Médicos e professores. António Barreto

 

Médicos e professores

Com excepção dos enfermeiros e dos auxiliares de educação, a falta de profissionais não parece ser uma causa importante dos atrasos, da ineficiência e da desigualdade. Nem as percentagens da despesa no produto. Há que procurar causas e remédios noutras áreas.

Com ou sem crise, no início do ano lectivo ou em pleno período de exames, por altura das matrículas ou na época das avaliações, uma evidência parece impor-se, de tal modo é proclamada: não há professores que cheguem! Os professores estão velhos, há demasiados alunos por turma, há alunos sem aulas por falta de professores… É verdade que faltam auxiliares, os edifícios estão em mau estado… Mudam os programas e mudam os manuais… Mas um tema se sobrepõe: faltam professores!

In Público

 

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8 comentários

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    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 18 de Outubro de 2020 at 14:04
    • Responder

    WOW!!!!!

    Um opinion-maker do nosso lado?

    Double wow! Será que posso ser um pouco otimista?

    • Carla on 18 de Outubro de 2020 at 14:31
    • Responder

    Mais um que vai na onda e fala errado.
    Não há falta de professores, há é falta de professores no quadro.
    Contratados para o quadro.
    Qzp’s a serem qzp’s. Não sai do qzp que vincula.

    Soluções fáceis que parecem ciência aeronáutica.

    Precisam é de colocar mais percentagem do PIB a favor da educação e saúde

    • Tiago Diz on 18 de Outubro de 2020 at 15:47
    • Responder

    Se lerem o artigo todo percebem que o Antonio Barreto NUNCA está do nosso lado!

    • Atento on 18 de Outubro de 2020 at 16:13
    • Responder

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    Já aqui expliquei que não existe falta de professores. Pelo contrário o que se verifica é EXCESSO DE PROFESSORES, em particular na Educação Pré-Escolar, 1º ciclo e Educação Física……estes!…..dá-se um pontapé numa pedra e sai um licenciado nestas matérias………… Esta gente está é inscrita no Centro de Emprego e, alguns deles, a receber o Subsidio de Desemprego.
    É, por demais, evidente que estes cursinhos para BABÁS (antigas AMAS), Professores Primários e professores de ginastica ….não dão preparação para coisa nenhuma a não ser limpar o cu a meninos……
    O BLOG do Arlindo colocou aqui um quadro em que se vê o EXCESSO DE PROFESSORES destas áreas em que as Escolas Superiores de Educação (ESEs) mandam cá para fora á pazada pessoal para limpar o cu a meninos.

    Os Licenciados por Universidades desde que bem preparados não precisam do “ensino” para nada, dado terem colocação em qualquer empresa e, por isso, só vai para o Ensino quem entende ter vocação e espirito missionário. Um licenciado em Informática, em Direito, em Economia….não precisa da “Escola Pública/Enorme Cantina Social/Armazem/Espaço de Intretem….) para NADA. Tem melhores saídas profissionais na economia real do que ser “mestre escolinha”.

    Os Médicos nada tem a ver com os professores por vários motivos. Em medicina há uma falta real de profissionais porque não há Tascas (digo ESEs) a despejar Licenciados para o mercado de trabalho. A Ordem do Médicos tem muito peso e não permite aldrabices.

    Cuidado com este pseudo-xuxalista chamado de António Barrete……

    CHEGA………..CHEGA………CHEGA………….CHEGA………..CHEGA………CHEGA………CHEGA………..CHEGA………CHEGA………
    CHEGA………..CHEGA………CHEGA………CHEGA………..CHEGA………CHEGA………CHEGA………..CHEGA………CHEGA………CHEGA………..CHEGA………CHEGA………

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    • José Vinagre on 18 de Outubro de 2020 at 16:45
    • Responder

    Cada vez haverá menos jovens atraídos pela carreira docente.

    Veja-se a minha situação. A meses de ser aposentado, na Francisco Arruda, agora que já estou s 2 meses quase dos 66, e com o COVID. a disparar exponencialmente, atribuíram-me um “horário” com 10 turmas+ 5 substituições semanais+3 turmas de coadjuvação TIC. Semanalmente, estou em contacto com 355 alunos. E parece que está tudo legal. Meti RH ao ME, mas parece que a podridão vai de cima para abaixo, debaixo para cima. Se este fosse apenas “O MEU CASO”, tudo bem. Mas, com maior ou menor gravidade, isto é mais frequente do que se possa imaginar. Está tudo bem, por interesse ou por medo, encolhemos os ombros.

    • Falcão on 18 de Outubro de 2020 at 17:00
    • Responder

    Caro colega José Vinagre,

    Quero apenas expressar-lhe a minha total solidariedade, apoio e respeito. É realmente vergonhoso um professor ter de passar por uma situação dessas, infelizmente é o que acontece com muitos milhares. Se quer mesmo que lhe diga o que penso, isso só merece uma coisa: faça o seu melhor com os alunos mas não seja “sacerdote”, cumpra o seu horário e trate da avaliação toda presencialmente, em sala de aula, evite tudo o que dê muito trabalho a corrigir, use o Forms, trabalhos de apresentação oral em sala de aula, atividades de aula, etc.. não facilite email’s a ninguém, abandone toda e qualquer reunião que ultrapasse o tempo regimentalmente definido no RIA, não se ofereça para qualquer tipo de atividade de acompanhamento de alunos em projetos, visitas de estudo, atividades, efemérides, o raio que parta, resumindo, dê as suas aulas com profissionalismo e o resto é meter pelo ânus acima de quem nos coloca nesta situação! Disse!

    • Maria on 18 de Outubro de 2020 at 17:12
    • Responder

    Fechem as Escolas!
    Os alunos, mesmo assintomáticos, estão a infetar profs e pais que, por sua vez, vão infetar outros nos seus locais de trabalho!
    Onde estão os Sindicatos a denunciar isto??!!

    • Fernando, el peligroso de las verdades. A dizer ao Vinagre que fale mais e não seja curto na língua. on 18 de Outubro de 2020 at 20:41
    • Responder

    Mas, ó camarada José Vinagre, o senhor ainda é contratado, certo? Se não for como é que pode ter tantas horas?
    Explique lá isso melhor, porque com 66 anos há alguma coisa que não se compreende…

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