Há idiotas no “recreio” das redes sociais…

Os alunos portugueses não andam ao molho, mas também não andam separados e sem qualquer contato com os colegas de turma. São as tais “bolhas”. No recreio os alunos brincam e sociabilizam com os colegas de turma por uma questão de controle no caso de contágio. As regras assim o definem. As escolas tudo fazem para que assim seja e não se tornem fontes de surtos para a sociedade. (O que se passa fora dos portões da escola já são outros quinhentos…)

Mas, há sempre quem tente denegrir, da pior forma, a imagem das escolas… para isso já temos os políticos, não necessitamos de “idiotas”.

Escola portuguesa afasta crianças no recreio?

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/09/ha-idiotas-no-recreio-das-redes-sociais/

2 comentários

2 pings

    • PROFET on 30 de Setembro de 2020 at 13:37

    Não são os recreios das redes sociais que fazem a realidade, o que se passa nas redes sociais é um reflexo da realidade, tal como aqui neste blog, que tem sala de conversa e caixa de comentários, em que as pessoas vêm manifestar a sua opinião e relatar CASOS DA VIDA REAL.

    Eu não utilizo redes sociais, para além “desta” e venho aqui para dar a minha opinião e relatar a verdade, factos que presencio e também relatos de outros colegas que PRESENCIAM A REALIDADE. E a realidade é esta:

    1º Nos recreios, as bolhas colidem, alunos de várias turmas a jogarem à apanhada uns com os outros. E porquê? Porque não há número suficiente de funcionários para controlar todos os espaços que foram destinados a cada uma das turmas, a cada uma das pseudo bolhas.

    2º Quando chegar o tempo frio e de chuva, acabou-se o recreio no espaço exterior. Começará o recreio no espaço interior, ou seja, dentro das salas de aula (como já acontece neste momento). E, mais uma vez, não há número suficiente de funcionários para controlar todas as salas de aula… quero dizer, salas de infeção, porque dentro das salas retiram a máscara para comer… isto porque os horários (tempo) para tomar o pequeno almoço, lanche e almoço são tão reduzidos que os miúdos nem sequer têm tempo para dar a primeira dentada no pão, e com as mãos provavelmente infetadas, porque não podem ir à casa de banho nos intervalos, assim ficarão, infetadas, sem nenhum controlo.

    3º “(O que se passa fora dos portões da escola já são outros quinhentos…)”… Sim, o que se passa fora dos portões da escola, nas imediações imediatas também não é de admirar, visto que foi o governo que promoveu a proximidade social de uma comunidade educativa com cerca de 2 milhões de pessoas, a não ser que requisitem uns quantos milhares de forças de segurança para controlarem cada esquina, o que é de todo impossível.

    Resumindo, os idiotas não são aqueles que reportam a realidade nas redes sociais, mas sim os idiotas do governo.

    Se muitas escolas fazem o possível para minimizarem o contágio, acredito que sim, mas esse possível é deveras insuficiente.

    600 casos de infetados na última semana de crianças e adolescentes com idade até ao ensino secundário e apenas 78 foram reportados…

    Idiotas e mentirosos são aqueles que não reportam os casos de infetados e tinham a obrigação de o fazer. Idiotas são este governo e as direções das escolas que escondem o estrondoso número de infetados na comunidade escolar, colocando em risco a saúde de todos os outros que deixam na ignorância. Como professor, tenho o direito de saber se no meu local de trabalho existem infetados, para decidir se continuo a ir para o trabalho, já que não me colocam sequer em isolamento se houver infetados numa das minhas turmas. Como pai, tenho o direito de saber se na escola do meu filho existem infetados, para decidir se deixo o meu filho ir à escola.

    Assinado: Um idiota

    • PROFET on 30 de Setembro de 2020 at 17:10

    Já agora… para quem foi ver o vídeo deste tópico… deixo aqui estes dados:

    Em Espanha, 1 em cada 62 pessoas já foram infetadas… e agora, pensem mais um bocadinho quando olham para aquela imagem do recreio de uma escola primária de Madrid, que, neste momento, deverá ser a localidade com maior índice de infeções de toda a europa e com um dos mais elevados índices do mundo. E agora imaginem ser pai duma daquelas crianças… não estariam de acordo com aquelas medidas de distanciamento no recreio da escola? ou estariam? Queriam que eles brincassem todos juntos? ou que mantivessem aquele distanciamento? Estes assuntos é que são importantes para discutir, não são as politiquices do costume que são evidenciadas na comunicação social e que são reportadas pelas entidades do governo.

    Em Portugal, 1 em cada 135 pessoas já foram infetadas… e, neste momento, 1 em cada 400 pessoas estão infetadas, isto segundo as estatísticas das pessoas que são testadas, mas este valor não é o real, muitas mais estarão… e os casos de infeção estão a aumentar de forma bastante preocupante… e ainda não entrámos na época das doenças respiratórias, porque quando chegar o frio e a chuva… pensem um bocadinho.

    E o governo continua a promover a proximidade social de uma comunidade educativa com 2 milhões de pessoas, sem proporcionar as necessárias medidas de segurança em tempo de pandemia, sem distanciamento adequado, com dois alunos por mesa à distância de 40/50 cm, sem higiene e segurança adequada e permanente, sem funcionários suficientes que proporcionem um melhor e maior controlo das crianças.

    E, em muitos casos, só vão para isolamento os contactos próximos… quanto aos professores e funcionários, não importa que fiquem infetados e que infetem as suas turmas e as suas famílias. Isto é uma vergonha!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores:

x
Gosta do Blog no Facebook