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23 de Novembro de 2021 archive

Mais alunos do Ensino Secundário concluem os seus estudos no tempo esperado

Mesmo assim só 7 em cada 10 é que conseguem…

Mais alunos do Ensino Secundário concluem os seus estudos no tempo esperado

Acabam de ser divulgados dois estudos da Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência (DGEEC) relativos ao percurso dos alunos que frequentam o ensino secundário nos cursos científico-humanísticos (CCH) e no ensino profissional (EP).
“Situação após 3 anos dos alunos que ingressam em cursos científico-humanísticos” e “Situação após 3 anos dos alunos que ingressam em cursos profissionais” são dois estudos que permitem acompanhar o percurso dos alunos, comparando cursos, áreas de formação e os seus percursos de sucesso.
Em linha com dados recentes sobre o abandono escolar precoce e com as taxas
de retenção, verifica-se que o desempenho do Ensino Secundário tem vindo a melhorar e que, em ambas as vias de estudo, há um aumento significativo dos alunos que concluem o ensino secundário em tempo esperado, isto é, que o completam em 3 anos, sem retenções.
Destes dois estudos destacam-se os seguintes aspetos:
– Uma efetiva melhoria na conclusão dos CCH em três anos ao longo do período temporal para que há dados disponíveis: 55% dos alunos que concluíram os cursos em 2014/2015 faziam-no em três anos, sendo que se regista 69% de alunos que concluíram em 2019/2020 no “tempo normal” (um crescimento de 14 pontos percentuais).
– Uma melhoria similar, no EP, na conclusão dos cursos em três anos ao longo do período temporal para que há dados disponíveis: 53% dos alunos que concluíram os cursos em 2014/2015 faziam-no em três anos e 65% dos que concluíram em 2019/2020 (um crescimento de 12 pontos percentuais).
– Os alunos com melhores resultados no ensino secundário frequentam, no ensino básico, os cursos gerais ou artísticos especializados, comprovando-se que a dualização precoce, extinta com os cursos vocacionais, não era desejável.
– Como noutros estudos, registam-se melhores resultados nas regiões Norte e Centro. Ainda que haja recuperação em todas as regiões, mantém-se o hiato face a outras regiões, em particular o Algarve e a Área Metropolitana de Lisboa.
– Os alunos que iniciam o secundário no grupo etário normal – com 15 anos – têm melhores resultados, o que mais uma vez indicia que a retenção e consequente atraso na idade de desenvolvimento dos estudos não revela eficácia comprovada.
Estes dados atestam ainda a importância da diversificação das ofertas no Ensino Secundário, refletindo o investimento feito em Portugal no Ensino Secundário, e o sucesso continuado e sustentado das políticas e das práticas localmente desenvolvidas pelas escolas e pelos professores para a melhoria dos resultados.
O facto de ser ainda no ensino secundário que se encontram os principais focos de exclusão justifica que este investimento continue.

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Autorizada a despesa para LED e Projetores de sala de aula

 

Resolução do Conselho de Ministros n.º 155/2021

1 – Autorizar a Secretaria-Geral da Educação e Ciência (SGEC) a realizar a despesa com a aquisição de equipamentos de projeção para instalação nas salas de aula e de equipamentos especializados para instalação de Laboratórios de Educação Digital (LED), para disponibilização às escolas da rede pública, até ao montante máximo de (euro) 48 000 000,00, ao qual acresce o IVA à taxa legal em vigor, distribuído da seguinte forma:

a) Investimento – Projetores: (euro) 27 000 000,00;

b) Investimento – LED: (euro) 21 000 000,00.

2 – Estabelecer que os encargos resultantes da aquisição referida no número anterior não podem exceder, em cada ano económico, os seguintes montantes, aos quais acresce o IVA à taxa legal em vigor:

a) Investimento – Projetores:

i) 2021 – (euro) 81 300,81;

ii) 2022 – (euro) 26 918 699,19;

b) Investimento – LED:

i) 2021 – (euro) 81 300,81;

ii) 2022 – (euro) 20 918 699,19.

 

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A inflação não entra no Pré-escolar

O apoio prestado às escolas públicas para a compra de material didático no ensino pré-escolar não é aumentado há quatro anos letivos – no máximo, é de 330 euros por sala para turmas com mais de 20 crianças, o que nesse caso significa menos de 16 euros anuais por criança.

Pré-escolar sem aumento no apoio para a compra de material há quatro anos letivos

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Ainda há quem queira ser professor?

O vice-presidente da Escola Superior de Educação do Porto explica que há vagas sobrantes nos mestrados, que é o que permite aos alunos tornarem-se realmente professores. Já em Lisboa, a coordenadora dos mestrados em ensino da Universidade de Lisboa desenha um cenário em que há muitos candidatos a professores e que todos têm emprego. Mas há poucos jovens a querer seguir a carreira de docência e a culpa é da atratividade da profissão.

Ainda há quem queira ser professor? Há mestrados cheios em Lisboa, mas faltam candidatos no Porto

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