26 de Dezembro de 2020 archive

A frente de batalha contra a desgraça sempre teve lugar na escola.

Sempre tive essa noção, em caso de crise é na escola que se vê, em primeiro lugar, a desgraça a acontecer. São as crianças e jovens, os primeiros a deixar notar o que se passa em casa. Se olharmos com atenção verificamos a mudança de rotinas, de lanches, de pequenos pormenores que na maioria das vezes passam ao lado da restante sociedade. É na escola que a fome vem morrer.

Este ano não é diferente, esta crise vai afetar muitos que até agora ajudavam e, agora, são eles que necessitam de ajuda.

Alunos que ajudavam colegas carenciados são quem agora precisa de apoio

Alunos de famílias de classe média, que antes participavam em campanhas de solidariedade, são agora quem precisa dessa ajuda e algumas escolas receiam não conseguir acudir a todos.

 

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Grande maioria dos professores serão vacinados na 3.ª fase…

Este ano, o fado do fecha turma, abre turma, isola este, isola aquele, recebe telefonema e faz telefonema, recebe email e envia email para o delegado de saúde, vai até ao final do ano letivo. No próximo ano letivo, logo veremos se continuamos ou não, mas o mais provável…

Tudo como previsto…

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Notas “demasiado elevadas” nos exames nacionais? Veremos os resultados…

Iave quer travar notas “demasiado elevadas” nos exames nacionais

As provas do 9.º. 11.º e 12.º anos vão manter perguntas opcionais, como no ano passado, mas o nível de dificuldade das alternativas será semelhante para evitar classificações acima do normal.

O presidente do Instituto de Avaliação Educativa (Iave), Luís Pereira dos Santos, reconhece que o modelo usado nos exames nacionais do ensino secundário no último ano lectivo contribuiu para que fossem dadas notas “demasiado elevadas”. As provas deste ano vão manter a mesma solução, com grupos de questões opcionais. Para evitar uma situação semelhante, haverá mexidas no grau de dificuldade das perguntas que vão ser feitas.

Ao contrário do que aconteceu no ano passado, as avaliações externas deste ano lectivo são feitas de raiz a pensar neste sistema em que há perguntas de resposta opcional. O modelo vai manter-se nos exames nacionais do ensino secundário e será estendido às provas finais de 9.º ano, onde apenas são avaliadas as disciplinas de Matemática e Português. Apesar de terem sido dadas notas “demasiado elevadas” nos exames do ano passado, o presidente do Iave entende que a solução encontrada “resultou” e concorda com a sua manutenção neste ano lectivo.

Sendo as provas pensadas de raiz para este modelo, o Iave pode encontrar outras soluções, que no ano passado não eram possíveis, uma vez que as provas estavam já numa fase adiantada de preparação no momento em que as aulas foram suspensas e o Governo determinou que os exames tivessem regras especiais. “As coisas têm que ser um bocadinho mais equilibradas e temos essa preocupação este ano, para que os efeitos sejam mitigados”, acrescenta Pereira dos Santos.

O Iave está a trabalhar em soluções que passam, por exemplo, por garantir que as perguntas que são apresentadas em alternativa têm um grau de dificuldade e complexidade semelhante. A intenção é evitar o que aconteceu no ano passado: as perguntas mais difíceis quase não tiveram impacto nas classificações, ou porque os estudantes simplesmente não responderam ou porque, por terem tido piores resultados, foram excluídas da contabilidade final, devido às regras especiais implementadas. As mudanças devem também atingir os grupos de resposta obrigatória.

No ano passado, os enunciados tinham um conjunto de questões obrigatórias e outras que eram opcionais. Os alunos podiam assim escolher não responder às matérias que não tivessem trabalhado em sala de aula por causa da suspensão das actividades presenciais entre o final do 2.º período e as primeiras semanas do 3.º período.

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30 mil “aferidos” em amostra aleatória

O engraçado é conseguir meios tecnológicos para que os alunos realizem as provas… por isso é que a coisa se vai estender no tempo… deve ser à espera da entrega dos tais computadores…

Ministério testa aprendizagens de 30 mil alunos no início do 2.º período

Cerca de 30 mil alunos do ensino básico vão ser testados no início do 2.º período para perceber de que forma a suspensão das aulas, durante o ano lectivo passado, afectou as suas aprendizagens. Não se trata de um exame nem de uma prova de aferição, mas de um estudo, pedido pelo Ministério da Educação (ME), que envolve alunos do 3.º, 6.º e 9.º anos. O objectivo é dar informação às escolas para que possam ajudar os alunos a recuperar as matérias atrasadas.
O Diagnóstico de Aferição das Aprendizagens – que arranca a 6 de Janeiro, dois dias depois do regresso às aulas, após as férias – será feito em moldes semelhantes aos de provas internacionais como o PISA (Programme for International Student Assessment) ou o TIMSS (Trends in International Mathematics and Science Study). É testada uma amostra da população escolar e são avaliadas “literacias transversais”. As questões que serão colocadas aos estudantes têm por base competências que estão previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, em dimensões como linguagens e textos, raciocínio e resolução de problemas, pensamento crítico e pensamento criativo ou ainda saber científico, técnico e tecnológico.

Este estudo nacional, que tinha sido anunciado pelo ME em Julho, quando apresentou o plano de regresso às aulas depois da suspensão motivada pela pandemia, vai focar-se em três áreas: Matemática, Ciências e Leitura e Informações. Será feito um único teste, dividido em três partes, uma para cada disciplina, sendo dedicados 30 minutos a cada tarefa, com intervalos entre cada uma. No final, os estudantes respondem também a um questionário de contexto, onde se pretende recolher dados sobre a forma como cada escola lidou com o ensino à distância.

O teste diagnóstico está desenhado para “tirar uma fotografia do estado das aprendizagens”, avança ao PÚBLICO o presidente do Instituto de Avaliação Educativa (Iave), Luís Pereira dos Santos, a quem o ME entregou a responsabilidade de preparar o estudo diagnóstico, que é inédito em Portugal.

Os alunos vão ser testados até 22 de Janeiro. Ou seja, durante as três primeiras semanas do 2.º período lectivo. As escolas terão margem para estabelecer os dias em que cada turma vai responder ao teste. O diagnóstico não implica que todos respondam ao mesmo tempo, como acontece com os exames nacionais, desde logo porque os alunos não terão acesso a um enunciado em papel. As tarefas são respondidas online, através de um computador. Além disso, o sistema informático define aleatoriamente as questões apresentadas a cada estudante.

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Exames em 2021 com Solução Semelhante a 2020

 

Iave quer travar notas “demasiado elevadas” nos exames nacionais

 

As provas do 9.º. 11.º e 12.º anos vão manter perguntas opcionais, como no ano passado, mas o nível de dificuldade das alternativas será semelhante para evitar classificações acima do normal.

Lisboa, 27/04/2020 – Decorreu hoje na TSF uma entrevista
conduzida por Ricardo Alexandre a Ana Mendes Godinho, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
(Orlando Almeida / Global Imagens)

O presidente do Instituto de Avaliação Educativa (Iave), Luís Pereira dos Santos, reconhece que o modelo usado nos exames nacionais do ensino secundário no último ano lectivo contribuiu para que fossem dadas notas “demasiado elevadas”. As provas deste ano vão manter a mesma solução, com grupos de questões opcionais. Para evitar uma situação semelhante, haverá mexidas no grau de dificuldade das perguntas que vão ser feitas.

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30 Mil Alunos Vão Ser Testados nas suas Aprendizagens

Ministério testa aprendizagens de 30 mil alunos no início do 2.º período

 

Estudo inédito vai perceber impactos da suspensão das aulas sobre os conhecimentos de Matemática, Ciências e Leitura, envolvendo estudantes do 3.º, 6.º e 9.º anos.

Lisboa, 27/04/2020 – Decorreu hoje na TSF uma entrevista
conduzida por Ricardo Alexandre a Ana Mendes Godinho, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
(Orlando Almeida / Global Imagens)

Cerca de 30 mil alunos do ensino básico vão ser testados no início do 2.º período para perceber de que forma a suspensão das aulas, durante o ano lectivo passado, afectou as suas aprendizagens. Não se trata de um exame nem de uma prova de aferição, mas de um estudo, pedido pelo Ministério da Educação (ME), que envolve alunos do 3.º, 6.º e 9.º anos. O objectivo é dar informação às escolas para que possam ajudar os alunos a recuperar as matérias atrasadas.

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