Dezembro 2019 archive

Um Bom 2020 para todos os leitores do Blog

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Ao longo do ano 2019 mais uma vez este espaço teve uma média diárias de visitas acima das 20 mil, sinal do reconhecimento que os leitores têm por este espaço (7.486.901 visualizações dando uma média diária de 20.558).

Durante esta semana atingimos também o número de 60 milhões de visualizações desde o início de funcionamento do blog, em 2008.

Mais uma vez o ano de 2019 teve publicações diárias de notícias, opiniões e estudos sobre tudo o que à educação diz respeito e foram publicados perto de 2.000 artigos.

Esperamos continuar com o mesmo empenho e dedicação para o ano de 2020.

A equipa do Blog DeAr Lindo deseja a todos os nossos leitores um bom 2020.

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Mensagem ao Presidente da República

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Sr. Presidente,
sou educadora de infância e estou a trabalhar no refúgio Aboim Ascensão pelo 2º ano em mobilidade estatutária por ser impossível encontrar casa com contrato anual no meu AE em Albufeira e então aceitei o desafio em Faro e consegui com muita dificuldade e esforço uma renda de quase 700 euros, ganhando eu 1158. ..
Venho informar que partilhei a realidade que segue ao Primeiro Ministro sobre a realidade no sentido que seja valorizado o esforço dos contribuintes que como eu são lesados por terem sido congelados, privados de usufruir dos seus direitos, de uma vida melhor, com mais qualidade e melhores expetativas.
É verdade que os Sres Ministros e Deputados… “vivem” bem e “sem” medidas à custa de um povo tão generoso e humilde.
Lamento isso, sinto que “são” responsáveis pela “amputação do bem estar do povo, dos seus direitos retirados, diminuídos, faseados… enfim não “iludam”.
Sou mãe e monoparental, numa terra longe do meu distrito (Aveiro) que espero antes dos meus 50 anos conseguir me aproximar.  Pelo menos é o meu sonho, aguardo o próximo concurso, que suponho daqui a 2 anos, quando os celebrarei. Veja bem o que isso quer dizer… deslocada mais de metade da vida profissional… onde está o respeito, a valorização, o reconhecimento e agradecimento aos que todos os dias cumprem a sua missão com tanto esforço, custo, medo, angústia, fragilidade, solidão, cansaço e saudade, amor, confiança, energia e carinho?
Quando é que se “colocam” na pele das pessoas, deste povo nobre, fiel, simples, honrade e pacífico sim, quando?
Que este ano 2019 e anteriores pudessem servir para contarem o quanto retiraram às famílias, quantas felicidades rombaram, quantas doenças, tristezas e fatalidades causaram? Sim, são RESPONSÁVEIS. A causa é vossa, medidas erradas, algumas desumanas e inaceitáveis, lamento.
Todos os dias reparo no que me rodeia e vejo que não há brilho nos olhos das pessoas, há tanta tristeza e dor, sou consciente dessa realidade e gosto de dar sempre o meu sorriso e meu ânimo e sei que não é fácil.
Gostava que esta carta fosse lida e partilhada, pelo menos que inspirasse estas palavras e que enchessem de verdade o seu rosto e seu coração e acabasse por lhe dar vontade de dar a mão ao nosso povo, às classes que merecem seu reconhecimento todas, nós todos somos Ronaldos com um salário mísero, condições escassas e vontade de melhor.
Desejo que sejam dados e reconhecidos os valores e méritos a todos os portugueses que se esforçam tanto com tão pouco. São uns heróis, sofrem em silêncio, acreditam em dias melhores pacificamente.
Eu não posso avançar para 2020 sem comunicar as injustiças que “cometem” com este povo, estes trabalhadores, que enfrentam dificuldades todos os dias.
Agradeço esta leitura e aguardo que me contacte, provavelmente para o ano
atenciosamente
Elisabete Almeida

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Professor suspenso vai receber 30 mil euros após meio ano sem salário

Professor suspenso vai receber 30 mil euros após meio ano sem salário – JN

O Tribunal Fiscal e Administrativo do Funchal (TFAF) deu razão ao professor que foi suspenso sem vencimento durante seis meses pela gestão escolar, conhecido por transformar uma escola problemática da Madeira numa das melhores do país.

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Cartoon do Ano – A Reforma Antecipada – SDPA

 

 

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Está moribundo o Ensino do Português no Estrangeiro (EPE) – Santana Castilho

Está moribundo o Ensino do Português no Estrangeiro (EPE)

Basta uma literacia política mínima e a leitura atenta da Constituição da República Portuguesa (CRP) para podermos afirmar que o direito à língua é um direito fundamental. Com efeito, a língua materna é elemento determinante da identidade cultural, estando o seu ensino e valorização permanente consagradas como tarefas fundamentais do Estado [art.º 9º, alínea f) da CRP]. O relevo particularíssimo do papel da língua portuguesa (língua oficial de oito estados independentes, falada em todos os continentes por cerca de 280 milhões de pessoas) para os cidadãos espalhados pelo mundo está bem expresso quando a CRP volta a fixar que incumbe ao Estado “assegurar aos filhos dos emigrantes o ensino da língua portuguesa e o acesso à cultura portuguesa” [art.º 74º, nº 2, alínea i)]. Apesar disto, as decisões políticas da última década têm promovido a menorização do ensino do português, como língua materna, para os filhos dos emigrantes, revelando um condenável desprezo pela necessidade de manter uma forte ligação identitária (linguística e cultural) de Portugal com a sua diáspora.

Ainda que sem nunca ter sido assumido politicamente como instrumento estratégico importante, o EPE conheceu uma acentuada expansão durante os 30 anos em que esteve sob tutela do Ministério da Educação (em 2000 a rede EPE tinha cerca de 700 professores). Com a passagem, em 2010, do EPE para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, via Instituto Camões, a degradação começou. Os coordenadores do EPE foram substituídos por quem nunca tinha leccionado na rede ou sequer leccionado alguma vez. Em Outubro de 2012 (D-L nº 234/2012) foi instituída a vergonhosa obrigatoriedade de os emigrantes pagarem 100 euros anuais para os filhos fruírem do direito constitucional de aprenderem português como língua materna. Acresce que o processo de cobrança é iníquo: se os filhos dos emigrantes têm as aulas em conjunto com alunos dos países de acolhimento, ficam isentos e o Estado português financia a aprendizagem dos alunos estrangeiros; se os filhos dos emigrantes têm isoladamente as suas aulas, pagam ou são expulsos dos cursos, como acaba de acontecer na Suíça. Como era de esperar, a maioria dos pais recusou-se a pagar e mais de 20.000 alunos ficaram sem aulas de língua e cultura portuguesas (eram 60000, serão hoje cerca de 40000). Distribuídos pelos países onde existem cursos de ensino básico e secundário (Espanha, Andorra, França, Luxemburgo, Bélgica, Países Baixos, Reino Unido, Suíça e Alemanha), restam no corrente ano lectivo 277 professores a ensinar português na Europa, número a que se somam mais 24, que lecionam na África do Sul, Namíbia e Suazilândia.

Lamentavelmente, certamente por razões economicistas (a tacanhez política sempre achou demasiado caro este tipo de ensino), a rede de cursos de EPE nunca foi estendida aos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Venezuela, onde as comunidades portuguesas têm uma presença significativa. Os cursos de português que por lá resistem são iniciativas de entidades escolares locais ou de associações de emigrantes.

Lamentavelmente, o investimento sério e inteligente na divulgação do português, quer como língua materna quer como português para estrangeiros, foi sempre substituído pela esperança mesquinha de que sejam os outros países a pagar e fazer essa divulgação. Nessa linha, o Instituto Camões apresenta à opinião pública em Portugal, iludindo-a, elevados números de professores de português, que não estão sob sua dependência nem custam um cêntimo ao nosso Estado: são docentes que ensinam nos Estados Unidos, Austrália e Canadá, contratados e remunerados por entidades locais, que não por Portugal.

O Camões transformou o português para luso-descendentes em português como língua estrangeira, impôs exames de português para estrangeiros tendo por norte o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas, pensado para adultos e portanto inadequado para o ensino de crianças, particularmente as do 1° ciclo, e nessa lógica insensata criou grupos de aprendizagem conjunta com alunos do 1º ao 12º anos de escolaridade. Milhares de alunos estão a perder o contacto com a língua portuguesa e a esquecer o que aprenderam, quebrando, assim, as raízes linguísticas e culturais e a ligação afetiva ao seu país de origem. Sem que nos estejamos a dar conta, estão moribundos os cursos destinados a manter viva a herança linguística e cultural portuguesa junto das comunidades emigradas.

A 3 de Novembro de 2017, na cerimónia de posse do actual presidente do Camões, o ministro dos Negócios Estrangeiros disse: “Procuramos que a língua que os filhos das nossas comunidades estudam seja uma língua que eles estudem não por ser uma língua do gueto, que eles não são, não por ser uma língua regional, que não é, mas por ser uma língua de herança e uma das grandes línguas globais do mundo de hoje”. Ressalvando que o Camões “não tem o monopólio, nem deveria ter, da promoção da língua portuguesa e das culturas de língua portuguesa”, Santos Silva destacou que este organismo é “o agente principal de promoção internacional do português, das literaturas e das culturas de língua portuguesa”, não sendo essa missão incompatível com a valorização da rede de ensino de português como língua materna, que é “responsabilidade legal, constitucional e até moral” do Estado português. Lembradas à distância, parecem palavras que não foram além da retórica ou que simplesmente soçobraram à substituição de Camões por cifrões.

Infelizmente, o direito constitucional à identidade linguística dos portugueses não está derrogado apenas no caso em apreço. De entre outros, atentemos à proliferação provinciana de denominações inglesas para escolas e cursos universitários portugueses [fazendo tábua rasa do Regime Geral das Instituições de Ensino Superior (art.º 10º, nº 1)] ou a imposição subserviente de uma língua de negócios a alunos portugueses em aulas desses cursos, dadas por professores portugueses.

A “piropedagogia” dos utilitarismos modernos, inimiga do saber e do conhecimento, vem afastando os jovens das Humanidades e da cultura que importa. A norma é hoje uma sequência de vacuidades, desde que impressionem no imediato. Quando acabámos com os poucos restos de latim que ainda havia no ensino secundário, desligámos a aprendizagem da nossa língua da sua filiação de origem. Quando permitimos a desvalorização da Filosofia, da Literatura e da História nos programas de ensino, deslumbrados pelo progresso tecnológico, começámos a sonegar aos alunos o conhecimento mínimo que os pode situar no mundo, revelar-lhes as raízes e ajudá-los a reflectir sobre o futuro.

In “Público” de 30.12.19

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III Festival Internacional de Cartoons Escolares

 

                  

 

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Anos de Precariedade terminam com Vinculação longe de casa e Vencimentos Low-cost

Os Técnicos Especializados (Assistentes Sociais, Educadores Sociais, Animadores, entre outros), após anos de luta contra a precaridade nas escolas, são premiados com uma vinculação, cujo vencimento é muito menor que o atual e não tem em conta o tempo de serviço, nem, tão pouco, a escola onde trabalham atualmente, apenas a escola que foram obrigados a indicar em 2017 ao concurso PREVPAP. Ao fim de tantos anos a correr o país não nos é dada a possibilidade de escolher uma escola perto de casa nem nos permitem mobilidade, mesmo quando temos familiares a passar por processos graves de doença.

Somos marionetes nas mãos do Ministério da Educação, onde existem politicas e não o direito de viver com a sua família!

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Um Ministério com Educação

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…ao contrário de outros que apenas ostentam o nome.

 

Ministério da Saúde junta-se a sindicatos e condena agressão a médica em hospital de Setúbal

 

O Ministério da Saúde emitiu, este sábado, um comunicado onde “ reitera a condenação de todos os atos de violência, nomeadamente contra os profissionais que se encontram no exercício das funções assistenciais”.

A publicação desta nota surge na sequência da agressão que ocorreu, esta sexta-feira, a uma médica na Urgência do  Hospital de São Bernardo, em Setúbal.

Também a Ordem dos Médicos (OM) já havia condenado este episódio, pedindo a “intervenção urgente” do Ministério da Saúde, do Ministério Público e de outras entidades, já que, considerando o ato “absolutamente inaceitável”, lembrou também é comunicado que a agressão configura um crime público.

“A nossa primeira palavra de solidariedade é para com a nossa colega violentada em pleno local de trabalho. Não é de todo aceitável que quem está a salvar vidas não veja a sua própria vida devidamente protegida”, referiu na nota Miguel Guimarães, bastonário da OM, garantindo que “os casos de violência contra os profissionais de saúde estão a aumentar”.

 

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Maria, a tua aluna do peito.

 

Quando Maria nasceu, era uma criança fofinha numa família de gente fofinha e jovem, muito jovem.

Maria cresceu com a tia, seus pais deixaram-na lá um dia para irem a uma festa no bairro alto e… nunca mais voltaram.

Maria cresceu no meio dos seus 7 primos, correndo e saltando, pelas ruas sem asfalto ou empedrado do seu bairro na periferia da capital. Cedo se deu conta que não podia aspirar muito mais do que arroz com feijão duas vezes por dia, as prendas que recebia na escola por altura do Natal e um chocolate a 1 de junho. Maria degenerou.

Na procura por mais alguma coisa na vida, Maria começou por meter a mão na carteira da tia e tirar uns trocos para pastilhas. Na escola foi enfiando uma mão ou outra nesta e naquela mochila à procura de uns lápis de cor mais coloridos ou, de um lanche mais adocicado que o seu. Vai não vai, começou a procurar uns trocos, ou qualquer coisa que pudesse vender lá no bairro. Maria nunca foi apanhada, tinha a esperteza do desenrasque (não fui eu, foi o do lado).

Na escola Maria tinha o esquema perfeito, tinha uma ”mula”.

José, ou Zezito para todos, era uma criança nascida num ambiente de álcool. A mãe acompanhava o pai num e noutro copo quando estavam juntos, quando não estavam bebiam sozinhos. José nasceu com síndrome alcoólico permanecendo inocente nos atos e parco nas palavras. Zezito era a “mula” perfeita.

Maria metia a mão em mochila alheia e descarregava na mochila do Zezito, que carregava o produto até ao bairro. Zezito gostava de dar uns chutos na bola antes de ir para casa depois das aulas. Era nessa altura que Maria recuperava o produto, se fosse dia de chuva pedia-lhe boleia no guarda-chuva e pelo caminho, entre uma conversa e outra, conseguia o que queria. Maria era uma rapariga de recursos, nunca deixava fugir o que julgava ser seu.

Maria foi crescendo e as suas necessidades também. Já não se contentava comuns trocos, já não lidava com crianças, a inocência das suas vítimas foi substituída pelo medo. Aos 10 anos arrancava telemóveis das mãos das donas com o brandir de um canivete. Aos 11 anos, esgueirava-se pelas janelas mais baixas dos prédios “sacando” e vendendo tudo o que conseguia. Maria tinha necessidade de mais e mais dinheiro, Maria sofria de necessidade.

Aos 12 anos, Maria era uma necessitada. Nunca tinha tido nada de seu, mas agora tinha aquela necessidade que a fazia feliz.

Na escola já todos sabiam quem era Maria, mas por mais que tentassem, quisessem, castigassem não conseguiram mudar Maria, era tarde demais, perdoaram vezes a mais e Maria perdeu o respeito. Batia, insultava, agredia, destruía… Em casa não estava ninguém que se interessasse.

Um dia ao sair da escola, Maria sentiu uma incontrolável vontade de comer uma bola de berlim com creme e de satisfazer a necessidade. Maria entrou na pastelaria de canivete em riste, ameaçou o empregado de balcão e exigiu-lhe uma bola de Berlim para comer no momento, duas para levar e comer mais tarde, e, está claro, o dinheiro da caixa. Naquele momento, Maria sentiu-se no auge, momento breve. Maria foi agarrada, manietada e, até há quem diga que foi vítima de agressão, por dois clientes que, na mesa imediatamente atrás de Maria, bebiam uma “mine” e comiam uma nata. Maria foi levada para a esquadra de onde seguiu para casa onde a tia já não a queria. Maria foi institucionalizada. Maria teria, agora, tempo e calma, para poder aprender a ser aquilo que queria ser, a líder.

Que futuro teve Maria? Não sei. Maria tem 12 anos, cadastro, fama, “respeito” de quem não respeita, tem um futuro risonho à sua frente. A Maria só mudará quando quiser mudar, não quando a quiserem mudar.

Quantas Marias está a sociedade a produzir e a despejar nas escolas?

PS: qualquer semelhança com a realidade será sempre por defeito e nunca por excesso.

 

 

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E os prémio MEGA vão para…

As 20 unidades orgânicas com maiores índices de reutilização de entre as 100 que foram certificadas com o certificado «Escola MEGA Fixe!, receberam um prémio de 10.000,00€ (dez mil euros), que acrescerá, no ano letivo 2019/2020, ao orçamento de funcionamento dos estabelecimentos de ensino básico e secundário de cada unidade orgânica a que for atribuído.

Agrupamentos premiados com o cheque de 10 mil euros:

Mourão; Miradouro de Alfazina, Almada; n.º 1 Marco de Canaveses; Moita, Setúbal; Nuno de Santamaria, Tomar; Vila de Rei; Almeirim; Abrigada, Alenquer; Mondim de Basto; Vale de Ovil, Baião; Rosa Ramalho, Barcelos; Virgínia Moura, Guimarães; António Alves Amorim, Vila da Feira; Benedita, Alcobaça; Escolas das Taipas, Guimarães; José Afonso, Moita; Olaias, Lisboa; Abação, Guimarães; D. António Taipa, Freamunde- Paços de Ferreira; Ferreira de Castro, Oliveira de Azeméis.

Todas as escolas do país que participaram no MEGA receberam um selo que as distingue como exemplo de boas práticas.

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