Confinam-se os alunos e os professores vão para a escola

Obrigado sr. PM, por ter cumprido a sua palavra dada em abril. A transição digital das escolas decorreu no  melhor dos desempenhos do seu governo. Podemos mesmo afirmar que é um exemplo na Europa e no resto do mundo.

Balha m’adeus…

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26 comentários

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    • Maria Teresa Marques Canhão on 2 de Fevereiro de 2021 at 10:32
    • Responder

    Concordo, em absoluto. Se o problema eram os alunos, nas escolas, considero que o problema está resolvido!

    • aaa on 2 de Fevereiro de 2021 at 11:04
    • Responder

    Vialonga

    • maria on 2 de Fevereiro de 2021 at 11:16
    • Responder

    Concordo consigo. O problema está resolvido para os docentes que não possuem material informático e/ou exigiam a comparticipação dos gastos (muito triste, quando se trata de um docente). Pobre do país que está à espera que o governo resolva os todos os seus problemas, assim discursava Eça.

      • tgv on 2 de Fevereiro de 2021 at 16:13
      • Responder

      Muito triste é esta atitude de carneiro.

    • Rosinha on 2 de Fevereiro de 2021 at 11:58
    • Responder

    Muito bem!
    Concordo!
    Mas….cada professor sozinho na sua sala.

    • Manuel on 2 de Fevereiro de 2021 at 12:14
    • Responder

    Na minha escola, em Lisboa, os professores já decidiram. Vamos todos para a escola, dar aulas síncronas em simultâneo, em todas as salas (que não chegam para todos!). Assim querem? Assim se faz! Vocês de que estão à espera?

    • manuel on 2 de Fevereiro de 2021 at 12:18
    • Responder

    Na minha escola, em Lisboa, os professores já decidiram. Vamos todos para a escola, dar aulas síncronas em todas as salas em simultâneo (nem há para todos!). Vamos ver se a net aguenta. Querem assim? Assim será.

    Vocês de que estão à espera?

      • Cunha on 2 de Fevereiro de 2021 at 12:55
      • Responder

      Deve ser verdade…deve

      • VaisTerOvo on 6 de Fevereiro de 2021 at 0:15
      • Responder

      Não chegam? Encolheram com o COVID-19?
      Enfim.

    • M. Margarida on 2 de Fevereiro de 2021 at 12:52
    • Responder

    Manuel,
    se na sua escolanão há salas suficientes como faziam durante o ensino presencial???

      • Manuel on 2 de Fevereiro de 2021 at 15:14
      • Responder

      Claro que não! A questão é mesma essa! Ainda não percebeste? !

      O estado não providencia equipamentos (nem computador, nem internet) e só manda fazer, contando que os professores vão dar tudo do seu bolso, eletricidade incluída. Quando alguém reclama, mandam ir trabalhar para a escola, mesmo sujeitando-nos a apanhar covid (estão-se nas tintas para ti, para os teus filhos ou os teus pais, ou sogros). Com aulas síncronas de manhã e de tarde, contam que irás para lá todo o dia, mesmo sem bar ou cantina!

      Qual a solução? Vais. Vão todos. E fazem implodir esta fantochada!

        • VaisTerOvo on 6 de Fevereiro de 2021 at 0:16
        • Responder

        Não?
        Explique lá, devagarinho, então como funcionava a sua escola antes do COVID-19?

        Não usavam o computador na sala de aula?
        Deve ser caso único no país.
        É promessa?

    • Cunha on 2 de Fevereiro de 2021 at 12:58
    • Responder

    Ir para a escola não é solução.
    A lei diz que teletrabalho tem prioridade. O governo multa empresas que não o fazem e essas empresas tem condições de conforto superiores ás escolas.
    Agora dá o exemplo desprezando o teletrabalho e envia os seus trabalhadores para o local de trabalho!!!

    Ps- a minha escola enviou tb semelhante recomendação. Acho que todas estão a enviar

      • Aris on 2 de Fevereiro de 2021 at 19:31
      • Responder

      É obrigatório o teletrabalho quando há condições para isso. No caso da falta de equipamento, não há condições para o teletrabalho e o mesmo não acontece. No contexto da impossibilidade, é legal exigir que professores sem equipamento desloquem-se à escola para dar as aulas online. Até o momento o governo não exigiu a nenhuma empresa privada que compre material aos funcionários para teletrabalho. Meu cônjuge trabalha em uma escola de línguas e usa, desde março do ano passado, computador próprio para dar aulas, tudo dentro da lei.

    • Dora Silva on 2 de Fevereiro de 2021 at 13:32
    • Responder

    E quem tem os filhos em casa?

      • Manuel Silva on 2 de Fevereiro de 2021 at 14:20
      • Responder

      Faz como todos os outros trabalhadores que estão em teletrabalho com reuniões via zoom, atendimentos telefónicos… Estes, que também são pais, acompanham os filhos que estão a ter aulas, fazem almoços, trocam fraldas e acalmam birras, ou vocês são diferentes?

      • Manuel on 2 de Fevereiro de 2021 at 15:07
      • Responder

      Levem os filhos para a escola ou para a casa do Costa, como fez o jornalista do governo sombra.

    • andré on 2 de Fevereiro de 2021 at 15:06
    • Responder

    Não é verdade! O título induz em engano! Apenas se aplica a um grupo muito reduzido de docentes! É favor lerem TODO o documento com olhos de ler bem!

    • tgv on 2 de Fevereiro de 2021 at 16:49
    • Responder

    O problema não está só nos gastos em eletricidade e equipamento, está também no cumprimento do RGPD.

    O RGPD interessava aqui há uns anos quando todos desataram a nomear responsáveis da proteção dos dados (cargo perfeitamente inútil) mas agora já pode ser pisado à vontade?

    O RGPD não foi feito precisamente para proteger os cidadãos em situações deste tipo?

    Os cidadãos são só os alunos e EE, quando lhes pedem autorização para usar a imagem? Já em alguma escola alguém pediu autorização aos professores para ceder a sua imagem, por exemplo, para colocar em sítios web?

    Porque diabo eu entro numa aplicação web manhosa – e não “auditada” – duma empresa de 3ª categoria que só uso para tirar senhas de refeições e lá se encontra NIF, morada, telefone e nome completo? Mas o que é isto?!

    O RGPD não devia já estar a ser aplicado quando todos os dias trocamos emails e anexos com informações pessoais de alunos EE e professores, documentos esses que são “varridos” por programas automáticos de empresas como a Google?

    Se nas videoconferências os dados transmitidos são sensíveis – segundo o RGPD são dados biométricos – então ninguém nos pergunta se estamos dispostos a difundir a nossa trombeta e a nossa voz? E aos alunos menores de 13 anos, nada se pergunta? E nos RI de algumas escolas ainda se obriga os alunos a ligarem câmaras?!

    Portanto, se querem informações pessoais técnicas, ficam com as da escola; se querem a trombeta e a voz, não ficam com nada e faz-se as síncronas com chat e o resto são assíncronas; e se querem que vá para a escola para fazer tudo isto, é com o maior dos prazeres! Ide todos a um sítio que eu cá sei pá…

      • Phill on 2 de Fevereiro de 2021 at 19:36
      • Responder

      Pode sempre dar a aula online com máscara. Quando os alunos se recusarem a ligar a câmara sob a alegação de proteção da imagem, pedir-lhes-ei que coloquem as suas máscaras e mantenham a câmera ligada. Ficam com a cara oculta e mesmo assim consigo ver se estão a trabalhar ou a jogar. Há sempre uma solução.

        • tgv on 2 de Fevereiro de 2021 at 22:47
        • Responder

        Pedir-lhes-ás, exatamente, porque não os poderás obrigar a isso! Mais: se forem menores de 13 anos, terás de obter a autorização do EE. A história da máscara dificulta a identificação mas não a impossibilita. E quanto a os veres, não sei como vais controlar o que estão a fazer nos computadores: ou lhes vês a cara ou lhes pedes que partilhem o ecrã para veres o que fazem nos computadores. Eu não ligo câmara nenhuma nem o pedirei a qualquer aluno.

      • Phill on 2 de Fevereiro de 2021 at 19:38
      • Responder

      Pode sempre dar a aula online com máscara. Quando os alunos se recusarem a ligar a câmara sob a alegação de proteção da imagem, pedir-lhes-ei que coloquem as suas máscaras e mantenham a câmera ligada. Ficam com a cara oculta e mesmo assim consigo ver se estão a trabalhar ou a jogar. Há sempre uma solução.

      • Aris on 2 de Fevereiro de 2021 at 19:40
      • Responder

      Pode sempre dar a aula online com máscara. Quando os alunos se recusarem a ligar a câmara sob a alegação de proteção da imagem, pedir-lhes-ei que coloquem as suas máscaras e mantenham a câmera ligada. Ficam com a cara oculta e mesmo assim consigo ver se estão a trabalhar ou a jogar. Há sempre uma solução.

    • Paulo Pereira on 2 de Fevereiro de 2021 at 19:04
    • Responder

    Concordo com esta medida.
    Numa empresa do privado, a gestão de recursos e de meios faz-se da mesma forma.

    Porém, se a escola me quiser impor o teletrabalho, irá ter de me disponibilizar equipamento adequado.
    Eu sou “pobrezinho”!
    Tenho um portátil do tempo do e-escolas, sem webcam.
    E a Internet só a consigo aceder através da partilha wireless da vizinhança.
    Se duvidarem, posso acusá-los de má-fé.

    E como tenho de me deslocar entre Concelhos, necessito de uma declaração passada pela escola, conforme é imposto por Lei.
    O cartãozinho da escola, como muito candidamente me recomendaram apresentar (insinuando que eu era burrinho…), caso fosse mandado parar pelas autoridades, não é prova nenhuma, pois nele nem sequer consta o ano lectivo! (Tenho 4 cartões de escolas, de diferentes Concelhos. Por essa lógica poderia circular entre os Concelhos onde lecionei, sem qualquer problema…)

    Oh, valha-me deus…

    • Cidadão Indignado on 2 de Fevereiro de 2021 at 20:31
    • Responder

    Não docentes não tiveram e continuam sem confinamento!
    Todos os dias úteis nas escolas…

    • Excelente on 2 de Fevereiro de 2021 at 22:33
    • Responder

    Nunca estamos satisfeitos….por isso nunca somos respeitados.

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