18 de Dezembro de 2020 archive

O adiar do início do 2.° período não evitará nada do que ai vem…

Covid-19. Diretores sugerem adiamento do regresso à escola em janeiro para evitar nova onda de contágios

Desde 2 de novembro que os mais de mil alunos do ensino secundário e profissional das duas escolas públicas de Paços de Ferreira voltaram “temporariamente” para casa, seguindo as aulas à distância, como já tinham sido forçados a fazer no passado ano letivo. Foi o único concelho do país onde a Direção-Geral da Saúde mandou fechar os estabelecimentos deste nível de ensino durante vá­rias semanas. E mesmo depois de a situação epidemiológica melhorar, os jovens mantiveram-se afastados da escola. O regresso só vai acontecer em janeiro.

Nem em Lousada nem em Felgueiras, os outros dois concelhos com maior incidência de casos por 100 mil habitantes, as autoridades tomaram decisão semelhante e no resto do país o fecho de escolas foi residual. Aconteceu durante duas semanas apenas em Borba e Vila Viçosa e poucos mais casos são conhecidos. O Ministério da Educação nunca quis divulgar os dados nem sobre os estabelecimentos de ensino nem em relação ao número de alunos que tiveram de ir para casa em determinado momento por terem testado positivo ou por terem tido contacto de alto risco.

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Tolerância de ponto 24 de dezembro

Primeiro-ministro assina despacho de tolerância de ponto para 24 de dezembro

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Ministro apareceu e falou na “aposta ganha”

Aulas presenciais são “aposta ganha”, mas ministro faz aviso sobre Natal

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, assinalou esta sexta-feira o fim do primeiro período do ano letivo com uma visita a uma escola em Vila Praia de Âncora, em Caminha, enaltecendo o trabalho “incansável” feito pelos diretores, pelas comunidades educativas, pelos docentes e não docentes na articulação com as famílias, autarquias e a tutela.

O balanço é extremamente positivo. Quero agradecer todo o trabalho feito pelos diretores das escolas, pelas comunidades educativas, pelos docentes e não docentes. Um trabalho incansável de articulação com as famílias, as autarquias que foram inexcedíveis e com todos dos serviços do Ministério da Educação”, disse o ministro, em declarações aos jornalistas, lembrando o “período muito complexo” aquando do encerramento das escolas.

“Todos nos recordamos onde estávamos em julho, agosto, setembro, onde sabíamos que íamos enfrentar uma grande provação, com mais perguntas do que respostas, mas todos acreditamos que era necessário voltar para as atividades letivas presenciais”.

Depois disso, “houve um entendimento entre todos que era necessário voltar às aulas presenciais. (…) Os alunos sempre nos disseram que preferiam e sabiam que aprendiam mais no ensino presencial. Passado este tempo, estamos aqui também a celebrar o final do perído letivo, afirmou Tiago Brandão Rodrigues, para quem a forma como decorreu este primeiro período “é uma aposta ganha”.

Nesse sentido, “temos de continuar a trabalhar para que continuemos a ter a maior normalidade possível” no decorrer do ano escolar, firmou.

Frisando que as escolas têm sido “genericamente lugares seguros”, o ministro garantiu que a articulação entre as comunidades escolares e as autoridades de saúde vai continuar “para que sempre que haja um caso suspeito, a resposta seja o mais célere possível”.

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Computadores chegam às escolas a “conta-gotas”

Computadores chegam às escolas a “conta-gotas”

Os diretores das escolas queixam-se da demora na distribuição dos computadores prometidos em abril deste ano, mas o Ministério da Educação garante que a entrega dos 100 mil equipamentos estará concluída no final do primeiro período, cujas aulas terminam esta sexta-feira, sendo o seu encerramento formal apenas no final do ano.

Depois, até ao final do segundo período, avançou a tutela ao “Jornal de Notícias”, deverão chegar “mais 260 mil computadores”. A segunda encomenda já foi, aliás, adjudicada, acrescentou o ministério tutelado por Tiago Brandão Rodrigues.

Do lado das escolas, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores e Escolas Públicas (Andaep), refere que os equipamentos estão a chegar a “conta-gotas” e que o processo “é moroso e burocrático”. Além disso, alguns dos computadores que já chegaram aos estabelecimentos de ensino ainda não foram entregues aos alunos. A Setúbal, à Escola Secundária de Bocage, conta o “Jornal de Notícias”, chegaram 16 computadores, dos cerca de 150 previstos, mas nenhum foi ainda entregue aos jovens, já que é necessário configurá-los.

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Professores devem ser os ‘primeiros da fila’

Professores devem ter prioridade na vacinação contra a Covid-19, diz a UNESCO

Entidade destacou que as escolas são insubstituíveis e que os Professores devem ser os ‘primeiros da fila’ para serem imunizados contra o coronavírus

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) pediu na segunda-feira (14) aos governos que priorizem os professores no acesso às vacinas contra a Covid-19, ao considerar que estes profissionais devem ser tratados como trabalhadores da “linha de frente”, informou a agência France Press.

“Ao ver os avanços positivos em relação à vacinação, acreditamos que os docentes e o pessoal de apoio à educação devem ser considerados grupo prioritário”, disse a chefe da UNESCO, Audrey Azoulay, em mensagem conjunta em vídeo com o director da organização de docentes da Internacional da Educação (IE), David Edwards.

Azoulay e Edwards destacaram que, quando as escolas e outros centros educacionais foram fechados para evitar a propagação do vírus, os docentes e o pessoal de apoio continuaram a trabalhar.

À medida que as aulas migraram para a internet, “reinventaram a forma como ensinamos e aprendemos”, disseram. E nos locais em que as escolas reabriram, os Professores regressaram “corajosamente” às salas de aula.

Destacando que as escolas são “insubstituíveis”, a UNESCO, com sede em Paris, e a IE, com sede em Bruxelas, pediram que os Professores estejam entre os primeiros da fila para ser vacinados.

Que cada um veja, oiça, leia, e retire as suas conclusões:
Plano de Vacinação Portugal – Intervenção do professor Ricardo Silva com resposta de
Francisco Ramos (Coordenador do Plano de Vacinação) – 7 dez 2020:
https://drive.google.com/file/d/1n3CBNQ_7SXDMTGOD_zYQuETCBCyzWfXy/view?usp
=sharing
Plano de Vacinação EUA – Joe Biden (Professores incluídos no grupo prioritário) – 9 dez
2020:
https://drive.google.com/file/d/11-
uZPvxwGmMyECMQVqe1jYObXcvNJD4n/view?usp=sharing
Unicef defende que professores sejam prioritários nos Planos de Vacinação – 15 dez
2020:
https://www.dn.pt/mundo/unicef-defende-que-professores-tenham-acessoprioritario-as-vacinas-13139490.html

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