Category: Rui Cardoso

Pelo fim da precariedade das/os Psicólogas/os Escolares!

Pelo fim da precariedade das/os Psicólogas/os Escolares!

Nos últimos anos muito tem sido discutido acerca da Educação. É o próprio Secretário de Estado da Educação, Dr. João Costa, que sublinha a importância do bem-estar na educação, “e esta missão não vive sem os psicólogos escolares – indispensáveis ao sucesso dos projetos educativos das escolas e cruciais para abraçarmos o desafio da inclusão” (João Costa, Orientações Para o Trabalho em Psicologia Educativa nas Escolas, 2018).

O Ministério da Educação, a Secretaria de Estado da Educação e toda a Comunidade Educativa das nossas escolas reconhece e valoriza o papel dos Psicólogos Escolares mas, no entanto, é o próprio Governo que insiste em não lhes dar condições de trabalho dignas para que possam exercer o seu papel, para que possam eles próprios ter a estabilidade e bem-estar pelo qual trabalham junto das comunidades educativas.

1997 foi o último ano em que existiram concursos para a efetivação de psicólogos nas nossas escolas. No entanto, a necessidade destes profissionais é tanta, que durante anos têm sido contratados com vínculos precários, através de concursos injustos e indignos. Necessidades permanentes supridas através de contratos que visam colmatar necessidades temporárias. Cada ano que passa, o Ministério da Educação vai “calando” estes profissionais com mais um contrato, dizendo que reconhece a sua importância, mas não lhes dando de todo essa importância.

Vivemos atualmente uma situação de pandemia, onde reconhecidamente a saúde mental dos jovens, das suas famílias, dos docentes e de toda a comunidade educativa foi afetada. Os psicólogos nas escolas terão, sem dúvida, um trabalho muito complexo pela frente.

O próximo ano letivo 2020/2021 será incerto, para cerca de 100 Psicólogas/os de Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas. O Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública- PREVPAP não foi suficiente para que todas/os as/os Psicólogos vinculassem muitas/os continuam em situação laboral precária, sem vínculo efetivo, colocando a possibilidade de várias escolas do país iniciarem o ano letivo sem estas/es profissionais.

Sem estas/es quase 100 psicólogas/os e a sua intervenção, vamos ver aumentar o abandono e absentismo escolar, o número de retenções, o insucesso escolar, os conflitos e problemas de comportamento. Por outro lado, vamos ver diminuir o acompanhamento aos/às alunos/as com Necessidades Educativas Especiais, aos/às alunos/as que têm que fazer as suas escolhas vocacionais, aos/às adultos/as que procuram a escola para melhorar as suas qualificações, tal como a articulação com serviços de saúde e sociais. Não queremos ver isto acontecer nas nossas escolas!

Pretendemos ações concretas no imediato, que proporcionem a resolução, a longo prazo, para os psicólogos que permanecem sem vínculo jurídico adequado até ao final do corrente ano letivo (31-08-2020), que não viram contemplados a aceitação da sua inscrição no âmbito do PREVPAP.
Que resposta tem o Ministério da Educação para as/os cerca de 100 psicólogas cujos contratos acabam no final de agosto, alguns dos quais já não podem fazer mais nenhuma renovação? Não queremos mais vidas a prazo!

Somos uma necessidade permanente nas escolas, muitas/os de nós com horários completos, muitas/os com meio horário (horários de 18 e inclusivé 17 horas). Se sairmos da escola, o Ministério da Educação garante as necessidades da comunidade escolar?

Se foi encontrada uma solução para muitas/os psicólogas/as através do PREVPAP, também exigimos uma solução a longo prazo para nós que não pudemos concorrer!

Deste modo, vimos requerer a Vossas Excelências que, no âmbito das vossas funções, promovam a contratação efetiva e digna das/os psicólogas/os que se encontram nas situações referidas de modo a que todos os Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas do país possam doravante ter todas/os as/os Psicólogas/os deste país a trabalhar em pleno e com a qualidade que toda a comunidade educativa merece.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/pelo-fim-da-precariedade-das-os-psicologas-os-escolares/

Mande vir sr. ministro…

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/mande-vir-sr-ministro/

Mobilidade por doença – resultado

Encontra-se disponível na aplicação SIGRHE, a decisão do procedimento relativo ao pedido de mobilidade por doença / renovação da situação de mobilidade por doença 2019/2020, nos termos do Despacho n.º 9004-A/2016, de 13 de julho e do Decreto-Lei n.º 14-G/2020, de 13 de abril, respetivamente.

 

SIGRHE

Nota informativa

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/mobilidade-por-doenca-resultado/

Indicação de Componente Letiva (ICL) – 1.ª Fase

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/07/icl.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/indicacao-de-componente-letiva-icl-1-a-fase/

Aplicação Informática – 2.ª Fase – Professores Bibliotecários – Ano escolar de 2020-2021

 

Disponível a Aplicação Informática – 2.ª Fase, destinada à indicação dos docentes que irão desempenhar funções de Professor Bibliotecário no escolar 2020-2021.

 

SIGRHE

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/aplicacao-informatica-2-a-fase-professores-bibliotecarios-ano-escolar-de-2020-2021/

Concurso Externo de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança 2020/2021 – Aceitação da Colocação e Recurso Hierárquico

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação do Concurso Externo de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança, das 10:00h do dia 13 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 14 de julho de 2020.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 13 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 17 de julho de 2020.

 

SIGRHE

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/concurso-externo-de-docentes-do-ensino-artistico-especializado-da-musica-e-da-danca-2020-2021-aceitacao-da-colocacao-e-recurso-hierarquico/

Ó Mendes! Elogiar o Tiago? Tu não andas neste país…

Injustamente criticado? Tu tens andado distraído. Por onde andaste nos últimos anos?

“Balha-m’ adeus” que este mundo anda louco!

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/o-mendes-elogiar-o-tiago-tu-nao-andas-neste-pais/

Porque devemos reabrir as escolas

 

Porque devemos reabrir as escolas

Um artigo de opinião, publicado na revista Pediatria, a revista científica oficial revista pelos pares da Academia Americana de Pediatria, EUA, relata que as crianças raramente transmitem Covid-19. Se as escolas seguirem as orientações de segurança e observarem a taxa de propagação da doença nas suas regiões, poderão reabrir no próximo semestre escolar.
Os médicos que escrevem o artigo de opinião são especialistas em doenças infeciosas pediátricas Benjamin Lee e William V. Raszka Jr., que trabalham na Universidade Larner e na Universidade de Vermont (ambos nos Estados Unidos), respectivamente. Raszka é um dos editores da revista Pediatria.
China diz ter identificado uma nova doença muito mais mortal do que Covid-19

Os médicos baseiam as suas descobertas num estudo recente, publicado na mesma edição da revista científica, e em quatro outros novos estudos que investigam como o Covid-19 é transmitido em crianças.
Estudos sobre Covid-19 em crianças e sua transmissão
Num estudo, foram acompanhadas as casas de 39 crianças na Suíça que foram infetadas com Covid-19. O rastreio detalhado mostrou que em apenas três casos (8%) A criança era suspeita de ser o primeiro caso na família.
Um novo estudo chinês de rastreio de transmissão mostrou que das 68 crianças coronavírus internadas no mesmo hospital, 96% contraíram nas casas de adultos que já estavam infetados. Um outro estudo realizado em crianças na China mostrou que 90% das crianças internadas em vários hospitais contraíram coronavírus de um adulto e apenas uma possível transmissão de uma criança para outra foi confirmada.
Um outro estudo em França mostrou a exposição de um rapaz infetado com Covid-19 a 80 colegas em três escolas diferentes. Ninguém mais ficou doente. No entanto, outras doenças respiratórias, como a gripe, eram comuns nas escolas.
Um estudo australiano descobriu que 9 alunos e 9 funcionários infetados de 15 escolas diferentes expuseram 735 alunos e 128 funcionários ao novo coronavírus. Apenas dois casos foram registados como resultado e um deles foi a transmissão de adulto para criança.
Estudo de 17 milhões de pessoas encontra fatores que aumentam risco de morte por Covid-19
Os verdadeiros culpados
“Os dados são impressionantes”, disse o Dr. Raszka. “O principal argumento é que as crianças não são o foci da pandemia. Ao fim de seis meses, temos uma série de dados acumulados que mostram que as crianças são menos propensas a serem infetadas e parecem ser menos infeciosas; são os adultos gregários, que não seguem os protocolos de segurança, que são responsáveis pela subida da curva.”
Outras evidências que mostram que as escolas podem reabrir
Os modelos matemáticos também contribuem para a ideia de que as crianças não são transmissores significativos da doença, segundo os médicos. Mostram que o uso de máscaras faciais e distanciamento físico são muito mais eficazes na contenção da propagação da doença do que no encerramento de escolas. Outros dados acrescentaram: as escolas reabriram na Europa e no Japão sem aumentar os casos. Estas são as confirmações dos modelos, na sua opinião.
Lamentou nas redes sociais que foi a uma festa. No dia seguinte morreu de Covid-19.
A reabertura das escolas, se realizada em segurança, é essencial para que as crianças se desenvolvam de forma saudável, dizem os médicos. “Ao fazê-lo, poderemos minimizar os custos sociais, de desenvolvimento e de saúde potencialmente profundos que as nossas crianças continuarão a sofrer até que um tratamento ou vacina eficaz possa ser desenvolvido e distribuído, ou faltando nele, até alcançarmos a imunidade de grupo”, concluem os autores. [Pediatria/EurekAlert]

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/porque-devemos-reabrir-as-escolas/

Da Aproximação a Orwell; e Também na Escola – Correntes

 

Da Aproximação a Orwell; e Também na Escola

Receiam-se as apps Covid-19 porque podem ser um passo mais orwelliano do que o imaginado por George Orwell. Acima de tudo, o escritor, jornalista e ensaísta político inglês definiu a prioridade: “se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.” E disso não devemos abdicar. Aliás, neste domínio impressiona a pontuação social chinesa que é inimaginável quando se intensificar o uso de processadores biónicos, redes G5 e inteligência artificial. Na fase pré-pandemia, o cidadão chinês já era pontuado pelo seu comportamento. A pontuação da plataforma Zhima Credit, por exemplo, começava em 300 e ia até 850 pontos. Englobava as interacções sociais até aos detalhes mais opinativos ou íntimos e influenciava variadas permissões (hotéis, restaurantes, viagens, apps de encontros, crédito financeiro e necessidades básicas). Abaixo de 300 pontos era a exclusão total e aterradora, tendência que se terá agravado com a COVID-19.

Percebe-se a apreensão no ocidente. Apesar das democracias, conhecem-se os preocupantes perfis de utilizadores comercializados pelas gigantes tecnológicas e há inúmeros estudos sobre o assédio moral em organizações (alguns autores classificam-nas, com piada, como as little-little-yellow) que espiam as redes sociais e as plataformas para censurar incomodidades. Ou seja, os genes chineses não são mais little-little-yellow do que os ocidentais; é uma questão de contexto, plataformas e oportunidades.

E a grande encruzilhada é económica. Governos e bancos imprimem, desde 2008, dinheiro a rodos com pavor de que as crises financeiras (2008 e actual) terminem com o crescimento económico. Com esse objectivo, criou-se, e cria-se, do vazio triliões de euros, ienes ou dólares a crédito extremamente acessível na esperança de que a investigação encontre uma grande panaceia, na inteligência artificial ou na biotecnologia, antes que a bolha estoure. Serão essas novas indústrias que sustentarão os triliões de moeda. Se isso não acontecer, adivinham-se muitas dificuldades.
Para além disso, ainda não se vêem alternativas industriais consistentes e sustentáveis sem “big brother”; e isso repercutir-se-á na escola e nas tecnologias de que disporá. Resta-nos começar de imediato com o que depende da nossa vontade: currículo completo, melhores condições de realização do ensino e da aprendizagem, liberdade pedagógica e avaliativa e ambiente organizacional que influencie o clima relacional e eleve uma escola democrática.

Imagem: “Big Brother” por Banksy

Nota: o estado actual da rede escolar (depois do encerramento a eito de mais de 5000 escolas em 15 anos), e da restante estrutura escolar (uma fonte doentia para todos), está de tal forma bloqueada que “impossibilita”, por exemplo, a tão reivindicada redução significativa de alunos por turma. Sublinhe-se que estas políticas inspiraram-se nas denominadas “Novas Políticas de Gestão Pública” aplicadas, em 1980, por Margaret Teatcher no Reino Unido (nem de propósito, uns anos antes Orwell escreveu 1984), iniciadas em Portugal por Barroso (chegamos sempre tarde) e impostas por Sócrates com tal determinação que acelerou as condições escolares, e não só porque, por exemplo, o SIADAP é transversal, para uma “sociedade big brother de pontuação social”.

Paulo Prudêncio

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/da-aproximacao-a-orwell-e-tambem-na-escola-correntes/

Quem dá o pão, dá a educação. A mãe foi absolvida…

 

Sempre ouvi dizer que, quem dá o pão, dá  a educação. Já é um ditado antigo e imputa a educação dos filhos aos pais. Nos dias que correm nem todos pensam assim e, até, há quem tenha um certo receio de os educar. Mas esse não é o caso desta mãe.

O menino de 15 anos e sofrendo do síndrome de se julgar um ser autónomo e pensante, decidiu enfrentar a mãe usando da educação que ela não lhe deu. Durante o ato, “cresceu” para a mãe, impondo os seus 1,8 m  e 80 Kg, perante um corpo de 1,55 m e 55 Kg. A mãe, depois de esgotado o diálogo, desferiu-lhe uma bofetada na face. O caso acabou em tribunal.

Depois de, em primeira estância, a mãe ser condenada por um crime de ofensa à integridade física simples, na pena de 50 dias de multa à taxa diária de 6€ o que perfazia 300€, a senhora recorreu para a Relação de Lisboa.

É claro que uma ofensa à integridade física é crime, seja ela praticada num filho ou não, mas há atenuantes neste caso.

1.legitimidade do agente;
finalidade/intenção educativa por parte do aplicador, não podendo ser uma forma de descarregar tensões ou raiva, nem uma forma de prevenção geral/ intimidação aplicando um castigo a um filho de forma a que os restantes aprendam.
Em segundo lugar, como requisitos objetivos consideramos que o CF deve ser:
2. proporcional – entre a gravidade da falta do menor e a intensidade do castigo, nunca podendo ultrapassar o limite do razoável suscetível de colocar em causa a dignidade do menor por mais grave que tenha sido a falta cometida, não podendo ser um castigo violento e abusivo;
3. adequado – ter em consideração a idade, grau de maturidade, grau de discernimento e desenvolvimento, tendo sempre em atenção eventuais patologias do menor (…) (somos da opinião que quando estamos perante, por exemplo, uma criança hiperativa a aplicação de CF por parte dos pais dever ser alvo de um juízo mais criterioso);
4. necessário – consideramos que se devem privilegiar métodos positivos de educação como o diálogo, devendo partir-se de uma mera advertência ao menor e apenas mediante reiteração do comportamento, em ultimo recurso se devem aplicar CF;
5. atual – consideramos que os educadores apenas devem lançar mão do seu direito de correção, aplicando CF quando, a falta cometida pelo menor, justificativa da conduta dos pais, tiver ocorrido num curto espaço de tempo pois, quanto mais dilatado for este, menos efeitos produz, principalmente quanto mais pequena for a criança, dada a propensão para o rápido esquecimento.

Concluiu o tribunal que a punição foi legítima, porque mãe é mãe do Assistente e agiu com a intenção de corrigir a atitude desrespeitosa do filho; uma bofetada foi um castigo leve e proporcional à atitude desrespeitosa do filho (que não só não obedeceu à ordem para se retirar para o quarto, como se dirigiu em atitude fisicamente agressiva à sua mãe); adequada, atenta a idade do filho; necessária, uma vez que o filho não aceitou a advertência verbal; atual, uma vez que produzida no momento imediatamente seguinte ao comportamento do filho.
A mãe foi absolvida por o tribunal não encontrar ilicitude no seu ato.

Talvez o filho tenha aprendido alguma coisa…

Fica o acórdão da Relação de Lisboa para consulta.

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/quem-da-o-pao-da-a-educacao-a-mae-foi-absolvida/

2.370 vagas para alunos do profissional. Provas no final do mês.

 

O Governo abriu 2.370 vagas no ensino superior direcionadas a alunos do ensino profissional. Dispensam a realização de exame nacional, mas é necessário superar provas já marcadas para o final do mês.

Os candidatos terão provas que têm em conta as especificidades das respetivas formações. Para tal, foram criados três consórcios de instituições de ensino superior que asseguram a realização destas provas a 21, 22 e 23 de julho na região Centro, e 24 de julho nas regiões Norte e Sul.

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/2-370-vagas-para-alunos-do-profissional-provas-no-final-do-mes/

Reforço imediato do orçamento de TODAS as Escolas Públicas, para a acção no âmbito da Prevenção e Protecção Individual de todas as comunidades escolares.

 

Reforço imediato do orçamento de TODAS as Escolas Públicas, para a acção no âmbito da Prevenção e Protecção Individual de todas as comunidades escolares.

Os abaixo-assinados, tendo em conta o nº 1, do Artigo 13.º-B, do Decreto-Lei n.º 20/2020, de 1 de maio, que define o uso obrigatório de máscaras e viseiras, para o acesso ou permanência nos Estabelecimentos de Ensino, vêm exigir que TODAS as escolas sejam apetrechadas com equipamentos de proteção individual (EPI) e produtos desinfectantes, nas quantidades necessárias, para alunos, docentes e não docentes, também conforme declarações proferidas no dia 18 de Maio de 2020 à comunicação social, na Escola Secundária de Santa Maria, em Sintra, pelo Sr. Ministro da Educação.

Esta exigência legal não está, neste momento de Exames Nacionais, a ser totalmente assumida pelo Ministério de Educação, tendo a maioria dos docentes, não docentes e alunos, de adquirir os Equipamentos de Proteção Individual a expensas próprias, pois as escolas viram os seus orçamentos reduzidos, devido a cativações impostas aos excedentes orçamentais, por redução das despesas do Bloco C (despesas com instalações) e combustíveis.

Exigimos, portanto, o REFORÇO IMEDIATO DO ORÇAMENTO DE TODAS AS ESCOLAS PÚBLICAS, para que estas consigam fazer face às despesas com a Prevenção e Protecção Individual de toda a comunidade escolar, conforme compete a todas as instituições e organizações, nomeadamente de serviços públicos, no combate à pandemia pela COVID 19.

“O sucesso das medidas de Saúde Pública depende da colaboração de todos os cidadãos, das instituições e organizações, e da sociedade. É sabido que o risco de transmissão aumenta com a exposição a um número elevado de pessoas, especialmente em ambientes fechados” In Orientação da DGS número: 024/2020 de 8/05/2020.

Os subscritores: Luísa Salsa Grupo 620; Carlos Soares, Grupo 400; Ana Serafim Grupo 620; Eurico Sequeira, Grupo 400; António Dias, Grupo 520

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/reforco-imediato-do-orcamento-de-todas-as-escolas-publicas-para-a-accao-no-ambito-da-prevencao-e-proteccao-individual-de-todas-as-comunidades-escolares/

Em outubro estaremos de volta ao E@D…

Nada que todos nós já não tenhamos equacionado… Falta saber quem irá para casa e quem irá para o hospital.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/em-outubro-estaremos-de-volta-ao-ed/

Covid-19: professores dizem que orientações da tutela são insuficientes

É por isso que já elaborei um documento muito mais completo com orientações complementares para a organização do ano letivo para a minha escola… Não fico à espera de quem não sabe a realidade do terreno.

Covid-19: professores dizem que orientações da tutela são insuficientes

A Associação Sindical dos Professores Licenciados pediu, este sábado, reuniões negociais urgentes com o Ministério da Educação, sobre a abertura do ano letivo, por considerar que as orientações da tutela são insuficientes para acautelar o risco de transmissão de Covid-19.

Os professores querem a abertura de um processo negocial para tratar das condições de trabalho necessárias aos regimes previstos para o próximo ano letivo, seja o presencial, o misto ou o regime não presencial, de acordo com um comunicado hoje divulgado por aquela estrutura.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/covid-19-professores-dizem-que-orientacoes-da-tutela-sao-insuficientes/

Do “se possivel” da DGEstE ao “mínimo” da DGS

 

Nas orientações emanadas pela DGEstE pode-se ler: “Assim, em articulação com a Direção-Geral da Saúde (DGS), estabelecem-se as seguintes orientações para a reorganização do funcionamento de cada estabelecimento de educação e ensino (incluindo a extensão dos horários, por exemplo, no âmbito das Atividades de Animação e Apoio às Famílias e da Componente de Apoio à Família), no ano letivo 2020/2021:”

Umas páginas depois podemos ler a pérola do distanciamento entre os alunos e alunos/docentes:

“Sempre que possível, deve garantir-se um distanciamento físico entre os alunos e alunos/docentes de, pelo menos, 1 metro, sem comprometer o normal funcionamento das atividades letivas.”

Mas ontem a Sr.ª Graça Fretas, quando questionada pelos jornalistas durante a conferência de imprensa para dar conta da situação diária da pandemia, referiu:

“O que estamos a fazer, e também de acordo com orientações internacionais, é conjugar uma série de regras que levem à maximização de distanciamento social e da proteção entre os alunos, docentes e comunidade escolar. Um metro é a distância mínima e somam-se outros métodos barreira como as máscaras, a disposição das carteiras nas salas.”

Mas afinal que cooperação é esta entre instituições que dizem estar a remar para o mesmo lado?

Hoje, um diz uma coisa e amanhã o outro diz outra. Não se entendem, não comunicam ou andam a gozar com a brincadeira? Será que tudo isto é uma brincadeira?

Entendam-se de uma vez por todas, porque para correr mal não é necessário muito. As escolas tê de ter tempo para se reorganizar, se o exemplo não vem de cima, depois não sacudam a chuva do capote e assumam as responsabilidades que vos vão ser imputadas. Não me venham com conversas de treta, a desorganização está à vista de todos.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/o-se-possivel-da-dgeste-ao-minimo-da-dgs/

Mas as escolas não sabem de nada… Quais renovações?

Os jornais sabem mais que as escolas quanto às matriculas e renovações de matriculas. Devem ser os jornalisatas que vão constituir as turmas…

 

Já foram feitas mais de 90% das renovações de matrículas. Pais não têm de entregar requerimentos nas escolas

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/mas-as-escolasnao-sabem-de-nada-quais-renovacoes/

Escola de Vizela onde funcionava ATL encerra devido a COVID-19

 

Mesmo cumprindo todas as normas, nenhuma escola está livre de ver um surto iniciar dentro dos seus muros… mas pelo que tenho ouvido poucos estão preocupados com a organização do próximo ano letivo.

Escola fecha em Vizela após crianças e funcionária testarem positivo para Covid-19

Várias crianças e uma funcionária estão infetadas com coronavírus numa escola de Vizela.

Algumas crianças que estavam a frequentar as atividades de ATL da escola básica de Tagilde, em Vizela, contraíram Covid-19. A Câmara Municipal confirma que “foram já detetadas mais de uma criança infetadas, aguardando-se ainda os resultados da totalidade dos testes”.

Há dois dias, uma funcionária do estabelecimento de ensino tinha testado positivo para a Covid-19. O espaço estava a ser frequentado por dez crianças, todas estão em casa em isolamento e já foram sujeitas aos testes de despistagem, mas a totalidade dos resultados ainda não é conhecida.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/escola-de-vizela-onde-funcionava-atl-encerra-devido-a-covid-19/

Pré-reformas de professores vão avançar com o Plano de recuperação económica

 

Plano de recuperação privilegia reformas antecipadas para professores

Um dos eixos estratégicos do Plano de Recuperação Económica de António Costa Silva é o do lançamento de um “programa de rejuvenescimento do corpo docente”, que passará por investir num plano de “reformas antecipadas negociadas com os professores mais idosos e alargar o recrutamento de novos professores jovens”. “O programa deveria ser de adesão voluntária e os modos de acesso à carreira pelos novos docentes deveriam ser revistos”, acrescenta-se.

Portugal é dos países com uma classe docente mais envelhecida: no ensino básico e secundário quase metade dos professores têm 50 anos ou mais e só 1% têm menos de 30 anos. A criação de condições para uma reforma antecipada sem penalizações tem sido um dos cavalos de batalha dos sindicatos de professores, que tem recebido sinais contraditórios por parte do Governo socialista, tanto na anterior legislatura como na actual.

Mas o Governo acabou sempre por recusar levar por diante uma negociação com este objectivo. Quanto ao modelo de recrutamento de novos docentes, a Assembleia da República pediu, na anterior legislatura, um estudo ao Conselho Nacional de Educação no qual são apresentadas várias alternativas ao actual modelo de concursos para professores, mas que por agora não teve consequências práticas.

No seu plano, entre vários outros eixos estratégicos na área da educação, António Costa Silva aposta no aumento do “investimento nos programas de acção social para os ensinos básico, secundário e superior, para estimular e assegurar o acesso ao ensino das crianças e jovens de famílias mais carenciadas, e contrariar a tendência para o abandono e diminuição de estudantes que se revela em cada crise económica e social”.

In Público

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/pre-reformas-de-professores-vao-avancar-com-o-plano-de-recuperacao-economica/

Petição para agravar penas de agressão contra professores discutida na AR

 

Professores pedem que agressões a docentes tenham tratamento igual aos polícias

A violência a professores e funcionários esteve hoje em debate no Parlamento, com a discussão da petição que defende que agressões a membros da comunidade escolar sejam consideradas crime público, tal como acontece com os policias.

A PSD e a GNR registaram 5.250 ocorrências em ambiente escolar no ano letivo de 2018/2019, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna divulgado este mês, que mostra que a ofensa à integridade física, injúrias e ameaças são os crimes mais habituais.

Os relatos que chegam ao Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE) revelam que, invariavelmente, o aluno é agressor e a vítima é um docente, contou hoje no Parlamento Júlia Azevedo, presidente do SIPE e subscritora da petição.

A justiça só acontece se apresentarem queixa, mas para isso têm de lutar contra a vergonha da exposição, o medo de represálias e ainda têm de pagar 102 euros de taxa de custas judiciais, alertou Júlia Azevedo.

Estas “realidades tão tristes e decadentes” deram lugar a uma petição exigindo que as agressões fossem equiparadas a crime público, explicou a presidente do SIPE. Com mais de oito mil assinaturas, a petição chegou à Assembleia da República e esteve hoje em análise na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

A legislação já prevê que a agressão a professores, examinadores ou membros da comunidade escolar possa ser considerada crime público, mas está sempre dependente da avaliação das autoridades.

“Mesmo que não haja dúvidas de que um aluno bateu num professor pode o Ministério Público, numa primeira fase, e depois o juiz de instrução entenderem que as circunstâncias concretas não constituem censurabilidade ou perversidade e, portanto, não ser considerado crime público”, sublinhou a presidente do SIPE.

Segundo Júlia Azevedo, muitas vezes as autoridades não consideram a agressão suficientemente grave: “Não vou dar aqui exemplos de casos que já estivemos em tribunal e que foram completamente desvalorizados pelos juízes”.

Júlia Azevedo lembrou os deputados que a petição também pretende proteger o agressor, ao mostrar que os seus atos têm consequências. A presidente do SIPE recordou a história de um aluno que cuspiu na cara do professor de Físico-Química, de 66 anos: “Aquela criança, que fez esse ato, não lhe aconteceu nada. Isso não é bom para ela, não é bom para o colega dela que presenciou que não aconteceu nada, nem é bom para a sociedade. Nós temos de perceber que os nossos atos têm consequências”.

LER MAIS AQUI

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/peticao-para-agravar-penas-de-agressao-contra-professores-discutida-na-ar/

Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – História A e B

 

623  |   História A   |   10-07-2020

Versão 1   |   Versão 2  |   Prova Adaptada   |   Critérios de classificação

723  |   História B   |    10-07-2020

Versão 1   |   Versão 2  |   Critérios de classificação

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/exames-finais-nacionais-1-a-fase-historia-a-e-b/

Procedimento Concursal Externo – Professores Bibliotecários – Ano escolar de 2020-2021

 

Procedimento Concursal Externo de Recrutamento de Professores Bibliotecários para o ao escolar 2020-2021.

 

Lista atualizada em 10 de julho de 2020

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/procedimento-concursal-externo-professores-bibliotecarios-ano-escolar-de-2020-2021-3/

Concurso Externo de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança 2020/2021 – Listas Definitivas

 

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de ordenação, colocação, não colocação e de exclusão do Concurso Externo do ensino artístico especializado da música e da dança para o ano escolar 2020/2021.

Listas Definitivas

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/concurso-externo-de-docentes-do-ensino-artistico-especializado-da-musica-e-da-danca-2020-2021-listas-definitivas/

ADSE propõe aumento do preço das consultas

ADSE propõe aumento do preço das consultas

A proposta de nova tabela de preços já elaborada pela ADSE prevê que as consultas na rede convencionada sejam mais caras. A ideia é que o valor pago pelo beneficiário aos prestadores privados passe de 3,99 euros para 5,5 euros por consulta, enquanto o preço pago pela ADSE sobe de 14,47 para 19,5 euros.

(Só falta aumentarem o desconto mensal no vencimento)

Neg

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/adse-propoe-aumento-do-preco-das-consultas/

Lista Provisória do procedimento para celebração de contratos de associação 2020

 

Encontra-se publicada a lista provisória do procedimento para a celebração de contratos de associação 2020.

Consulte a respetiva Nota informativa.

 

Lista Provisória do Procedimento para a celebração de contratos de associação

Nota informativa

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/lista-provisoria-do-procedimento-para-celebracao-de-contratos-de-associacao-2020/

Progressão na Carreira ao 5.º e 7.º escalões – Listas Definitivas de 2020

Encontram-se publicitadas as Listas Definitivas de Graduação Nacional dos Docentes Candidatos às Vagas para a Progressão ao 5.º e 7.º escalões, bem como as Listas de Docentes Retirados das Listas de Progressão ao 5.º e 7.º escalões.

Nos termos do n.º 8 do art.º 5.º da Portaria n.º 29/2018, de 23 de janeiro, das listas definitivas de graduação homologadas pela Diretora-Geral da Administração Escolar cabe recurso hierárquico a interpor no prazo de 5 dias úteis na aplicação eletrónica disponibilizada para o efeito.

 

Nota informativa

Listas Definitivas de 2020 de Graduação Nacional dos Docentes Candidatos às Vagas para Acesso ao 5.º escalão

Lista Definitiva de Graduação dos Docentes Candidatos às Vagas para a Progressão ao 7.º Escalão da Carreira

Lista de Docentes Retirados das Listas de Progressão ao 5.º Escalão

Lista de Docentes Retirados das Listas de Progressão ao 7.º Escalão

SIGRHE – Recurso Hierárquico

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/progressao-na-carreira-ao-5-o-e-7-o-escaloes-listas-definitivas-de-2020/

Do contrassenso (des)governativo

 

Dão ordem para abertura das creches e jardins de infância. As feiras já podem ter carrosseis. Em setembro os alunos vão ser enlatados nas salas de aula, parte se uso obrigatório de máscara,, mas não dão ordem para reabrir os parques infantis públicos.

Queres ver que os adultos se iam  “ajuntar” todos no escorrega?

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/do-contrasenso-desgovernativo/

Irregularidades e indícios de infrações penais na Associação João de Deus

Confirmadas irregularidades e indícios de infrações penais na Associação João de Deus

Perante as irregularidades e indícios de infrações penais nos colégios João de Deus, a Segurança Social propôs ao Ministério Público a destituição dos órgãos de gestão da associação. A situação tinha sido denunciada em março de 2019 pelo programa da RTP Sexta às 9.

O Instituto da Segurança Social propôs ao Ministério Público a destituição de Ponces de Carvalho e da equipa de gestão da Associação João de Deus, responsável por vários colégios que têm acordos com o Estado em todo o país.
As averiguações estiveram a cargo do Instituto da Segurança Social e da Inspeção Geral da Educação e Ciência, em que foram apuradas “irregularidades” no âmbito dos acordos de cooperação da associação de escolas com a segurança social, que levaram a processos de contraordenação.

Foram ainda encontrados indícios criminais, entretanto encaminhados para o Ministério Público, em concreto para o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa.
O Instituto da Segurança Social propôs ainda ao Ministério Público a “destituição dos órgãos de gestão da associação”.  
Em março de 2019, o programa Sexta às 9 tinha denunciado as irregularidades existentes na gestão da associação, que é uma das IPSS que mais dinheiro recebe do Estado.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/irregularidades-e-indicios-de-infracoes-penais-na-associacao-joao-de-deus/

Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Física e Quimica/Latim A

 

715  |   Física e Química A   |   09-07-2020

Versão 1   |   Versão 2  |   Critérios de classificação

732  |   Latim A   |   09-07-2020

Prova  |   Critérios de classificação

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/exames-finais-nacionais-1-a-fase-fisica-e-quimica-latim-a/

Matrículas submetidas estão salvaguardadas

 

Matrículas submetidas estão salvaguardadas

Para não haver mais mal-entendidos, em jeito de esclarecimento, o Ministério da Educação sublinhou que não existe qualquer problema com as matrículas que foram feitas antes de se ter anunciado que haviam passado para um regime automático.

“As matrículas efetuadas no portal das matrículas estão salvaguardadas”, explicou ao i, garantindo que apenas uma nota foi enviada aos estabelecimentos escolares – e só essa tem de ser cumprida. “As escolas deverão assegurar-se que os encarregados de educação são informados pelo meio mais célere de que as renovações de matrícula passam a processar-se de forma automática, nos mesmos termos em que acontecia no ano letivo transato”, pode ler-se no comunicado enviado, no qual é referido também os impactos da covid-19. “Dado o atual contexto de pandemia, todos estes procedimentos devem ser realizados, preferencialmente, através de meios digitais, evitando-se, por esta via, a necessidade de deslocação à escola por parte dos encarregados de educação”, esclareceu.

Fonte: Ionline

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/matriculas-submetidas-estao-salvaguardadas/

A Educação disse presente nos momentos difíceis. Agora é o tempo da valorização dos seus profissionais.

 

RESOLUÇÃO

A Educação disse presente nos momentos difíceis.
Agora é o tempo da valorização dos seus profissionais

O Secretariado Nacional da FNE, reunido em 8 de julho de 2020:

– considera que o ano letivo que agora está a terminar, embora marcado por acontecimentos extraordinários e por condições excecionais, com impactos sociais muito fortes neste momento e no futuro, demonstrou que a Educação – com todos os seus profissionais docentes e não docentes – é uma instituição insubstituível para a promoção da equidade social.

– assinala que foi no decurso deste ano letivo que pela primeira vez na história portuguesa foi possível atingir uma taxa de abandono escolar inferior a 10%, faltando agora verificar o impacto efetivo das circunstâncias em que este ano terminou, para se saber se mantemos esta situação, devendo constituir de qualquer modo um objetivo nacional para o futuro a redução para taxas residuais esta dimensão do abandono escolar precoce.

– insiste na necessidade de se determinarem políticas consistentes de aumento dos níveis de qualificação escolar e profissional de toda a população, promovendo uma cidadania democrática ativa, através do acesso de todos ao sistema de educação e formação e da concretização do direito de todos ao sucesso, com o estabelecimento dos mecanismos diversificados que forem essenciais para a qualidade e a equidade.

–  reconhece o tremendo esforço que foi realizado no quadro da excecional situação que vivemos desde março deste ano, através do contributo das escolas para o enquadramento de crianças e jovens filhos de muitos profissionais que tiveram de se manter a trabalhar nos mais diversos setores, desde a saúde, à produção alimentar, aos transportes, ao comércio e serviços essenciais, à segurança, às comunicações.

–  sublinha a importância do trabalho desenvolvido pelos Educadores e Professores portugueses para que se pudesse, primeiramente, manter a ligação com os Alunos, confinados em casa, distantes das dinâmicas relacionais do ensino-aprendizagem, em situações de extrema dificuldade, e depois, assegurando a atividade letiva presencial desde maio, e agora os exames.

– regista que genericamente a sociedade e muitos membros do Governo afirmaram em várias oportunidades que neste difícil momento foi essencial o setor da Educação – educadores, professores, trabalhadores não docentes da Educação para a infância, dos ensinos básico e secundário e superior –, assinalando que todos se desdobraram em profissionalismo, dedicação, empenho e inovação, para que o maior número possível de alunos se mantivesse em ligação com as suas escolas e os seus educadores e professores.

–  recorda que nas atuais circunstâncias, apesar das palavras tantas vezes ditas e reditas, educadores, professores e trabalhadores de apoio educativo se sentiram muitas vezes desamparados e confusos com orientações contraditórias, e tantas vezes em situações desconfortáveis em relação aos seus alunos e respetivos pais e encarregados de educação, as mais das vezes em resultado da insuficiência de orientações claras por parte da Administração.

–  assegura que o esforço realizado foi intensíssimo, em muitas circunstâncias com encargos financeiros acrescidos, e que chegamos ao final do ano letivo com muitos educadores, professores e trabalhadores não docentes completamente esgotados.

delibera atribuir a todos os Educadores e Professores e Trabalhadores Não Docentes Portugueses um LOUVOR, por ser da mais elementar justiça reconhecer e louvar o seu elevado empenho, profissionalismo exemplar e esforço com que particularmente neste ano letivo de 2019/2020 garantiram aos alunos as ações de suporte e de apoio que foram promovidas em substituição da atividade letiva presencial, interrompida por efeito da pandemia do COVID-19, saudando desta forma o seu trabalho e dedicação em prol de uma educação de qualidade e pela promoção da equidade educativa e social.

– sustenta que é essencial que seja estabelecido, em sede de diálogo e concertação social, um programa concreto de estabilização e reconstrução social e económica do País que esteja dotado dos financiamentos indispensáveis para que em todos os setores se promova o desenvolvimento, o emprego e a coesão social e em que para uma oferta de Educação pública de alta qualidade e justa sejam alocados os recursos indispensáveis.

–  entende que é essencial que o próximo ano letivo comece em condições o mais próximo possível das normais e preferencialmente em situação presencial, e que, sobretudo, sejam reunidas as condições para que se possa trabalhar para atenuar as perdas educativas acumuladas que são consequência destes tempos difíceis, e que não foi possível evitar, apesar de todo o esforço que foi desenvolvido por milhares de educadores e professores por todo o país.

– manifesta as suas profundas preocupações em relação às condições em que vai decorrer o processo de ensino-aprendizagem em resultado da fragilidade instalada na sociedade portuguesa e que se traduz na diminuição dos rendimentos e no crescimento do desemprego.

reafirma que a FNE tem propostas concretas e que intervirá construtivamente na identificação das soluções que forem ajustadas para a situação que se vai viver no próximo ano letivo, com a flexibilidade que vai ser indispensável em função do desenvolvimento da situação sanitária, para o que aprovou um documento que integra essas propostas, designado A EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE EMERGÊNCIA – Na defesa intransigente da educação, no combate às desigualdades sociais”.

– sublinha a necessidade de serem adotadas as medidas que forem necessárias para garantir que as escolas sejam efetivamente espaços seguros, em nome do respeito que nos merecem os Alunos e as suas Famílias, os Educadores e Professores e os Trabalhadores Não Docentes das nossas escolas.

discorda inteiramente do Ministério da Educação em relação ao calendário escolar determinado para o ano letivo de 2020/2021, porque entende que não há qualquer efeito direto em termos de resultados escolares do aumento do número de dias letivos em relação aos anos anteriores, e porque desrespeita as pausas que são imprescindíveis, quer para Docentes, quer para Alunos, ao longo do ano letivo, estas sim com efeitos na melhoria do processo ensino-aprendizagem.

– exprime também total discordância e preocupação sobre as orientações que a DGEstE publicitou para o próximo ano letivo, por se resumirem, entre outros aspetos ao uso obrigatório da máscara nos recintos escolares, e registando negativamente que se assuma um distanciamento físico “sempre que possível” de apenas 1 metro, contrariando outras orientações que assumem um mínimo de 1,5 metros.  De qualquer forma a generalidade das salas de aula das escolas portuguesas não suportará turmas com 24, 26, 30 alunos, mesmo com o distanciamento de 1 metro.

acusa o Ministério da Educação de desrespeito pelo direito à participação dos parceiros sociais da área da Educação na informação, consulta e negociação das políticas educativas, ao ter determinado o enquadramento da organização do ano letivo de 2020/2021, sem a sua consulta adequada.

–  assinala que as políticas para o setor da Educação deverão garantir às escolas e aos seus profissionais as condições e os meios que lhes permitam trabalhar com autonomia e flexibilidade, em termos de desenvolvimento do currículo e de organização pedagógica da escola, para que nenhum aluno fique para trás, pelo que se manterá atento ao desenvolvimento do ano letivo, denunciando todas as circunstâncias em que a insuficiência ou inadequação de meios e recursos estejam a prejudicar os diferentes intervenientes.

– considera manifestamente insuficientes as verbas previstas no Orçamento Suplementar para as respostas na área da Educação para garantir as responsabilidades das escolas no próximo ano letivo, quer em termos de recursos humanos, quer em termos de recursos financeiros, não podendo haver constrangimentos de ordem orçamental para que todas as necessidades concretas estejam asseguradas.

– acusa o Ministério da Educação de continuar a não querer olhar para a dotação dos quadros das escolas, adequados às necessidades permanentes do sistema educativo, sublinhando que o resultado do concurso externo divulgado esta semana demonstra, por exemplo, que o número de vagas que permitiu a vinculação de 872 docentes para o próximo ano escolar, corresponde apenas a cerca de 10% do total da renovação dos contratos que as direções das escolas autorizaram, para o preenchimento das necessidades sentidas no presente ano escolar.

– reafirma a exigência feita ao Ministério da Educação, ao longo dos últimos anos, de alterar as regras da norma travão, uma vez que esta continua a não responder à necessidade de recursos docentes estáveis, nos quadros das escolas, mantendo em precariedade, anualmente, milhares de docentes, para além de se manter uma regra geradora de injustiças entre os professores contratados.

–  reitera, por outro lado, a necessidade de que, para além das palavras, haja ações concretas de reconhecimento e valorização de todos quantos trabalham em Educação, através de políticas que tenham em conta as suas legítimas aspirações.
 
– em nome dos Educadores, Professores e Trabalhadores de Apoio Educativo (Não Docentes) de todos os Setores de ensino, considera indispensável que haja respostas para os problemas concretos sistematicamente identificados e que têm sido sucessivamente apresentados ao Governo, até agora sem qualquer disponibilidade para os resolver, em termos de carreiras, rejuvenescimento, precariedade, formação, qualidade de vida, saúde, aposentação.

A FNE não desiste de, sem deixar de respeitar as especiais e difíceis circunstâncias que o País vive, trabalhar no sentido da promoção de:

– carreiras dignificadas e atrativas, sem quaisquer perdas de tempo de serviço
– limites para o tempo de trabalho
– conciliação do tempo de trabalho com o tempo de vida pessoal e familiar
– proteção na saúde e segurança no trabalho
– aposentação digna
– formação contínua ajustada aos interesses e necessidades de cada um
    
O Secretariado Nacional da FNE considera inadiável que Educadores, Professores e Trabalhadores de Apoio Educativo, sejam reconhecidos e valorizados, para continuarmos a garantir um serviço público de Educação de qualidade.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/a-educacao-disse-presente-nos-momentos-dificeis-agora-e-o-tempo-da-valorizacao-dos-seus-profissionais/

Calendário Escolar 2020/2021 em Excel

 

Tal como habitualmente o site economiafinancas  publica o  Calendário Escolar 2020/2021 em excel , para baixar e trabalhar de acordo com as necessidades e um calendário das provas de aferição e exames nacionais para imprimir ou consultar.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/calendario-escolar-2020-2021-em-excel/

Escolas que não fornecem máscaras aos professores…

 

Quanto mais uma pessoa se baixa, mais se lhe vê o …

Chegou-nos como uma duvida de um colega: Um professor é obrigado a levar máscara de casa para as vigilâncias dos exames e outros serviços na escola, ou é a escola que as fornece?

O  hábito faz o monge. Quando o professor começou por levar a sua caneta, o seu lápis, o seu caderno, começou por pagar as fotocópias para fornecer aos seus alunos, as resmas de papel… o monge habituou-se e o voluntarismo passou a obrigação.

Será que as operárias das fábricas têxteis e alimentares, ou de armazéns e hipermercados também levam as máscaras de casa para exercerem a sua atividade profissional?

Ainda não há verba disponível para a compra de máscaras para os professores, AO’s e AT’s?

“Balha-me adeus”…

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/escolas-que-nao-fornecem-mascaras-aos-professores/

Pela Blogosfera: Intervalos 6 x Matrículas 0

 

Intervalos 6 x Matrículas 0

Como o ministro da Educação integra os fóruns que decidem o futebol e as aulas em Setembro, é natural que confunda intervalos dos jogos com os escolares e até o tempo de presença de jogadores nos balneários com o dos alunos nas salas de aula. Se impressiona que o ministro diga que “os alunos vão caber todos na mesma sala; não haverá desdobramento de turmas; a única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo; o distanciamento não”, e mais ainda no momento que a OMS conclui que “em espaços fechados, os aerossóis do vírus podem viajar dezenas de metros” torna-se mais surreal que decida pela eliminação dos intervalos escolares. Francamente: 30 crianças e jovens podem estar horas a fio dentro de uma sala e não podem usar o espaço de ar livre? E se há anos que os mais variados especialistas criticam severamente, e muito bem, a falta de tempo para brincar e socializar, vem o titular da pasta eliminar intervalos depois de meses de confinamento? E enunciá-lo para a globalidade do território não é um atestado de menoridade (mas convenhamos que o modelo vigente foi criado exactamente para certificar esse atestado) quando passa o tempo a repetir que “as nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.?

O estado em que estamos é cansativo, mas há o dever de repetição. Escrevi o seguinte em 21 de Abril de 2020 no texto “Tecnologias na sala de aula“:

“A crise escolar provocada pela Covid-19 acentuou a conhecida prevalência das redes de recursos educativos sobre as de gestão e administração. (…)Portugal é um caso, e em grande parte acompanhado pelo ocidente, que evidencia o que falta fazer em termos escolares e é até estranho que assim seja porque é um país com muito boas provas dadas onde a sociedade em rede permite desempenhos organizacionais únicos: rede multibanco, via verde ou critical software. Por exemplo, na origem das declarações do ministro da educação – “é impossível saber quais os alunos que não têm internet e computador” – estão mais de vinte anos em que essas perguntas são repetidamente feitas no acto da matrícula e perdidas na incapacidade de se gerar um sistema de dados que se aproxime sequer dos três citados. E essa “impossibilidade”, que gera desorganização, tem duas causas: governantes escolares centrados nas indústrias de recursos educativos e deslocalização da produção tecnológica para a China com o objectivo neoliberal de exibir o supérfluo, inibir o substancial e gerar ganhos financeiros muito significativos e pouco taxados. E esse desequilíbrio nas aprendizagens essenciais, que se tornou avassalador no ocidente, é a conclusão de que para a produção de lápis em qualidade e quantidade é necessária a simbiose da forma com o conteúdo associada ao valor precioso de muito bons desempenhos organizacionais.”

Hoje, acrescento mais uma evidência ao triste desfile de competências prioridades: Intervalos 6 x Matrículas 0.

Por Paulo Prudêncio, em Correntes

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/pela-blogosfera-intervalos-6-x-matriculas-0/

Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Filosofia

 

714  |   Filosofia   |  08-07-2020

Versão 1  |  Versão 2   |  Prova Adaptada  |  Critérios de classificação

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/exames-finais-nacionais-1-a-fase-filosofia/

Nanismo político e idadismo digital – Santa Castilho

Nanismo político e idadismo digital

1. Todas as epidemias têm períodos mais ou menos longos de novos surtos intermitentes e nenhum país tem, por enquanto, uma solução para a actual pandemia. Mas o futuro ficará mais difícil nos que são governados por políticos que torturam a realidade com o seu nanismo político. Não há muito tempo, o presidente Marcelo exultava com um pindérico orgulho nacional, que nos comparava com espanhóis e italianos. Não lhe ocorreu, na altura, comparar-nos, por exemplo, com o Vietname, com uma população dez vezes maior que a nossa e uma longa fronteira com a China, que não registava, então, um só morto. Agora, António Costa e Santos Silva não entendem porque vale mais para os ingleses o nosso segundo pior rácio europeu de novos casos de covid-19 por 100 mil habitantes que o que foi escrito no Tratado de Windsor, em 1386.

Desde a cena confrangedora, que reuniu no Palácio de Belém nada menos do que o Presidente da República, o presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro, o ministro da Economia e a ministra da Saúde, para anunciarem ao país a realização de meia dúzia de jogos de futebol, que não dava pela existência do ministro da Educação, que também lá esteve. Reapareceu, finalmente, em entrevista ao Expresso. Do que disse e do que consta nas orientações oficiais para a organização do próximo ano lectivo, resulta um caderno de encargos irreal para as escolas e para os professores que, em nome de uma autonomia inexistente mas hipocritamente invocada, acabarão responsabilizados por tudo o que possa correr mal. O que antes era imperativo (dois metros de distanciamento por altura da reabertura das aulas, em Maio, e um metro de distanciamento aquando das primeiras orientações para 2020/21) deu lugar ao “sempre que possível” e ao “preferencialmente”, até chegarmos à seguinte insólita afirmação do ministro:

“Os alunos vão caber todos na mesma sala. Não haverá desdobramento de turmas. A única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo. O distanciamento não.”

É preciso cara dura para dizer isto, depois de termos sido literalmente massacrados, meses seguidos, com a necessidade de respeitar o distanciamento social, como a medida profiláctica mais eficaz de combate à pandemia.

2. A adesão pouco reflectida a fenómenos da moda acaba sempre alimentando mecanismos de constituição de poderes. Foi assim com as pedagogias salvíficas para o século XXI, começa a ser idêntico com o fluxo de ideias alternativas às aulas presenciais e a obsessão pela escola digital, seja lá o que isso for, que não é, isso sei, o gatilho mágico que resolve os atrasos acumulados dos nossos alunos.
Os professores reorganizaram-se para que, numa situação de excepção, se minorasse o prejuízo dos alunos. Entregaram-se abnegadamente a um desafio que não foi fácil, lhes pediu mais do que o muito que já se lhes pedia, e foi vencido. Apesar disso, têm vindo a ser alvo de várias prosas, que glosam o que apelidam de iliteracia digital dos professores mais velhos, numa onda de idadismo estigmatizante. Entendamo-nos: os professores utilizam, uns mais, outros menos, naturalmente, os meios informáticos, desde que eles se democratizaram. Não precisam, novos ou velhos, de serem peritos em informática para resolver todos os passos processuais de utilização da tecnologia disponível. Não fosse ela desenvolvida para ser utilizada em massa, por isso mesmo ao alcance de utilizadores universais. Outra literacia, não digital, que abunda no seio dos professores portugueses, desiderato difícil de conseguir numa escola de massas e numa sociedade consumista, é a que permite tocar o coração dos alunos, estabelecendo um vínculo afectivo essencial para que a aprendizagem resulte.

3. Nos últimos dias falou-se de rankings, falou-se do que se perdeu no ano em curso e falou-se, sobretudo, de como vai ser o próximo ano. Mas pouco se tem prognosticado sobre as classificações que, provavelmente, certificarão um paradoxo: o ano em que menos se aprendeu terminará com resultados gerais bem acima da média. Porque todos os critérios formais cederão paço ao critério de não penalizar, ainda mais, todos os alunos coercivamente privados da escola e, particularmente, aqueles que, sem equipamentos necessários, ficaram impossibilitados de acompanhar as soluções de recurso.

In “Público” de 8.7.20

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/nanismo-politico-e-idadismo-digital-santa-castilho/

Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Francês/Espanhol

 

517  |   Francês   |  07-07-2020

Prova  |   Áudio   |   Critérios de classificação

547  |   Espanhol   |   07-07-2020

Prova  |  Áudio  |  Critérios de classificação

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/exames-finais-nacionais-1-a-fase-frances-espanhol/

Webinar – Avaliação Formativa, Quando e Como? Pró-Ordem

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/07/webinar_14julho-1.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/webinar-avaliacao-formativa-quando-e-como-pro-ordem/

Ministério da Educação dispensa a maioria dos alunos da renovação de matrícula

 

Apenas os alunos que transitaram, ao 5.º, 7.º e 10.º anos vão ter que fazer a matrícula através do Portal das Matrículas. O Governo tomou este decisão devido aos constrangimentos que o site tem tido nas últimas semanas devido ao elevado tráfego registado, alega também que o site foi alvo de ataque informático. Além dos alunos que iniciam um novo ciclo de ensino,  as transferências de escola também estão obrigados a efetuar todo o processo online.

As renovações de matrícula para os 2.º, 3.º, 4.º, 6.º, 8.º, 9.º, 11.º e 12.º anos passam a processar-se de forma automática, com exceção das transferências de estabelecimento de ensino.
Todos os anos de início de ciclo – 5.º, 7.º e 10.º anos –, bem como as transferências, continuarão a ser tramitadas no Portal das Matrículas.
Apesar de vários dias em que foram ultrapassadas as 100 mil matrículas diárias, e de já terem sido concluídas cerca de 70% do total, este procedimento vem aliviar o fluxo do Portal das Matrículas e, por conseguinte, poder melhorar a acessibilidade da página, para quem tenha de efetuar a matrícula por essa via.
Além do fluxo de acessos, associado a páginas conexas ao Portal das Matrículas que estiveram em baixo, registaram-se ataques informáticos de elevada complexidade, que estão a ser acompanhados pelo Centro Nacional de Cibersegurança, e que provocaram graves bloqueios no sistema.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/ministerio-da-educacao-dispensa-a-maioria-dos-alunos-da-renovacao-de-matricula/

Educação com mais 872 docentes vinculados aos quadros

Educação com mais 872 docentes vinculados aos quadros

Estão publicadas no site da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) as listas definitivas do concurso externo, tendo 872 docentes reunido as condições para vincular, o que representa a vinculação de mais 330 docentes do que no ano anterior.
O número de docentes candidatos a este concurso voltou a subir – passando de 34 mil para quase 37 mil candidatos, do ano passado para este ano.
Todos os candidatos admitidos ao concurso externo ordinário, e que não reuniram as condições para a vinculação, mantêm-se para o concurso de contratação inicial, cujas listas serão publicadas nos prazos previstos no calendário do concurso, bem como para as sucessivas reservas de recrutamento, ao longo do ano letivo.
Publicada a lista definitiva referente ao concurso externo (o qual teve este ano mais tempo para validação de candidaturas, atendendo à situação causada pela pandemia de Covid-19), inicia-se agora o período de aceitação da colocação e apresentação de recurso hierárquico.
De recordar que, ao longo dos quatro anos da última legislatura, vincularam cerca de 8 mil docentes aos quadros do Ministério da Educação – quer através de vinculações extraordinárias, quer pela “norma-travão” revista, que passou a exigir apenas três contratos sucessivos, em qualquer grupo de recrutamento, para que os docentes possam vincular.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/educacao-com-mais-872-docentes-vinculados-aos-quadros/

Governo cria condições para a retirada de amianto em 578 escolas

Governo cria condições para a retirada de amianto em 578 escolas

Abrem a partir de hoje as linhas de financiamento para que os Municípios possam iniciar o processo de remoção de amianto nas escolas públicas dos seus territórios.
O financiamento destas obras, no valor de 60 milhões de euros, é assegurado a cem por cento por fundos europeus dos Programas Operacionais Regionais Norte 2020, Centro 2020, Lisboa 2020, Alentejo 2020 e CRESC Algarve 2020.
Depois de um trabalho de diagnóstico e identificação, foram assinaladas 578 escolas da Educação Pré-Escolar e dos ensinos básico e secundário passíveis de intervenção para a retirada de placas de fibrocimento com amianto.
Este levantamento foi feito pelas áreas governativas da Educação e da Coesão Territorial em articulação com as Autoridades de Gestão dos cinco Programas Operacionais Regionais do Continente e com as Comunidades Intermunicipais, Áreas Metropolitanas e Municípios de todo o país.
A medida insere-se no Programa de Estabilidade Económica e Social, permitindo a retirada do amianto destas instituições de ensino enquanto promove a dinamização económica do emprego ao nível local. É também o culminar de um trabalho iniciado na legislatura anterior, que, com fundos europeus do Portugal 2020, e num contexto de requalificação de edifícios escolares, permitiu já substituir coberturas com amianto em mais de 200 escolas públicas.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/07/governo-cria-condicoes-para-a-retirada-de-amianto-em-578-escolas/

Load more