A FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PROFESSORES CONVERGIU COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

 

A Federação Portuguesa de Professores, da qual faz parte a Pró-Ordem, reuniu dia 2 do corrente, com o Ministério da Educação representado pelo Secretário de Estado Adjunto e da Educação e pela Secretária de Estado da Educação. Ao abrigo da legislação juslaboral tratou-se formalmente de uma reunião de negociação sindical sobre alguns aspetos da profissionalização em serviço, da formação contínua de professores e de outras alterações legislativas por força da pandemia atualmente em curso.

Relativamente a este conjunto de aspetos, esta Federação apresentou diversas sugestões no sentido do seu aperfeiçoamento, tendo-se verificado existir um grande grau de convergência entre ambas as partes.

Como não podia deixar de ser, colocámos ainda algumas questões de atualidade sanitária e outras, de que destacamos o teletrabalho e a necessidade de, nesta fase, se evitar uma sobrecarga de trabalho dos professores com aulas síncronas e assíncronas.

Aproveitando o facto de Ministério da Educação ter retomado o regular relacionamento institucional com o movimento sindical docente – depois de mais de um ano de abstinência negocial – sublinhámos, mais uma vez, a necessidade de o Governo aceitar a abertura formal de outros procedimentos de negociação coletiva que urgem, a saber:

-Na sequência da anunciada revisão do SIADAP, proceder à reformulação do modelo de Avaliação de Desempenho Docente, de modo a superar os seus bloqueios à progressão;

– Reformulação o atual regime jurídico de concursos para a docência;

– Recuperação do tempo de serviço em falta (6A6M23D);

– Pré-aposentação e regime específico de aposentação;

P’la Direção Nacional

O Presidente

Filipe do Paulo

 

 

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8 comentários

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    • Lua de Saturno on 4 de Fevereiro de 2021 at 10:04
    • Responder

    Muito bem… Haja mudanças para melhor… Isto como está não pode continuar. A Avaliação de Desempenho Docente é uma vergonha. Eu também não concordo com o atual modelo de Gestão das Escolas. A nível dos concursos também há injustiças… Antigamente, quando se respeitava a lista graduada, tudo corria bem…

    • Fernando, el peligroso de kas verdades. on 4 de Fevereiro de 2021 at 10:40
    • Responder

    Mas o que é que resultou destas reuniões?
    Nada mais do que sindicatos comidos de cebolada. Mas estes não se importam. Lá para julho já têm autorização para mais um ano sem dar aulas.
    Continuai, continuai, filhos de Deus, a pagar as quotas para serdes a cebola que os alimenta. Continuai, continuai… parvinhos, que eles agradecem…

      • SapinhoVerde on 4 de Fevereiro de 2021 at 10:54
      • Responder

      Tens razão, alguns estão lá para ver se não irão regressar às escolas. O mário laranjas já deveria de ter saído de lá há muito tempo. O Filipe do Paulo está a fazer o mais que pode.

        • serena on 4 de Fevereiro de 2021 at 16:17
        • Responder

        “O Filipe do Paulo está a fazer o mais que pode.”
        Pois está, para seguir o exemplo do Mário Nogueira e não ter de regressar à Escola (onde, até agora, conseguiu “livrar-se” das aulas 😉

    • SapinhoVerde on 4 de Fevereiro de 2021 at 10:51
    • Responder

    Se, mas se, os outros recuperam o tempo de serviço, em parte e/ou em todo, também deveremos recuperar de igual forma.
    A sobrecarga de trabalho. Deveria-mos voltar aos 11 blocos de 90 minutos, ou em alternativa a 990 minutos de trabalho por semana, sem prejuizo de tempos de: direção de turma: coodenação de curso; diretor de instalações; coordenador de departamento, PTE, projetos, cidadania, etc, etc, – serem todos tempos letivos.
    Depois a vergonha que são as quotas, quer para avaliação de desempenho quer para acesso aos 5 e 7 escalões. Deveriam de ser abolidas. Ou há moralidade ou comem todos – Ai o meu colega é o “xalente?” então eu vou …..
    Todo e qualquer horário a concurso deveria de ter pelo menos 14 horas, tanto para contratados como para quadros mobilidade interna / doença.
    Depois as vagas. Os quadros QAQE também poderiam concorrer a QZP. Todos devem concorrer em primeira prioridade, exceptuando os QAQE com componente letiva na sua escola que concorreriam em segunda prioridade (já que estão nessa escola é porque em princípio gostam de lá estar, se não gostam é fácil … concorrem a QZP).
    Por fim os professores querem fazer parte da solução, mas também querem serem reconhecidos tanto a nível moral como a nível moral na carteira.

    • zabka on 4 de Fevereiro de 2021 at 15:24
    • Responder

    Mais uns amarelinhos todos contentes. Vão ficar tão bem na foto quando assinarem mais um papelinho inútil.

    • Atento on 4 de Fevereiro de 2021 at 16:42
    • Responder

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    “….depois de mais de um ano de abstinência negocial”……Tenham VERGONHA!…..

    abstinência negocial

    abstinência reivindicativa

    abstinência sindical……………………abstinência e/ou desaparecimento dos Sindicatos que estão feitos com este Xuxalismo (nova corrente pseudo-socialista) Bacoco comandado pelo António Bosta e a restante Máfia que desgoverna o País.

    Sindicatos assim são bons é para a maltinha das direções não trabalhem nas Escolas….Não servem para rigorosamente NADA.

    O Mário Nojeira do PCP e grande apoiante do desGoverno tambem deve ter ido lá reivindicar mais uns Tachusssssssssss………….o Nojeira deve andar cansado ………

    Ide enganar outros……

    CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………CHEGA!………CHEGA!…………

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    • Leandro Costa on 4 de Fevereiro de 2021 at 19:36
    • Responder

    Será que neste momento são esses os assuntos que mais preocupam a classe docente? Não me revejo de forma alguma nas reivindicações deste sindicato que parece ter saído muito feliz da reunião…

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