O caso deu-se em março, em pleno confinamento, quando a psicóloga, de 30 anos, e o docente foram apanhados em cenas íntimas. A situação assumiu gravidade porque os atos foram “presenciados” por alunos e encarregados de educação: a psicóloga, que é orientadora vocacional dos estudantes, não desligou a câmara do seu computador após uma videoconferência e transmitiu tudo na net. Apesar dos alertas de várias mães no calor da intimidade, nem a psicóloga nem o professor se aperceberam que estavam a ser vistos às claras.
O Ministério da Educação, questionado pelo JN, confirmou o caso: “Foi apresentada queixa que resultou num processo disciplinar à psicóloga, que já não está a exercer funções”. A informação só agora terá chegado aos serviços regionais da Direção Geral de Estabelecimentos de Ensino. A queixa foi formulada pela mãe de um dos alunos, que gravou as cenas inusitadas.




17 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Então os alunos não passam também uma boa parte das aulas a ver pornografia nos telemóveis? Este foi só um bónus, não entendo o motivo para tanto escândalo!
Canalhada….
Essa mãe nunca deve ter feito nada de errado na vida. Deve ser uma santinha. Atirou-se a primeira pedra. Enfim!
Os apologistas das aulas virtuais, devem reflectir neste exemplo. Qualquer descuido que façam pode levar ao final da sua carreira profissional. Muitos gravam as aulas com objectivos claros de as utilizar futuramente para acusarem os professores, formadores etc. Tanta formação em TIC (muitos deles mão creditadas para o fazer), mas para quando formação para professores, alunos e encarregados de educação sobre a ética e código de conduta a ter no ensino à distancia?
E o professor, escapou por entre os pingos de chuva? São sempre as mulheres a ser criticadas pela sexualidade…
Os professores vivem mas escolas um clima de ameaça constante por parte dos diretores. Agora é em casa….
Esta psicóloga já tinha acabado o tempo estipulado pelo seu AE com os seus alunos? Estava a ter videoconferência a partir da sua casa?! Se sim, os alunos e E. E. também invadiram a sua privacidade. Que procure um bom advogado porque a lei, pelo menos, nessa altura, devia ser omissa relativamente a muitas omissões. Passo a redundância… Boa sorte.
Envergonhem-se! …até de alguns comentários!
É esta a futura classe docente e afins?!
O sexismo patente nesta notícia é absolutamente vergonhoso, deplorável e inaceitável…
O ónus da culpa e da responsabilidade pelo sucedido é totalmente remetido para a figura da psicóloga, ignorando-se/omitindo-se (intencionalmente?) o facto de ela ter tido um parceiro que, previsivelmente, também aparecerá na dita gravação…
Contudo, a humilhação, o vexame, o constrangimento da situação, assim como as respectivas consequências, parecem ser atribuídas em exclusivo à psicóloga, como se apenas ela tivesse participado e contribuído para aquela situação constrangedora…
Ou seja, um homem e uma mulher, de forma inadvertida, deram a conhecer publicamente o seu relacionamento íntimo, mas, aparentemente, só a mulher é criticada por isso… O homem parece sair perfeitamente incólume, como se nada se tivesse passado e como se não tivesse participado em coisa nenhuma…
Quanto à mãe que, alegadamente, gravou as cenas inusitadas, esperamos que, no mínimo, tenha conseguido usufruir do devido prazer/satisfação, certamente proporcionados pelos conteúdos em causa, pois só dessa forma se compreenderá o facto de ter procedido à respectiva gravação…
(Obviamente que esta cena rocambolesca também deve servir para recordar a todos os cuidados extremos que é necessário observar quando se utilizam estes meios de comunicação e esses não foram devidamente acautelados pela psicóloga em causa…).
Não é crime gravar? Continuaram a ver… deve ser melhor na casa dos outros. Tenham vergonha Srs EE.
Notícia incrivelmente sexista.
A mulher apresentada como uma depravada pois “seduziu” um colega e começou a viver a sua sexualidade.
Esqueceu-se de desligar a câmara, não estava ao serviço, e tem processo disciplinar?????????????????????????
Cometeu algum crime??????
………………………
………………………………………………..
Segundo consta na noticia a Senhora Psicologa esqueceu a camara ligada após uma intervenção com alunos.
Este é o facto relevante.
Significa isto que a Senhora Psicologa já tinha terminado a sua intervenção laboral. Portanto o que se passa a seguir – cenas intimas – tem lugar em horário pós-laboral e na sua residência.
Essas “cenas intimas” são vistas por um conjunto de pessoas que TEIMARAM em não desligar o computador, invadindo dessa forma a privacidade da Senhora Psicologa.
Estamos pois perante invasão de privacidade de forma abusiva por parte dessa Encarregada de Educação. Acresce que como se isto não fosse já grave, ainda ousou gravar imagens.
Não sei como irá ser construida a defesa da Senhora Psicologa, mas uma coisa é certa os factos aqui descritos dão direito a colocar uma ação autonoma com pedido de indeminzação por invasão de privacidade.
………………………………..
……………………………………………………………………..
A pessoa em questão perdeu o emprego, mas a mãe em questão também se meteu num sarilho bem grande, pois que se prepare para indemnizar as pessoas que filmou, sem estas lhe terem dado autorização. Se fosse pai de um aluno desta turma, após tentar alertar as pessoas em questão do esquecimento da câmara, limitava-me a desligar a videochamada, pois é o que manda a boa educação! Agora ficar a ver o que apenas dizia respeito a duas pessoas, demonstra a falta de valores que impera por aí.
A psicóloga foi uma totó ou estava no cio. Ou então pensou em gravar a sessão.
Enfim, coisas da contemporaneidade. A psicóloga foi uma idiota. Os nossos alunos conhecem muito bem estes infortúnios.
Altamente ilegal a mãe ter gravado a cena. Devia ser processada criminalmente.
A mãe deve ser uma depravada que gosta de pornografia em vídeo. Não devia ter gravado, a não ser que isso a excitasse para a seguir ser ela a levar com um sardo de um qualquer. Foi vaca.
Vamos lá ver uma coisa…
Já passou pela cabeça que falam na psicóloga porque foi ela que teve a sessão com os alunos e deixou a câmara ligada? Que o professor, por acaso é professor e foi referido o cargo mas possivelmente não tinha nada a ver com estes alunos e portanto, neste contexto, teria que ser responsabilizado comotendo qualquer outra profissão? (ou seja, nada porque não interessa no caso já que estava na privacidade do lar e nem sabia que a câmara ficou ligada). Vá, apliquem o sexismo onde seja aplicável.
A Encarregada de Educação não teria feito nada de mal em advertir a escola e a psicóloga, se devia ou não ter desligado a câmara por questões de educação… convenhamos que a responsabilidade não foi dela.
A Psicóloga cometeu um erro crasso, não se certificar de desligar a videochamada.
A partir daí é como estar na varanda ou em público e ter mirones (se eles devem virar a cara ou não, é com eles, mas quem se expõe…arrisca) , perde o controlo da situação e sujeita-se ao embaraço ou queixa de atentado ao pudor. Foi ela que tornou público, não a EE, sejamos realistas. Se não desligou a câmara, ninguém invadiu a privacidade dela, não foi um hacker que lha ligou, foi ela que deixou “a porta do quarto aberta com pessoas a passar”. Menos…muito menos gente!