Estas duas medidas resolvem o problema que se vive, na Educação, em Espanha, bastante semelhante ao de Portugal (pelo menos na escassez de professores que queiram trabalhar em determinadas regiões do país).
Um destes dias estarão, e estaremos, como o Reino Unido, basta ter feito uma cadeira de matemática no curso que abordasse o programa do ciclo de ensino e já se pode ser professor. (houve uma altura que tentaram “recrutar” os militares em fim de contrato para ir dar aulas)
Quem sabe se não recuaremos 30 anos em que com o 12.º ano já se podia dar aulas… em Espanha para lá caminham.
El Congreso aprueba que los alumnos promocionen con suspensos y contratar docentes sin máster
El Gobierno ha conseguido sacar adelante en el Congreso el Real-Decreto-ley por el que se adoptan medidas urgentes en el ámbito de la educación no universitaria, con 187 votos a favor. La norma, que abre la posibilidad de que los alumnos pasen de curso sin límite de suspensos y que se contrate a profesores que no tengan aún el máster específico habilitante, ha sido convalidada con 187 votos a favor de PSOE, Unidas Podemos y los partidos nacionalistas e independentistas.
PP, Vox y Cs han votado en contra. Durante la defensa del texto, la ministra de Educación y FP, Isabel Celaá, ha afirmado que las medidas contempladas en el mismo dan respuesta a las “preocupaciones” que se han ido manifestando en las conferencias mantenidas con las comunidades autónomas para debatir sobre el desarrollo de la actividad escolar.
En concreto, ha defendido la contratación de docentes sin máster específico, ya que, a su juicio, la situación actual “obliga a reforzar las plantillas de manera urgente”, y “ello puede implicar que, en algunos casos, ciertamente pocos, pero no desdeñables, no se disponga de candidatos suficientes idóneos”. “No resulta aceptable que haya grupos de estudiantes sin docentes”, ha lamentado.
También ha defendido que la norma permita modificar los criterios de evaluación y promoción, de modo que los centros puedan decidir si un alumno pasa de curso y se titule sin límite de suspensos, pues “el objetivo no es otro que dar respuesta a las diferentes situaciones generadas por la pandemia”. “Afirmar que podrá titularse con suspensos es sencillamente falso”, ha defendido, pues se tratará de una decisión “global” y “no aislada” que se tomará de forma colegiada por los equipos docentes del centro.




7 comentários
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Catastrófico e dentro da catarse apocalíptica que parece varrer , não o Mundo, mas a cabeça dos Homens… Com a mágica da flexibilidade, aqui pela Lusa – pátria, também se tenta um varrer total do conhecimento e a formação de dedilhadores de telemóveis… Irá piorar, com certeza!
Escandaloso!
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“Os PP, Vox e Cs votaram contra. Durante a defesa do texto, a Ministra da Educação e Formação, Isabel Celaá, declarou que as medidas contempladas no texto respondem às “preocupações” que foram expressas nas conferências realizadas com as comunidades autónomas para discutir o desenvolvimento da actividade escolar.”
São estes os diplomas da Esquerdalha de Pacotilha (PS, PCP, BE e PAN)…..é este o pseudo-Xuxalismo que temos que combater.
CHEGA……….CHEGA…………CHEGA……….CHEGA…………CHEGA……….CHEGA…………CHEGA……….CHEGA…………CHEGA……….CHEGA…………CHEGA……….CHEGA…………
Muito bem. Há que valorizar as competências não técnicas dos professores Por exemplo no domínio dos afectos e multiculturalidade não vão ser testes nem exames num curso universitário que conseguem promover essas competências.
Mui bem o Atento, na sua cruzada contra a esquerdalha! Só lhe falta o cavalo, a armadura e a espada. Grande lutador!
Este esclarecimento está errado. Ora, na etapa de “Educación Primária” esta realidade apenas pode ocorrer no 1º, 3º e 5º anos! SÓ NÃO CHUMBAM se as aprendizagens das disciplinas em que foram “suspensos” não implicam que os “Objectivos GENERALES de ETAPA ” sejam comprometidos, isto é, sejam postos em causa. Caso ocorra o “CHUMBO” nos 2.º, 4º e 6º anos, o aluno PROMOCIONA e nas disciplinas em que “chumbou” no ano anterior beneficiará de um “Plan de Refuerzo” (Apoio).
CONCLUSÃO: há que conhecer melhor o que se trata em vez de olhar apenas ao que dizem os jornalistas!