Ensino Secundário em Paços de Ferreira e Freamunde passa a ser à distância

 

Os alunos do ensino secundário de Paços de Ferreira e Freamunde vão fazer a transição para E@D já na segunda-feira.

A toda a Comunidade Educativa
Nos termos do número 5 da Resolução do Conselho de Ministros nº. 53-D/2020, foi dado parecer favorável da DSRN – DGEstE, à transição do regime presencial para não presencial para todos os alunos do Ensino Secundário, conforme determinação da Senhora Diretora-Geral de Saúde.
Assim, a partir de segunda-feira, 2 de novembro, todos os Alunos do Ensino Secundário (Regular e Profissional) passarão para regime não presencial, pelo que deverá ser aplicado o Plano de E@D desta Escola.
O Diretor

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14 comentários

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    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 31 de Outubro de 2020 at 11:58
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    Vai ser interessante ver como funciona isso, uma vez que os professores vão ter de usar equipamento informático das escolas para o ministrar.

    De certeza que muitos colegas têm 3ºciclo e secundário, por isso têm de intercalar aulas presenciais com aulas à distância, usando os meios informáticos das escolas.

    • Zaratrusta on 31 de Outubro de 2020 at 12:29
    • Responder

    Pronto. Já está. E agora como fica a questão da equidade no ensino? De acordo com a teoria do ME, o ensino à distância é “coxo” em aprendizagens. Uns vão aprender mais (presencial) que outros (à distância) mas vão todos fazer os mesmos exames. O desnorte e a palhaçada continuam.

    • Lena on 31 de Outubro de 2020 at 14:22
    • Responder

    O que é que estes alunos são mais ou menos que todos os outros do país?

    Onde estão os sindicatos??? Sala já sei são braços armados dos partidos e estão caladinhos…

    • Maria on 31 de Outubro de 2020 at 15:06
    • Responder

    PS “salva o Natal”!!!
    É hoje a estreia do filme?
    É comédia, infantil ou de terror?

    • Matilde on 31 de Outubro de 2020 at 17:22
    • Responder

    Zaratustra:

    Concordo inteiramente.

    A equidade é só mais um “faz de conta” deste Governo… Os pais/encarregados de educação estarão à espera do quê para reclamarem a sério?

    • Matilde on 31 de Outubro de 2020 at 17:41
    • Responder

    Maria:
    O filme (em estilo de tragicomédia) já estreou, hoje foi apenas mais uma reposição… 🙂

    Maria Indignada e Lena:
    E a inexistência de Sindicatos de que fala a Lena, bem como o uso de meios informáticos das escolas de que fala a Maria Indignada são partes fundamentais do mesmo argumento cinematográfico… 🙂

    • Alecrom on 31 de Outubro de 2020 at 18:16
    • Responder

    Pois eu acho que será necessário muito, mas mesmo muito, muito mais para os portugueses conseguirem ver através do/para além do beatopatriotismo de esquerda.
    Aliás, não tenho a certeza se haverá cura possível para esse tipo de cegueira.
    Desculpem a insistência, mas…

    • Alecrom on 31 de Outubro de 2020 at 18:20
    • Responder

    Por exemplo,
    leram a proposta de Louçã para sacudir do capote a questão da massa deste ano para o Novo Banco?

    Volto a pedir a vossa paciência, mas até eu fiquei de boca aberta:

    “(E começa pelo Novo Banco sugerindo ao Governo que retire) “deste Orçamento o pagamento pelo Fundo de Resolução e, caso o Tribunal o venha a confirmar depois, geri-lo então num Orçamento suplementar, que aprovará com a direita (se a auditoria o recusar, é escusado lembrar que a operação cai)”.  “A esquerda teria o seu ganho agora e não haveria razão para se opor ao Orçamento para 2021 nesta matéria, votaria depois contra esse suplementar, ficando do lado do Governo o ónus de procurar uma maioria quando chegar o dia do pagamento, em maio”, (argumenta resolvendo o assunto politicamente para os dois lados desta barricada)”.

    Enfim…

    • Alecrom on 31 de Outubro de 2020 at 18:21
    • Responder

    Querem lá saber dos portugueses e de Portugal, lol.

    • Matilde on 31 de Outubro de 2020 at 19:52
    • Responder

    Alecrom:

    Parece-me que a “cegueira” de que fala se verifica tanto à Esquerda como à Direita e esse é o nosso maior problema, em termos políticos…

    Pior do que isso, o “deserto” de ideias que afecta uns e outros permitiu a entrada em cena do populismo e do extremismo, consubstanciados, neste momento, em partidos políticos perfeitamente anti-democráticos, liderados por aspirantes a ditadores.
    Partidos (hediondos) como o Chega não teriam “palco” se assim não fosse…

    Espero, sinceramente, que a extrema direita (ou a extrema esquerda) não se torne numa espécie de novo “ópio do Povo”, “consumido” sem noção das respectivas consequências, a bem da Democracia e de todos nós…

    • farto de gente incompetente e inoperante on 31 de Outubro de 2020 at 22:19
    • Responder

    Há outros concelhos a norte a necessitarem de igual medida. Acorde, sff, Diretora-Geral da Saúde e decrete a mesma medida, pois já vai tarde.

    • Alecrom on 31 de Outubro de 2020 at 23:18
    • Responder

    Matilde,
    grosso modo, concordo consigo.
    Entendo, no entanto, que os partidos “ópio do povo” vão continuar a crescer.
    Refiro-me, essencialmente, ao Chega e ao BE.
    Falta de ideias?
    Eu diria ideias escondidas.
    O PCP já preconiza algum caminho alternativo ao da ditadura do proletariado?

    Para já,
    vou sentido alguma diferença no IL.

    • Fernando, el peligroso de las verdades. on 1 de Novembro de 2020 at 0:21
    • Responder

    Ó Zaratrusta, então os pais haviam de protestar porquê? Os filhos não estão na escola?

    • Matilde on 1 de Novembro de 2020 at 8:12
    • Responder

    Alecrom:

    O PCP parou no tempo, o discurso tipo “cassete” é o mesmo há séculos, não houve renovação de lideranças, as ortodoxias continuam as mesmas e talvez ainda acreditem na “ditadura do proletariado” como uma solução para o país… 🙂
    E concordo consigo quando afirma que “os partidos “ópio do povo” vão continuar a crescer”… Infelizmente, talvez venha a ser assim… Mas também cabe a cada um de nós tentar contrariar, em todos os contextos, essa possibilidade. É o que vou tentando fazer…

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