Comunicação da DGEstE – Restrições de circulação entre concelhos

 

Comunicação da DGEstE – Restrições de circulação entre concelhos (enviada às escolas)

“Na sequência da publicação da Resolução do Conselho de Ministros n.º 89-A/2020, de 26 de outubro, que vem determinar que os cidadãos não podem circular para fora do concelho de residência habitual, no período compreendido entre as 00:00h do dia 30 de outubro de 2020 e as 06:00h do dia 3 de novembro de 2020, chamo a vossa melhor atenção para as seguintes disposições aí enunciadas no que respeita ao setor da Educação;

1- Nos termos da alínea a), do n.º 16, da referida RCM, a restrição de circulação, nesses dias, não se aplica ao “pessoal docente e não docente dos estabelecimentos escolares”;

2- Conforme a alínea g), do mesmo n.º 16, a restrição de circulação, nesses dias, também não se aplica a “menores e seus acompanhantes para estabelecimentos escolares, creches e atividades de tempos livres, bem como às deslocações de estudantes para instituições de ensino superior ou outros estabelecimentos escolares”.

Ainda assim, no caso de algum elemento da comunidade educativa ser abordado pelas forças de segurança pública poderá declarar que o motivo da deslocação é o trabalho/frequência da Escola.”

 

 

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6 comentários

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    • Num Soue Eue on 27 de Outubro de 2020 at 20:31
    • Responder

    Repetindo o que já escrevi antes:

    O que realmente está escrito na resolução do Conselho de Ministros é que os profs se podem deslocar para onde lhes apetecer fora do concelho de residência e não só para a viagem casa-escola-casa, pois na exceção não diz isso, mas sim:

    “15 – Determinar que os cidadãos não podem circular para fora do concelho de residência habitual no período compreendido entre as 00:00 h do dia 30 de outubro de 2020 e as 06:00 h do dia 3 de novembro de 2020, salvo por motivos de saúde ou por outros motivos de urgência imperiosa.

    16 – Determinar que a restrição prevista no número anterior não se aplica:

    a) Aos profissionais de saúde e outros trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social, bem como ao pessoal docente e não docente dos estabelecimentos escolares;”

    Nesta alínea não menciona que é somente viagem casa-escola-casa!

    • SÓNIA DIAS on 27 de Outubro de 2020 at 20:57
    • Responder

    e também não diz que é só em dias de trabalho e sim naquele período de tempo que incluiu o fim de semana

    • Teresa Soares on 27 de Outubro de 2020 at 23:44
    • Responder

    São tantas as exceções que anulam o pretendido…. evitar circular! quanto mais dizem mais erram! querem evitar mas não querem as consequências dessas ordens, ficam sempre no “só se….”! O querer agradar a gregos e troianos, dá nisto…inconsistências e absurdos!

    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 28 de Outubro de 2020 at 0:10
    • Responder

    Isto é ridículo.

    Não terá efeito algum.

    Estão a tentar que o pessoal adquira mais receio.

    Como se tal fosse possível neste caos de informações e indicações antagónicas, com que todos os dias nos brindam, desde os últimos meses.

    O saldo final será sempre que cada um de nós não colaborou conforme era desejável e imprescindível.

    Medidas de algibeira, para dispersar a atenção do que é mais relevante.

    Polémicas com atividades ao ar livre com máscaras, F1, futebol e outros.

    Enquanto se continua a ignorar que nas escolas é ambiente fechado e com elevada concentração de pessoas, MAS, com resultados EXCELENTES!

    As contaminações é culpa das famílias.

    Devem ser vírus que surgem espontaneamente no saco de cebolas lá de casa.

    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 28 de Outubro de 2020 at 0:26
    • Responder

    As famílias deveriam antever que os vírus surgem espontâneos no meio dos legumes/hortaliças.

    Deveriam estar em casa em isolamento uns dos outros, pois nunca se sabe em que hortaliças os vírus surgem.

    Cada membro da família/agregado deverá come um legume diferente, uns repolhos, outros nabiças, outros nabos e por aí fora.

    Assim não ficarão todos contaminados, pois o vírus vai preferir uma hortaliça ou legume em detrimento do outro.

    Não tem rigorosamente nada a ver com os jovens/crianças que chegam a casa infectados e assintomáticos vindos das escolas e transportes escolares, contaminado assim silenciosamente os seus familiares.

    Nem tem nada a ver que as primeiras pessoas a serem testadas sejam os que têm sintomas (familiares dos alunos), concluindo-se assim que não foi originado nas escolas (onde se evita testar como o diabo da cruz).

    Está tudo a ser muito bem gerido, e a transparência e racionalidade são sublimes!!!!!!!

    Bravo!

    • Zulmiro on 28 de Outubro de 2020 at 7:49
    • Responder

    Estão a enviar alunos positivos para a escola porque já não representam risco… Não sei porque não mandam o Ronaldo regressar ao futebol!

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