Category: Rui Cardoso

Concurso Externo – Listas Definitivas

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de ordenação, colocação, não colocação, exclusão e desistência do Concurso Externo para o ano escolar 2020/2021.

Consulte a nota informativa.

 

Nota informativa

Listas definitivas

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Informação Conjunta n.º 2 JNE/IAVE/2020

 

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Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Português

 

138  |   Português Língua Segunda   |   06-07-2020

Prova  |   Critérios de classificação

639  |   Português   |   06-07-2020

Prova Versão 1   |    Prova Versão 2  |   Prova Adaptada   |   Critérios de classificação

839  |   Português Língua Não Materna – B1   |   06-07-2020

Prova  |  Áudio  |  Critérios de classificação

 

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Calendário Escolar 2020/21 para imprimir

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12 casos de COVID-19 em Infantário das Caldas da Rainha

A este ritmo e já só estão a funcionar infantários. Como será o cenário em setembro?

Confirmados 12 casos de Covid-19 num surto em infantário das Caldas da Rainha

As autoridades locais esperam o resultado de dezenas de exames.

“Há uns dias uma criança com sintomas fez um teste e foi detetado covid-19”, explica o presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha.

“Neste momento já foram detedas situações em cinco crianças, três colaboradores, e quatro familiares de crianças (…) Foram realizados mais 40 testes e ainda não temos os resultados”, explica ainda o autarca.

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Como (re)organizar o 1º ciclo… Ideias?…

Este artigo já é de 2015, mas a reivindicação que traz a público é, hoje, mais atual que nunca…

Como (re)organizar o 1º ciclo… Ideias?…

O fim da monodocência aproxima-se a largos passos, será o fim de uma era que, no nosso país, dura desde sempre.

Fomos caminhando, com pequenos passos, para o estado em que nos encontramos hoje, fomos aceitando as mudanças, adaptando-nos às desventuras de um nível de ensino em constante mudança, qual tubo de ensaio…

Os “illuminatum” nunca tiveram em consideração os interesses de todos os intervenientes, nunca viram o 1º ciclo como um todo.

Na última década as mudanças têm-se agudizado, são constantes, todos os anos se enfrentam novos desafios novas arbitrariedades. Se se têm em conta os interesses dos alunos? A meu ver, eles, só têm servido de desculpa para tais mudanças.

No próximo ano letivo, o do 1º ciclo irá sofrer uma das mais drásticas mudanças dos últimos anos. Não pelo seu conteúdo, mas pelo número de mudanças impostas. Um novo programa de Português, depois de verem implementadas as metas e um novo programa de matemática, a introdução do Inglês como disciplina obrigatória, o que lhes aumentará a carga letiva e para alguns, a disciplina de Iniciação à programação virá sobrecarregar ainda mais o seu horário, já por si, pejado de horas fechados dentro de quatro paredes. E isto das 9h às 17h:30m. É o horário chamado normal… mas muitos ainda frequentam outras instituições, seja para a prática de desporto, seja para a ocupação de tempos livres, pois os pais não têm horários que coincidam com a vida académica dos seus educandos. Tudo isto vai tornar as vidas das crianças ainda mais complicadas.

Isto tudo para dizer o quê?

Para dizer que o sistema de ensino no 1º ciclo, tal como está, e tal como está a ser projetado para o próximo ano letivo, não vai beneficiar os interesses da “bandeira”, leia-se alunos, que alguns usam como desculpa para tentar deixar marca. O sistema de ensino necessita de ser totalmente revisto e não estou a falar em termos de conteúdo, de número de disciplinas, do que deve ser ou não lecionado, estou a falar na sua organização.

O horário do 1º ciclo encontra-se, na maior parte das escolas, no espaço temporal das 9h até às 17h:30m. Isto, porque se entendeu ser mais benéfico no que diz respeito, à ocupação do tempo das crianças e à necessidade dos encarregados de educação de terem de exercer uma profissão e de a conciliar com os horários escolares. Mas será que beneficia as aprendizagens? A meu ver, não. O período do dia em que o cérebro está mais apto a exercer qualquer tipo de atividade que envolva a aprendizagem, isso está mais do que provado, não sou eu que o afirmo, eu só o constato todos os dias, é a parte da manhã. Não cabe na cabeça de ninguém lecionar uma aula de matemática ou português das 16h:30m às 17h:30m. Então, porque não organizar as atividades letivas exclusivamente nessa parte do dia?

A organização do sistema de ensino no 1º ciclo, e em qualquer outro, deve ter em atenção todos os fatores e intervenientes no processo. Os alunos devem poder aproveitar, da forma mais eficaz, a sua estadia na escola para que o processo ensino/aprendizagem se realize. Aos encarregados de educação, deve ser assegurado que os seus educandos têm um ensino de qualidade e que explore todas as suas capacidades. Deve também ser assegurada a escola a tempo inteiro, uma vez que, nos dias de hoje e na sociedade em que vivemos, Assim o exige. Deve também garantir aos profissionais de educação, vulgo, professores, o exercício da profissão aproveitando os períodos de maior concentração para as crianças desta faixa etária. E nisto devemos estar todos de acordo. Se os níveis de aprendizagem subirem, todos os intervenientes ganharão.

Mas porque é que o sistema se mantém? Porque é que, os responsáveis e os políticos, não olham com mais atenção para os tais países que tantas vezes usam como termo de comparação para outras matérias e veem que somos dos poucos países a persistir com este sistema? Isso, como se diz, “cada um sabe de si”… Só sei que este sistema está dado por adquirido, mais vale não se discutir porque, mudar dá muito trabalho, nem que seja para melhor.

Pois, muitos de nós, professores de 1º ciclo, temos a nossa opinião de como o sistema podia mudar e melhorar, mas não temos palavra nos órgãos decisivos. Uma coisa é certa, quase todos sabemos que a mudança é possível. E isso, tem sido assunto de conversa ao longo de muitos destes anos. Pessoalmente, também tenho a minha opinião…

Uma organização possível seria a que já é utilizada em outros países, atividades letivas da parte da manhã e não letivas da parte da tarde, como na Alemanha (ver aqui). Mas como operacionalizar? Como faze-lo sem aumentar a despesa com a educação? E é claro, sem ferir os princípios de uma escola a tempo inteiro? Vou tentar explicar da melhor forma.

Da parte da manhã, que passaria a ter inicio às 8h, ou perto dessa hora, nunca antes. Os professores titulares de turma organizariam as áreas curriculares, Português, Matemática, Estudo do Meio e as Expressões, constantes no programa curricular deste ciclo, durante este período. Terminaria, esta importante parte do dia, pelas 13h.

A hora de almoço decorreria das 13h às 14h:30m.

O período da tarde situar-se-ia entre as 14h:30m e as 17h:30m. Neste espaço de tempo, os alunos beneficiariam de atividades complementares e de enriquecimento curricular. Seria durante a parte da tarde que disciplinas como, o Inglês, obrigatório para os alunos do 3º e 4º anos, a partir do próximo ano letivo, a nova disciplina de Introdução à programação para o 1º CEB, o projeto de educação para a saúde, PASSE, aulas PRESSE, EMRC, orientação do estudo, bem como outros projetos ao nível de escola (hora do conto) ou concelhio e as AEC’S já existentes.

Como já foi mencionado acima, o horário letivo da parte da manhã seria mais produtivo para os alunos, embora a mancha letiva tenha um início “vespertino”, as crianças teriam a vantagem de assimilarem melhor as matérias lecionadas. Os “números” a que tanta importância é dada pelas organizações “observadoras”, isso espelhariam.

Na parte da tarde, o horário seria composto de atividades “mais” lúdicas, mas de igual importância no desenvolvimento das crianças. Dariam aos encarregados de educação a segurança de uma escola a tempo inteiro sem interferir nas atividades letivas e na performance académica dos alunos.

De seguida apresento dois horários possíveis, um de uma turma e outro de um professor, para que se possa visualizar a possibilidade apresentada.

 

Horário Turma
2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:00 Português Matemática Português Matemática Português
8:30 Português Matemática Português Matemática Português
9:00 Português Matemática Português Matemática Português
9:30 Português Matemática O.C. A.E. Expressões
10:00 E. M E.M. O.C. A.E. Expressões
10:30 Intervalo
11:00 E. M. E. M. E.M. Português Matemática
11:30 E.M. Português E.M. Português Matemática
12:00 Matemática Português Matemática Português Matemática
12:30 Matemática Português Matemática E.M. Inglês
13:00 Matemática Expressões Matemática E. M Inglês
Almoço
14:30 O. Estudo In. Prog. Inglês PASSE/PRESSE In. Prog.
14:50 O. Estudo In. Prog. Inglês PASSE/PRESSE In. Prog.
15:00 Proj. Escola EMRC Proj. Escola O. Estudo Expressões
15:50 Proj. Escola EMRC Proj. Escola O. Estudo Expressões
16:10 Ed. Física Musica Expressões Ed. Física Musica
17:00 Ed. Física Musica Expressões Ed. Física Musica
Horário Professor
2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:00  

 

Horário Letivo

8:30
9:00
9:30
10:00
10:30
11:00
11:30
12:00
12:30
13:00
Almoço
14:30 Reservado a reuniões Trabalho individual Atendimento Enc. Educ. Trabalho individual Trabalho individual
15:00
15:30 Hora de estabelecimento
16:00
16:30 Trabalho individual Trabalho individual
17:00

Nota: sexta feira das12h:00m às 13h:00m o professor cumpre uma hora de estabelecimento (não consegui formatar a tabela)

Em termos económicos, não creio que o orçamento do ministério da educação sentisse muita diferença, é tudo uma questão de maximizar recursos. É claro que tal mudança vai envolver alterações na organização dos agrupamentos. Mas somos todos professores, não é por ser professor do 1º ciclo, que deixo de ser professor para os alunos dos outros ciclos. Se tiver que exercer a profissão com esses outros alunos, dentro das minhas competências, vou faze-lo. A colaboração dos professores de EVT, dos professores bibliotecários, dos professores de apoio e até dos professores de Matemática e Português em coadjuvação, em apoio educativo ou em orientação ao estudo, professores de Ciências em atividades experimentais… Isto seria uma quase revolução…

Revolução! Revolução, seria os professores do 1º ciclo, na sua totalidade ou quase, terem condições dignas de trabalho nas escolas para efetuarem todo o tipo de trabalho a que estão obrigados. Mas isso é uma utopia.

E agora puxando a corda, a escola a tempo inteiro podia ir além das 17h:30m. Quando possível ainda se poderia acrescentar uma hora ao horário dos alunos, que disso necessitassem ou por razões académicas ou por impossibilidade de coordenação de horários Pais /Alunos. Já me estou a “esticar” muito. Mas se a organização for a adequada, até se poderia colmatar a falta de apoio que as nossas crianças tê na realização dos famigerados TPC. Um professor de apoio, uma hora por dia, a alunos que necessitassem mesmo da tal hora, o que já acontece em alguns agrupamentos e sempre existiu nos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo.

É claro que este modelo não é consensual, é claro que as crianças vão estar fechadas dentro de quatro paredes o dia inteiro, é claro que o tempo para brincadeiras individuais será reduzido, é claro que, fora as disciplinas de carater obrigatório, as outras serão de carater facultativo, caberá aos encarregados de educação, como até hoje, optar ou não, pela sua frequência.

As vozes começam a levantar-se. O certo é que o sistema, conforme está, deixou de funcionar, deixou de dar respostas às exigências da sociedade atual. Os responsáveis têm andado a tapar buracos ao longo dos anos sem resolverem o problema. Só o têm piorado. Chegamos ao ponto que, ou o sistema se modifica, ou o sistema cai. É urgente a mudança, resta-nos saber para onde nos levará…

 

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6 Casos de infeção por COVID-19 em escola de Paços Ferreira

Se com todas as precauções, máscaras, afastamento social, circuitos definidos para minimizar contactos, poucos alunos nas escolas, acontece a transmissão, que acontecerá em setembro com as escolas a funcionar em regime presencial em pleno? A prova da irresponsabilidade surgirá a seu tempo. A culpa será imputada ao ministro da educação que nada teve a ver com a elaboração deste plano de regresso e o primeiro ministro virá lamentar a situação e desviar as atenções com a crise financeira e outras medidas que ficarão para a história como a melhor forma de combater a pandemia.

 

Covid-19: escola e empresa de Paços de Ferreira encerradas depois de nove casos positivos

Seis dos nove casos de infecção foram detectados em alunos, professores e assistentes operacionais na Escola Básica n.º 2 e os restantes três numa fábrica de móveis na freguesia de Eiriz.

As autoridades de saúde encerraram, este sábado, o Centro Escolar de Paços de Ferreira (Escola Básica n.º 2) depois de serem detectados seis casos positivos de covid-19.

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Já temos premiados nas festas COVID

Da estupidez humana sem fim…

Estudantes do politécnico da Guarda infetados em “festas covid”

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Orientações da DGEstE 2020/21 – Apresentação e Vídeo resumo no YouTube

 

 

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A reforma do currículo do 1º ciclo e a reversão da escola/casa impunha-se neste quadro de incerteza

 

A reforma do currículo do 1º ciclo e a reversão da escola/casa impunha-se neste quadro de incerteza

Os alunos do 1.º ciclo deveriam ter apenas aulas no periodo da manhã, deixando as tardes para:
– Atividades Extra-Curriculares;
– Estudo;
– Atividades Desportivas;
– Atividades Culturais;
– Atividades Musicais;

Não tenho qualquer dúvida em afirmar que a aprendizagem dos alunos seria bem superior, os níveis de motivação e concentração de manhã são muito superiores ao periodo da tarde.
O segundo aspeto era reduzir a gordura curricular, pois o atual currículo é reconhecidamente desadequado para a maioria dos alunos, não dando tempo para trabalhar consistentemente os aspetos mais importantes do desenvolvimento do aluno.

A continuação do trabalho do professor poderia ser de forma remota, de tarde, para os alunos com dificuldades de aprendizagem, que recebiam lições extra em casa ou na escola acompanhados de adultos.

Este horário permitia acionar mais facilmente um plano de emergência “COVID” sem os sobressaltos da última interrupção lectiva presencial. Reduzia os tempo de presença de alunos e professores nas escolas e diminuía o risco de contágios, quer da gripe quer do Covid e outros problemas relacionados com permanência excessiva em ambiente escolar.

In Primeiro Ciclo

 

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“Os alunos vão caber todos na mesma sala”

Não sei se isto vai ou não ser uma coisa “inconseguida”…

 

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Estudantes com covid-19 podem ir à 2.ª fase de exames sem prejuízos

Já abordei este tema AQUI. Finalmente a solução surgiu.

Estudantes com covid-19 podem ir à 2.ª fase de exames sem prejuízos

A medida abrange todos os problemas relacionados com a doença como ter um familiar próximo doente, por exemplo. Nota ainda conta para a 1.ª fase do concurso de acesso ao superior.

 

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Vamos ter um “momento amostral de aferição a nível nacional” para os 3.º 6.º e 9.º anos

Ministério da Educação vai aferir quais as aprendizagens que ficaram para trás

Trata-se de um “momento amostral de aferição a nível nacional”, como classificou o secretário de Estado e Adjunto da Educação, João Costa, que explicou só alguns alunos dos 3.º, 6.º e 9.º anos de escolaridade vão realizar estas provas, sem precisar a dimensão da amostra.

O objetivo é perceber quais foram os efeitos do ensino à distância, durante o 3.º período e quais as aprendizagens que ficaram por consolidar, adiantou o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, durante a conferência de imprensa em que anunciou algumas das medidas para o próximo ano.

Essas aprendizagens terão de ser recuperadas no próximo ano letivo e, conforme já tinha sido anunciado pelo ministro da Educação, as primeiras cinco semanas serão dedicadas a esse trabalho.

Para facilitar esse trabalho, o Ministério da Educação vai publicar um documento de apoio ao diagnóstico e à recuperação das aprendizagens, com um enfoque nas aprendizagens essenciais.

“Teremos instrumentos para apoiar o diagnostico daquelas aprendizagens que poderão ter ficado para trás, e para identificar aquilo que são dimensões curriculares que não podem deixar de ser consolidadas e aqueles conteúdos que não permitem progressão”, explicou João Costa.

O ministro da Educação anunciou ainda a generalização dos programas de mentorado, para que os alunos com menores dificuldades possam apoiar os colegas na consolidação de aprendizagens.

Por outro lado, no próximo ano letivo será reforçada a formação de professores em áreas como avaliação, tutorias, competências digitais e metodologias de ensino não-presencial.

Pensando nas consequências do ensino a distância, que aprofundaram desigualdades e acentuaram as dificuldades de muitos alunos, o Ministério da Educação vai criar uma equipa dedicada à prevenção, deteção e intervenção no abandono escolar precoce.

Esta equipa será responsável por apresentar estratégias para responder ao problema do abandono escolar, depois de uma altura em que “o período de confinamento tornou ainda mais difícil chegar a alguns alunos”, sublinhou João Costa.

 

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Tudo o que precisa saber sobre o próximo ano letivo

Como vai ser o próximo ano letivo? – Tudo o que precisa saber

 

MAIS DIAS DE AULAS

As aulas começam entre 14 e 17 de setembro para todos os níveis de ensino e acabam a 9 de junho para os anos com exames (9º, 11º e 12º), a 15 do mesmo mês para 7º, 8º e 10º e apenas a 30 de junho para a educação pré-escolar e do 1º ao 6º ano do básico. As férias da Páscoa são encurtadas e decorrem entre 25 de março e 5 abril.

TODOS NA ESCOLA

O regime presencial é a regra para todas as escolas e níveis de ensino. Se a pandemia obrigar a reduzir a lotação das escolas, mantêm-se em aulas presenciais os alunos do pré-escolar ao 6º ano, assim como os mais carenciados, os que têm necessidades especiais e as crianças em risco e ainda todos aqueles que a escola considere não se adaptarem ou terem condições para o ensino remoto.

E SE O ENSINO PASSAR PARA O REGIME MISTO?

Caberá às direções das escolas adequar o horário semanal de cada disciplina, repartindo entre aulas presenciais, aulas online e trabalho autónomo. Sempre com a ressalva de que os mais novos e com mais dificuldades com o ensino remoto devem manter-se na escola. No caso dos cursos profissionais, as aulas práticas também serão presenciais.

LAVAR AS MÃOS, USAR MÁSCARA

À entrada da escola, antes e após as refeições e com frequência ao longo do dia, todos devem lavar/desinfetar as mãos, lembra-se no código de conduta. A máscara deve ser usada por todos os que frequentam o espaço escolar, incluindo os alunos a partir do 2º ciclo (5º ano).

A MESMA SALA, INTERVALOS MAIS CURTOS

Os intervalos entre as aulas devem ter a menor duração possível, devendo os alunos permanecer ao máximo em zonas específicas definidas pela escola. As turmas devem manter-se nas mesmas salas e evitar o contacto com outras. Por exemplo, não é suposto os alunos do 8º A se cruzarem ou contactarem com os colegas do 8º B. Para isso devem ser desfasados os intervalos e os horários de refeição. Se for preciso as escolas podem estender o horário de funcionamento e reorganizar o horário escolar, dividindo as turmas em turnos de meio-dia. Podem até fazer parcerias com outras entidades para que sejam dadas aulas noutros espaços.

MAIS PROFESSORES, TUTORES E FUNCIONÁRIOS

Serão contratados mais 600 funcionários e 200 assistentes técnicos e ainda alguns milhares de professores. O reforço varia de escola para escola (até em função do número de turmas) mas o total de horas a mais equivale a 2500 professores a tempo inteiro. O programa de tutorias, que prevê um apoio de quatro horas semanais para alunos que já tenham chumbado duas vezes, é alargado aos estudantes do ensino secundário e a todos os que não transitaram este ano. Haverá ainda psicólogos e mediadores para trabalhar com as famílias.

AVALIAR O QUE FICOU PARA TRÁS

Ao longo do 1º período vai ser feito um estudo nacional por amostra (alunos do 3º, 6º e 9º anos) para avaliar o impacto do ensino à distância que ocorreu durante todo o passado 3º período. O Ministério também vai produzir um guião para escolas e professores fazerem o diagnóstico das dificuldades no início do próximo ano letivo.

FAMÍLIAS NÃO TÊM DE DEVOLVER MANUAIS

A proposta do CDS-PP que suspende a devolução dos manuais escolares no final do ano letivo foi aprovada na sexta-feira no Parlamento, já que apenas o PS votou contra. A medida, muito criticada pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, terá um impacto financeiro que não estava previsto de mais cerca de 150 milhões de euros, já que implica comprar os manuais todos de novo. “Não comento as decisões da Assembleia da República. Mas a sustentabilidade deste programa de empréstimo dos manuais assenta na reutilização que é agora posta em causa. O impacto orçamental é muito grave”, Tiago Brandão Rodrigues em entrevista ao Expresso.

Fonte: Expresso

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Sim, consegui! Matriculei o meu educando

Um dia inteiro à frente do computador. Entre uma ata e outra, entre um registo e uma grelha, lá ia fazendo um “refresh” à página do Portal das Matrículas.

O raio da página, ou não carregava, ou “502 Bad Gateway”, ou “Error 404″… de vez em quando lá “abria”. Há que efetuar o login. Lá começava o site a engasgar com a rodinha a rolar e ia “abaixo”. Página em branco sem nada para mostrar. Outras vezes, lá “andava” mais um bocadinho, conseguia ver o meu nome na página, mas quando clicava no ícone “Matricula”, lá começava outra vez a roda a girar ao solavanco até ficar com a página em branco. Uma, duas, três… vinte… quarenta… o desespero não me assistiu, continuei no “refresh”, dia a dentro dia a fora. Almocei com o computador, lanchei com ele por companhia, jantei a dois à luz dos leds do teclado e o site continuava emperrado.

O sono chegou muito antes da madrugada, de tão fraca companhia. Nos lençóis cai dormindo ao fechar os olhos já cansados da luz que a máquina erradia. Com a pressa de dormir, nem aliviei a bexiga, às três horas da matina já ela mais não podia. Acordei assarapantado, alivei o órgão inchado, quando de repente me lembrei e com esforço lá tentei, matricular o cachopo. Qual o meu espanto não foi, quando à primeira me achei no interior do portal. Uma alegria sem fim, se escorreu por mim abaixo, quando finalmente vi surgir à minha frente, o comprovativo de matrícula.

Acordei estremunhado, pela manhã bem fresquinha, pensei que tinha sonhado, com o raio da matrícula!

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Calendários Escolares, para o ano letivo de 2020-2021 (oficiais)

 

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Calendário escolar 2020/21

 

 

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Como se vai organizar a sala de aula? Furamos paredes…

Com os espaços que temos como salas de aulas vai ser necessário recorrer a uma marreta para cumprir as medidas… mas é só “sempre que possível… e ninguém se vira para trás.

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O Tiago anunciou as novas regras para 2020/21

Calendário escolar mais longo. menos interrupção na Páscoa e a acabar mais tarde.

Ano com aulas presenciais, com regime misto e não presencial no caso de contingência.

Aulas no Pré-escolar., 1.º ciclo e 2.º ciclo manter-se-á em presencial mesmo em contingência.

Mais crédito horário e professores para suplementar a Educação Especial, psicólogos e outros técnicos.

Mais tutorias para todos os alunos que ficaram retidos este ano.

O Tiago confia em nós todos…

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Medidas “excepcionais” para o próximo ano lectivo anunciadas esta sexta-feira

Vamos preparar as pipocas…

 

Medidas “excepcionais” para o próximo ano lectivo anunciadas esta sexta-feira

O Governo vai anunciar esta sexta-feira as medidas para a organização do próximo ano lectivo, num contexto em que a pandemia de covid-19 obrigou à suspensão das aulas durante quase quatro meses. O Conselho de Ministros desta quinta-feira aprovou uma resolução que inclui alterações à gestão do currículo e um reforço dos instrumentos para a recuperação das aprendizagens.

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Recomendação ao Governo para que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância.

Resolução da Assembleia da República n.º 34/2020

Sumário: Recomenda ao Governo que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância.

Recomenda ao Governo que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:

1 – Crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância, iniciando o respetivo processo negocial.

2 – Promova a colocação dos professores por concurso.

3 – Aplique a este grupo de recrutamento as regras de acesso e colocação dos professores já existentes para os restantes grupos de recrutamento, considerando a formação específica nesta área.

Aprovada em 5 de junho de 2020.

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Como professor te respondo, João Miguel Tavares (a ler e reler)

Caro João Miguel Tavares,

Tenho 57 anos e sou professor desde os 22. É conjeturável a hipótese de me ter incluído no escalão dos professores envelhecidos e, acredite, às vezes até eu me sinto assim, em particular quando os meus olhos se afadigam a ler os dislates de tanta comunicação social. Curioso como estes ferem mais do que eventuais erros de expressão escrita dos alunos! Creia também que utilizo meios informáticos desde que eles se democratizaram. Ainda me recordo das peças desalinhadas que montaram o primeiro computador que tive. Ah! Sou professor de Português, convém dizer, ou o João Miguel (perdoe a familiaridade) ainda julgará tratar-se o autor destas letras de um perito em informática quando, afinal, sou igualzinho a tantos professores por este país fora.

Sou tão pouco dotado de literacia digital que, acredite, andava o jornal em que V. Exa. trabalha a bloquear os acessos à leitura digital, impondo assinaturas, e eu, destituído de toda essa literacia, cedo sorri quando compreendi que um utilizador informático que entrasse em modo anónimo conseguia ler o seu jornal de fio a pavio. “A pavio” talvez seja expressão incorreta, se pensarmos que este serve para alumiar e isso é algo que há muito desapareceu dessa casa. Mesmo assim, dir-lhe-ei que muito tempo terão tardado os experts do jornal a detetar o problema e a inviabilizar essa opção (longos dias têm cem anos, já o dizia a Agustina). O que até se torna engraçado, se considerarmos que o Público alberga gente que adora opinar sobre a literacia digital dos professores. Por outro lado, pouco me doeu a restrição de leitura porque a perda de qualidade do Público já anteriormente me dissuadira de desperdiçar o meu tempo de leitura. Digamos que se salva, com honra, o Ípsilon.

Saiba ainda que a minha insuficiência na literacia digital não me inibiu, ao longo dos muitos anos de via-sacra que levo no ensino (e sirvo-me do nome feminino escrito atrás apenas para não destoar do último parágrafo do seu texto), de ser utilizador de quadros interativos, de plataformas como o Moodle e de inúmeras outras ferramentas que têm o condão de ser úteis aos professores, mas à custa, quantas das vezes, de infindas horas de trabalho que passam despercebidas aos fazedores de opinião. Descubro que é a contragosto que recorro à palavra “fazedor” no preciso instante em que me lembro de um título de Jorge Luis Borges – como se escrever a palavra neste contexto aviltasse a nobreza da literatura – e, também, quando penso no próprio significado do vocábulo (fazedor – que ou aquele que faz ou costuma fazer alguma coisa, diz a Infopédia). Enfim, para abreviar, direi apenas que nem imagina a quantidade de novas ferramentas que descobri durante a pandemia. E muito menos imaginará as horas que gastei a aprender a lidar com elas.

Poderia ainda acrescentar que lá voltei, apesar da minha provecta idade, às salas de aula quando o ensino presencial foi retomado. Gostei do que vi à minha frente? Acredite que não. Para quem está habituado a ver os rostos dos alunos, ter máscaras à frente não foi imagem muito animadora. No fundo, no fundo, talvez o tempo ideal para privar com avós do Alentejo ou da Beira fosse mesmo este, obviamente que apenas no caso de isso não disseminar a covid-19.

Atentamente,

Jorge Pinho

(elemento de uma classe docente extremamente envelhecida e com falta de literacia digital)

 

 

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4 dicas para confirmar a segurança do seu filho na escola

 

Crianças mais jovens podem ser muito avassaladoras para cuidar durante os dias de escola. Essas crianças precisam navegar adequadamente em seus estudos e estar no ambiente certo para o desenvolvimento adequado. Mas você pode estar preocupado com o que está acontecendo na vida deles.

Você pode estar preocupado se eles estão sofrendo bullying, se há alguma emergência ou se estão na escola. Enquanto você aprende como rastrear celular para garantir que eles estejam na escola quando deveriam estar, você pode seguir estas quatro dicas para garantir que permaneçam seguros.

Entenda as políticas da sua escola

Você deve entender todas as políticas da escola. Especificamente, você deve descobrir como eles lidam com situações de emergência e as regras que todos os alunos devem seguir.

A escola do seu filho provavelmente distribui manuais no início de cada ano escolar. Se você não comprou o seu ou perdeu um, solicite-o para lhe dar outro. Consiste em todas as suas políticas e deve responder a todas as perguntas que você possa ter em relação à segurança do seu filho.

Se o manual não responder a algumas de suas perguntas ou você tiver outras dúvidas, fale com a administração da escola e esclareça as dúvidas.

Converse com o professor regularmente

Você também deve manter-se atualizado com todas as políticas e questões da escola, encontrando-se com os professores e os administradores o mais rápido possível.

Essas reuniões podem ajudá-lo a descobrir se seu filho está tendo problemas na escola, seja em atividades acadêmicas ou extracurriculares.

Antes de você participar dessas reuniões, seria sensato anotar algumas perguntas que deseja fazer com antecedência. Isso pode incluir:

  • Meu filho está participando de todas as aulas?
  • Meu filho está tendo problemas com outras crianças?
  • Como posso ajudar meu filho a fazer melhor?

 

Fazer todos os registros serem atualizados

Quando seu filho começou a estudar, o governo provavelmente pediu que você preenchesse toneladas de papelada. No entanto, isso pode ser há muito tempo, e algumas coisas podem ter mudado entre então e agora.

É por isso que você precisa revisar os registros escolares de seu filho todos os anos para garantir que todos os detalhes estejam em ordem. Isso incluiria alergias, restrições alimentares e contatos de emergência, entre outras coisas.

Incentive seu filho a procurar problemas com você

Muitas crianças hesitam em conversar com os pais sobre os problemas que podem estar enfrentando na escola ou fora dela. Isso geralmente ocorre porque eles têm medo de um resultado específico ou de sua reação geral. Mas às vezes eles podem se sentir muito envergonhados para falar.

No entanto, você precisa incentivar seu filho a procurar todos os problemas dele. Pode ajudar a construir sua confiança e auto-estima, bem como promover o respeito mútuo.

Você pode tentar elogiar suas realizações e ser muito sensível sobre seus problemas. Dessa forma, eles podem ser mais abertos a você com seus medos e preocupações

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Aprovada a resolução que estabelece medidas excecionais e temporárias para a organização do ano letivo 2020/2021

Mais uma vez sem qualquer negociação…

Foi aprovada a resolução que estabelece medidas excecionais e temporárias para a organização do ano letivo 2020/2021, no âmbito da situação de pandemia.
Atendendo à incerteza da evolução da pandemia, há que definir um quadro de intervenção que garanta uma progressiva estabilização nos planos económico e social, sem descurar a vertente da saúde pública. Neste contexto, torna-se necessário estabelecer medidas de organização e funcionamento dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básicos e secundário, incluindo escolas profissionais, no ano letivo 2020/2021, que garantam a retoma das atividades educativas e formativas, letivas e não-letivas, em condições de segurança para toda a comunidade educativa.
As medidas aprovadas dizem respeito aos regimes do processo de ensino e aprendizagem; à gestão do currículo; aos deveres dos alunos; e ao reforço das condições conducentes à recuperação das aprendizagens, sendo ainda identificadas medidas excecionais de promoção e acompanhamento das aprendizagens.

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Dr.ª Susana Amador contrate novo serviço para o Portal das Matrículas

 

Hoje a Dr.º veio defender o Portal das Matrículas na sua página de Facebook, mas fique a saber que a pouca vergonha continuou durante todo o dia.

Durante todo o dia de hoje tentei aceder ao  portal e não consegui passar da certificação, ou seja do login.

A resolução deste problema é fácil e não muito cara, basta  migrar o portal para um servidor mais potente, mas parece que não há 500€ para que isso se faça.

A imagem dos serviços do ME estão em causa, imagine se tivesse a afluência do site das finanças…

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Rever os currículos escolares é uma necessidade para o próximo ano letivo, de acordo com professores e pais

 

Rever os currículos escolares é uma necessidade para o próximo ano letivo, de acordo com professores e pais

O ano letivo está a chegar ao fim, mas os professores já estão à procura de mau humor para o próximo ano letivo. Será impossível retomar as aulas como se nada tivesse acontecido. Os alunos vão precisar de melhoramentos. É por isso que há pedidos para que os conteúdos do programa sejam adaptados no início do ano letivo.

No início do confinamento, o ministério tinha instruído a não abordar novos conceitos e simplesmente a aprofundar o que os alunos já tinham visto no primeiro e segundo trimestres. Mas a educação à distância continuou e o fim dos programas tem sido por vezes sobressaio.
Daí a necessidade de organizar o conteúdo dos cursos no início do ano letivo. É isso que o sindicato de professores e a federação de pais dos alunos da FCPE estão a pedir. Na Escola Secundária Gabriel Fauré, em Paris, os seus representantes locais enviaram uma carta ao Ministério da Educação Nacional e ao Conselho Superior de Programas.
“Aquisição do essencial”
Para Daniel Cassiaux, professor de História e Geografia nesta escola, é essencial assumir os conceitos discutidos no final do ano, mesmo que isso signifique facilitar o resto do programa para que todos os alunos saiam
todos no mesmo pé. “Os representantes eleitos do conselho de administração, sejam professores ou representantes dos professores, partiram da observação de que havia condições muito diferentes para os alunos na continuidade do ensino, em termos de material, em termos de tempo, disponibilidade, etc. No entanto, existem questões de consistência, por exemplo entre a Segunda Classe e a Primeira Classe, entre a Primeira Classe e a Classe Sénior. As últimas semanas do ano letivo deste ano não permitiram necessariamente que todos os alunos adquirissem o essencial.”
O professor dá alguns casos concretos na sua disciplina: “Por exemplo, na história, temos de terminar a Segunda com uma abordagem ao questionamento do absolutismo em Inglaterra no século XVII e à guerra da independência nos Estados Unidos, que são noções indispensáveis no início da Primeira, quando temos de abordar o estudo da Revolução Francesa. Assim, um layout de programa significaria iluminar ou redesenhar o início do primeiro ano, para que os alunos que chegam do 2º ano possam realmente tomar posse de todo o conhecimento necessário.”

Outro exemplo entre o Primeiro e o Terminal, segundo Daniel Cassiaux: “O fim da Primeira É dedicado à Primeira Guerra Mundial, às condições dos tratados de paz que a seguiram. E no programa terminal temos de começar com o período inter-guerra e, mais uma vez, penso que as acomodações são possíveis e necessárias para permitir que os estudantes, que nem todos foram capazes de abordar os tratados de paz da Primeira Guerra Mundial nas mesmas condições, possam compreender alguns destes conceitos.”

 

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As explicações de Susana Amador sobre o funcionamento do Portal das Matrículas

Matrículas !

No portal das matrículas foram já submetidas mais de 300 mil matrículas … um número que duplica o do ano anterior em período homólogo .

Com situações de 40 mil pedidos de acessos por segundo ( picos completamente inéditos ) por vezes o sistema fica mais lento , mas está a funcionar, com pequenas paragens técnicas , tal como acontece com outros portais , designadamente o das Finanças .

Este ano mudou- se o paradigma e são 85% de submissões on line, e são residuais as realizadas pelas secretarias das escolas , poupando – se muito trabalho às escolas .

Os pais têm até dia 12 de julho para fazerem as renovações … erroneamente eclodiu a ideia que terminaria ontem ( foi só para o Pré – escolar e 1 ano que cessou, e nesses casos o prazo iniciou a 4 de maio ).

A vantagem do alargamento de funcionalidades on line ( renovações eram efectuadas em suporte papel ) é que ficaremos com os dados que nos permitem melhor monitorizar o abandono escolar e a escolaridade obrigatória !

 

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Procedimento Concursal Externo – Professores Bibliotecários – Ano escolar de 2020-2021

 

Procedimento Concursal Externo de Recrutamento de Professores Bibliotecários para o ao escolar 2020-2021.

 

Lista atualizada em 02 de julho de 2020

 

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Tiago pronuncia-se sobre os manuais e a consolidação de aprendizagens…

Do seu profundo conhecimento sobre consolidação de aprendizagem… O mais engraçado é que o respeito por um lei aprovada na AR à espera de publicação em DR não diz nada ao ME.

Consolidação de aprendizagens vai acontecer com ou sem manual”

O ministro da Educação assegurou hoje que a recuperação e consolidação das aprendizagens prejudicadas durante o 3.º período letivo vão ser possíveis com ou sem manuais escolares, mas com o recurso a licenças digitais.

Aconsolidação das aprendizagens vai acontecer naquelas cinco semanas iniciais com ou sem manuais escolares”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues durante a audição regimental na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.

O ministro da Educação respondia à deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa que criticou a tutela pelo despacho publicado em 16 de junho que prevê a devolução dos livros no final do ano letivo.

“Não deixa de ser curioso que, não havendo um plano para o regresso às aulas, mas sabendo que vai ser preciso uma recuperação, que a única coisa que seja decidida é exatamente tirar o instrumento que permite parcialmente fazer essa recuperação”, acusou a deputada centrista.

O ministro da Educação lamentou, no entanto, a posição da deputada, afirmando que a proposta do CDS-PP aprovada hoje pelo parlamento, que suspende a devolução dos manuais escolares entregues aos alunos para o ano letivo de 2019-2020, põe em causa uma operação complexa.

“São cerca de 150 milhões de euros que custa esta operação, que estavam baseados numa reutilização e que foi posta em causa”, acusou o ministro, acrescentado que, por outro lado, as questões ecológicas e de sensibilização e cidadania “não importam nada ao CDS“.

Também a secretária de Estado da Educação, Susana Amador, assegurou existem outras ferramentas, referindo a possibilidade de recorrer a licenças de manuais digitais e os bancos de livros disponíveis em todas as escolas, e considerou que reverter o processo já em curso da devolução dos manuais não seria “racional nem equilibrado”.

Sobre as licenças digitais, o ministro da Educação adiantou ainda que os prazos para a sua utilização serão estendidos durante as primeiras cinco semanas do ano letivo, dedicadas à recuperação do 3.º período.

A deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa lamentou, no entanto, que a tutela não esteja mais preocupada com os alunos e com os prejuízos de um 3.º período atípico, que acentuou dificuldades e desigualdades.

“Estamos num ano excecional e o senhor ministro, quando fala do tema dos manuais escolares, fala em ambiente e fala em 150 milhões de euros, quando deveria estar a olhar para as desigualdades dos alunos”, acrescentando que para os alunos mais desfavorecidos, o recurso aos manuais é particularmente importante.

Ana Rita Bessa acrescentou ainda em resposta ao ministro da Educação que a alegada preocupação com o ambiente justifica, então, a transição para o digital, cumprindo o programa que foi anunciado pelo primeiro-ministro no início de junho.

“Em relação a esta oportunidade, acho que era muito importante fazer uma avaliação do que foi este período do ponto de vista da utilização do digital, para perceber o que se pode aprender em proveito do processo de ensino-aprendizagem e dos alunos”, concluiu

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139 Milhões para o ensino artístico nos privados

 

As escolas privadas vão receber um cheque público de 139 milhões de euros para assegurar nos próximos seis anos letivos os cursos de dança, música, artes visuais e audiovisuais, da iniciação ao nível secundário.

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Alteração ao Decreto-Lei n.º 14-G/2020, que estabelece as medidas excecionais e temporárias na área da educação

 

Com as reuniões de avaliação já a decorrer… e mais não digo.

 

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Baixas por infeção com COVID-19 pagas a 100%

 

A maratona de votações para alterar o Orçamento Suplementar na especialidade arrancou ontem com onde houve aprovação das baixas médicas pela infeção covid-19 serão pagas a 100 por cento.

Não pagará o sofrimento, mas sempre é melhor que levar um corte no salário por estar infetado sem culpa nenhuma.

 

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Está o circo montado nas escolas por causa dos Manuais Escolares…

 

Na sequência das recentes notícias difundidas pela comunicação social, solicita-me o Senhor Diretor-Geral, Dr. João Gonçalves, que transmita a seguinte orientação:

 

A  votação de hoje, realizada na especialidade, terá ainda de ser aprovada à posteriori,  neste contexto, ainda não é aplicável no imediato. Assim, os procedimentos devem continuar a ser operacionalizados conforme previsto até receberem informação da nossa parte, o que só acontecerá, naturalmente, quando a proposta passar a Lei, e caso isso venha mesmo a acontecer.

Ou seja, vão as escolas recolher os manuais e depois ficarem com eles sem os entregarem aos alunos?

O circo está montado…

“Balha adeus”…

 

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Mau! Depois de 3 meses lembraram-se que necessitamos de formação…

Os professores não estão preparados para ensinar à distância

As  escolas fechadas desde março, a adaptação de professores e de alunos a uma realidade desconhecida, e que apanhou o país e o mundo desprevenidos, obrigaram a uma mudança súbita nas rotinas e nos hábitos de ensino. Sem receitas e sem soluções, a comunidade escolar avançou para uma aventura sobre a qual ainda é cedo fazer um balanço, como acredita David Justino, professor na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa e ex-ministro da Educação: “Tivemos que caminhar tacteando, pelo que o risco de não correr bem é maior”, disse esta tarde durante a conferência ‘Parar Para Pensar a Educação’, a quarta de um ciclo de oito que decorrerão ao longo das próximas semanas

O debate, organizado pelo Expresso em parceria com a DECO Proteste, reuniu um conjunto de especialistas no sector da educação, e contou ainda com a presença de Alexandre Homem Cristo, co-fundador e presidente da QIPP, organização sem fins lucrativos que atua na área da educação, Nuno Almeida, IM B2B manager da Samsung Ibéria, Rita Coelho do Vale, professora de marketing na Católica Lisbon, e Teresa Calçada, comissária do PNL 2027 (Plano Nacional de Leitura). A moderação ficou a cargo de Marta Atalaya, jornalista da SIC Notícias, que conduziu a conversa online, a partir da sede da Impresa.

FORMAR PROFESSORES E PREPARAR ESCOLAS É PRIORIDADE

  • Seja pela idade avançada, seja pela falta de preparação técnica, os professores não estão preparados para ensinar à distância. Esta é uma das conclusões de um estudo realizado pela Universidade Nova de Lisboa – ainda não divulgado por não estar concluído – e citado por David Justino. Já as escolas estão, na opinião de Rita Coelho do Vale, mais preparadas agora do que há quatro meses. Opinião partilhada por Nuno Almeida que arrisca dizer que “evoluiram mais em poucos meses do que nos últimos 40 anos. Ainda assim, acrescenta que “é fundamental formar os professores para esta nova realidade e dar-lhes as ferramentas necessárias”. Teresa Calçada também acredita que, não obstante todas as limitações de escolas e de professores, houve uma resposta de emergência boa, mas “o ponto de partida era muito frágil”. Agora, é preciso aproveitar o momento para “preparar as escolas para que a igualdade seja uma realidade”.

O DESAFIO DAS DESIGUALDADES

  • Desigualdades educativas, sociais e materiais agravaram-se com o ensino à distância. “Alguns alunos não tiveram qualquer contacto com as escolas, outros não conseguiram manter o ritmo de aprendizagem, e outros ainda não contaram com o apoio familiar essencial”, disse Alexandre Homem Cristo, para quem o grande desafio do próximo ano letivo será perceber a situação dos alunos e avaliar os danos. Rita Coelho do Vale reconhece as desigualdades mas destaca que estão menos visíveis no Ensino Superior, uma vez que os alunos estão mais preparados para lidar com a tecnologia do que, por exemplo, no 1.º Ciclo onde existem mais desafios que exigem maior capacidade de adaptação.

A CAMINHO DA EDUCAÇÃO DIGITAL

  • A tecnologia é uma parte integrante do ensino à distância mas deve ser usada apenas pontualmente e como complemento, acredita Nuno Almeida. Na sua opinião, ainda há muito a fazer para chegarmos a um modelo de educação digital, com projetos mais abrangentes e participados por alunos, professores, pais, Governo e sociedade. Para Rita Coelho do Vale há muitas oportunidades a explorar na tecnologia ao serviço do ensino e, acredita a professora, “a pandemia vai obrigar a repensar a educação”. Mas o ensino presencial será sempre o mais eficaz e não deverá ser totalmente substituído pelas plataformas de ensino à distância, pois “não substitui os professores nem o contacto social”, acrescenta Alexandre Homem Cristo.

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Ministro da Educação anuncia 125 milhões de euros em contratações para as escolas

Ministro da Educação anuncia 125 milhões de euros em contratações para as escolas

Tiago Brandão Rodrigues afirmou que, apesar de a prioridade do ministério que tutela ser a do regresso ao regime presencial, haverá condições que possibilitem os regimes mistos ou não presenciais, caso seja necessário.

O ministro da Educação anunciou, esta terça-feira, que o programa de tutorias será reforçado. O programa de apoio tutorial abrange atualmente cerca de 20 mil alunos, do 2.º e 3.º ciclos, e começou por ser dirigido a alunos com um histórico de retenções. Agora, o programa será triplicado e irá abranger também os alunos do ensino secundário.

De forma a garantir a recuperação de aprendizagens que ficaram em falta este ano, devido à pandemia de covid-19, serão também mobilizados 125 milhões de euros. Segundo Tiago Brandão Rodrigues, este montante visa “proceder a um reforço muito significativo de recursos humanos nas escolas”, ou seja, haverá as contratações de “mais professores, pessoal não docente e técnicos especializados”, como psicólogos. O ministro da Educação deixou ainda o alerta de que é preciso reforçar as equipas com assistentes sociais e mediadores.

O governante voltou a insistir que a prioridade do Governo é a do regresso às aulas no regime presencial. “Mas teremos normativos que possibilitem termos um regime misto ou não presencial, caso necessário”, garantiu.

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A escola “Pirilampo” chega em setembro

 

A escola “Pirilampo” é uma modalidade de ensino que poderá ser adotada no próximo ano letivo.

Esta escola consiste num preceito básico, o ensino presencial de todos os alunos, de todos os anos de escolaridade ou apenas de alguns. Se se verificar a segunda hipótese, os anos de início de escolaridade serão aos que esta modalidade será aplicada.

Este modelo é bastante simples. As escolas abrem o ano letivo de 14 a 17 de setembro normalmente, com todos os alunos, professores,  assistentes operacionais e técnicos. A DGS emitirá as medidas a respeitar dentro das escolas, circulação de pessoas, entradas e saídas, ajuntamentos no espaço exterior, uso obrigatório de máscara, higienização de mãos, turnos de almoço e por aí a fora… Mas nas salas de aula tudo funcionará como estamos habituados há tantos anos. O uso de máscaras e mais algumas medidas de pormenor terão de ser respeitadas, fora isso lá estaremos a dar o corpo às balas.

Até agora ainda não expliquei o nome “Pirilampo”, é o que vou fazer agora. Os “pirilampos têm uma luz intermitente e é assim que a escola vai funcionar, intermitentemente. Vamos à explicação prática. Numa escola, numa turma surge um caso positivo por COVID-19, essa turma é enviada para casa para cumprir o período de quarentena passando a Ensino Remoto de Emergência durante esse período. A restante comunidade escolar continua a frequentar, normalmente, a escola depois da mesma ser devidamente higienizada. No caso de surgirem vários casos de COVID-19, em várias turmas, a escola encerra para a devida higienização, os alunos e professores entram em “modo” de Ensino Remoto de Emergência pelo período de quarentena estipulado. neste segundo caso, os assistentes operacionais e técnicos entram em trabalho por turnos reduzidos podendo, nos casos possíveis, passar a teletrabalho. Quando o período de quarentena acabar, os elementos sãos da comunidade escolar regressam à escola, enquanto os que terão de permanecer confinados continuam em ERE.

Por mais que esta hipótese vos possa parecer rebuscada, as possibilidades de ser posta em prática devem estar no TOP dos cenários que o ministro diz estarem a ser criados.

Boa sorte a todos…

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Aprovada proposta do CDS que suspende devolução de manuais escolares

Entregas… não entregas… já ninguém sabe o que fazer!

Aprovada proposta do CDS que suspende devolução de manuais escolares

O parlamento aprovou hoje a proposta do CDS-PP que suspende a devolução dos manuais escolares entregues aos alunos para o ano letivo de 2019-2020, numa votação que apenas teve os votos contra do PS.

“Fica suspensa a obrigatoriedade de devolução dos manuais escolares gratuitos entregues no ano letivo de 2019-2020, a fim de serem garantidas as condições para a recuperação das aprendizagens dos alunos, a ter lugar no início do ano letivo de 2020-2021”, refere a proposta.

A medida teve os votos contra do PS e os favoráveis dos restantes partidos e integra o conjunto de alterações à proposta de Orçamento do Estado Suplementar que hoje começou a ser discutida e votada na especialidade.

Os deputados viabilizaram também uma outra proposta do CDS-PP no âmbito do reforço dos cuidados paliativos que prevê que o Governo apresenta até 31 de julho um cronograma onde “identifica prazos e montantes” para a concretização desta medida que consta do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).

A proposta teve os votos contra do PS e os votos favoráveis dos restantes partidos.

In CM

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Primeiro orçamento suplementar da Assembleia da República para 2020

 

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Um novo blogue para os Monodocentes

 

MPM – Movimento Professores Monodocentes

 

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Quem subiu de escalão a 01/06 só vão ter esse aumento salarial em agosto

 

Recebemos uma informação que me deixa deveras pouco perplexo… já é recorrente este tipo de constrangimentos.

“Dado que a plataforma da DGAE sobre a progressão na carreira vai estar disponível até 17 de julho, o docente que progride de escalão por força do faseamento só vão ter esse aumento salarial e agosto.”

Se o trabalhador não cumpre os prazos de qualquer pagamento à administração central ou local, é presenteado com uma coima. Se a administração central não cumpre os prazos estabelecidos na lei para pagamento aos trabalhadores, os mesmos são presenteados com um aumento de escalão de IRS.

“Balha-m’ adeus”…

 

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