Apesar do Alargamento das Contratações…

Ainda há alunos sem aulas. Professores arrasam Ministério da Educação

 

 

No Agrupamento da Alapraia, em Cascais, a direção já tentou tudo. Lançou concursos a nível de escola, reformulou horários, enviou e-mails para outros diretores do concelho a perguntar se teriam professores de Informática disponíveis. Na quinta-feira chamaram-se os pais para voltar a explicar as dificuldades que a escola estava a sentir este ano letivo e o que estavam a tentar fazer para garantir que os alunos tivessem finalmente todas as aulas. A História o problema atinge turmas do 7º e 8 º anos e arrasta-se praticamente desde o início do ano letivo, quando o professor da disciplina meteu baixa, mas está à beira de ser resolvido, confia o diretor. A disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação é o caso mais complicado, com turmas do 5º ao 9º ano a não terem tido qualquer aula até agora. “Nem com a nota informativa que o Ministério enviou esta semana conseguimos resolver”, desabafa o diretor, Luís Malta.

A substituição de professores tornou-se uma verdadeira dor de cabeça. A desigual distribuição de docentes pelo país e o elevado custo de vida nas regiões de Lisboa e do Algarve, que torna pouco atrativo para um docente contratado aceitar colocação nestas zonas, faz com que ainda existam horários por preencher.

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33 comentários

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    • Maria on 19 de Janeiro de 2020 at 16:04
    • Responder

    Isto só acontece em alguns grupos de recrutamento . Existem outros grupos onde há muitos professores por colocar ou colocados em horários incompletos sem conseguir mais horas .

    • Paulo Anjo Santos on 19 de Janeiro de 2020 at 16:10
    • Responder

    E com o avançar do ano letivo será mais provável que as coisas fiquem piores do que melhores… estão danadinhos para que o ano letivo acabe, com pais mais exigentes já tinham uma pressão grande, assim vão indo e fingindo que não há problema nenhum! Basta ver o que faz aqui o representante do partido do governo, foi fingindo e tentando convencer-nos a todos que não há problema nenhum… desde a nota informativa que não comenta nada que tem a ver com a falta de professores… é este tipo de pessoas que vai para a política, gente que está num partido como se fosse um adepto de futebol, como se a vida das pessoas fosse a mesma coisa que ficarmos mais tristes ou mais contentes quando o nosso clube ganha ou perde…

    • Pardal on 19 de Janeiro de 2020 at 16:11
    • Responder


    Este problema é de fácil resolução.

    A DGAE já emitiu uma nota para que os Srs. Directores saibam como proceder. No caso de Informática para o ensino básico serve um docente profissionalizado que possua ações de formação em TIC. A partir de agora não faltam professores.

    Já chega de alarido sobre a suposta falta de professores.

    Nunca houve, nem há falta de professores. Bem pelo contrário, existe EXCESSO DE PROFESSORES.

      • Paulo Anjo Santos on 19 de Janeiro de 2020 at 16:38
      • Responder

      Oh meu grande palhaço, não tens feito outra coisa que escrever aqui que não há falta de professores e agora vens dizer que apartir de agora não faltam?! Se é apartir de agora é porque estás a admitir que afinal havia, ou precisas de aulas para saber como te expressar?! E há e continua a haver falta de professores. Como sempre disse, não há falta em todo o país nem em todos os grupos de recrutamento, mas de nós se isso acontecesse, só um ignorante que vem aqui fazer campanha partidária pode escrever com esse pressuposto, que nunca ninguém aqui defendeu… HÁ SIM FALTA DE PROFESSORES, EM ALGUNS GRUPOS, EM ALGUMAS ZONAS DO PAÍS… E ESTA NOTA, QUE REFERES, NÃO VAI RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS, ATÉ PORQUE MUITAS DAS SUGESTÕES DESSA NOTA JÁ AS ESCOLAS ESTAVAM A USAR… E COLOCAREM PROFESSORES DE QUALQUER GRUPO A DAR TIC É CLARAMENTE UM BAIXAR DO NÍVEL DE EXIGÊNCIA, MAS ISTO É SÓ O PRINCÍPIO…

      DIZ-ME LÁ QUAL FOI O ÚLTIMO ANO EM QUE FOI PRECISO O ME USAR UMA NOTA DESTAS PARA RESOLVER PROBLEMAS DE ALUNOS SEM AULAS? … Pois é palhaço, NUNCA FOI PRECISA!!! Porque na década de 80 também havia falta, mas como a legislação permitia outro tipo de contratações NUNCA FOI PRECISA.

      Que gentinha que nos governa, que os partidos recrutam, é só escumalha que só pensa em ganhar dinheiro com os partidos, em cada 10 há um que está lá para tentar ajudar o país e as pessoas… se calhar estou a ser otimista!

      • maria on 19 de Janeiro de 2020 at 19:41
      • Responder

      Dizer que há falta de professores é “um bocadinho exagerado”. Olhando para o concurso anual de contratados – cujos resultados “saem” em finais de Agosto/ princípios de Setembro – o que vemos? Vemos que – infelizmente – ficam muitíssimos candidatos por colocar. Nuns grupos mais, noutros grupos menos, mas fica muita gente por colocar. Logo, não poderemos dizer que há falta de professores.

      Então, onde está a causa do actual do problema? Diria que , em boa medida, está no contínuo , imparável e desmesurado número de baixas-médicas , com se pode constatar através das RR semanais. E é este problema da “duplicação” que tem de ser encarado de frente.
      Evidentemente que há muita gente exausta ou fragilizada , principalmente os mais velhos , mas…
      Pelo menos este detalhe tendo a concordar com o “amaldiçoado” Pardal.

        • Ging on 19 de Janeiro de 2020 at 19:49
        • Responder

        Olha…agora a Maria! . Só muda o nick de Pardal para o q lhe valha, mas quem tecla é o mesmo cromo. Apanhadinho de todo

        • Paulo Anjo Santos on 19 de Janeiro de 2020 at 19:57
        • Responder

        Maria, estás a insinuar que os professores estão a inventar baixas? Em primeiro lugar estás a esquecer-te que todos os meses passam à reforma cerca de uma centena de professores, que também é preciso substituir. Depois, num universo de 120/130 mil professores é normal que todas as semanas haja muita gente que adoece, estatisticamente é assim, não são apenas os professores. E convém não esquecer que não há lista dos professores que todas as semanas deixam de estar em baixa e os contratados que os estavam a substituir voltam às listas… Olha, por acaso, pela primeira vez em 25 anos, estou de baixa, devo ficar 3 meses, mas a colega que me está a substituir já é o 2º contrato este ano, o que quer dizer que já saiu o nome dela duas vezes nas listas das RR e pode voltar a sair outra vez porque eu devo voltar no início de março e ainda pode voltar a ser colocada … olhar diretamente para esses números pode induzir em erro!

      • Maria Celísia on 20 de Janeiro de 2020 at 1:23
      • Responder

      Cá está o cascabulho do Pardal aos coices!

    • Falcão on 19 de Janeiro de 2020 at 16:31
    • Responder

    Eu fiz há uns 10 anos uma ação de formação creditada sobre o Excel. Isso serve? Posso dar aulas de TIC oh Pardal???

      • Paulo Anjo Santos on 19 de Janeiro de 2020 at 16:44
      • Responder

      Provavelmente podes, se a escola onde estás, ou uma perto não tiver ninguém podes… agora é TIC e Geografia e História e uma série de línguas, não tardará muito será a todas as disciplinas. E mesmo assim não vão conseguir resolver todos os problemas!

        • Prof H@ 2Dec@d@s on 19 de Janeiro de 2020 at 21:50
        • Responder

        So eu tenho mestrado em TIC e mandaram-me embora da escola ao fim de um mês!!!!!!!!!! Foi a DGAE k me mandou embora!!!!! Por não me conferir habilitação própria!!!
        E agora isto!!!
        Enfim!!!!
        Troca tinkasssss este governo!

    • cmba on 19 de Janeiro de 2020 at 17:00
    • Responder

    Só por amor à camisola é que há pessoas que como eu fazem deslocações diárias de 150kms para cada lado, com recurso a transportes públicos e note-se apanho 3 transportes até chegar à escola e volto a fazer tudo de regresso ao final do dia.
    As razões são várias… e seguramente as económicas neste momento não estão incluídas dado que tenho horário incompleto e mal dá para os transportes… porque comer com este salário é um mordomia!

      • Paulo Anjo Santos on 19 de Janeiro de 2020 at 17:09
      • Responder

      Custa-me a perceber que haja colegas a sujeitarem-se a isto, mas tens toda a minha solidariedade!

        • Maria on 19 de Janeiro de 2020 at 17:20
        • Responder

        Descontos para a SS, tempo de serviço e se tivermos reforma , estes descontos são preciosos .

      • Pardal on 19 de Janeiro de 2020 at 17:56
      • Responder


      Cara colega

      Não venha para aqui fazer o choradinho de algo que ninguém acredita.

      Um docente possui um salário de 1.200 euros liquido o que dá perfeitamente para alimentação, transportes e renda de casa. Lembro que há professores a pagarem duas casas em simultâneo. Se tal ocorre é porque o salário o permite.

      Os únicos locais do País com problemas de arrendamento é Lisboa, Algarve e Porto. Tudo o mais é perfeitamente acessível.

      Vir para aqui referir que é o espirito Missionário que a faz ser professora, não colhe.

        • Paulo Anjo Santos on 19 de Janeiro de 2020 at 18:13
        • Responder

        Lá estás tu palhaço (sem ofensa aos verdadeiros palhaços), não há professores com horários incompletos? Professores com menos de 40/50 anos que possam ter duas casas com o que ganham na profissão só se for numa aldeia no interior profundo! És um ignorante entachado, nem argumentos, nem nada, se fosses minimamente capaz terias outras funções no partido, assim serves apenas para andar nos foruns a divultar a «palavra do senhor»… e, como se vê por aqui, com muitas limitações e pouco sucesso! Não tens vergonha? De não saberes fazer nada de útil?! Nem lecionas, nem consegues defender as ideias do partido de uma forma eficaz, que aquilo que fazes aqui mete dó, é embaraçoso, ou estás a mentir, ou deves ter tirado a licenciatura que te confere habilitações para a docência da mesma forma que o Relvas tirou a dele!

        • Maria on 19 de Janeiro de 2020 at 18:21
        • Responder

        Caro colega,

        Quem falou em espírito missionário ?
        O salário que refere é para quem tem horário completo , que não é o meu caso nem o do colega que percorre 300 kms por dia .
        E mesmo com horário completo o salário líquido não chega aos 1200€.
        Não leu “ as razões são várias “ ? Uma delas será com toda a certeza , pagar as contas ao final do mês e sobreviver, como qualquer comum mortal.
        Se há professores a pagar 2 casas por mês ainda bem. Saiba que nem todos os docentes vivem do salário . Há quem tenha família que ajuda nas despesas, bens de família ( segundas habitações por exemplo) , heranças , maridos ou esposas na política, enfim.
        Não podemos generalizar. Cada caso é um caso.

          • Paulo Anjo Santos on 19 de Janeiro de 2020 at 18:32

          E há quem tenha percebido há muito tempo que isto de ser professor é tudo menos seguro e arranjou outras coisas para criar rendimentos… que não é difícil acabarem por tornar-se mais rentáveis que aquilo que nos pagam como professor. A muita gente o que falta é apenas dar o primeiro passo, o que acontece muitas vezes apenas por um acaso ou alguma sorte, outras porque fazemos tudo para que isso aconteça.
          Seja como for não ligues ao Pardal, eu não falo para ele da forma mais desrespeitável possível por acaso, é um «emplastro» do governo que anda aqui a tentar defender o partido, o que nem seria mau por si só, todos temos o direito a defender aquilo em que acreditamos. O problema é que ele, para além da visão altamente tendensiosa como que o faz, ainda tem o descaramento de se referir aos professores de formas indecentes, nojentas mesmo..

        • Duma on 19 de Janeiro de 2020 at 18:36
        • Responder

        Sempre pensei que este era um blogue de pessoas sérias. Puro engano 😫
        Nem sérias nem informadas.

          • Duma on 19 de Janeiro de 2020 at 18:48

          Claro que estou a referir-me àquele elemento que nem no circo tem lugar🚫

          • cmba on 19 de Janeiro de 2020 at 19:10

          Sugiro que faça contas… Índice 126 – 1.145,79€ para 22h, mas para quem trabalha só 14h… vai chegar a conclusões…
          Mas como referi faço 300km e não fui fazer o trabalho pelo salário.
          Felizmente como todos os dias e já engordei com o pensamento ridículo dos 1.200,00€ que dá para pagar rendas… Em Lisboa ao pé da escola tem um excelente T1 de rés de chão com grades por todas as janelas (não são muitas) com varanda por 950,00€ de renda e não quiser pode optar pelo T2 do 1º andar por 1.150,00€ e lá se foi o fabuloso ordenado de 1.200,00€.
          Enfim…
          Note-se que fui trabalhar e não foi pelo salário e não fico em Lisboa por motivos que não têm a ver com o alojamento.

        • Maria Celísia on 20 de Janeiro de 2020 at 1:25
        • Responder

        Cá está o cascabulho do Pardal aos coices. Porra!

    • João on 19 de Janeiro de 2020 at 17:15
    • Responder

    Partido Chega quer subsídios de deslocação para Professores: “É inaceitável que as crianças do ensino público não tenham todos os professores previstos, o Estado deverá assegurar um abono de deslocação para professores que tenham que se deslocar para distâncias superiores a 100 km através da criação de uma tabela (revista anualmente) de valores, tendo em conta, a distância do local de residência, os valores de mercado imobiliário e a falta de professores na área.” https://partidochega.pt/70-

    • José Pinto on 19 de Janeiro de 2020 at 18:29
    • Responder

    E a procissão ainda só vai no adro.
    Há uns anos a esta parte, com a desprofissionalização da classe docente os resultados estão à vista. Falta de professores, em determinadas disciplinas, sendo que este problema se tende a alargar às demais (consequência dos itens seguintes):
    . Muitos docentes, nos próximos anos, a irem para a reforma (merecida);
    . A incongruência da falta de professores com vários colegas a serem, ano após ano, sujeitos a contrato;
    . Não abertura de vagas nos quadros (principalmente em zonas do país onde a carência de docentes mais se verifica, medida que permitiria muitos a investirem num projeto de vida, com maior segurança);
    . Não contabilização de mais 6 anos e meio de tempo de serviço prestado, não se vislumbrando a negociação deste em termos de supressão de quotas de acesso aos 5º e 7º escalões, ou a possibilidade do seu uso, em termos de reforma antecipada;
    . Residual o número de alunos que, no superior, opta por cursos via ensino.
    . (…)
    A menos que uma inversão séria (e rápida), nomeadamente do que queremos para os profissionais da educação e para a melhoria do ensino nas escolas com os nossos alunos, seja feita, estaremos fadados à Lei de Murphy: “Se alguma coisa puder correr mal, correrá mesmo mal!”

      • cmba on 19 de Janeiro de 2020 at 18:59
      • Responder

      A procissão vai no adro e nela há aguadeiras com cântaros de barro … E se o Cântaro cai ao chão parte-se…
      Isto é o que vai acontecer à aprendizagens com o facto de outros professores de outras áreas disciplinares a leccionarem noutros grupos de recrutamento.
      Pago para ver um professor de Português a ensinar contabilidade ou um professor de matemática a leccionar línguas.

    • Karin on 19 de Janeiro de 2020 at 20:46
    • Responder

    Não sei quem te pôs esse nome de Pardal, mas realmente é uma afronta aos pobres passarinhos. Como eu, há muita gente, a ganhar líquidos, com horário completo, 1050€. Só mostra que não sabes mesmo do que falas e mais com 20 anos de serviço. Acrescenta ao teu currículo.

    • Xuxu on 19 de Janeiro de 2020 at 23:19
    • Responder

    Onde estão as dezenas de QZPs do 550 ( que vincularam em 2017 e 2018) das zonas que estão com falta de professores de informática?

      • cmba on 20 de Janeiro de 2020 at 5:12
      • Responder

      Estão seguramente a trabalhar noutros QZP’s por motivos vários, muitas vezes ao abrigo dos vários tipos de mobilidade.

        • Xuxu on 20 de Janeiro de 2020 at 23:13
        • Responder

        Então, há que repensar a mobilidade e limita-lá ao estritamente necessário e de acordo com regras mais restritas. As necessidades dos alunos devem estar em primeiro lugar.

          • Paulo Anjo Santos on 20 de Janeiro de 2020 at 23:31

          E o que te leva a afirmar que quem pediu a mobilidade não foi para um lugar onde também era preciso? A realidade é que a lista do 550 já não tem um único candidato, não há no norte, nem no sul nem em lado nenhum, por isso o teu raciocínio não tem qualquer lógica… se os professores desse grupo estão todos colocados e, mesmo assim, faltam ainda muitos, negar a mobilidade aos que o fizeram apenas os obrigaria a estar muito longe da residência, faltar iriam sempre faltar, ou num lado ou noutro… e já todos percebemos que do grupo 550 faltam professores em todo o país, embora se sinta mais nas regiões onde poucos de fora para lá vão devido aos preços elevados das casas.

          • Duma on 22 de Janeiro de 2020 at 19:27

          Se ingressam noutro QZP é porque existem lugares. Mesmo que alguns iluminados não queiram ver, o problema persiste: há mais vagas do que professores!

    • Xuxu on 21 de Janeiro de 2020 at 0:03
    • Responder

    A lista de não colocados do 550 não é grande, mas existe! É facil consultá-la no site da DGAE.

    Este post publicado o Arlindo explica outros aspetos desta problemática, que afeta vários grupos, não apenas o 550:

    https://www.arlindovsky.net/2019/10/12/

    Coloco aqui um excerto:
    “Nos últimos anos, milhares de docentes vincularam-se nos quadros de zona pedagógica destas duas regiões. Só que muitos acabam por sair e rumar a escolas do Norte, de onde são originários, ao abrigo dos concursos que permitem a aproximação a casa. Se houver um horário noutra escola, mesmo que incompleto (a partir de oito horas letivas), podem concorrer para lá, voltando a sobrar horários em Lisboa e no Algarve. E esta é uma das maiores causas deste desajustamento: a procura está no Sul, mas a maioria dos candidatos é do Norte. Outro indicador que reflete esta realidade são os pedidos de mobilidade por doença, que também têm aumentado muito. Em 2014/15 houve 2100 mudanças por doença, este ano foram autorizadas 7400. E 71% destes pedidos foram para escolas do Norte.”

    A legislação atual permite esta situação , o que não invalida que devam ser feitos ajustes para salvaguardar os interesses dos alunos.

      • Paulo Anjo Santos on 21 de Janeiro de 2020 at 14:15
      • Responder

      Xuxu, vamos lá colocar números nisto, a lista dos professores de carreira do 550 tem zero por colocar e a dos contratados tem 40 por colocar no país inteiro.

      https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=40444
      https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=40372

      Podem dar as voltas que quiserem, vão sempre faltar muitos professores deste grupo, sobretudo em Lisboa e Algarve, mas tenho quase a certeza que há já faltas em todo o país… no Algarve arrisco-me a dizer que devem ser mais as escolas que têm falta de professores do 550 do que as que não têm. A que estive no ano passado e a que estou neste ano, ambas precisam e não arranjam!

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