Da mesma forma que no dia 18 de novembro fiz aqui a sondagem que levou à decisão do S.TO.P. para definir uma greve por tempo indeterminado, e que foi importante para “acordar” o pessoal docente para as lutas que surgiram após a essa decisão e que mais tarde foi alargado ao pessoal não docente, sinto que tenho a mesma responsabilidade da altura para questionar os leitores do Blog se acham que o S.TO.P. deve continuar com a greve por tempo indeterminado a partir do dia 20 de março e que se vai prolongar durante o mês de abril.
Assim, fica aqui esta sondagem.
Dos resultados que daqui saírem será importante que alguém faça a leitura dos mesmos.
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15 comentários
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A pergunta não pode ser tão simplificada, pois há muita gente, eu incluído, que consideramos que “esta” greve é para parar, pelo menos enquanto os Serviços mínimos não forem considerados ilegais. Depois sim, é de retomar e com toda a força. Mas entretanto nem passa pela cabeça parar a Luta, pelo que esta greve deveria ser para substituir por greve por tempo indeterminado a atividades não letivas, serviço extraordinário, reuniões e tudo o que não estiver no horário, e claro, greve às avaliações e à correção de provas de exame. Perguntar se a greve é para parar ou não, dá a ideia de “a Luta é para parar ou não”? E parar a Luta está fora de causa
Quase todas as greves que refere já foram marcadas pelas outras 9 organizações sindicais, pelo que a pergutna que o Arlindo fez não signfica parar com a luta. Significa exatamente o que lá está, parar com a greve por tempo indeterminado que o STOP insiste em manter.
Proponho queixa a Bruxelas por falta de equidade (em relação aos professores das ilhas e a outros trabalhadores da função pública) na recuperação do tempo de serviço congelado.
O eurodeputado do CDS Nuno Melo já está a tratar disso.
Há que continuar a LUTA de todas as formas!!!
Eu acho que devem para as greves por tempo indeterminado mas poderia haver greve semanalmente, pois assim já poderiamos fazer greve, não teriamos que cumprir os serviços minimos.
Acho que a luta deve continuar.
Sem os serviços mínimos serem considerados ilegais, julgo que não vale a pena manter a greve por tempo indeterminado. A minha pergunta é se os tribunais se vão pronunciar em tempo útil??!! Tudo leva eternidades na justiça.
Enquanto os Tribunais, tanto de cá, como da UE não se pronunciam e os serviços mínimos continuam a ser legais, continuar a greve nestes moldes é quase inútil. Cancelem esta e marquem uma, onde haja hipóteses de fintar o colégio arbitral, pelo menos até haver uma decisão dos Tribunais.
É exatamente isso que pensei. É tempo de reorganizar a luta , juntar forças e atacar.
Greve a visitas de estudo, saídas , passeios….para já .
Vamos pensar numa forma de nos organizamos e estar com toda a força para fazer rombo final
Vocês são tão ingénuos. Acham mesmo que os serviços mínimos não vão ser decretados para outras greves mesmo que o Stop desconvoque esta?
Esta greve só está a servir para retirar direitos e dar hipótese aos diretores para porem e disporem, pois só há direto a faltar aos serviços mínimos se estes autorizarem, seja quais forem as razões. Tenho SM todos os dias, alguns de manhã e de tarde, de que me serve uma greve se não tenho direito a faltar?
Esta questão, da forma redutora como se apresenta, parece que pretende separar os professores e cavar um fosso entre os Pestanistas e os Nogueiristas.
Nada mais impróprio numa altura em que se pretende acima de tudo UNIÃO de todos os Professores.
Não se pode desistir agora.
O Sindicato tem de conseguir algo que nos dê força para continuar a lutar sem que o governo nos imponha horários de serviço mínimo que não a mais nenhuma classe.
Votei e quero saber o resultado da sondagem.
Alguém se serviu do Stop para entrar em “grande plano”! Politiquices de meer…
Ninguém falaria na EDUCAÇÃO se não fosse o STOP!
É pena que haja sempre uns “barriga cheia”, que à custa dos outros, enchem ainda mais o bandulho politiqueiro. Não é sr. Mário Nogueira?
Tanta desonestidade. Certamente não deve deve estar a meio da carreira, está sim, no TOPO DA CARREIRA: 10° escalão.
Tanto aldrabão neste país…