O “INFLUENCER” LEGADO POLÍTICO DA PREDOMINANTE VACUIDADE SOCIALISTA

Para o “consulado político” que nos tem (des)governado, vai para duas décadas, de inequívoco e nefasto maus tratos para com os educadores e professores portugueses, o nosso mais absoluto repúdio. A classe docente e a docência foram transformadas pelo regime no odioso execrável a abater; com particular ênfase e assertividade pelo frentismo de esquerda. É facto, é factual, é factualidade histórica.

O “mainstream” de tendência-moda principal e dominante, enquanto corrente cultural e ideológica, politicamente falando e comunicante da opinião pública, foi o lugar-comum de ataque significante e soez ao professorado, sem tréguas, generalizado, atentatório do bom nome e “assassino” do juízo de valor e carácter acerca dos professores, pela acefalia colectiva massificada e desinformada. Cujos resultados, consequências e efeito “creator” estão à vista, bem patentes, mas sem a   assumpção de culpas e de remissão pelo poder político. Em falta, está a total ausência de mérito, de honra e dos valores humanistas na política actual em Portugal no que aos professores diz respeito.

Na votação na especialidade, OE 2024, a maioria absoluta do Partido Socialista (PS) no Parlamento, no período de avocações e votações, chumbou o tempo de serviço da carreira especial dos professores e educadores de Portugal, numa (re)confirmação do tempo trabalhado e roubado, impróprio de um Estado de Direito, respeitador da legalidade, e não a imposição unilateral de “um Estado fora da lei”. (https://cnnportugal.iol.pt, Agência Lusa, 2023-11-24)

Temos verificado com estupefacção, o estranho sentimento de “orfandade” votante de algum professorado, “masoquista” no afagar da dor, incomodado com a saída de cena política de António Costa, do seu governo (continuador e na mesma senda de anteriores executivos), que tantas e tantas malfeitorias têm feito aos professores. Consideramos digno de “estudo de caso”, de “avaliação, explicação e validação psiquiátrica”, dada a nossa-minha evidente limitação em compreender tal, tamanha e inusitada “patologia” e “mediocritas” analítica, e sem “amor sui”. Respeitamos.

Para futura memória histórica, fica o contributo do textuário que se segue; do pântano de António Guterres, à bancarrota de José Sócrates e ao caos-crise de António Costa, todos se demitiram e fugiram às suas responsabilidades, com fuga pra frente e culpando terceiros, na tentativa enganadora e (in)justificada das suas políticas falhadas, da sua não “magnum politicus consilium opus/opera” – a(s) grande(s) obra(s) política(s). O denominador-comum dá pelo nome de Partido Socialista (PS).

“(…) O Homem é, naturalmente, um animal político (…). (Aristóteles, Política)

Não, não entendemos as investidas, a constância e o recalcitrar do Governo e Ministério da Educação (ME), “non stop”, contra o aguilhão da razão, justiça e verdade que assiste aos professores e educadores portugueses. Mais e ainda mais, os professores têm pleno direito a reivindicar-conquistar todo o tempo de serviço ilegalmente em falta e a ser aumentados e recompensados pelos 30% de perda de poder de compra, apenas nos últimos 14 anos, desde 2009. E o empobrecimento continua, com uma inflacção prevista para 2024 de 3,6% e um aumento salarial de apenas 3%. Não pode ser, não pode continuar, é intolerável, chega.

 

Carlos Calixto

“Um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos, não merece a liberdade. Merece a escravidão.

Um país cujas leis são lenientes (tolerância e condescendência) e beneficiam bandidos, não tem vocação para a liberdade. Seu povo é escravo por natureza.

Um povo cujas instituições públicas estão, em boa parte, corrompidas, não tem futuro. Só passado”.

(Nicolau Maquiavel, no livro “O Príncipe”, publicado em 1532)

É o próprio presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Henrique Araújo, que denuncia, em entrevista, a “corrupção instalada” em Portugal e critica o poder político pela falta de vontade em reformar e fazer do poder judicial uma prioridade. “A justiça não é uma prioridade para o poder político”.

(Lusa, 03 de novembro de 2023, 14:34)

“A Honra é bússola dos homens de bem (…)”. (Francisco Sá Carneiro)

Vivemos tempos de ânimos e sentimentos exaltados, de gritaria e ruído político, de partidarite aguda, de “sound bites” apaixonados pela fervura dos recentes acontecimentos que envolvem a Procuradoria Geral da República (PGR). O Governo caiu e o cúmulo retórico já vai em “golpe de estado”, e até é pedida “a cabeça” da senhora Procuradora Geral da República, no linguarejar do constitucionalista e socialista Vital Moreira, “et alii”. Emoções ao rubro, paixões irracionais e exacerbada verborreia política. Psicopatologia partidária interna compulsiva, de neurose e psicose, de logomania da “influencer” mão do punho fechado e da rosa espinhosa. Recomendamos decoro e arrefecimento da efervescente ebulição da auto-flagelação de tonalidade rosada.

António Costa, Primeiro-ministro demissionário, o Governo de maioria absoluta socialista e o PS, assenta-lhes bem o “mea-culpa”, tal e tantos foram os erros, a reincidência de casos, a sobranceria e o narcisismo político.

Deixando a espuma dos dias, em contra-corrente, dissequemos fria, analítica e cartesianamente os factos e a factualidade da verdade verificável.                            Deste complexo caso-teia de alegado “tráfico de influências” e de eventual “criminalidade económico-financeira”, numa malha intrincada de difícil e imediata percepção dos factos apurados, e a precisar de tempo e aturada investigação e cabal esclarecimento público, deixando a Justiça trabalhar sem pressões, com serenidade e assertividade, ficamos a aguardar desenvolvimentos. Fogo à peça.

O Ministério Público, alegadamente fala de corrupção activa e passiva, de prevaricação, de tráfico de influências, de eventuais crimes que precisam ser validados pelas provas. Por ora, parece ganhar consistência a tese de tráfico de influências. O que já não é coisa pouca. Não se coaduna com a dignidade e nobreza de carácter da política exercida por governantes e homens de Estado.

A “Operação Influencer” deixou a descoberto e tornou público factos estranhos, bizarros, de sujidade extra entranhada e sórdidos comportamentos enlameados. De cumplicidades dúbias, soberba e quiçá má fé, que urge banir definitivamente.

É ética e de todo intolerável que os Procuradores do MP encontrem dinheiro vivo escondido em envelopes, caixas de vinho, livros e estantes, na residência oficial do Primeiro-ministro, em gabinete contíguo ao seu. Numa aparente normalidade de difícil compreensão, mesmo com esforço acrescido. Independentemente da explicação, verdadeira ou forjada. Esta alegada publicitação noticiada pelos “mass media”, choca. Com a agravante repro de não declaração e fuga ao fisco.

Na vida não vale tudo e não nos podemos deixar impressionar e manipular pela litigância jurídica dos advogados, nas minudências processuais e nos erros que não deviam acontecer porque desvirtuam os factos e confundem a opinião pública. Verdade é, que até parece que há um “status quo” socialista de favorecimento e tolerância para os amigos e a implacabilidade e intransigência da lei para o “restante povo” desfavorecido. E não, não pode acontecer tal discriminação. Temos de avaliar as partes no todo. E o todo é sombrio.

Dos episódios de ataque à Justiça, do mini-comício à “entrada do Rato”, do rocambolesco do suplente-substituto Centeno chamado do Banco para a “não-cadeira”, da comunicação de António Costa ao país a partir de São Bento (em misturada confusão de papéis actor-protagonista), do dramatismo da renegação do renegado e entretanto ex melhor (A)amigo do demissionário Primeiro, que vai tardar em endurance e fadiga temporal de concessão Marcelina, com uma dissolução da Assembleia da República em plenitude de funções, que em nano tempo recorde resolveu o problema ambiental do IUC e até da aceleração das progressões na função pública, e que  até teve o Brilhante que tem Dias sem brilho; da alegada violação da lei geral, com alomorfia da legalidade em ilegalidade, violação de leis ambientais e destruição de habitats naturais, do rei morto A.Costa e rei posto Pedro Nuno, com o “rebanho mé mé” de brilhozinho nos olhos e a salivar – o equívoco do cheiro a poder da geringonça reeditada e de um frentismo de esquerda (que na versão original-primeira abandonou os professores); da miserável pressão estafeta-urgente sobre a Justiça para a apresentação de resultados para antes de ontem, com destaque para o parcial malhador-mor da direita Santos Silva (SS), vestida a camisola e esquecida a equidistância a que está obrigado, pelo cargo institucional, coadjuvado pelo camarada Medina. Ah, mais o episódio extra de fala que mente e desmente da ida da senhora Procuradora a Belém em conversa privada com o senhor PR. Donde, ser extraordinário para mim, cidadão observador, toda esta tragicomédia, e o facto impressionante da capacidade de “governos mortos” em resolver problemas. Viva os “living dead governments”. Dá que pensar. Caça ao voto?!

Da esquerda à direita, passando pelo centro e extremas, não é aceitável qualquer tentativa partidária de aproveitamento ou branqueamento; a fazer lembrar os idos do “Processo Casa Pia”.  Com a máquina partidária sectária, a todo o vapor, a desvalorizar, menorizar, desculpar, justificar e branquear. António Costa “chamaleon”, “à justiça o que é da justiça e à política o que é da política”; no seu mais que previsível cálculo político, de ambivalência bipolar, a evitar o aparente “não pressionar” da Justiça, mas a ser “o mentor” a mandar falar o reaparecido Eduardo Ferro Rodrigues, Augusto Santos Silva, Isabel Moreira, etc. O “ancienne acte” do toca a reunir dos “vieux compagnons de route; d’itinéraire”. Além de que sobe o tom de confrontação com Marcelo. Chega de enganar o iliterato povo, politicamente “nahif”. Tem de acabar a impunidade política em prol da transparência. “O perverso muda de aparências, mas não de hábito”. (Esopo)

Uma coisa é tráfico de influências, manipulação, “lobby”. Outra bem diferente é corrupção. António Costa (que tem a presunção de inocência e não corrupto), pecou pelas escolhas pessoais, a começar no chefe de gabinete e ao rodear-se na sua “entourage” da “sucata Socrática”, numa continuidade política de descalabro, num governo de maioria absoluta que só asneirou. Fazer pior é de difícil impossibilidade.

O Partido Socialista (PS), nos últimos 28 anos governou 21. O Partido Social Democrata (PSD/Passos) governou condicionado pelo programa da Troika, negociado pelo governo socialista-bancarrotista de José Sócrates. A mão rosa tem responsabilidades e culpas acrescidas em relação-comparação à seta laranja.

O PS tem um histórico lamentável com os “ismos”: amiguismo, influencismo, lobismo, crisismo, pantanismo (e vão três), bancarrotismo (e vão três), corrompismo, negacionismo, não-reformismo e fusionismo partido-Estado. Este deca-ismo decorre da longevidade socialista no poder, em que já se confunde o partido com o próprio Estado. Necessária, é precisa e salutar uma pedrada no charco e acabar de vez com a imoralidade e as “negociatas” de bastidores “off”.

A falta de alternância democrática tem levado a uma degradação-perda das instituições públicas – doentes, em crise e caos; a políticos sem estaleca e a políticas de pacotilha de nepo-compadrio, mentira e indecência, de busca do interesse e vantagem pessoal-grupo em preju-detrimento do interesse público; de miserável e ordinário exercício da “res publica”. A Democracia está doente, em crise e caos; o Estado de Direito está doente, em crise e caos; a Justiça está doente, em crise e caos; a Saúde-SNS está doente, em crise e caos; a Educação, o ensino e a escola pública estão doentes, em crise e caos; a Administração Interna está doente, em crise e caos; a Habitação e o mercado de arrendamento estão doentes, em crise e caos; a permanência doentia, de crise e caos de Galamba  e das “ancêtres” galambadas; ligações perigosas entre política, poder central, banca, finanças, economia, investimento público, poder local, “mafi-clientelas”; hiper, mega Estado de adicionais gorduras obesas, de novo; a Defesa nacional está doente, em crise e caos; o País está politicamente doente, em crise e caos, de rastos.

Portugal vive o “politiquês” Kafka, da alienação arquetipiana partidária socialista, com burocráticos labirintos “complex”, rumo ao devoto “transformer” de opacidade e insano misterioso oculto do “segredalho”. O PS é o partido fóssil, do poder político fossilizado em Portugal. Impõe-se, mais do que nunca, a “integritate” política. Mais que a uma crise política, assistimos e caminhamos para uma crise de regime. “Uma vez rebanho, é difícil voltar a ser pessoa”. (George Orwell)

O “animalis” político Costa, em “modus” de sobrevivência política, discursa e trai com facilidade (Sócrates, Seguro, Lacerda, Escária, tem histórico), descarta amigos com facilidade, não assume as culpas e culpa com facilidade. Apressadamente auto-demissionário, parte em fuga e entra em negação táctica. Acusa o PR de ter provocado uma dissolução “totalmente desnecessária e despropositada”. E até culpa “um parágrafo do MP” pela sua demissão. Envereda pela falácia política com facilidade e leviandade. “Dar malho” no Ministério Público resulta como manobra dilatória, alimenta a intriga política para condicionar o juízo da opinião pública. Mas sejamos claros, a lei é clarividente e tem a sensatez e prudência ponderadas de mostrar que influenciar qualquer processo de decisão pública, resultante de ilicitude e vantagem indevida, é crime.

O soci-Costismo lavra muito mal e com impru-insensatez nos ataques à Justiça e ao MP, um dos pilares do Estado de Direito democrático, da divisão de poderes e da vigilância e controle necessários, sendo imprudente na sua incongruência, pelo facto do PSD de Rui Rio ter tentado reformas no sector e ter sido precisamente o PS de António Costa a não querer e a não deixar. Na sua inércia, não tem de que se queixar nem de infamar (desacredita e acanalha o MP).

Costa “y sus muchachos” róseos, (vindos de anteriores governos socialistas liderados por Sócrates), com todo o seu optimismo irritante irresponsável, deixam um legado político de oito (8) anos de lacunas, oblívios, de ilusões e omissões, do vazio reformista e do esvaziamento da “politica opus”. Senão, relembremos o quanto e quando inconsequente não da vacuidade política Costista-socialista. Dos anúncios e propaganda das palavras, ao contraditório dos factos e da factualidade política falhada. Nem sonho nem pesadelo, apenas e só, somente a realidade do “legatum”: “Eu não sou pessimista (…) O mundo é que é péssimo. (…) O heróico num ser humano é não pertencer a um rebanho”. (José Saramago)

Relato em retrospectiva: António Costa é um político profissional, que até já foi ministro da Justiça, que agora critica; em oito anos nada reformou; tem governado em tempo de vacas gordas com €uro-dinheiros da basuca da União Europeia (UE) e nada; engordou os cofres do Estado com sucessivos recordes na cobrança e arrecadamento de impostos pelas Finanças; deixa os serviços públicos em colapso e à míngua; um aumento do salário mínimo de esmola, comido pela conjuntura; quanto à TAP, brincou às reversões, aviões e perda de milhares de milhões; no que concerne ao novo aeroporto, com mais estudos e pareceres, encontra-se em indecisa decisão pim, pam, pum; importa recordar a tragédia ardente de Pedrógão Grande, em 17 de junho de 2017; lembrar o caricato facto das golas anti-fogo mas que afinal ardem; injecção de milhões no Siresp, a falhar (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal), com críticas ao Ministério da Administração Interna – MAI; segurou o ministro Cabrita no acidente mortal na estrada e que até nem saiu do carro; ministérios com cenas de pugilato, polícia e desmentidos com ministros e adjuntos à molhada; segurou Galamba e as galambadas; foi no seu consulado que o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) foi desmantelado, depois de ter morto à pancada um cidadão estrangeiro inocente; na Defesa nacional temos o gravíssimo e caricato assalto-roubo das armas em Tancos; navios velhotes na Marinha e mais velharia com os tanques Leopard; mais o sorvedouro de dinheiro público que é a Efacec, entretanto pronta a alienar-vender em saldo, dizem; falhou clamorosamente com a Educação, o ensino, a escola pública e os professores, tempo de serviço sonegado, perda de 30% de poder de compra desde 2009 e para quem nunca há dinheiro, verbas, ou coisa que o valha;  com os médicos, Saúde-SNS; Justiça; Administração Interna; Habitação; achincalhe do senhor Presidente da República; a contingência dos portugueses terem mais passado que futuro. Uma governança desgovernada, com ambigo-anfibologias e nuvens na lisura. Haja conformidade jurídica segundo os princípios do Direito.

E agora, a situação política em Portugal pode piorar ainda mais? Sim, infelizmente pode! Porquê? Porque ambos os candidatos socialistas e potenciais Primeiro-ministro se dizem herdeiros do Costismo e da continuidade das suas políticas. Sendo que o putativo vencedor Pedro Nuno Santos, defensor da ultra- radical solução política de outra “geringonceta”, com PCP e Bloco, pela composição, propósito e propositura, além do passado-presente recente como governante e discurso de imaturidade política, ziguezaguear e inconstância, não tem credibilidade. Ora aparenta ser moderado e mostra disponibilidade para entendimentos com o PSD, ora se vira para a extrema-esquerda, ora acha que o Partido Social Democrata está radicalizado. Demonizar não chega e a impulsividade e irreverência não ajudam. Recordando as palavras de PNS, em discurso directo aquando do pedido de resgate financeiro de Portugal – vulgo Troika: “Estou marimbando-me para os bancos alemães que nos emprestaram dinheiro nas condições (que o seu partido PS negociou-acordou) em que nos emprestaram. Estou marimbando-me que nos chamem irresponsáveis. Nós temos uma bomba atómica que podemos usar na cara dos alemães e dos franceses. Ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos a dívida (…) as pernas dos banqueiros alemães até tremem”. Além de ameaçar não pagar a dívida pública soberana do país (atentando contra a credibilidade nacional, internacionalmente). Nuno Santos, imponderado, falhou na TAP (com a agravante da milionária indemnização com dinheiros públicos), na ferrovia, na habitação. Rodeado de jotinhas e das concelhias. Basta, chega de aventuras, aventureiros e aventureirismos. Não tem perfil para o cargo. Quanto a Carneiro, mais ponderado e moderado, apoiado pelos pelos senadores do aparelho partidário, não convence nem tem carisma.

Oh ética republicana e socialista, o que é feito de ti?! Estás morta!? (…)

Quanto à oposição, PSD, Montenegro & Companhia Lda têm de melhorar, ser convincentes, ter propostas muito concretas e direccionadas à resolução dos problemas dos portugueses; possuir a assertividade da constância política e da perspicuidade, translucidez, legalidade, lealdade e verdade para com o Povo.

A talhe de foice, à distância de 91 anos, pela sua actualidade impressionante, fica a pertinência da seguinte citação: “Há que regular a máquina do Estado com tal precisão, que os ministros estejam impossibilitados, pela própria natureza das leis, de fazer favores aos seus conhecidos e amigos”. (Palavras de António de Oliveira Salazar, em 1932, em entrevista ao jornalista António Ferro)

Ganhe quem ganhar e governe quem governar, o povo português não quer mais do mesmo no rectângulo do “gamanço”, neste Portugal em falhanço e afundanço.

“Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota”. (Madre Teresa de Calcutá)

Acordai Povo que dormis!!!

Disse.

Post scriptum: desde já fica o meu pedido de desculpas por qualquer lapso, gralha, ou erro involuntário. Estamos cá para esclarecer e não para confundir. Fazemos aqui o contraditório, debatemos ideias e política educativa. Defendemos racionalmente, explicativamente e com razoabilidade, a nossa dama, todo o professorado. Nunca escrevemos com o ob-propo-intuito                        “ad hominem”, “ad personam”, “ad factio politica”. Argumentamos e censu-criticamos a “ad politica quod” e a “ordo partium ad totum”. Em nome da “vincit omnia veritas”, pela “honoris causa” e “semper fidelis” à “alma mater” Educação.

Obrigado.

Nota: professor que escreve de acordo com a antiga ortografia.

CCX.

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6 comentários

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    • Anónimo on 26 de Novembro de 2023 at 12:07
    • Responder

    Ou alguém diz basta … ou outros dirão chega.
    Depois não vale a pena chorar sobre o leite derramado.
    Quem quer continuar a sofrer ou é masoquista ou está a comer da gamela.

    • Silva on 26 de Novembro de 2023 at 17:03
    • Responder

    Será que a “farinha do mesmo saco” nos vai salvar?

    • Ana Maria Navas on 26 de Novembro de 2023 at 19:32
    • Responder

    Excelente artigo.Realnente o nosso Portugal está muito doente.A honra,a educação, a cultura, sao autênticos arcaismos.O povo tem de acordar e lutar por aquilo a que tem direito.Mas a falta de cultura leva ao nao desenvolvimento. Espero que desta vez,abram os olhos e lutem por um Portugal sem corrupções em que todos possamos viver dignamente.

    • Luluzinha! on 26 de Novembro de 2023 at 21:06
    • Responder

    Prolixo, pretensioso e fatigante… como sempre!

    • Arre burros! on 26 de Novembro de 2023 at 21:44
    • Responder

    Vamos votar no Partido Socialista do Sócrates, da Maria de Lurdes Rodrigues e dos Costas. Recuperação do tempo de serviço: jamé, jamé!

    • Armando on 26 de Novembro de 2023 at 21:53
    • Responder

    Há profs que sofrem de efeito Pavlov, basta mostrar-lhes o símbolo do partido para ficarem esquecidos de todas as tropelias que o ps lhes fez.

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