Janeiro 2020 archive

Acção de sensibilização em escola resulta em apreensão de 37 armas

O episódio é relatado por agentes da PSP no âmbito de uma reportagem publicada no Publico. São situações esporádicas, mas há as que são diárias, os insultos, a destruição de equipamentos escolares, as provocações, a má educação… Acredito que as ocorrências estão a aumentar, as queixas é que estão a diminuir, por outro lado, o encobrimento deve andar em alta.

Polícia apreende armas em escola de Lisboa durante acção de sensibilização

A ideia é corroborada por João Cunha, que recorda o dia de 2019 em que os agentes foram a uma escola secundária numa zona nobre de Lisboa fazer uma acção de sensibilização junto dos adolescentes para os perigos do tabaco e acabaram por fazer uma grande apreensão de várias armas brancas.

No seguimento desta apreensão, foi realizada uma busca domiciliária a um dos alunos e foram encontradas armas de fogo, entre as quais caçadeiras de canos serrados e revólveres.

No total, desta operação resultou a apreensão de 37 armas.

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PSP e GNR chamadas em média 17 vezes por dia às escolas

São os casos residuais, fora os que são encobertos das mais variadas formas pelas próprias escolas…

PSP e GNR chamadas em média 17 vezes por dia às escolas para reponder a situações de violência

O programa Escola Segura abrange mais de oito mil estabelecimentos de ensino de todo o país, com mais de um milhão de alunos.

Os agressores são quase sempre os alunos, mas há também queixas sobre encarregados de educação. Os principais alvos são professores e funcionários mas também outros alunos. Lisboa é a zona do país onde há registo de mais problemas.

Sandra Lourenço, professora e diretora de turma, admite que é cada vez mais dificil manter a ordem dentro do recinto escolar. Diz também que a violência que se vive nas escolas é o reflexo do que acontece na sociedade.

Com dificuldade para impor o respeito e a disciplina dentro do recinto escolar, os professores pedem cada vez mais ajuda às autoridades.

Os últimos dados do Ministério da Administração Interna mostram que no letivo de 2017/2018 as equipas da Escola Segura da PSP registarram mais de 6.400 ocorrências, mas há também muitos casos fiquem por denunciar.

Para além da violência fisica, a humilhação e as ameaças são também um dos principais motivos que levam a políca às escolas.
Para tentar diminuir o número de ocorrêcias, a PSP realizou 100 ações de sensibilização no ultimo ano letivo.

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Não Esquecer que a Matriz do 3.º Ano Vai Passar a ter 5 horas de AEC

O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, produz efeitos no ano letivo 2020/2021 nos 3.º, 9.º e 12.º anos de escolaridade e relativamente ao 3.º ano existe uma alteração na Matriz Curricular importante a ter em conta:

“Este ciclo de ensino integra, nos quatro anos de escolaridade, a oferta obrigatória de Atividades de Enriquecimento Curricular, de frequência facultativa, com uma carga horária semanal de cinco horas, a desenvolver no ensino básico, com natureza eminentemente lúdica, formativa e cultural.”

Com a introdução das 5 horas das AEC com mais as 2 horas de Inglês curricular o horário do docente titular da turma com a contabilização dos intervalos passa a ser de 23 horas.

Passa a existir 2 horas de insuficiência de horário com a turma que pode vir a ser usada para coadjuvações na Educação Artística e na Educação Física (alínea (c) da matriz curricular do 1.º ciclo).

É importante as entidades promotoras das AEC terem consciência deste acréscimo de horas nas AEC em 2020/2021, pois muitos dos Orçamentos já foram aprovados e podem vir a necessitar de mais verbas para o aumento de 2 horas nas AEC por cada turma de 3.º ano.

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A Ler pelO Meu Quintal

Tenho Um Sério Problema De Classe

 

O Cúmulo Da Demagogia

 

3ª Feira

 

Foi Tudo “Institucional”

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Urge abrir a escola dos pais para que possam aprender a comportar-se. Primeira lição: ao professor não bate

 

A la maestra

A linguagem está infetada. É frequentemente infetada por políticos e infetada por quem fala ou escreve nos média. O nosso vício por um jargão que muitas vezes esconde uma rejeição à clareza acaba atrapalhando a linguagem comum. Como resultado, às vezes conversamos sobre assuntos do quotidiano como se estivéssemos num debate televisivo ou a fazer declarações num noticiário. Num canto do jornal, não tão à vista, quanto eu, deveria estar, acho que em Granada uma mãe agrediu a professora do seu filho, porque as regras do centro não permitiam a falta de pontualidade num dia musical. A mãe, fora de si, agarrou os cabelos da professora, pontapeou-a e insultou-a. Tudo na frente da criança. Deus nos livre das mães que nos amam tanto. A professora acabou no hospital: as contusões são curadas antes dos sustos e do trauma que causa uma agressão.

Li que a diretora do centro declarou que a paz é alcançada através do diálogo, e que a Conselheira da Educação é solidária com o seu caso e rejeita qualquer tipo de violência. Suponho que estas expressões vêm de quando os jornais se abriram com políticos a condenarem o ataque, mas francamente essas palavras parecem pouco convincentes quando se trata de falar de algo que aconteceu numa escola. Tudo é mais simples: os professores são a autoridade que os pais devem reconhecer. Em casa, a nossa mãe costumava dizer-nos: “O professor é tratado com respeito.” Por isso, parece urgente abrir a escola dos pais para que possam aprender a comportar-se. Primeira lição: ao professor não bate (deixe-me ser laxista).

Por Espanha, também batem nos professores…

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O Tiago não tem frio…

No gabinete ministerial, além de equipamento de topo, existe equipamento para coadunara temperatura, esteja quente ou frio na rua, o conforto ambiental está presente. De outra maneira não se conseguiria trabalhar.

Já nas escolas por esse país a fora as queixas multiplicam-se e hoje, em Barcelos, a paciência acabou e a escola fechou.

“É o frio que entra por todos os lados, são coberturas em amianto, são salas em que são precisos baldes para aparar a chuva, são casas de banho que metem medo, é todo um conjunto de problemas que estão há muito identificados mas que não há meio de serem resolvidos. E os pais perderam a paciência, até porque, além do mais, é a saúde dos nossos filhos que está em causa”

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Diretor dado como culpado por exceder serviços mínimos de greve

Tanto se peca por defeito como por excesso. A lei é para todos.

Uma greve de professores, marcada para um dia de exames nacionais, valeu-lhe um processo disciplinar por ter excedido os serviços mínimos que tinham sido decretados. “Os alunos tinham de ter garantidas todas as condições para poderem realizar os exames”, diz Manuel Esperança, director do Agrupamento de Escolas de Benfica. Foi dado com culpado.

A um ano do final do mandato, e apesar de não ter como hábito de vida “deixar as coisas a meio”, o director de uma das escolas públicas de referência de Lisboa decidiu bater com a porta e pedir a aposentação, o que fez no mês passado, na sequência de um processo disciplinar que lhe foi instaurado…

in Público

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Para quem já subiu de escalão, mas ainda não foi cabimentado

O AT deu a resposta:

Cabimentação/autorização de pagamentos da progressão DE ESCALÃO NA CARREIRA DOCENTE…que muda em Maio e Junho de 2020, cabimentado.
Pessoal que muda em Outubro ou Dezembro de 2019, nadinha de nada. Novamente, o IGEFE no seu melhor…
Tiram pessoas, não avisam… Mapas trocados… é assim que validam a execução da despesa ?

Nós respondemos ao AT e a outros interessados:

As cabimentações de 2019 estão na área de 2018. Vá-se lá saber porquê…

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Equipamento obrigatório para qualquer docente…

 

Da forma como o ambiente anda dentro das escolas, onde qualquer um pode entrar com uma arma banca e brandi-la como se de um lápis se tratasse, este equipamento vai-se tornando necessário…

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Mais um aluno esfaqueado dentro de uma escola

O episódio aconteceu esta terça-feira à tarde na Escola EB 2, 3 Tecnopolis em Lagos.

Dois alunos, de 13 e 15 anos, munidos de armas brancas envolveram-se numa altercação, sendo que um deles acabou ferido num braço.

O aluno ferido foi assistido no Hospital de lagos e o outro acabou por ser detido pela PSP.

Estes casos esporádicos estão a tornar-se regra. Na semana passada chegaram à opinião pública dois casos, esta semana ainda, hoje, é terça-feira.

Do Tiago e seu executivo nem uma palavra.

Entretanto, num outro ponto do país e com um funcionário de outro ministério…

Uma oficial de justiça foi esta terça-feira agredida no Tribunal de Matosinhos, no distrito do Porto, tendo o agressor ficado detido, indicou à Lusa fonte do Sindicato Funcionários Judiciais.

Isto está lindo, está!!!

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José Ricardo, a propósito das reuniões intercalares

O SPZC defende que escolas devem interromper as suas atividades letivas para realizar avaliações intercalares. É uma das medidas que o SPZC, no âmbito da FNE, vai exigir ao Ministério da Educação nos próximos dias. As escolas que não interromperem a atividade letiva, no período das avaliações intercalares, o SPZC exige que este tempo seja pago como serviço extraordinário de acordo com o previsto no artigo 83.º do ECD.

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Na sala de aula de guarda-chuva em punho…

Pois é, a festa não foi para todos, uns têm candelabros de cristal, outros levam guarda-chuva e manta para a sala de aula… têm que convidar o Tiago para descerrar uma placa com dizeres como, “Escola de Ambiente Naturalista”

Alunos da Escola Secundária de Serpa desatentos em sala de aula devido ao frio que sentem

A Escola Secundária de Serpa continua a oferecer aos alunos, más condições, em sala de aula.

Naquele estabelecimento de ensino, os livros e cadernos dão lugar aos cobertores e chapéus de chuva.

Quando chove ou há tempestades, a água “entra dentro das salas”, já para não falar “do frio”.

“Os alunos não têm as condições ideais para o cumprimento da sua função”, muitos deles “estão mais preocupados em aquecerem-se do que em estar concentrados”, lamentou à Rádio Pax, Francisco Oliveira, director do Agrupamento de Escolas nº 2 de Serpa.

O estabelecimento de ensino “está a funcionar há cerca de 50 anos, quando devia ter cessado actividade entre os 10 e os 15 anos”. O mesmo responsável afirmou que “de todas as escolas da região, esta é a que apresenta necessidade urgente de intervenção”. Francisco Oliveira referiu que as promessas de requalificação são “sucessivamente adiadas.

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Uma agressão a um funcionário público é violência exercida contra o Estado

Não se aponta!

Os primeiros dias de 2020 trouxeram-nos notícias de agressões violentas a vários profissionais em funções públicas. O problema não é de hoje, vem de trás e nunca foi devidamente resolvido. Começou há anos, com os professores a serem agredidos enquanto o país assobiava para o lado, dizendo que os pais nada mais faziam do que defender as suas crianças. As crianças cresceram, o tempo avançou, e hoje há violência contra professores, enfermeiros, médicos, polícias, procuradores e juízes. Sabemos que, em 2019, foram agredidos 600 profissionais de saúde em 6 meses. Dir-me-ão, “uma árvore não faz a floresta”, é certo, mas o que se discute aqui já não é a nomenclatura da área e sim a água que temos metido a garantir segurança aos profissionais. A floresta transformou-se num pântano e urge assegurar a defesa dos funcionários públicos que, em última análise, são as extremidades do Estado.

Uma agressão a um funcionário público não é só um ataque à integridade física da pessoa nem se esgota no desrespeito pela classe profissional. É violência exercida contra o Estado e esta, quando feita por civis, é terrorismo.

A moldura penal para as situações que temos visto exige revisão e uma mão implacável do legislador. As pessoas não podem ter receio de desempenhar as suas funções nem tampouco poderemos permitir uma sociedade anárquica, sob pena dos aproveitadores crescerem à custa das inseguranças e medos da população.

laissez faire, laissez passer, não é solução, não é democracia e autodeterminação, é cobardia e desleixo.

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As 52 escolas que continuamem risco de encerrar no próximo ano letivo

 

 

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