12 de Novembro de 2021 archive

Lista Colorida – RR11

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR11.
282 professores estão no seu segundo contrato.

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TAXA DE ABANDONO ESCOLAR ATINGE MÍNIMO HISTÓRICO!

 

 

 

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Professores a contrato a termo – Comissão Europeia abre procedimento por infração a Portugal por incumprimento da legislação da UE

 

A Comissão Europeia iniciou esta sexta-feira um procedimento de infração contra Portugal por incumprimento da legislação da UE relativa à não discriminação na contratação a termo de professores nas escolas públicas, tendo Lisboa dois meses para responder.

De acordo com um comunicado de imprensa da Comissão Europeia, a legislação portuguesa prevê condições de emprego menos favoráveis para os professores contratados a termo que trabalham nas escolas públicas portuguesas do que para os professores permanentes, nomeadamente em termos de salário e antiguidade.

Bruxelas revela ter preocupações com base no princípio da não discriminação, sustentando que a legislação da União Europeia, nomeadamente o acordo-quadro anexo à Diretiva 1999/70/CE do Conselho, prevê que as diferenças de tratamento só são permitidas se forem justificadas por razões objetivas.

O executivo comunitário sustenta que tal justificação não existe na legislação portuguesa, sendo que esta também não prevê medidas adequadas para evitar eventuais abusos que possam resultar da utilização de sucessivos contratos de trabalho ou relações laborais a termo aplicáveis no território dos Açores.

Portugal dispõe agora de dois meses para corrigir as deficiências identificadas pela Comissão, sob pena de se avançar para a segunda etapa do procedimento, com o envio de um parecer fundamentado.

 

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Antes da Fenprof, já o fizemos todos nós que assinamos a petição

 

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) vai pedir a intervenção do parlamento para tentar resolver a situação de milhares de professores que dizem estar impedidos de progredir na carreira há mais de dois anos.

 

 

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Não surfar na greve que outros fazem…. – Luís S. Braga

A minha mãe teve momentos difíceis na sua carreira, pessoais e profissionais. E dizia que algumas das pessoas mais solidárias que teve foram as então contínuas.

Cresci na escola para onde a minha mãe me levava quando não tinha onde me deixar. Nos meus 5,6,7 anos passei horas pelos corredores com “senhoras continuas” eu a fazer que varria para me manterem entretido e elas a cuidaram de mim, com solidariedade humana pela mulher com problemas como os delas, mais que por dever. Aliás, não tinham dever nenhum. Era mesmo amizade.
Hoje iniciei o dia a contar os assistentes operacionais, que fazem falta para manter abertas as escolas e jardins de infância do agrupamento em que sou dirigente.

Fecharam, sozinhos e sem conversas da treta professorais, uma EB23, 3 EB1 e um jardim de infância. E nos agrupamentos vizinhos foi na mesma linha.

E, por esse país fora, estão a dar um sinal de dignidade e luta que me envergonha pelo meu grupo profissional. Uma greve que mostra ao governo a falta que faz dar dignidade ao setor público. E que, ao fechar escolas, mostra a falta que elas fazem.

Neste dia em que fecham escolas e mostram a falta que fazem, a descontar um dia de salários mínimos, acredito que a melhor forma de solidariedade não é surfar a greve “deles” para ter um dia livre.
É fazê-la com eles.

Por isso, aderi à greve. Porque ela também devia ser “dos professores” . E porque quando é só nossa não chega a ser.

 

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379 Contratados Colocados na RR11

Foram colocados 379 contratados na Reserva de Recrutamento 11. Praticamente metade a norte. Os horários a sul já nem aparecem nas reservas de recrutamento, porque estão nas ofertas de escola.

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A entrevista  – Luís Filipe Torgal  

 

Vi e ouvi a entrevista que António Costa deu na RTP (no dia 8 de novembro). Costa foi eficaz na mensagem que propagou e concordei com vários dos argumentos que invocou sobre as graves responsabilidades do PCP e do Bloco de Esquerda, bem como dos restantes partidos com assento parlamentar, no chumbo do orçamento.  

Porém, sou professor e jamais poderei ignorar as políticas educativas turbulentas e incongruentes implementadas pelos governos que presidiu. O seu fantasmagórico Ministro da Educação, que nunca compreendeu e por isso perverteu a magnitude da sua missão. O seu tecnocrático Secretário de Estado da Educação, que desconsiderou e padronizou as dificuldades, complexidades e diversidades enfrentadas pelos professores de sala de aula nos diversos ciclos de ensino. O «eduquês» pós-moderno (os tecnocratas do Ministério da Educação chamaram-lhe «Autonomia e Flexibilidade Curricular») decretado às escolas através de torrentes asfixiantes de leis, portarias e circulares. A agitação dispensável em torno da dicotomia conhecimentos vs. competências no processo educativo, que a maioria dos professores sempre soube, por experiência adquirida, serem conceitos indissociáveis. O modo ardiloso, empírico, experimental, formatado e desgrenhado como propagaram pelas escolas — sobretudo pelas escolas mais ávidas por agradar à tutela e aos seus inspetores — metodologias «lúdicas» e critérios de avaliação «modernistas», os quais estenderam-se, uniformemente, do ensino pré-escolar ao ensino secundário, tratando por igual ciclos educativos e disciplinas que têm exigências, peculiaridades e problemas diferenciados. A desvalorização da aprendizagem do conhecimento científico e a rejeição categórica dos instrumentos clássicos de partilha e avaliação desse conhecimento. O «sucesso educativo» forjado por procedimentos de avaliação ainda mais burocratizados e fantasiosos, mas também pela inclusão capciosa dos alunos com maiores dificuldades de aprendizagem e ainda pela dispensa ou simplificação dos exames. A invenção redundante e, por isso, dispensável da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, que usurpou tempos letivos às disciplinas de História e de Geografia e onde é suposto os professores tratarem, com obscena celeridade, assuntos prolixos, complexos, controversos e melindrosos. O processo labiríntico, kafkiano e desonesto de avaliação de desempenho dos docentes, que penaliza, demasiadas vezes, os melhores, beneficia, amiúde, os piores, e contaminou as escolas com um ambiente tóxico. A prioridade concedida a uma formação de professores escorada somente no dogma contemporâneo da «transição digital» em detrimento da formação científica, que originou a multiplicação de cursos de tecnologia da informação e da comunicação, em muitos casos, desprovidos de interesse prático.  

Vivemos tempos difíceis e, como escreveu Fernando Pessoa, nas vésperas da sua morte, a 30 de novembro de 1935, «Eu não sei o que o amanhã trará». Mas, não tenciono votar, no dia 30 de janeiro de 2022, num partido político que enfatizou, nos seus discursos, a defesa do progresso da escola democrática e inclusiva. Contudo, dirigiu um Ministério da Educação que fez regredir a escola pública, depreciou o conhecimento científico no processo educativo, sobrestimou a formação digital dos professores que trabalham em escolas repletas de salas primitivas (e não «salas do futuro») sem internet e guarnecidas com computadores e projetores obsoletos e danificados, acirrou a indisciplina dos alunos, desconsiderou os problemas das escolas e dos seus alunos e professores durante o confinamento pandémico, burocratizou e abastardou a avaliação dos alunos, perverteu a avaliação dos professores e tornou o seu trabalho menos exultante e mais exasperante.  

Luís Filipe Torgal  

 

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Reserva de recrutamento n.º 11

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 11.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 15 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 16 de novembro de 2021 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 11

Listas – Reserva de recrutamento n.º 11

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Greve paralisa escolas de Norte a Sul do país

 

Greve paralisa escolas de Norte a Sul do país

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