As escolas serão o primeiro vector a desconfinar desta terceira vaga… mas ainda não há plano nenhum para a sua operacionalização!
“É pelas escolas que começará o desconfinamento”
Mariana Vieira da Silva não avança um modelo nem uma data para o regresso dos alunos às aulas presenciais.
O desconfinamento começará pelas escolas e o Governo já manifestou essa intenção, disse este sábado a dirigente socialista e ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva.
“Eu queria dizer que me revejo nesse problema. Não é por acaso que se procurou evitar o encerramento de escolas até ao limite do possível e que o Governo também já disse que é precisamente pelas escolas que recomeçará o desconfinamento”, afirmou a socialista, membro do Secretariado Nacional do PS, através de videoconferência.
Em seguida, a ministra da Presidência assinalou que atualmente, “apesar de as escolas estarem fechadas, são servidas cerca de 18% das refeições normais de um período de não encerramento de escolas”, considerando que “não é um valor assim tão pequeno”.
Por outro lado, Mariana Vieira da Silva realçou que “neste encerramento de escolas se incluíram medidas que não existiram no primeiro [encerramento de escolas], nomeadamente a possibilidade de alunos com terapias adicionais, com necessidades educativas especiais continuarem a ir à escola presencialmente – e estão a ir”.
Também é possível agora identificar “alunos que precisam de estar presencialmente na escola, não podem estar na escola à distância”, salientou a ministra, observando: “Muitas vezes desvalorizamos esse trabalho que está a ser feito”.
“A nossa vida tem sido muito marcada pela pandemia e eu queria dizer que vai continuar a ser“, declarou.




10 comentários
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Sabe lá a Mariana …
As escolas são vai abrir no 3 período.
Eu é que sei.
A vacinação começa pelos ditadores, desculpem queria dizer diretores!!!!!! Eles correm sérios riscos nas suas “tocas do lobo”!!!!
Já começou com o grande líder, compreende-se, ele deve contactar com a infeção (os outros diretor@s) todos os dias.
Penso que a abertura das escolas dia 1 de março para os professores que quisessem realizar momentos escritos de avaliação não me parece que represente perigo e ficava solucionado o principal problema das aulas online: o teste de avaliação, porque outros elementos de avaliação contínua até se consegue recolher com alguma fidelidade e por isso justiça.
Atualmente na minha escola muitos alunos vão à escola por razões de assistência social e menos por falta de condições, seja de rede, equipamentos ou falta de ambiente escolar em casa
Acrescento que, segundo os matemáticos, a baixa do número de infectados começou a surtir efeito na semana anterior ao fecho das escolas por causa das medidas já tomadas anteriormente. Mas como o número de infetados já era muito elevado o governo fez bem em fechar as escolas. Segundo os infecciologistas estás não são um perigo em si mas sim a envolvência da escola e os contactos entre adultos. Até aos 18 anos os assintomáticos têm pouca carga viral mas não há risco zero. Se estamos às espera do risco zero, nem para o ano abriríamos.
A abertura mais completa mas não total será, segundo infecciologistas quando estivermos abaixo dos 2000 casos de infetados e na casa dos 200 nos cuidados intensivos. Para além do grau de transmissão estar em 0,7. O nosso pior indicador é o número de pessoas em UCI
O colega onde está com a cabeça? Hoje a turma x vai de autocarro/ comboio/ a boleia fazer as 15 teste de matemática, amanhã às 10 fazer o de geografia, depois as 16 história,etc,etc que disparate. Diversifique instrumentos de avaliação, há certamente conteúdos que poderá avaliar pelo teams. Misture questões, misture respostas, criei várias versões. Puxe pela cabeça e não proponha disparates. Deixem as escolas em paz. O colega vive a quantos km da escola? É só gente doida!!!!!!
Deixem-se de palpites e sugestões. Se nem os médicos, cientistas, investigadores, conhecem verdadeiramente este vírus e as estirpes. Mas vocês acham que as vacinas vão resolver o caso ou vão atenua- lo? Alguém sabe? Não percebem que o caso está em estudo, experiência, a tentar a todo o custo encontrar a solução? Façam o vosso melhor naquilo que sabem que é dar aulas. bolas!
Parece mentira! quando se diz e os professores defendem que as escolas não são perigo, ou seja que não existe contágio nas escolas, locais seguros, blá, blá, blá….. Todos os casos que conhecem de casais e famílias infetadas foi a criança e adolescentes que levaram para casa. Eu queira ver, se não tivessem fechado as escolas onde é que estaríamos hoje?!
Mas será que Portugal é o único país europeu onde as crianças e os jovens não aprendem em casa? onde as crianças e os jovens ficam doentes por estarem a protegerem-se do Sars-cov-2 (a si e aos seus familiares)?!
Mas será que em Portugal, ou melhor as escolas portuguesas não conseguem avaliar os seus alunos sem os tradicionais testes presenciais. E o projeto MAIA? será que já alguém ouviu falar?
Parece-me que existe muita imaturidade na pressa de desconfinar as escolas, e ir-se-á pagar um preço bastante alto! E mais triste é ver este desconfinamento servir de argumento político, ideológico,porque são mais uns votos! Tenham em consideração a saúde pública, pense em salvar vidas, pensem nos profissionais de saúde que lutam há um ano com esta pandemia, mesmo sem o equipamento desejável e a quantidade desejável (a França enviou ventiladores, a Alemanha enviou ventiladores e outro equipamento…). A próxima vaga, será muito pior, não acreditem nestes números, porque está-se a fazer menos testes.
O bom senso e a ciência dizem: deixem vacinar mais, só depois pensem em desconfinar.
A palavra é “salvar” e não “matar”.
Vão abrir as escolas? A sério? Para depois voltar a fechar?
Deixem o 2ºperíodo terminar tal como está e depois vê-se.
Está mais que provado que a abertura das escolas está diretamente relacionada com o aumento de casos e mortes.
Quantas vidas se teriam poupado se as escolas não tivessem aberto logo a 4 de janeiro?
Mas não, quiseram continuar a bater no ceguinho e o ceguinho já está negro de tanta pancada!
Não cometam os mesmos erros continuamente!
Acham mesmo que são as escolas o grande problema associado aos contágios?
O problema está na mentalidade e egoísmo das pessoas!
Tenho visto muitos vizinhos ao fim-de-semana a receber visitas para o almoço de domingo ou o lanche de sábado à tarde.
Quando não chove apercebo-me de encontros de mães/pais com os filhos, em sítios mais discretos, durante a semana quando terminam as aulas online.
Vejo muitos carros com famílias inteiras a circular ao sábado e domingo por volta da hora de almoço.
Se a estupidez pagasse impostos…
Os casos de infeção começaram a baixar exatamente 8 dias após o encerramento das escolas…
Precisa que desenhe!!!!????
Penso que
-a questão da avaliação não é menor (impossível controlar o apoio em casa no momento de avaliação, o que acentua as desigualdades);
-os momentos de avaliação poderão realizar-se no horário da turma, a partir de 1 de março,;
-os casos de contágio começaram a baixar uma semana antes do confinamento das escolas (segundo infecciologistas);
-as escolas não constituem foco de contágio em si mesmo mas no ambiente social exterior (segundo infecciologistas);