Um “Balha-m’adeus” de horário…

Mas será que isto é norma?

 

 

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10 comentários

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    • Nuno Costa on 11 de Fevereiro de 2021 at 12:00
    • Responder

    Isto é a consequência do ministério deixar sem orientações precisas os agrupamentos. E o tiranetes, que não dão aulas há décadas, dentro da autonomia que lhes é concedida carregam com força. E tudo come e cala.

    • Ditador on 11 de Fevereiro de 2021 at 12:07
    • Responder

    O autor desta preciosidade deveria participar também em todas as sessões síncronas de câmara ligada. Não fosse o dito cujo adormecer.
    A Direção comparticipa nas despesas das famílias com a internet?
    O representante da AEE fica calado no CP ?
    Na minha escola as s. síncronas correspondem a 50% da carga letiva de cada disciplina.

      • vicente on 11 de Fevereiro de 2021 at 19:10
      • Responder

      Em nome da democracia participativa na fragata,pede-se sugestões em CP, aos colaboradores, mas fica tudo na mesma. Diretores mais papistas que o papa.Não adiantou as recomendações da Dgest, as literaturas que evidenciam uma quebra brutal de motivação/concentração a partir dos 120m por dia.Estes Drs, precisam voltar a dar aulas.

    • No Name on 11 de Fevereiro de 2021 at 12:55
    • Responder

    No meu agrupamento horário a cumprir a 100%, alunos e professores.
    Para garantir, temos visitas surpresa durante as aulas, só para garantir a assiduidade docente 🙂
    É o que temos…

    • Maria Nunes on 11 de Fevereiro de 2021 at 13:24
    • Responder

    A única coisa que posso dizer é que espero que aquelas aulas síncronas todas não sejam equivalentes a horas dia miúdos sentados em frente ao computador, com os professores a falar. Porque pode haver tarefas para realizar durante o tempo síncrono, o professor estar lá disponível para apoiar, tirar dúvidas, etc. Porque se for o que parece, é muito mau.

    • Atento on 11 de Fevereiro de 2021 at 13:53
    • Responder

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    Coloca aqui o nome do Teu Agrupamento e, já agora, o nome da BESTA (digo, da professoreca) que dirige a TASCA.

    A malta gosta de saber o nome das professorecas que andam pela “escolinha da trêta” a Bater Tacão armadas em peruas…….

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    • Roberto Paulo on 11 de Fevereiro de 2021 at 14:12
    • Responder

    É triste haver professores que não saibam o significado de sincronia.

    • maria on 11 de Fevereiro de 2021 at 17:55
    • Responder

    Este horário foi feito por docentes, pressupostamente gente culta, curiosa , interessada em partilhar saberes que os enriqueçam, que não afetem os seus alunos.
    Perante este belo exemplar, o que dizer? Exigência da Direção, os docentes que não tenham medo, intervenham.

    • vicente Jorge coxixo on 11 de Fevereiro de 2021 at 19:30
    • Responder

    Em nome da democracia participativa na fragata,pede-se sugestões em CP, aos colaboradores, mas fica tudo na mesma. Diretores mais papistas que o papa.Não adiantou as recomendações da Dgest, as literaturas que evidenciam uma quebra brutal de motivação/concentração a partir dos 120m por dia.Estes Drs, precisam voltar a dar aulas.

    • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 11 de Fevereiro de 2021 at 19:55
    • Responder

    Num outro espaço, sobre a mesma temática, comentava assim:
    Comummente, os autores e investigadores da área da educação, nacionais e estrangeiros, referem-se à ingerência das escolas como o resultado das “beliefs” (crenças), cito um exemplo, “Na escola, o ensino caracteriza-se muito mais por opiniões subjetivas e pontos de vista pessoais do que pela lógica e rigor científico e pedagógico, por vezes, pasme-se, à revelia da própria legislação.” A questão dos horários síncronos é apenas um exemplo, uma dessas opiniões subjetivas que nem a força do método nem a força das orientações escritas conseguem derrubar. Como professores assim não há volta possível.

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