13 de Dezembro de 2020 archive

Pelas terras de Sua Majestade fecham escolas e testam-se alunos

Por cá continuamos a acreditar…

Há pouco dizia-me uma delegada de saúde, depois de me informar sobre mais uns isolamentos profiláticos: “Quem me dera cá o dia 18…”

Welsh secondaries and colleges to shut on Monday to stem Covid spread

 

Pupils face mass testing as tier 3 Covid measures loom in London

 

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Na Página do Assistente Técnico

E por este andar não tarda que um professor no início de carreira fique equiparado ao salário mínimo nacional.

 

A Vergonha dos Governos com a Carreira de Assistente Técnico!

Em 2005 o vencimento de Assistente Técnico estava acima do Salário Mínimo Nacional 256,45 €, atualmente a diferença nos 50 € BRUTOS, falta retirar impostos!!!

Exigimos Justiça Salarial! Querem serviço público com qualidade nestas condições ?!?

 

 

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Medida Sensata

Tudo aponta que com a diminuição de restrições no Natal e na Passagem de ano possa haver uma nova vaga durante o mês de janeiro.

Parecia sensato que por cá fosse também dado um espaço maior de confinamento que permitisse reabrir com mais alguma segurança as escolas apenas no dia 11 de janeiro, dando assim tempo que fosse feito um isolamento de 14 dias após as festas do Natal.

 

Alemanha encerra escolas e lojas não essenciais a partir de quarta-feira

 

Escolas e lojas não essenciais vão fechar a partir de quarta-feira e até 10 de janeiro. Ou seja, em termos de comércio, apenas supermercados, farmácias e bancos vão manter as portas abertas nas próximas semanas.

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As Escolas e as 2ª e 3ª Vagas – Paulo Prudêncio

 

As Escolas e as 2ª e 3ª Vagas

A reabertura das escolas foi uma das decisões mais relevantes para a 2ª vaga pandémica na Europa e na América do Norte“, é uma evidência científica recente (09/12/2020) relatada pela epidemiologista australiana Zoe Hyde (também exerce na Austrália, o que evita desvalorizações por suposta parcialidade, e é Research Officer na Faculty of Health and Medical Sciences da UWA Medical School). Lê “nesta ligação” o estudo muito bem documentado onde cheguei através do blogue Escola Portuguesa.

O estudo apresenta as seguintes conclusões (saliento nove):

  1. As escolas são locais de risco elevado porque têm espaços fechados e aglomeram pessoas;
  2. Os riscos aumentam sem distanciamento físico, sem ventilação de espaços, sem higienização de equipamentos e sem uso de máscaras;
  3. Turmas mais pequenas e ensino semi-presencial são medidas eficazes para tornar a frequência das escolas mais seguras;
  4. As crianças não são menos susceptíveis aos contágios;
  5. As crianças não têm menor capacidade de transmissão do que os adultos;
  6. É difícil detectar a infecção nos mais jovens porque muitos permanecem assintomáticos e, intencionalmente ou não, fazem-se menos testes a esses grupos etários;
  7. Os estudos mais aprofundados demonstraram que, devido à forma como a doença evolui nos organismos dos mais novos, é mais frequente a ocorrência de falsos negativos. As crianças transportam o vírus e transmitem-no sem que seja detectado pelos testes de antigénio (os mais habituais);
  8. Quando existe transmissão comunitária do vírus, e se fazem rastreios sistemáticos nas escolas, regista-se a existência de surtos activos com a propagação do vírus entre elementos da comunidade escolar;
  9. Já se sabe que quando o número de casos atinge, na comunidade, valores alarmantes, o confinamento da população escolar é uma das medidas mais eficazes para, a curto prazo, reduzir a propagação.

No centro da Europa, há regiões com mais capacidade financeira que usaram turmas mais pequenas (meia-turma presencial) na 2ª vaga e que optarão por ensino online associado a turnos ou desdobramentos a partir de Janeiro e com o início das aulas agendado para o fim da primeira quinzena desse mês. Na Alemanha, essa discussão escolar é também nuclear. As restantes regiões europeias, principalmente as mais pobres e com escolas, e turmas, numerosas, devem informar e rastrear com rigor se não quiserem (não puderem ou não as deixarem) aplicar as mesmas soluções. Devem usar toda a informação obtida, com o objectivo de que as crianças e os jovens não continuem a infectar, nas comunidades, grupos etários mais idosos e originem surtos que aumentam os internamentos hospitalares.

Para além disso, espera-se que não se repitam, tal a importância, e as consequências, da má informação, os seguintes números e conclusões: as escolas registam apenas 3% dos locais de contágio (esses números salientavam os tais 61% em habitações e festejos familiares) e as escolas massificadas são seguras. Como nos recordamos, uma ou duas semanas depois destes dados revelaram-se números muito diferentes: “desconhecem-se 81% dos locais de contágio, a pandemia galopou na população em idade escolar e é nesse grupo etário que existe o maior número de infectados”. Já agora, a tão propalada envelhecida classe de professores lecciona com mil e um cuidados, e por sua exclusiva conta, e reconhece que, definitiva e objectivamente, este não é um país para professores; nem para os outros profissionais da educação. A escola continua na primeira linha da guarda das crianças e jovens, mas mantém-se na terceira linha das prioridades organizacionais dos governos.

No que verdadeiramente conta na crise pandémica, e para além da muito positiva ajuda europeia às falências e ao desemprego, as mortes aumentaram muito na 2ª vaga (em Portugal duplicaram ou triplicaram) e teme-se, apesar da esperança na vacina, que os números subam ainda mais numa previsível 3ª vaga que acontecerá pela 1ª vez em pleno inverno.

 

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Queixem-se, pá! Não se fiquem…

 

O grande problema da classe docente é o “rebanhismo”. Portam-se como ovelhas, seguindo os assobios do pastor com uma religiosidade muito próxima da fé. Limitam-se a pastar nos locais que lhes limitam a ração e os impedem de alcançar aquele pasto muito mais saboroso e nutritivo.

Quando aparece uma ovelha de outra cor, imediatamente é isolada, posta de castigo e apelidada de subversiva.

Fica o conselho do Luís Braga em relação à marcação de reuniões presenciais por parte dos diretores a que elas não vão…

“Aos diretores que vão fazer reuniões presenciais ponham-lhes o sindicato à perna, exijam debate ao Conselho Geral, queixem-se ao Ministro, escrevam para a inspeção, comuniquem à Dgs. Façam qualquer coisa mas não se abstenham de agir. . Não sejam só preenchedores de “grelhas”, amorfos e passivos. Sejam professores. Isto é cidadãos ativos, conscientes e que lutam pelos seus direitos. E neste caso pela saúde da comunidade.”

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150 Docentes Aposentados em Janeiro de 2021

Constam 150 docentes da rede pública do Ministério da Educação da Lista de aposentados e reformados a partir de 1 de janeiro de 2021, de acordo com a distribuição do quadro seguinte que fica já preparado para receber todos os dados do ano 2021.

Prevê-se que em 2021 aposentem-se 2.067 docentes.

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