O CNE Quer Atrair Professores

Mas acho que deveria primeiro pensar em manter os que existem, valorizar a carreira docente, para depois de forma natural, os jovens serem atraídos para o ensino.

CNE quer verbas da “bazuca” para formar e atrair mais professores

 

Órgão consultivo do Parlamento exige investimento face à possibilidade de, dentro de alguns anos, país ser confrontado com falta de docentes.

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8 comentários

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    • Patrícia on 4 de Março de 2021 at 16:49
    • Responder

    Porque não vão buscar os professores que estão na Função publica, que há uns anos tiveram de optar por outro caminho para seguir as suas vidas? Não existe mobilidade de funcionários públicos para as escolas, por exemplo!

    • mila on 4 de Março de 2021 at 17:03
    • Responder

    olha aqui a bazuca:
    “conceituado jornal norte-americano Politico divulgou, esta quinta-feira, uma reportagem na qual revela que Portugal já gastou centenas de milhares de euros desde que assumiu a presidência da União Europeia (UE).”

    https://www.noticiasaominuto.com/pais/1702689/ue-presidencia-portugal-acusado-de-gastar-milhares-em-fatos-e-bebidas

    • Lucas on 4 de Março de 2021 at 17:17
    • Responder

    atrair profs é facil

    carreira atrativa …. qual o mistério?
    salarios e ajudas de custos decentes

    • SapinhoVerde on 4 de Março de 2021 at 18:43
    • Responder

    Nããâ … a bazuca vai ser para criar uma empresas de uns amigos, com umas consultadorias tipo aquela do pedrito e que se chamava teconoforma … ser esturricado em projetos bávaros tipo PTcom.
    Querem ir ao fundo da questão???? como já foi aqui sugerido que criem residenciais para professores, que invistam em tecnologia, coloquem as escolas sem amianto, com aquecimento, com filtragens de ar, melhorem as oficinas e as salas de aula …. cantinas e bares … salas de convívio (professores, alunos e funcionários).
    e sobretudo que dignifiquem a carreira docente, que a respeitem e que paguem o justo ,,,, começando por abolir as quotas, quer de acesso aos 5 e 7 escalões, quer nas avaliações de desempenho……..

    • Pirilau on 4 de Março de 2021 at 20:16
    • Responder

    Os tipos do CNE são uns parasitas e ignorantes. De vez em quando arrotam umas postas de pescada para mostrarem que ainda respiram.
    Por exemplo, já não é a primeira vez que vêm contar aquela história do custo das reprovações (chumbos ou retennções, não importa o nome da coisa). Segundo tais sumidades, o custo anual por chumbo andará nos 6 000 euros (mas não dizem como calcularam tal valor…).
    Ora, que eus aiba, custa tanto um aluno que chumba como um que não chumba. Além disso, a escolaridade obrigatória é de 12 anos. Portanto, ao fim de doze anos, o custo com cada aluno é igual, tenha chumbado ou não.
    O verdadeiro custo não se mede em euros mas sim em conhecimento/ignorância e, que eu saiba, um ignorante custa tanto se chumbar como se progredir artificialmente, sendo a seguna hipótese aquela que tem vindo a ganhar primazia ao longo dos anos.
    Relativamente ao assunto referido no post, a prova de que os CNE é um mero poiso de ignorantes é esta: nenhum dos seus membros sabe que não se apanham moscas com vinagre. Se o soubessem, também saberiam que a falta de candidatos para exercer a profissão docente se deve ao facto de os sucessivos governos (dos quais alguns ME fazem ou fizeram parte do CNE) terem vindo a avinagrar cada vez mais a vida dos docentes.
    Vão para trás de Braga!

      • Alecrom on 5 de Março de 2021 at 0:12
      • Responder

      Ganda Pirilau😃!

      Não te conhecendo de lado nenhum,
      quero perguntar-te:

      Está tudo bem contigo?

    • Rui Filipe on 5 de Março de 2021 at 15:11
    • Responder

    Eis alguns pontos que tornaram a Escola menos atrativa:

    – A constituição de mega apuramentos, medida economicista e que contribuiu para a desumanização da Escola.

    – a invasão dos E.E. , alguns bem ignorantes e atrevidos, que serviu para a desautorização dos professores, algumas vezes para a sua humilhação com o beneplácito dos diretores, que defenderam aqueles, em detrimento dos seus e na defesa dos seus “tachos”.

    – A falta de uma medida prática e simples e mais equitativa, de progressão e valorização dos professores, sem mais travões e entraves burocráticos, que têm por finalidade estrangularem a motivação e o empenho dos professores.

    Em 2005, no tempo de Sócrates e da “Lurdinhas”, a Escola e os professores andaram décadas para trás.

    • Rui Filipe on 5 de Março de 2021 at 15:14
    • Responder

    Queria dizer agrupamentos, em vez de apuramentos.

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