Câmara de Lisboa cria plataforma online de aprendizagem para o 1.º ciclo
A Câmara Municipal de Lisboa lança hoje a plataforma de ensino à distância “+Sucesso Escolar”, uma ferramenta para dar apoio às atividades letivas enquanto as escolas estiverem encerradas por causa da pandemia de covid-19.
Em comunicado, a autarquia adianta que a plataforma “+Sucesso Escolar” é uma ferramenta para todos os professores e alunos do 1.º ciclo do ensino público em Lisboa.
“A plataforma Lisboa integra recursos educativos e pedagógicos que permitem criar um ambiente inovador, interativo e estimulante”, é referido na nota.
Na plataforma, alunos e professores podem comunicar por videoconferência em ambiente seguro, sem necessidade de recorrer a registos adicionais.
“Será também possível partilhar trabalhos e realizar atividades individuais ou em família. Os alunos e alunas vão poder aprender, estudar, explorar e brincar, através de um conjunto de atividades interativas que desafiam a imaginação, a curiosidade e o saber”, sublinha o município.
O vereador da Educação e dos Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Grilo (BE, partido que tem um acordo de governação da cidade com o PS), citado na nota, lembra que “é através da escola que são garantidos mecanismos que combatem as desigualdades”.
“Por isso, num momento em que a escola vive um desafio tão difícil a esse nível, queremos garantir que existem espaços em plataformas digitais, de qualidade e gratuitas, onde se possa fomentar a comunicação regular entre alunos e professores, promovendo o trabalho em grupo e a manutenção do sentimento de pertença à turma”, salienta o autarca.
A Plataforma “+ Sucesso Escolar” foi criada na sequência do programa, aprovado em 2020, “Covid-19: Programa para redução das desigualdades dos alunos do 1.º Ciclo das Escolas do Município”.




4 comentários
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Lusoinfo vendeu a plataforma à CML.
A lusoinfo não é uma empresa da Maia ligado ao ISMAI Ensino particular?
As tentativas de abordagem à municipalização do ensino não desaparecem! e enquanto houver “brechas” no sistema!!! As câmaras podem combater a desigualdade se dirigirem (!!!) os seus esforços para melhorar a habitação das pessoas (sim, há crianças que estão neste E@D em condições de habitação de 3º mundo) ; o acesso à saúde (médicos de família suficientes, centros de saúde com horários adaptados,….formas, até por exemplo, de uma pessoa “pobre” doente se deslocar ao centro de saúde sem ser de autocarro!!, etc; as refeições escolares com melhor qualidade; as famílias têm internet e eletricidade etc,etc. Portanto milhões de possibilidades!!! As escolas e o ensino deveriam estar reservadas aos seus profissionais!!!! Os professores/escolas trabalham com as plataformas digitais. Têm planificações; atividades, programas, papéis, etc,etc… E AS CRIANÇAS NÃO PODEM NEM DEVEM PASSAR A DEPENDER DE PLATAFORMAS DIGITAIS HORAS E HORAS!!! OS PROFESSORES NÃO SÃO BABY SITTERS E OS PAIS NÃO PODEM SER LEVADOS A ACHAR QUE ISSO É O MELHOR PARA OS SEUS FILHOS. E o dinheiro dos contribuintes pode ser usado de outra forma…e não para comprar “atividades inovadoras”!!! Há muitos jogos educativos gratuitos na internet!!! E o nosso ME pode colocar nos recursos esses “jogos”.
E acho que a frase mais correta seria:”CML COMPROU à Lusoinfo” e não o contrário…porque assim as pessoas têm mais perceção para onde vai o seu dinheiro…e isto não põe em causa a qualidade da plataforma!! Conheço à muito tempo…