O grande problema da classe docente é o “rebanhismo”. Portam-se como ovelhas, seguindo os assobios do pastor com uma religiosidade muito próxima da fé. Limitam-se a pastar nos locais que lhes limitam a ração e os impedem de alcançar aquele pasto muito mais saboroso e nutritivo.
Quando aparece uma ovelha de outra cor, imediatamente é isolada, posta de castigo e apelidada de subversiva.
Fica o conselho do Luís Braga em relação à marcação de reuniões presenciais por parte dos diretores a que elas não vão…
“Aos diretores que vão fazer reuniões presenciais ponham-lhes o sindicato à perna, exijam debate ao Conselho Geral, queixem-se ao Ministro, escrevam para a inspeção, comuniquem à Dgs. Façam qualquer coisa mas não se abstenham de agir. . Não sejam só preenchedores de “grelhas”, amorfos e passivos. Sejam professores. Isto é cidadãos ativos, conscientes e que lutam pelos seus direitos. E neste caso pela saúde da comunidade.”




21 comentários
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Não percebo o post. Se se pode dar aulas, porque não fazer reuniões presenciais? No secundário são cerca de 7 elementos, nos outros anos no máximo 14. Qual o problema? Quando temos turmas com mais de 20 alunos! Eu sou professora e defendo as presenciais… Mas a história do rebanho dava uma longa conversa, há coisas mais importantes, onde não devíamos seguir o rebanho, o facilitismo, o brincar à escola Inclusiva etc etc
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Aninhas es uma TRISTE…. a unica coisa que deves saber fazer na vida e Bater Tacão…
Dizes defender reuniões presenciais … se eu tivesse o prazer de estar na tua escola mandava-te uma “lola e/ou escarreta” nesse focinho.
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Cara Ana Duarte, permita-me faze-lhe uma questão no sentido de compreender a sua legítima defesa das reuniões presenciais:
O que é que se pode fazer numa reunião presencial que não pode ser feito via digital?
Eheheheh, falta de formação. Precisa de ler o relatório Nacional da Educação. Os alunos são todos diferentes, ainda não se apercebeu? A escola inclusiva, que chegou tardiamente a Portugal e não está para ficar, por falta de formação de grande parte dos docentes, veio dar cabo de algumas negociatas que todos conhecem. A escola pública tem de dar resposta a todos os alunos, algo que não acontece, de facto.
Dou-lhe razão quando os alunos não mantêm o distanciamento porque as escolas não possuem condições físicas para que tal aconteça, nem dividindo a turma a meio.
Quanto às reuniões presenciais, para nada servem, demonstram que as escolas e seus professores não se atualizam, continuam saudosistas do passado.
Desculpe Ana… E onde é que a escola inclusiva chegou cedo? A esse farol de luz que é a Finlândia, certo? O tal país com uma entrada no superior das mais selectivas do mundo… Não é formação que falta aos professores na actual legislação.., a legislação é que não vale um caracol… Até a redacção da lei , com o seu barroquismo bem português , é um autêntica catástrofe! Querem brincar aos países ricos mas o recursos ficam exactamente os mesmos nas escola! A Flexibilidade é uma catástrofe e não é pelos professores… Com excepção do SE Costa os protagonistas da coisa, como alguns das universidades do Porto, são absolutamente medíocres!!!
Se tivessem juízo acabavam com esta catástrofe já, porque as asneiras são muitas e vão-se pagar muito caro!
Sim, tem razão. Se a ideia é ser carne para canhão, que seja até ao fim, mesmo que haja alternativas. Aliás, as pessoas até sentem falta de comer uns biscoitos e uns bolinhos, enquanto falam, sem máscara, nessas reuniões.
Então reuniões dia 21, dia 22… Excelente! Uns dias depois jantam com os avós. Mas qual o problema, se têm estado com os pais todos os dias depois de virem da escola?
Sim, tem razão. Que post incompreensível! Se a ideia é ser carne para canhão, que seja até ao fim, mesmo que haja alternativas. Aliás, as pessoas até sentem falta de comer uns biscoitos e uns bolinhos, enquanto falam, sem máscara, nessas reuniões.
Então reuniões dia 21, dia 22… Excelente! Uns dias depois jantam com os avós. Mas qual o problema, se têm estado com os pais todos os dias depois de virem da escola?
Concordo em absoluto com o Luís Braga. É necessário passar da lamúria encapotada para a ação efetiva na defesa dos nossos direitos. Neste caso, a nossa saúde e a dos nossos em primeira instância! Andamos a ouvir todos os dias, tantas vezes, para evitarmos comportamentos de risco e, “por decreto diretivo”, é feita tábua rasa deste discurso.
Pai natal quando voares nos céus da minha Pátria
Quando aterrares as renas nas planícies do meu País
Lembra-te desta carta, pedido singelo
De um homem que só para a Pátria pede
Para si? Nada quis.
Se o nevoeiro que levou D. Sebastião
Te fizer perder o rumo e baralhar o norte
Segue o cheiro a verde pinho
Ouve a minha trova no vento que passa
E chegarás às chaminés do meu país
Pátria desafortunada. Sem euros. Má sorte.
Numa das chaminés de Lisboa
Sentirás o odor e verás o fumo negro da traição
Que o teu trenó sobre ela paire
Que sobre a chaminé de Soares a tua rena páre
E solte bosta. Um imponente cagalhão.
Altamente!!! Magnífico!!!!!
“Rebanhismo”, ??? Nossa, que palavra!
Com o nome com que te identificas nem deverias estranhar a palavra… mas preferes estranhar a semântica que deverias conhecer e o simbolismos que deverias perceber. São factos estranhos nos dias de hoje, nas escolas portuguesas: muitos professores deixaram de o ser, embora continuem, dizem, a dar aulas. Mas não, vegetam, apenas!
Ganhaste! Leva a taça.
Seguidismo?. Pronto vamos pela análise superficial.
Sem recorrer ao saber científico e mesmo sem atender aos princípios da lógica do dia-a-dia.
Mesmo nas músicas pimba é possível encontrar explicação.
Se um grupo apanha no pacote uma vez e outra vez e mais uma ou duas vezes.
Se sem qualquer benefício aparente a maioria do mesmo grupo se disponibiliza para dar o pacote uma vez mais e as vezes que for preciso.
Podemos concluir que para a maioria desse grupo levar no pacote é uma forma de estar e quiçá a maior parte dos elementos desse grupo goste de levar no pacote.
Não posso ir almoçar com meia dúzia de colegas a um restaurante, a menos que fiquemos em mesas separadas, mas já se podem reunir 12 ou 15 pessoas numa mesma sala durante duas horas, passando papéis entre si e tudo o mais? Que regras de distanciamento podem ser respeitadas numa situação destas, que não é comparável com uma aula, mesmo que não acreditemos em bolhas.
Vamos lá ser um bocadinho sérios e menos folclóricos (ahhhh… nada substitui uma reunião presencial!): o meu Conselho de Turma (5º ano) tem 6 professores (e não aqueles 9 ou 10 da mitologia de algumas mentes que falam no choque da transição entre ciclos) e até se poderia fazer a reunião sem riscos enormes. Mas uma reunião do 3º ciclo já pode ter uma dúzia ou mais e professores, a menos que seja daquelas em que ainda não docente de Português, Inglês e Geografia e então poderão ser só uns 8-10. E uma do Secundário, em que se juntam duas turmas em algumas disciplinas pode ir acima das 15 pessoas numa sala, sendo que essas pessoas até podem nem conviver com regularidade e muito menos fazer parte de qualquer “bolha” comum.
Num período que ainda se considera de risco muito elevado de contágio, promover reuniões deste tipo, com pessoal que anda em regra acima dos 50 anos, em rotação pela escola e a passarem papelada de mão em mão é profundamente idiota.
Quanto á Ana Duarte do primeiro post sugiro idas a congressos lotados ou a salas de cinema ou de refeições cheias durante todos os dias das férias. Já que durante o ano tem que frequentar salas de aula.
As reuniões à distância são fantásticas para os professores que pouco ou nada fazem. Já que têm o trabalho de e sair de casa- maravilha! Já para quem tem de organizar as reuniões, preencher e enviar os todos os papeis, e os emails, e ainda resolver os problemas que os supostos desocupados (que querem ficar em casa) muitas vezes criam durante as reuniões onde nada fazem… São lindas a reuniões à distância. E ficam para a posteridade.
Tu fazes imenso quando trabalhas para o PAPEL… É QUE sais de lá realizado.
Tb deve ser o único sítio de onde sais realizado, pq já a dar aulas deves ser daqueles que passado 5min. tá tudo a dormir.
És tão triste João, então o único argumento para que as reuniões não sejam presenciais é porque quem as defende quer ficar em casa, sendo que são os mesmos que nada ou pouco fazem.
Sendo a maioria dos comentadores nesta página professores, não acham que deviam manter algum nível em vez de imitarem os maiores grunhos das redes sociais?
Já compreendo o comportamento dos alunos.
Sou um defensor e até me posso considerar um dos impulsionadores das reuniões online da minha escola.
Mas acho decadentes e vergonhosos a maioria dos comentários, que num “tópico” que apela a dar a opinião e não ser o tal “seguidista”, até ofendem quem dá uma opinião contrária.
É o que somos…