Que Fique Claro…
… que estou consciente de que há imensa gente a dar o seu melhor na preparação das escolas para o regresso na próxima semana. Tant@s colegas que merecem todos os elogios pela dedicação, preocupação e trabalho inestimável.
Mas há dois reparos que gostaria de fazer, um no cravo, outro na ferradura.
- Em alguns casos, as condições e circunstâncias impedem que o melhor seja suficiente para ultrapassar os problemas como eu, como professor, já experimentei na pele, O meu melhor não chegou. E segui em frente, porque a vida profissional é mesmo assim. Nem sempre conseguimos. E há que lidar com isso e aprender. Esta situação de pandemia é um desafio inédito e há que ter essa consciência e a humildade de perceber que nem sempre se acerta, por muito que se queira.
- Em outros casos, espero que em menor quantidade pelo país, o melhor não chega porque, infelizmente, nem em situações normais daria, por falta de consciência das próprias limitações. Este é o tipo de situação que sempre procurei evitar, não me metendo em algo para que não tivesse a necessária capacidade. Só que nem toda a gente pensa assim e não raro há quem se sinta a salvação única personificada. E seja incapaz de admitir o erro por manifesta falta de humildade.




7 comentários
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Excelente!
Este senhor tentou tramar os professores contratados!!!!!!!!!!!!!!!!😥😥😥😥😥😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡
Isso é imperdoável!!!! 😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭
E não digo mais nada!!!!! 😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡
Por isso, mesmo nas escolas onde há gente muito competente (e há muitas Direções capazes, felizmente), vai dar raia, pois as condições não são as suficientes, mesmo, reconhecendo que fizeram o melhor que podiam (não podiam ter-se esforçado mais). Mesmo não simpatizando com algumas medidas, na minha escola, concordo que tudo fizeram para que resulte. Mas o tudo, infelizmente, é insuficiente, pelo que vão haver surtos e vão morrer pessoas sem haver necessidade, uma vez que há colegas de risco, sem capacidade financeira para ficarem em casa, sendo que o sindicato dos médicos já veio, publicamente, desmentir o Secretário de Estado, dizendo que não é permitido meter baixas e atestados médicos pertencendo-se a grupos de riscos e, que cabe ao Ministério da Educação proteger os seus profissionais de risco ao invés destes recorrerem a atos ilegais.
Paulo Guinote devia ter dito isto quando falou na TV com Nuno Crato ou em outras ocasiões já passadas.
Mas há coisas que não se dizem na CS e então anda-se à volta, à volta…para pouco se dizer.
E o vento sopra e vira os vira latas.
Diretores preocupados com as condições nas escolas???!!!
Não sejam ridículos, eles estão apenas preocupados com o tacho. Obrigam os zecos a estar em reuniões presenciais, inúteis, com dezenas de pessoas e pelo tacho até ligariam o gás para o “aquecimento “ dos ex-colegas…
Nasceram para isto estas párias da MLR.