A carta de “un padre para la querida ministra de educación”

Passa tudo. Até os que anularem a matricula à disciplina. E os valores que os pais tentam incutir na educação para a educação académica dos seus filhos, não vale nada. Faz-me lembrar aquela história do professor que achava a média dos testes da turma e dava a mesma nota a todos os seus alunos, estudassem ou não. Todos sabem qual foi o resultado de tal experiência…

 

 

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3 comentários

    • maria on 19 de Outubro de 2020 at 11:54
    • Responder

    Dizia um saudoso ancião da planície : ” Não vaias (sic) buscar à casa dos outros o que tens na tua”.

    Pensando bem , os lusos “passatudismo” 54 e 55 replicam as directivas decretadas pelo Congresso madrileno – apenas de forma menos descarada.
    Sucede que somos “muita bons” a legislar, embora numa linguagem desprezível. É o nivelamento por baixo, senhores.

    Se fizermos um paralelismo com a carreira docente, a música é a mesma – também passa tudo ! ! Independentemente do conteúdo funcional, sejam letrados ou iletrados , sejam competentes ou incompetentes. Somente conta o “mérito” de estarem vivos, leia-se, acumular ” tempo de serviço”.

    • Francesc Ferrer Y Guárdia Um Bocadinho Manco on 19 de Outubro de 2020 at 16:11
    • Responder

    Mas, com o já foi bem observado anteriormente, o 54 e o 55 fazem exactamente o mesmo …. com a mesma vergonhosa discriminação dos mais pobres… Sim, porque serão esses que terão o ensino mínimo fingindo que se estão a tomar medidas conforme o perfil do aluno … Um embuste igual ao espanhol com muito mais palavrório …

    • Nuno Sá on 19 de Outubro de 2020 at 16:11
    • Responder

    «Se fizermos um paralelismo com a carreira docente, a música é a mesma – também passa tudo ! ! Independentemente do conteúdo funcional, sejam letrados ou iletrados , sejam competentes ou incompetentes. Somente conta o “mérito” de estarem vivos, leia-se, acumular ” tempo de serviço”.»

    Onde foi buscar isto?… Antes fosse assim… Mais vale falar do que se sabe, digo eu…

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