Se esta task-force fosse liderada pelo vice-almirante Henrique Gouveia e Melo ainda teria esperança, de outra forma…
O ministério da Educação vai criar uma task-force para resolver o preenchimento de horários que não conseguem colocação em contratação de escola e deixa alunos sem aulas. A equipa será composta por elementos das direções gerais de estabelecimentos de ensino (Dgeste) e da administração escolar (Dgae) e irá intervir em cada agrupamento, caso a caso, recorrendo “a boas práticas”.




7 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Depois de ler a notícia, entendi. O problema da falta de professores vai ser resolvido colocando nas escolas “não professores”, citando:
“pode vir a ser facilitado o acesso ao ensino de licenciados em outras áreas.”
Para aqueles que achavam que isto já tinha batido no fundo.
Sra. Secretária, recomendo-lhe que trate desde já de revogar o DL 79/2014 que refere o seguinte:
Artigo 4.º
Titulares de habilitação profissional para a docência
Têm habilitação profissional para a docência em cada grupo de recrutamento os titulares do grau de mestre na
especialidade correspondente constante do anexo ao presente decreto -lei, que dele faz parte integrante.
Para aqueles que criticam os professores, tomo a liberdade de adaptar a esta situação as palavras de um dirigente do SEF (das mais acertadas que ouvi ultimamente): mais que não seja, compete aos professores, na área da educação, minimizar os estragos provocados pelos idiotas dos políticos.
Pelas propostas da secretária, agora nem isso vamos ter.
Com tanto confinamento, os alunos estão cada vez menos preparados
O país pagará bem cara essa fatura.
Já agora mudem qualquer coisinha. Por exemplo : Mais autoridade para os professores ; diretores substituidos por gestores profissionais; cumprimento obrigatório dos programas, exames nacionais no fim de cada ciclo; avaliações de desempenho dos professores pelo resultado dos alunos; o mesmo professor deverá seguir os alunos desde o início até ao final do ciclo na sua disciplina para ter de assumir responsabilidades pelo conhecimento dos alunos. Nada de currículos alternativos nem criativos . Currículo nacional igual para todos os alunos NÃO PERDER TEMPO COM FUNS E FUNETAS. Ensinar todas as idiologias e não fazer aplicar nenhuma delas. Ensinar matemática economia, contabilidade, direito, ciências filosofia, história, etc Não inventar cidadanias para formatar pessoas. Pagar MUITO bem aos professores , pois eles são o sangue das Nações.
Não, ele anda sempre à procura do Sardão. Agora, o patife acabou de encomendar da China um Sardão automático, mais veloz, para andar ainda mais contente.
“Tasca em Força” – uma recente moda socialista de enganar distraídos que mostra querer, sem querer, resolver problemas sérios na Educação tratando-os como contabilidade de mercearia ou tasca de rua.
Ao que chegou a Educação neste País!