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Abr 13 2020
Já são do conhecimento geral as “soluções” criadas pelo Governo para que o 3.º Período se inicie a 14 de abril e que a todos os alunos seja atribuída uma nota no final do ano.
No entanto, quando questionado sobre os alunos do ensino profissional o sr. primeiro-ministro respondeu: “Agradeço a questão que me coloca (…) e estendo também ao ensino artístico (…) Obviamente, o seu processo de avaliação tem de ser adaptado às presentes circunstâncias, designadamente as apresentações da PAP’s (Provas de Aptidão Profissional) que terão de ser feitas, (…) ou, a partir do local de residência, ou do posto do local de trabalho, ou a partir da escola, estando o professor distanciado, de acordo com a circunstância específica de cada uma das escolas e de cada uma das PAP’s em concreto”, e sobre estes cursos, profissionais e artísticos, nada mais foi dito nas declarações ao país que duraram quase 60 minutos.
Ora, atendendo às especificidades dos Cursos Artísticos — e só sobre estes me pronunciarei pois é a realidade que conheço —, pode-se precocemente concluir, nestas declarações, que caberá às escolas/diretores/professores encontrar as soluções para as suas especificidades, sabendo que nenhuma delas será ideal para uma boa consolidação dos conteúdos e um processo ensino/aprendizagem eficiente.
Como todas as escolas, nas últimas semanas, os diretores viram-se obrigados a invadir os encarregados de educação com questionários sobre o seu ambiente familiar, o número de gadgets por elemento da família, a velocidade da Internet, mas, no caso do ensino artístico, foi necessário compreender outras situações, nomeadamente, se as condições de segurança estão reunidas. Assim, as perguntas são mais específicas detalhadamente se possuem equipamento de gravação de imagem e/ou som, se tem o instrumento (no caso da Música) ou outros materiais específicos, como uma barra (no caso do curso de Dança), sem têm possibilidades de imprimir documentos como uma partitura, a altura dos tetos ou da área passível de ser desarrumada para trabalhos práticos.
Pois, se não se podem “mudar as regras do jogo a meio”, não se pode ignorar o facto de estes serem cursos iminentemente práticos!
As mais variadas respostas levantam problemas incontornáveis ao nível da consolidação de conteúdos ou aquisição de novos quando, simplesmente, os alunos não têm espaço para os executar.
Existem ainda disciplinas cuja prática não é compatível com qualquer pavimento ou ainda as disciplinas/módulos que implicam a relação com os pares.
Nas disciplinas de conjunto é possível pedir um trabalho individualizado aos alunos, mas o propósito destas é imediatamente comprometido pois, mesmo em situação de aulas síncronas não é possível garantir, com nenhuma ferramenta de videoconferência, e a melhor velocidade de internet, a verdadeira sincronização dos instrumentos pelo chamado delay próprio desta forma de comunicação.
Reforço, estes cursos são práticos, por isso, a solução não pode passar por substituir a prática por trabalhos teóricos de pesquisa ou simulação.
Espera-se assim que os professores de Ensino Artístico sejam mais criativos do que qualquer outro para criar as soluções que não foram apresentadas por mais ninguém.
In Público
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Abr 13 2020
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Abr 13 2020
Seria uma boa medida. Os professores para desenvolverem o seu trabalho com os alunos que vão assistir às aulas na telescola, têm que conhecer com a devida antecedência o que, por lá, vai acontecer. A grelha todos já conhecem, mas para preparar material de apoio terão que conhecer muito mais do que isso.
Associação Nacional de Directores lembrou que, até ao momento, o Ministério da Educação divulgou, apenas, a grelha e o calendário das aulas que a RTP Memória vai transmitir. Terceiro período começa já nesta terça-feira.
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Abr 13 2020
Com uma plataforma construída de raiz, a Trafaria vai ter aulas à distância com toda a proteção possível e organização.
Cliquem no link e verifiquem
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Abr 13 2020
Os professores em tele-trabalho não podem deixar de ser pais, também têm de cuidar dos seus. Gerir as duas tarefas em confinamento não é propriamente uma tarefa fácil, é necessária uma disciplina rígida para levar tudo a bom porto.
Os edifícios escolares estão fechados, mas têm sido um par de semanas ocupadas para Noriko Nakada, uma professora de Los Angeles.
Ela tem participado de reuniões virtuais de professores, recebendo formação para instrução remota, e continua a trabalhar com os alunos on-line. Na segunda-feira, deu uma aula via Zoom por cerca de 45 minutos, na qual verificou a saúde mental de seus alunos e introduziu o Mês Nacional da Poesia. Cerca de 100 de seus 170 alunos assistiram.
Descobrir como ensinar online enquanto se certifica de que os seus filhos estão ocupados tem sido um desafio.
“No início, tentamos deixar claro que se a mãe ou o pai têm fones nos ouvidos e estão com os olhos no computador, isso significa que eles não podem incomodá-los”, disse Nakada. “A criança de 8 anos pode conseguir isso, mas a criança de 5 anos tem dificuldade.”
“Estamos a fazer o nosso melhor, e nada disto vai ser bonito”.
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Abr 13 2020
Se houver no mercado…
Se os alunos do 11.º e 12.º regressarem às aulas presenciais até 26 de junho, tanto eles como professores e funcionários terão de usar obrigatoriamente máscara.
A Associação Nacional dos Diretores e Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP) vai pedir, na próxima semana, ao Ministério da Educação (ME) o reforço dos orçamentos dos estabelecimentos, que estão a funcionar em duodécimos, para conseguirem comprar máscaras.
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Abr 12 2020
“As condições específicas da Região, em termos sanitários bem como no que respeita às competências na gestão do sistema educativo, recomendam a adoção de medidas próprias, ainda que devidamente enquadradas com as decisões nacionais sobre a matéria hoje anunciadas”, refere a Secretaria Regional da Educação.
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Abr 12 2020
O que é referido no artigo tem o valor que cada um lhe poderá dar. Mas uma coisa é certa, no 3.º período a organização das escolas e dos professores já é bastante notória e o período ainda não teve início.
As escolas, como todas as organizações, foram apanhadas de surpresa necessitavam de tempo para se organizar, o ministério também.
Quanto aos casos específicos do 1.º ciclo e do Pré-escolar, nem tudo terá sido bem como é referido no artigo e pelos que nele tiveram voz. Até porque nenhum será de qualquer um desses grupos de ensino. outra das razões terá sido a idade das crianças envolvidas e da disponibilidade dos encarregados de educação para os acompanhar , mas isso já sou eu a divagar, não sei que questões foram colocadas no estudo. Mas é necessário afirmar: Ninguém esteve de férias.
Impedidos de ir à escola desde o dia 16 de Março, 45% dos alunos do 1.º ciclo não iniciaram qualquer processo de ensino à distância durante as duas últimas semanas do segundo período, segundo inquérito feito pela Universidade Católica. No pré-escolar, a percentagem sobe para os 72%.
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Abr 11 2020

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Abr 11 2020
A partir da próxima segunda-feira, dia 13 de abril, vamos ter tempo para acordar, aprender, rir, brincar, serenar e imaginar. Sempre na companhia do ZIG ZAG!

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Abr 11 2020
A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) recomenda ao Ministério da Educação e diretores escolares que tenham cuidado nas plataformas e sistemas que escolhem no ensino à distância, garantindo que essas escolhas.
São identificados oito riscos e feitas doze recomendações, com a CNPD a sublinhar que compreende o contexto especial do país, mas a recordar que é preciso ter cuidado com os riscos.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/04/Orientacoes_tecnologias_de_suporte_ao_ensino_a_distancia.pdf”]
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Abr 11 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/04/EscolasEstudoEmCasa.pdf”]
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Abr 11 2020
Há desigualdades que nem a tecnologia consegue resolver…
Há 54 mil alunos, dos 6 até aos 15 anos de idade, sem acesso a metodologias digitais necessárias para a concretização do ensino à distância. São cerca de 5,5% dos 977 mil menores desta faixa etária, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística.
A falta de acesso às novas tecnologias pode, contudo, atingir um em cada quatro alunos.
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Abr 10 2020
Nesta edição, o secretário de Estado da Educação explica que as gravações já começaram, com o apoio da produção da RTP. Aulas vão ter 30 minutos e combinam conteúdos de vários anos escolares.
Nesta edição, o comentário de Alexandre Homem Cristo à grelha de programação da tele-escola.
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Abr 10 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/04/EstudoEmCasa.pdf”]
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Abr 10 2020

Juntamente com a grelha oficial, o Ministério da Educação enviou também uma nota através de qual informa que “durante o 3º período letivo, a RTP Memória cede emissão a conteúdos pedagógicos temáticos, lecionados por professores, para alunos do ensino básico. #EstudoEmCasa é o nome do espaço que vai ocupar a grelha das 09h às 17h50, com conteúdos organizados para diferentes anos letivos, uma ferramenta importante para complementar o trabalho dos professores com os seus alunos. Estes conteúdos pedagógicos temáticos contemplam matérias que fazem parte das aprendizagens essenciais do 1º ao 9º ano, agrupados por: 1º e 2º anos, 3º e 4º anos, 5º e 6º anos, 7º e 8º anos e 9º ano, abrangendo matérias de uma ou mais disciplinas do currículo, as quais servirão de complemento ao trabalho dos professores com os seus alunos”.
“Com a emissão do #EstudoEmCasa, através do sinal da RTP Memória, é alcançada a generalidade dos alunos, atendendo a que o canal emite na TDT, mas também na televisão por cabo e por satélite, ficando ainda disponíveis nas plataformas digitais da RTP e da Direção-Geral da Educação (DGE), com todas as emissões e respetivos conteúdos disponíveis. Assim, nos primeiros dias do 3º período letivo, professores e alunos terão oportunidade de ficar a conhecer em detalhe o que irá comportar ‘a escola na televisão’, considerando o material a seguir para as escolas. Na segunda-feira, dia 20 de abril, arrancam as emissões do #EstudoEmCasa, que decorrerão até ao final do ano letivo, de segunda a sexta-feira”, acrescenta-se na nota à comunicação social.
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Abr 10 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/04/O-desconforto-que-António-Costa-ainda-deixou.pdf”]
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Abr 10 2020
Bem sei que o prazo do concurso foi de 7 dias úteis, tempo suficiente para se fazer um concurso que demoraria no máximo 15 minutos.
A questão do tempo que esteve aberta da plataforma ou tempo que demoraria a fazer o concurso não serve apenas de desculpa para não se voltar a abrir de forma excecional a plataforma novamente.
Na data que abriu o concurso muitos professores estavam ausentes das escolas, em muitos casos em reuniões de avaliação não presenciais, sem contacto presencial com outros docentes ou com os serviços administrativos que os lembrassem dos prazos para o concursos.
Os tempos excecionais que vivemos deveriam permitir à DGAE ter em atenção o número elevado de candidatos que não submeteram a candidatura este ano e possibilitar a reabertura da plataforma do concurso 2020/2021 durante dois dias úteis antes do fim do prazo de validação das candidaturas, que termina no dia 17 de abril.
Os relatos que me têm chegado são imensos e com razões muito válidas para eu fazer novamente aqui este pedido.
E escusado será acusarem na caixa de comentários que não se justifica este meu pedido, porque justifica-se.
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Abr 10 2020
guardava por esta notícia com um misto de sensações. O meu lado quase à beira de um ataque de nervos, em clausura forçada, teletrabalho e com a prole em casa, queria ver estes quatro seres agitados, barulhentos e devoradores de despensas que são os meus filhos daqui para fora, lá nas suas escolinhas onde reinam os abençoados professores. O meu lado ponderado e racional, esse, claro que sabia que não existia qualquer tipo hipótese para que tal acontecesse agora.
Tal como em meados de março encerrar as escolas foi a decisão mais difícil de todas, reabri-las será ainda mais complicado. A saúde pública está em primeiro lugar e falta ainda segurança para famílias, alunos, professores e toda a comunidade. É preciso perceber que, quando o tema é o ensino, falamos de 2 milhões de alunos, desde o pré-escolar até às universidade. Um universo gigantesco de muitos potenciais assintomáticos – um enorme ameaça invisível que faz capa desta edição da VISÃO – que poderão fazer disparar a propagação do vírus se regressarem à sua vida normal, onde o distanciamento social é praticamente impossível.
As medidas anunciadas hoje são equilibradas, sensatas e já eram expectáveis. Todas as intervenções dos últimos dias, do Primeiro-Ministro ao Presidente passando pelo Ministro da Educação, já o indiciavam. Sem grandes surpresas, soube-se hoje que os alunos do ensino básico já não vão regressar às escolas ao longo de todo o terceiro período. Os meus dois rapazes, portanto, estão condenados a ficarem em casa (e eu a trabalhar com eles por aqui). Todos os exames foram abolidos e os miúdos terão agora de descobrir a velhinha Telescola, na RTP Memória, como complemento do trabalho de ensino à distância que os professores vão fazer. Se dúvidas houvesse – e eu não as tinha – sobre o sentido (e a necessidade) de ter um canal público de televisão, ficam agora todas desfeitas.
Quanto aos alunos do secundário, onde está a minha filha mais velha, terão de esperar pelo mês de maio para se reavaliar se existem condições de segurança para voltarem às escolas. A acontecer, o ensino presencial será reduzido ao mínimo e será sempre com uso de máscara obrigatório para todos. E o ano letivo será empurrado mais para a frente (até 26 de junho), para que os exames possam ser feitos, na primeira fase, de 6 a 23 de julho. Naturalmente, os professores e restante pessoal escolar que pertençam a grupos de risco terão de ser protegidos ou dispensados.
É preciso perceber que as aulas, essas, em qualquer dos casos, vão continuar. À distância ou não, os miúdos vão ter de estar a trabalhar e a aprender. É evidente que as desigualdades sociais ficarão mais expostas: nem todas as famílias estão em pé de igualdade para fazer face a este desafio, tanto em termos de acesso tecnológico como de disponibilidade para apoiar as crianças.
Como mãe de 4 (e com formação germânica, que nestas coisas dá algum jeito), atrevo-me a dar alguns conselhos práticos para sobreviver ao resto da quarentena com os filhos em ensino à distância:
1 – Responsabilizar sempre os miúdos, seja qual for a sua idades. Explicar que esta é uma situação excecional ditada por necessidades maiores, e que também eles são chamados a contribuir com a sua parte.
2 – Não os menorizar, nunca. As crianças são bem capazes de perceber estas mensagens, e têm uma capacidade de adaptação bem maior do que a nossa. É evidente que os pais devem acompanhar e apoiá-los no que necessitem para encarrilar, mas não devem fazer de pombos correios entre os professores e os alunos.
3 – É fundamental procurar manter, ao máximo, as rotinas, os horários e as tarefas que sempre tiveram antes.
4 – Os professores devem entregar os horários, fichas e trabalhos diretamente aos miúdos, como se estivessem na sala de aula. Eles têm de perceber que estas são as suas tarefas, que lhe chegam agora de outras formas – mail, grupos de whatsapp, escola virtual, o que seja.
5 – Todo o trabalho escolar deve ser feito por eles, sozinhos, e não pelos pais – algo que aliás sempre defendi também para os TPC. Não são os pais que andam na escola, são os filhos. Apenas os que, com condições especiais, precisavam de orientação antes devem continuar a mantê-la.
6 – É preciso dar-lhes espaço e tempo de estudo sossegado – e de preferência longe dos pais. E privacidade também, para falarem com os colegas, socializarem e estarem “cara a cara” nem que seja pelas redes, e não apenas a falar por mensagens.
7 – Ajuda mostrar-lhes alguma cenoura à frente do nariz. Portam-se bem e poderão jogar playstation ao fim de semana. Têm boas avaliações e ganham o direito a, quando a quarentena acabar, fazer uma festança de arromba em casa com todos os amigos. E os castigos também: quem não se empenha, perde o acesso ao Tik tok e ao Instagram. Não há nada mais doloroso para teenagers… e eficiente.
8 – Devemos dar-lhes espaço para descobrirem outras coisas, explorarem novos gostos, terem tempo para desenvolverem hobbies. Lá por estarem em casa, não têm de estar sempre ocupados a estudar.
9 – E para os pais, (alerta de ironia) recomendo a ioga, que ensina a aguentar desconforto e sofrimento com um serenidade e até mesmo com um sorriso. E a meditação. E banhos de imersão. Isto para não se entregarem a calmantes, drogas e álcool.
Vai ser uma longa viagem até Agosto, ó se vai… Mas como costumo dizer, fomos nós que os fizemos, agora temos de ser nós a aguentá-los. E pelo caminho, aproveitar este processo para os ajudar a tornarem-se melhores seres humanos. Levá-los a descobrir novos interesses e envolvê-los em projetos de solidariedade. E, claro, no final disto tudo, depois de estarmos fechados com crianças em casa três meses, é fazer uma estátua aos professores… que, como todos já percebemos à força da Covid-19, deviam ter um lugarinho no céu!
In Visão
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Abr 10 2020
O ComRegras teve acesso à grelha final da Telescola que irá começar no próximo dia 20 de abril. A imagem não é a melhor, mas é percetível a divisão do 1º e 2º ciclo pela parte da manhã e do 3º ciclo pela parte da tarde. Que reproduzimos aqui.
Fonte comregras.com
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Abr 10 2020
“As provas contam única e exclusivamente para a entrada no Ensino Superior. As notas de cada uma das disciplinas são atribuídas pela nota interna. É uma separação do que é a conclusão do Ensino Secundário, quem faz os exames é quem quer ir para o Ensino Superior”. (Tiago Brandão Rodrigues)
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Abr 10 2020
Arranca dia 20 de abril numa televisão perto de ti…

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