Obrigado sr. PM, por ter cumprido a sua palavra dada em abril. A transição digital das escolas decorreu no melhor dos desempenhos do seu governo. Podemos mesmo afirmar que é um exemplo na Europa e no resto do mundo.
Balha m’adeus…

Fev 02 2021
Obrigado sr. PM, por ter cumprido a sua palavra dada em abril. A transição digital das escolas decorreu no melhor dos desempenhos do seu governo. Podemos mesmo afirmar que é um exemplo na Europa e no resto do mundo.
Balha m’adeus…

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26 comentários
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Concordo, em absoluto. Se o problema eram os alunos, nas escolas, considero que o problema está resolvido!
Vialonga
Concordo consigo. O problema está resolvido para os docentes que não possuem material informático e/ou exigiam a comparticipação dos gastos (muito triste, quando se trata de um docente). Pobre do país que está à espera que o governo resolva os todos os seus problemas, assim discursava Eça.
Muito triste é esta atitude de carneiro.
Muito bem!
Concordo!
Mas….cada professor sozinho na sua sala.
Na minha escola, em Lisboa, os professores já decidiram. Vamos todos para a escola, dar aulas síncronas em simultâneo, em todas as salas (que não chegam para todos!). Assim querem? Assim se faz! Vocês de que estão à espera?
Na minha escola, em Lisboa, os professores já decidiram. Vamos todos para a escola, dar aulas síncronas em todas as salas em simultâneo (nem há para todos!). Vamos ver se a net aguenta. Querem assim? Assim será.
Vocês de que estão à espera?
Deve ser verdade…deve
Não chegam? Encolheram com o COVID-19?
Enfim.
Manuel,
se na sua escolanão há salas suficientes como faziam durante o ensino presencial???
Claro que não! A questão é mesma essa! Ainda não percebeste? !
O estado não providencia equipamentos (nem computador, nem internet) e só manda fazer, contando que os professores vão dar tudo do seu bolso, eletricidade incluída. Quando alguém reclama, mandam ir trabalhar para a escola, mesmo sujeitando-nos a apanhar covid (estão-se nas tintas para ti, para os teus filhos ou os teus pais, ou sogros). Com aulas síncronas de manhã e de tarde, contam que irás para lá todo o dia, mesmo sem bar ou cantina!
Qual a solução? Vais. Vão todos. E fazem implodir esta fantochada!
Não?
Explique lá, devagarinho, então como funcionava a sua escola antes do COVID-19?
Não usavam o computador na sala de aula?
Deve ser caso único no país.
É promessa?
Ir para a escola não é solução.
A lei diz que teletrabalho tem prioridade. O governo multa empresas que não o fazem e essas empresas tem condições de conforto superiores ás escolas.
Agora dá o exemplo desprezando o teletrabalho e envia os seus trabalhadores para o local de trabalho!!!
Ps- a minha escola enviou tb semelhante recomendação. Acho que todas estão a enviar
É obrigatório o teletrabalho quando há condições para isso. No caso da falta de equipamento, não há condições para o teletrabalho e o mesmo não acontece. No contexto da impossibilidade, é legal exigir que professores sem equipamento desloquem-se à escola para dar as aulas online. Até o momento o governo não exigiu a nenhuma empresa privada que compre material aos funcionários para teletrabalho. Meu cônjuge trabalha em uma escola de línguas e usa, desde março do ano passado, computador próprio para dar aulas, tudo dentro da lei.
E quem tem os filhos em casa?
Faz como todos os outros trabalhadores que estão em teletrabalho com reuniões via zoom, atendimentos telefónicos… Estes, que também são pais, acompanham os filhos que estão a ter aulas, fazem almoços, trocam fraldas e acalmam birras, ou vocês são diferentes?
Levem os filhos para a escola ou para a casa do Costa, como fez o jornalista do governo sombra.
Não é verdade! O título induz em engano! Apenas se aplica a um grupo muito reduzido de docentes! É favor lerem TODO o documento com olhos de ler bem!
O problema não está só nos gastos em eletricidade e equipamento, está também no cumprimento do RGPD.
O RGPD interessava aqui há uns anos quando todos desataram a nomear responsáveis da proteção dos dados (cargo perfeitamente inútil) mas agora já pode ser pisado à vontade?
O RGPD não foi feito precisamente para proteger os cidadãos em situações deste tipo?
Os cidadãos são só os alunos e EE, quando lhes pedem autorização para usar a imagem? Já em alguma escola alguém pediu autorização aos professores para ceder a sua imagem, por exemplo, para colocar em sítios web?
Porque diabo eu entro numa aplicação web manhosa – e não “auditada” – duma empresa de 3ª categoria que só uso para tirar senhas de refeições e lá se encontra NIF, morada, telefone e nome completo? Mas o que é isto?!
O RGPD não devia já estar a ser aplicado quando todos os dias trocamos emails e anexos com informações pessoais de alunos EE e professores, documentos esses que são “varridos” por programas automáticos de empresas como a Google?
Se nas videoconferências os dados transmitidos são sensíveis – segundo o RGPD são dados biométricos – então ninguém nos pergunta se estamos dispostos a difundir a nossa trombeta e a nossa voz? E aos alunos menores de 13 anos, nada se pergunta? E nos RI de algumas escolas ainda se obriga os alunos a ligarem câmaras?!
Portanto, se querem informações pessoais técnicas, ficam com as da escola; se querem a trombeta e a voz, não ficam com nada e faz-se as síncronas com chat e o resto são assíncronas; e se querem que vá para a escola para fazer tudo isto, é com o maior dos prazeres! Ide todos a um sítio que eu cá sei pá…
Pode sempre dar a aula online com máscara. Quando os alunos se recusarem a ligar a câmara sob a alegação de proteção da imagem, pedir-lhes-ei que coloquem as suas máscaras e mantenham a câmera ligada. Ficam com a cara oculta e mesmo assim consigo ver se estão a trabalhar ou a jogar. Há sempre uma solução.
Pedir-lhes-ás, exatamente, porque não os poderás obrigar a isso! Mais: se forem menores de 13 anos, terás de obter a autorização do EE. A história da máscara dificulta a identificação mas não a impossibilita. E quanto a os veres, não sei como vais controlar o que estão a fazer nos computadores: ou lhes vês a cara ou lhes pedes que partilhem o ecrã para veres o que fazem nos computadores. Eu não ligo câmara nenhuma nem o pedirei a qualquer aluno.
Pode sempre dar a aula online com máscara. Quando os alunos se recusarem a ligar a câmara sob a alegação de proteção da imagem, pedir-lhes-ei que coloquem as suas máscaras e mantenham a câmera ligada. Ficam com a cara oculta e mesmo assim consigo ver se estão a trabalhar ou a jogar. Há sempre uma solução.
Pode sempre dar a aula online com máscara. Quando os alunos se recusarem a ligar a câmara sob a alegação de proteção da imagem, pedir-lhes-ei que coloquem as suas máscaras e mantenham a câmera ligada. Ficam com a cara oculta e mesmo assim consigo ver se estão a trabalhar ou a jogar. Há sempre uma solução.
Concordo com esta medida.
Numa empresa do privado, a gestão de recursos e de meios faz-se da mesma forma.
Porém, se a escola me quiser impor o teletrabalho, irá ter de me disponibilizar equipamento adequado.
Eu sou “pobrezinho”!
Tenho um portátil do tempo do e-escolas, sem webcam.
E a Internet só a consigo aceder através da partilha wireless da vizinhança.
Se duvidarem, posso acusá-los de má-fé.
E como tenho de me deslocar entre Concelhos, necessito de uma declaração passada pela escola, conforme é imposto por Lei.
O cartãozinho da escola, como muito candidamente me recomendaram apresentar (insinuando que eu era burrinho…), caso fosse mandado parar pelas autoridades, não é prova nenhuma, pois nele nem sequer consta o ano lectivo! (Tenho 4 cartões de escolas, de diferentes Concelhos. Por essa lógica poderia circular entre os Concelhos onde lecionei, sem qualquer problema…)
Oh, valha-me deus…
Não docentes não tiveram e continuam sem confinamento!
Todos os dias úteis nas escolas…
Nunca estamos satisfeitos….por isso nunca somos respeitados.