Telescola vai continuar na RTP e será alargada ao ensino secundário
#EstudoEmCasa vai mesmo continuar por mais um ano letivo. A informação foi avançada pelo Ministério da Educação, que agendou para as 17h30 uma conferência de imprensa sobre as “novidades relativas ao #EstudoEmCasa”.
“As aulas, também na televisão, reforçarão a oferta educativa do ano letivo de 2020/2021, cujo arranque decorre entre 14 a 17 de setembro”, indica o Ministério da Educação.
O projeto #EstudoEmCasa foi lançado depois das férias da Páscoa, pouco depois do pico da pandemia, no sentido de complementar o estudo dos alunos do 1.º ao 9.º ano. À semelhança do confinamento da generalidade do país, estes estudantes foram forçados a continuarem o ano letivo a partir de casa, tendo contado com aulas gravadas emitidas diariamente na RTP Memória.
Rapidamente se percebeu que o novo coronavírus não iria desaparecer tão cedo. Assim, com o novo ano letivo prestes a começar, aquilo que nasceu como um projeto temporário ganha agora uma nova página, algo que já tinha sido admitido pela administração da RTP há vários meses.
Em abril, Gonçalo Reis disse ao ECO que “os conteúdos educativos são decisivos no contexto atual [de pandemia] e deverão ser uma marca de futuro na RTP”. Nesta altura, a continuação da parceria entre Ministério da Educação e RTP ainda não estaria fechada, mas o presidente da estação pública demonstrava, deste modo, a intenção de dar continuidade à iniciativa que foi apelidada de “nova telescola”.
A continuidade do #EstudoEmCasa estará consumada e os detalhes serão revelados ao final da tarde desta quarta-feira. Na conferência de imprensa estarão presentes Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação, e o presidente da RTP, Gonçalo Reis.
Também podemos ver no site do EstudoEmCasa, na parte dos horários algumas aulas que vão passar a partir do dia 14. Mas esta informação também pode ser um erro do site. Espero para ver.




5 comentários
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O resto também vai ser prolongado. O vírus não quer saber de demagogias políticas.
Eu neste momento não consigo consumir mais tanta hipocrisia.
Mas quem é que neste momento lhes dá credibilidade alguma e dispende energia a ouvi-los dando-lhes algum crédito depois de tanta hipocrisia ofensiva?
Quando o que era mais basilar não foi assegurado?
Quem é que está a ouvi-los e a acenar afirmativamente coniventes com o que se está a passar?
Quem é o seu público alvo?
A quem se dirigem?
Espero que se lembrem de colocar alguns alunos em estudio, pois aumentaria muito a interatividade, princialmente se estes forem dos inquisitivos….
Julgo que a Maria, pelos seus comentários assertivos neste e noutros posts, sabe a resposta às suas questões. Os DIRETORES, que seguem esta gentalha, dela fazendo parte, com uma submissão religiosa. Tomam os alunos e os professores como inimigos das suas aspirações mesquinhas
Não todos Zaratrusta,
Muitos trabalharam de forma responsável e estiveram incansáveis sem férias a tentar implemenar a m*** do possível que dispunham.
Muitos neste momento já estão à beira do colapso, com tanta m*** que é preciso gerir e implementar, quando antevêm um ano caótico a todos os níveis.
Não me admira que alguns deles comecem a atirar a toalha ao chão dentro de algum tempo.
Por isso, acredito que a maioria deles já não aguente esta parafernália de instruções, procedimentos, orientações, guiões e excrementos sem fim que os serviços centrais estão a regurgitar em tão pouco tempo.
Acredito que estes fulanos da tutela dentro de pouco tempo estejam a a orar para as paredes (se é que já não estão, numa orgia prazerosa e individual motivada pelo elevado grau de eloquência e determinação com que se exprimem ) e que os cidadãos comuns desenvolvam um caso sério de urticária cada vez que vislumbram algum destes intelectualóides de gabinete.
Os diretores que aparecem na comunicação social são escolhidos a dedo, e são uns bons boys, se bem que já vão aparecendo alguns a relatar a falta de “possibilidades”.