Janeiro 2020 archive

Universalização do pré-escolar ainda não é uma realidade

 

Foi promessa eleitoral de quase todas as forças politicas na última ronda de promessas, em setembro/ outubro.

Falta de vagas para crianças de três anos desclassifica Portugal, mas vai haver mudanças em breve

Se for cumprido o que se encontra previsto no Orçamento do Estado (OE) para 2020, Portugal poderá deixar de figurar ainda este ano na “lista negra” dos países que continuam a não ter vagas necessárias para garantir a frequência da educação pré-escolar às crianças com três anos de idade.

É esta, aliás, uma das características destacadas no último relatório da rede europeia Eurydice com os Números-chave sobre a Educação Pré-Escolar e Cuidados para a Infância na Europa, divulgado na última semana. Cerca de metade dos 38 países analisados neste estudo têm oferta gratuita do pré-escolar a partir dos três anos, Portugal incluído, mas, “em contraste” com o que se passa na maioria dos casos, por cá “ainda se observa uma falta considerável de vagas para este grupo etário”, frisa-se no relatório. Que aponta como explicação para esta situação o facto de o “direito legal” a uma vaga só estar disponível para crianças a partir dos quatro anos.

 

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Os ciclos da História. Onde é que eu já li sobre isto?

 

Conta-se  que, noutros tempos, se “governava” dentro da Assembleia da República e, ao mesmo tempo, se organizava manifestações na rua.

Onde é que eu estou a ver isso e como é que está a acontecer, outra vez, com os mesmos intervenientes?

 

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Cartoon da Semana – Botão de Pânico – Paulo Serra

 

 

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Alunos com necessidades educativas especiais não vão à escola por falta de pessoal não docente

Os alunos com necessidades educativas especiais não vão à escola desde o período de férias do Natal.

É o que está a acontecer numa escola em Évora. O motivo é a falta de pessoal não docente.

 

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Ó Costa, nem IP3 nem evoluções nas carreiras ou vencimentos decentes

“Ao fazer obra no IP3, estamos a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos” (António Costa)

A frase proferida, há um ano e meio, pelo primeiro ministro caiu por terra. A IP3 não está circulável em condições de segurança (parte da IP3 no sentido Coimbra/Viseu está intransitável há um mês) e o resto está em obras de manutenção do pavimento introdução de separadores e reparação geral de taludes num pequeno troço de 16 km. Esta intervenção não é mais do que uma grande reparação com obras há muito previstas pela Estradas de Portugal para reposição do traçado original.

Quanto à evolução das carreiras, todos sabemos o que nos foi sonegado e que, neste momento, Muitos dos que já subiram de escalão/índice de vencimento, estão a ter esperas de meses para o verem plasmado nos recibos de vencimento. Quanto aos aumentos, ele cumpriu a sua palavra e deu uma esmolinha aos professores e outros funcionários públicos, 0,3% para 2020. Agora, parece que, anda a negociar uma esmola mais alta com os sindicatos para “pagar” a abstenção de uma certa “esquerda”, mas nada de definitivo.

Resumindo: Nem IP3, nem nada mais. Afinal as vacas não voam…

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Ex-ministro chama, para si, a aposentação por 6.247,06€

Fernando Teixeira dos Santos, conhecido ex-ministro das finanças dos governos de José Sócrates, achou que tinha de dar um fim à sua carreira profissional . Pediu a aposentação.

Não creio que vá ter problemas de liquidez ou vá aparecer em público a dizer que a reforma não lhe chega para os medicamentos ou para a renda de casa.

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Cinema Sem Conflitos: “Hurry Up”

Título:  “Hurry Up” | Autores: “Margot Reumont

Na hora do rush, uma multidão de frutas entra no metrô para o ritmo frenético da música. O metro pára abruptamente e os frutos renunciam à sua ânsia aos poucos, começam a adormecer e sonham com um mundo onde crescem em árvores. Mas o metro liga de repente e voltam à dura realidade: o terminal.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

 

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Lista Colorida – RR16

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR16.

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Foram colocados 504 contratados na RR16

Foram colocados 504 Contratados na Reserva de Recrutamento 16, distribuídos de acordo com a tabela abaixo.

Neste momento 12 professores atingiram o seu 4º contrato!

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Reserva de recrutamento n.º 16

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 16.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 13 de janeiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 14 de janeiro de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa

Listas

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Greve nacional dia 31 de janeiro e Cordão Humano a 17 de janeiro

 

FENPROF convoca os professores para Cordão Humano, Manifestação e Greve nacionais

A proposta de Orçamento do Estado para 2020, que agora transita para a fase de debate na especialidade, passa ao lado da Educação. Esta área mantém-se financeiramente estagnada, após uma década em que o financiamento público foi reduzido em 12%.

Neste quadro, as escolas não verão reforçados os seus orçamentos, continuando a debater-se com problemas cada vez mais difíceis de resolver. Também os professores são completamente ignorados pela proposta do governo, visto que esta nada prevê para recuperar o tempo de serviço e resolver outros problemas de carreira, para aceder à aposentação sem penalizações, para resolver os abusos e ilegalidades nos horários de trabalho ou para ser resolvido o grave problema de precariedade que continua a afetar o setor. No que respeita aos salários, os professores, tal como os restantes trabalhadores da Administração Pública, repudiam a provocação dos 0,3%, pois esta “atualização”, depois de 10 anos em que o poder de compra se desvalorizou mais de 16%, provocará uma nova desvalorização. Acresce que esta proposta de Orçamento do Estado prevê, ainda, o aprofundamento do processo de municipalização, que os professores contestam e que a FENPROF considera um erro que deverá ser corrigido.

Face ao conteúdo deste Orçamento do Estado, os professores não podem deixar de manifestar o seu forte protesto, pelo que a FENPROF decidiu convocar todos os docentes para uma grande participação na Manifestação Nacional da Administração Pública, que se realizará em 31 de janeiro, em Lisboa, convocando, ainda, para esse dia uma Greve Nacional de Educadores e Professores.

Entrando, agora, o Orçamento do Estado numa nova fase de discussão, a FENPROF considera que seria inadmissível que a Educação, a Escola Pública e os seus profissionais continuassem fora da agenda negocial entre os partidos. Assim, realizando-se em 17 de janeiro, à tarde, o debate de especialidade sobre Educação, com a presença do Ministro no Parlamento, a FENPROF decidiu realizar um Cordão Humano, a partir das 15 horas desse dia, em frente à Assembleia da República.

 

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Anulação de horários a concurso

Assunto: Anulação de horários

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,

Solicitamos que todos os horários postos a concurso em contratação de escola, ao abrigo do artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho na redação em vigor, que não tenham candidato selecionado e cuja necessidade se tenha tornado obsoleta, sejam anulados na plataforma SIGRHE.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

 

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Susana Amador dá a sua opinião sobre educação…

2020 e os novos caminhos da proximidade na Educação

2020 será marcado por uma mudança de paradigma na Educação, com o centralismo nesta matéria a diminuir significativamente pelo avanço da reforma da descentralização.

O processo de descentralização responde a exigências constitucionalmente consagradas e dá cumprimento a objetivos de maior eficácia, eficiência e proximidade das políticas públicas.

As autarquias desenvolvem uma contínua expansão da oferta da educação pré-escolar, têm um olhar atento e consequente no parque do Ensino Básico, asseguram alimentação, transporte escolar e promovem o sucesso, com um histórico de experiência acumulada, de bons resultados e de boas práticas, garante acrescido para este processo.

A lei concretiza um modelo de administração e gestão que respeita a integridade do serviço público, a equidade territorial e a solidariedade intermunicipal e inter-regional no planeamento das ofertas educativas e na afetação dos recursos públicos na correção de desigualdades e assimetrias, e a tomada de decisões numa lógica de proximidade.

As novas competências incluem o investimento, equipamento e manutenção de edifícios escolares, alargadas ao Ensino Básico e Secundário; o fornecimento de refeições nos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário; e o recrutamento, seleção e gestão do pessoal não docente, transferindo-se o vínculo para os municípios.

Este ano, mais de 100 municípios, envolvendo 478 escolas, assumem estas competências, com adequada repartição de recursos humanos e financeiros, porque estão convictos, tal como nós, de que mais uma vez o poder local saberá gerar sinergias, potenciar respostas e ser o poder que importa.

O processo tem de assentar na partilha entre todos os parceiros onde as escolas e os professores são determinantes para esta importante reforma que respeita a sua autonomia, reforçada com a flexibilidade curricular, cumprindo ainda com o princípio da subsidiariedade, procurando-se o nível mais adequado de decisão.

A mudança oferece sempre dúvidas, resistências e medos. É legítimo. Mas como afirma Mia Couto, “o medo é um rio que se atravessa molhado”, por isso temos de fazer a travessia, porque ao fazermos esta reforma serão assegurados melhores níveis de resposta e de proximidade, um garante da igualdade de oportunidades, de justiça social e de solidariedade.

Como decorre da Declaração de Barcelona, “uma cidade será educadora se oferecer todo o seu potencial de forma generosa, deixando-se envolver por todos os seus habitantes e ensinando-os a envolverem-se nela”. A descentralização na educação será sem dúvida a reforma que potenciará esse desígnio indeclinável.

*SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

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1% de aumento em 2021. Palavra de Costa!

Este ano ficais com a esmola, 0,3%. Para o próximo ano, prometo 1%,uma verdadeira fortuna… É assim que se repõe a justiça salarial.

Aumento salarial de 1% na Função Pública em 2021, promete Costa

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Mais uma agressão a uma AO

Será que estão a equacionar colocar um botão de pânico ou estão à espera de algo pior.

Funcionária agredida em escola de Monte Abraão

Uma funcionária de uma escola de Monte Abraão foi ao início da tarde de hoje agredida por uma encarregada de educação.

Fonte do agrupamento confirmou ao SOL que a mãe entrou no estabelecimento escolar com os filhos e agrediu a funcionária, por esta não a ter deixado entrar. Antes deste episódio não tinha existido qualquer tipo de contacto entre a funcionária e a encarregada de educação.

A mesma fonte descreve o ambiente como um “pandemónio”, que deixou em grande revolta as colegas desta funcionária.

As autoridades já se encontram no local, onde identificaram a agressora e estão a falar com os vários intervenientes.

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Concelhos onde não houve horários recusados

Ao todo foram 63 os concelhos que não viram nenhum dos dos horários lançados na RR’s recusados pelos candidatos. Destacam-se neste ponto os concelhos de Penafiel e Póvoa de Varzim, que tendo mais de 100 horários nas RR’s, viram todos os seus horários ser aceites.

Escusado será dizer que a maioria destes concelhos se situa a norte de Lisboa.

(Se clicarem na imagem têm acesso à lista completa)

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Municipalização em curso…

Não abram os olhos não! Deixem-se estar sentados.

Câmaras vão ter bolsa de técnicos superiores para apoiar escolas

O Governo pretende criar bolsas de técnicos superiores, como contabilistas, juristas, informáticos ou nutricionistas, para apoiar no processo de descentralização. Os técnicos estarão nas autarquias mas apoiarão as escolas.

Em setembro, confirmou o Ministério da Educação (ME) ao JN, 67 das 278 câmaras do continente assumiram a descentralização. A dotação financeira prevista em 2020 é de 280 milhões de euros. De acordo com a lista da Direção-Geral da Administração Local, mais 33 municípios avançam para o processo este ano. Serão 100 (quase 36% das autarquias).

“A forma concreta de operacionalização da bolsa é matéria que será articulada com os municípios que assumiram o novo quadro de descentralização”, limitou-se a esclarecer o ME.

 

 

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Uma folha de alface – João André Costa

 

Uma folha de alface

Estou na pele de um professor de ciências em Portugal, mais precisamente no Algarve. Não, esse professor não sou eu, mas podia ser, lecciono a mesma disciplina e parece coincidência. Parece, mas não é, e se contar tudo na primeira pessoa tem mais sentido. Pelo menos para mim. Omito o nome e o lugar por questões de confidencialidade.

Não sei se sou um bom professor, gostaria de pensar que sou. Aos olhos dos outros, dos meus colegas, já tenho nome, sou dedicado e tenho brio no que faço. Respeitam o meu trabalho, pedem-me ajuda e estão sempre disponíveis para ouvir a minha opinião. Mas, e independentemente de ser ou não bom professor, a verdade é que gosto do que faço, e se calhar aqui está a grande diferença. Apesar de todos os problemas à volta da educação, de resto sobejamente conhecidos e batalhados todos os dias, todos os anos, a educação existe, e existe em mim, dentro de casa, ao sair para a rua, no quiosque da esquina, no supermercado, ao chegar à escola. Mas vamos ao que interessa.

Ao longo dos anos tenho-me deparado com as péssimas opções alimentares dos meus alunos. Sem querer repetir a roda dos alimentos e a importância de uma refeição multicolor, não consigo deixar de me preocupar quando, à hora de almoço, os pratos dos nossos alunos se revestem de batatas fritas e carne ou carne e batatas fritas, às vezes arroz ou massa, mas normalmente só carne ou só batatas fritas.

E por não conseguir deixar de me preocupar, todos os dias à hora de almoço sento-me com os meus alunos para falar da necessidade de uma alimentação variada, o porquê das fibras, do peixe e da fruta, promovendo verduras como o maná dos deuses e celebrando efusivamente quando um, ou mais alunos, comem a mais pequena folha de alface! 

Perdoem-me a paixão, mas estamos a falar de crianças, muitas já obesas, outras em pré-obesidade e muitas mais a caminho com todos os riscos associados, do cardiovascular à diabetes, não preciso de me repetir, nós já sabemos de trás para frente, fazemos escolhas, as crianças é que não. Longe do seio familiar acabam a seguir modas e publicidades, viciam-se em açúcar a pontos de passar o dia inteiro a sorver sumos num mundo sem hábitos de desporto e onde o polegar é o membro mais musculoso, fruto de horas sem fim ao telemóvel. Cheios de açúcar até à ponta dos cabelos, muitas das minhas aulas de ciências são passadas com toda a gente em pé a andar de um lado para o outro entre demonstrações e experiências, ou não fossem os petizes incapazes de se sentar por 15 minutos que seja. Sentados, os petizes marinham, literalmente, pelas paredes acima. Eu sei. Já vi. Muitas vezes. Vezes demais.

Portanto, à hora de almoço luto por cada ervilha, por cada grama de fibra, por cada garfada de peixe, aos poucos introduzindo novos elementos nas dietas de quem nos rodeia e cresce todos os dias enquanto falo sobre as suas vantagens e a importância de estilos de vida saudáveis.

Ou lutava. Há pouco tempo recebi um recado de um encarregado de educação a proibir-me terminantemente de obrigar a sua filha a comer alface à hora de almoço. Em casa a rapariga come de tudo, acabando por não só perder a hora de almoço, fruto das minhas insistências, como também a ter medo da hora de almoço, não vá o “professor chato” sentar-se ao seu lado outra vez. Terminava o recado sublinhando o dever de me cingir à sala de aula e pouco mais, de onde, aliás, nunca deveria ter saído.

Resposta para o encarregado de educação: “Prezado encarregado de educação, muito obrigado pela sua chamada de atenção, a qual agradeço. Deixe-me dizer-lhe, no entanto, que o meu dia de trabalho nunca tem menos de 12 horas. A hora de almoço faz parte dessas horas desde sempre, desde que me lembro de ser professor, de bom grado sacrificando a minha hora de descanso para estar no inferno inaudível do refeitório onde, para todos os efeitos, continuo a trabalhar enquanto falo com os meus alunos, a sua filha incluída, sobre os bons hábitos alimentares. Mas, para evitar mais consequências para a minha pessoa, como bom entendedor asseguro-lhe que não mais passarei a minha hora de almoço com os meus alunos. Daqui em diante almoçarei na sala dos professores, na minha sala ou num dos cafés à volta da escola, em sossego e paz, usufruindo do descanso a que tenho direito para que, à tarde, esteja na melhor forma para me cingir à sala de aula, a mesma sala de onde não voltarei a sair. Cordialmente, assino por baixo.”

E assim foi. Nunca mais voltei ao refeitório e nunca mais almocei entre os alunos. Sob pena de uma queixa ou, pior, uma espera à porta da escola ou, pior ainda, uma surpresa dentro da minha sala de aula, tenho dedicado a minha hora de almoço e o meu período de descanso a fazer o que a lei me dá o direito de fazer: descansar. 

 

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Divulgação: CONCURSO NACIONAL: DIREITOS DA CRIANÇA EM CIDADANIA E IGUALDADE

CONCURSO NACIONAL: DIREITOS DA CRIANÇA EM CIDADANIA E IGUALDADE

 

 

A Arte Central e o Up Up Pop-Up conceberam e dinamizam agora o Concurso Nacional DIREITOS DA CRIANÇA EM CIDADANIA E IGUALDADE – Os Direitos da Criança em Pop-Up.

Este concurso tem como destinatários todas as turmas (trabalho coletivo) do 1º ao 12º ano de escolaridade das Escolas Públicas e Privadas de Portugal continental, dos Açores e Madeira.
O grande objetivo é alertar para o cumprimento da Declaração dos Direitos da Criança e consciencialização sobre a pertinência dos mesmos. O trabalho a desenvolver, certamente com maior incidência na área e disciplinas das artes e tecnologias, bibliotecas escolares mas nunca imitada a estas, visa a realização criativa e construção de uma coleção de 10 postais em formato Pop-Up (construções que “saltam” do papel) em que cada um deles representa e ilustra cada um dos 10 princípios enunciados na Declaração dos Direitos das Crianças.

Informamos que o concurso está dividido em 4 escalões, sendo que cada um é correspondente a cada ciclo de ensino: 1º, 2º, 3º ciclo e secundário. Como referido, as propostas são coletivas (projetos de turma) e a data limite para entrega em mão ou envio dos trabalhos a concurso é 30 de abril de 2020.

Este evento conta como parceiros o CFAE AVCOA (de Arouca, Vale de Cambra e Oliveira de Azeméis), a RBE – Rede de Bibliotecas Escolares e a CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. Neste momento também já se associaram a este concurso diversas personalidades, entidades e instituições que o apoiam e patrocinam.
LEMBRAMOS que os organizadores do concurso mantêm sempre em aberto a associação de novos parceiros ao evento e entidades que o apoiem e patrocinem, bastando enviar-nos um email para [email protected] ou [email protected].

Podem acompanhar este projeto na página oficial da Arte Central em artecentral.pt ou na página do facebook do Up Up Pop-Up em https://www.facebook.com/UpUpPopUp

Todas as dúvidas e questões podem ser colocadas, a todo o momento, para [email protected] ou [email protected]

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Divulgação – Encontro Nacional de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família

IAC – Instituto de Apoio à Criança Encontro Nacional de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família

 

 

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Lista nominativa de Assistentes Técnicos e Operacionais “Municipalizados”

Docentes, esperem até ver chegar a vossa vez…

 

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Em Baltar há pais preocupados com as condições em que os professores trabalham…

Chegou-nos por email…

Venho por este meio e como encarregado de educação, informar e lamentar-me sobre a seguinte situação que ocorre no Agrupamento de Escolas Daniel Faria, em Baltar. Após as recentes notícias relativas à insegurança na escola secundária do agrupamento, que pode ser vista no link abaixo (e noutros, como no site da RTP, do PortoCanal, A Verdade e outros), com supostas agressões de alunos a pais e aos próprios pais, armas brancas trazidas por alunos, protestos relativos ao amianto ainda presente nas coberturas de edifícios e outros do mesmo género, queria relatar outro tipo de situação que ocorre desde que a escola básica foi edificada, há cerca de seis anos, mas que também ocorre já há alguns anos na escola secundária.
https://www.jn.pt/local/noticias/porto/paredes/alunos-manifestam-se-por-falta-de-condicoes-em-escola-de-baltar-11678626.html
Cingindo-me à escola básica, que é onde eu tenho o meu filho a estudar, não há assistentes operacionais suficientes, principalmente à hora de almoço, com os corredores a ficarem desertos, as salas, que deveriam ter boas condições, são geladas de Inverno e um autêntico forno de Verão, chove dentro do edifício desde sempre, com verdadeiras poças de água e as portas laterais das salas, que são de vidro, em muitos casos estão a ser barradas com armários e traves de madeira durante grande parte do ano para que o frio seja mínimo e a chuva também, já que não fecham totalmente. Os alunos não conseguem tirar os casacos por causa do frio gélido e queixam-se constantemente aos professores, havendo muito deles a ficarem doentes repetidas vezes e não são raros os casos de vários alunos de uma só turma a faltarem no mesmo dia por ficarem doentes devido ao frio que apanham. Outra situação importante e que nunca foi resolvida desde que a escola foi erigida é a falta de computadores. Não há uma única sala com computadores e os alunos passam do 5º ao 9º ano sem acesso a informação visual e a plataformas virtuais como a EsciolaVirtual, em que muitos dos conteúdos poderiam ser apresentados de uma forma mais lúdica e que entusiasmassem os meninos. Os professores têm que trazer os seus próprios portáteis e ainda adaptadores, que custam cerca de 40€ nas lojas de informática, pois o único material disponível são os projetores. Os professores já referiram várias vezes que depois de construírem o centro escolar não houve mais dinheiro para informatizar as salas. Estamos a começar a terceira década do século XXI e ainda há escolas sem computadores neste país!!! Mais um ano está a passar e é mais um ano em que o meu filho não tem direito a ter aulas como os restantes colegas de outras escolas. Pressinto que tal vá acontecer até ao 9º ano, infelizmente!
O Diretor e respetiva equipa de gestão parecem não se importar, pois não há uma única resposta aos pedidos dos pais. Muitas vezes o Diretor da Escola recusa-se a falar com os encarregados de educação e nós sentimo-nos desapoiados, ignorados e abandonados. Este tipo de situações já não é novo, é frequente e só castra o desenvolvimento dos nossos alunos, que chegados ao sétimo ano ou ao décimo ano, preferem ir para a sede de concelho para poderem ter um ensino de melhor qualidade.
Virá uma equipa de inspetores da DGE previsivelmente na próxima semana, segunda e terça feira (13 e 14 de Janeiro) e será informada do que se passa em mais uma tentativa que se espera frutífera.
O email da Dge continua em baixo na página deles, pelo que não conseguimos que nos ajudassem a encontrar uma solução permanente. Entretanto já pedimos ajuda à DREN e inclusive ao sr. Presidente da República, como professor que foi durante dezenas de anos e poderá ter sensibilidade suficiente para nos ajudar e também ao sr. Primeiro Ministro, a ver se conseguimos finalmente que a situação desbloqueie.
 
Assinado,
um encarregado de educação preocupado (com todos).

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80 vagas, ou mais, a concurso para professores nos Açores

 

 

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Há alunos que continuam sem aulas

Alunos em Lisboa e Algarve continuam sem professores no 2.º período

Alunos de escolas da Grande Lisboa e do Algarve continuam sem todos os professores atribuídos no arranque do segundo período de aulas, que começou esta semana no ensino básico e secundário.

Os dados constam de um estudo realizado pelo blogue do professor Arlindo Ferreira, especialista em Estatísticas da Educação, que foi divulgado esta quarta-feira.

De acordo com o estudo, o segundo período de aulas volta a ser problemático para estudantes de Lisboa e do Algarve, duas regiões afetadas pela recusa dos professores em dar aulas.

No concelho de Lisboa, ainda havia 172 horários vazios em contrato de escola de oito ou mais horas, seguindo-se Sintra (125 horários), Seixal (68 horários), Cascais (67 horários), Almada (61) e Amadora (59).

Também há falta de professores em escolas dos concelhos de Odivelas, Loures, Vila Franca de Xira, Oeiras, Olhão, Barreiro, Silves, Setúbal, Moita, Loulé e Faro, segundo o levantamento hoje divulgado.

Os distritos de Sesimbra, Portimão e Palmela também surgem na lista dos concelhos com mais horários em contratação de escola recusados nas reservas de recrutamento.

A soma dos horários dos 20 concelhos mais penalizados totaliza quase mil horários de pelo menos oito horas semanais.

O estudo apresenta os concelhos com mais contratações de escola e com horários superiores a oito horas, ou seja, colocações que já tinham sido recusadas duas vezes.

As escolas com mais dificuldade em contratar professores são as de Olhão, Seixal e Silves, onde a taxa de não aceitação foi superior a 20%.

Em Olhão, a taxa de não aceitação foi de 34%, seguindo-se o Seixal com uma taxa de 28,8% e Silves com 23,3%.

Na contratação de escola podem aparecer horários inferiores a oito horas letivas ou então horários que foram por duas vezes recusados na Reserva de Recrutamento.

A dificuldade em contratar professores para as escolas da zona de Lisboa e do Algarve é um problema conhecido pelo Ministério da Educação que já anunciou estar a estudar formas de conseguir incentivar os docentes a aceitar estas vagas.

Os baixos salários associados a estes horários e as rendas das casas nestas duas regiões do país têm sido apontadas como as principais razões para recusar as vagas abertas nas escolas.

A agravar esta situação, está o envelhecimento do corpo docente: Nos próximos quatro anos, cerca de 18 mil professores que estão atualmente nas escolas irão para a reforma.

 

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Bolsa de Avaliadores Externos

Está disponível a partir de hoje, no SIGRHE, a aplicação eletrónica “Bolsa de Avaliadores Externos”, destinada aos AE/ENA e CFAE, com o objetivo de otimizar e agilizar o processo de seleção/atualização/ distribuição dos avaliadores externos, assim como os pedidos de escusa apresentados pelos docentes.

 

Clicar na imagem para aceder ao Manual.

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Quais os concelhos onde mais horários foram recusados?

O estudo apresenta os concelhos com mais Contratações de Escola e com horários superiores a 8 horas até à data. São portanto aquelas colocações que foram obrigatoriamente às reservas de recrutamento, sendo recusadas 2 vezes.  A tabela apresenta ainda a taxa de não aceitação* de horários nas Reservas de Recrutamento.

As conclusões, apesar de óbvias(na generalidade) apresentam algumas informações que surpreendem:

  • Não há nenhum concelho fora da Grande Lisboa e Algarve;
  • Seria de esperar que o Porto, Gaia e Matosinhos (onde saíram centenas de horários em RR’s) figurassem neste TOP.  Mesmo assim o Porto é o concelho do QZP 1 com mais horários recusados: dos 469 horários em RR’s (5º a nível nacional), apenas houve 11 Contratações de Escola.
  • Nesta lista destacam-se Olhão, Seixal e Silves, onde a taxa de não aceitação é maior (acima de 20%) e onde se pode concluir que é mais difícil preencher horários com base nas Reservas de Recrutamento.
* A taxa de não aceitação foi calculada de acordo com a seguinte fórmula: CE/(RR-CE). Desta forma anula-se o efeito dos horários que saíram duas vezes em RR’s.

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O presidente do Camões espirrou. Santinho! – Santana Castilho

O presidente do Camões espirrou. Santinho!

Ao abrigo da Lei da Imprensa, o presidente do Camões, que é também diplomata de carreira, escreveu ao director do Público acusando-me de “incorrecções e deturpações”, a propósito do meu artigo sobre o ensino do português no estrangeiro. Ficam as sete “correcções” do presidente e as minhas respostas. Porém, antes de passar à substância da questão, declaro que esta disputa epistolar acaba aqui, porque não estou disponível para polemizar com pessoas que falam do que não sabem, só por terem papel timbrado à mão.

1. Sobre a dimensão da rede.

No Despacho n.º 6859/2019 constam, precisamente como referi no artigo, os 277 professores que trabalham na Europa. Se lhes somarmos os 24, igualmente considerados no meu artigo, que lecionam na África do Sul, Namíbia e Suazilândia, teremos 301. Mas o presidente do Camões veio dizer que são 317. Porquê? Porque, atropelando a norma de só serem contabilizados para o efeito horários completos, contou mais 16 horários incompletos.

2. Sobre a aplicação da taxa apenas ao “ensino paralelo” e os acordos bilaterais.

No artigo, eu escrevi que o processo de cobrança é iníquo porque, se os filhos dos emigrantes têm as aulas em conjunto com alunos dos países de acolhimento, ficam isentos. Onde está a incorrecção que o presidente do Camões viu? Ele diz o mesmo que eu digo. Eu sou claro. Ele complica. Entendamo-nos:

Há situações em que as aulas integram alunos estrangeiros que querem aprender português e alunos portugueses emigrados (ensino integrado ou complementar). São cursos integrados nos horários de escolas públicas dos respectivos países, que interditam qualquer tipo de pagamento por parte dos pais. Quando a propina foi criada, o Camões tentou cobrá-la a estes alunos portugueses emigrados. Só que as autoridades escolares locais reagiram, dizendo que se Portugal fizesse isso teria de prescindir das salas disponibilizadas gratuitamente pelos estados de acolhimento. O anterior secretário de Estado, José Cesário, chegou a afirmar que a propina seria para todos, mesmo que acabassem os acordos bilaterais. Mas não acabaram. Foi então que se criou a iniquidade que denunciei no artigo. Com efeito, em todas as outras situações, em que o cenário descrito não se verifica e os filhos dos emigrantes têm as suas aulas de modo isolado (ensino designado por “ensino paralelo”), Portugal cobra uma taxa por aluno. Termos em que tudo o que escrevi está certo e o presidente do Camões apenas o confirmou, acrescentando ruído.

3. Sobre as reduções das taxas e a inclusão de um manual.

Mais uma vez o presidente do Camões confirma o que escrevi, quando disse ter sido instituída a obrigatoriedade de os emigrantes pagarem 100 euros anuais, para os filhos fruírem do direito constitucional de aprenderem português como língua materna. Não há incorrecção ou deturpação. Eventuais reduções não derrogam a obrigatoriedade. Juntar um manual escolar, um saquinho de gomas ou um pindo Ronaldo, não alteraria a substância do que afirmo: foi instituída uma taxa de 100 euros, vergonhosa e inconstitucional.

4. Sobre a garantia de nenhum aluno ter sido expulso na Suíça por falta de pagamento da taxa.

Tenho em meu poder a ordem escrita dada na Suíça: até ao fim do ano civil de 2019, os encarregados de educação tinham de fazer prova do pagamento ou os filhos seriam expulsos das aulas depois das férias. Escreveu o presidente do Camões, a 2 de Janeiro, que nenhum aluno foi expulso de um curso na Suíça. Ou escreveu com má-fé (se a data limite para fazer prova era 31 de Dezembro e os alunos estavam ainda em férias a 2 de Janeiro, não poderia ter efeito a ordem, senão no regresso às aulas, como está expresso no documento) ou ignora o que determinaram os serviços que tutela.

5. Sobre a transformação do ensino em “português como língua estrangeira” e sobre o conceito “língua de herança”.

Nada há no que escrevi a este título que permita, em sede de Lei de Imprensa, invocar o direito de rectificação. O presidente do Camões confunde velocidade com toucinho. As considerações que faz são de âmbito pedagógico e didáctico. Embora dispense lições de pedagogia ou didáctica ministradas por um embaixador com formação jurídica, que nunca deu uma aula, poderia contraditar-me em polémica académica. Se o tivesse feito, ser-me-ia fácil demonstrar, pela análise da produção escrita do Camões e dos manuais que patrocina, que sim, que desapareceu a vertente “língua materna” para dar lugar à vertente “língua estrangeira”. Mas se há algo passível de correcção é o uso da expressão “língua de herança “, treta terminológica, como tantas inventadas pelos “pedabobos” que tomaram de assalto o nosso sistema de ensino. Enxergue-se o presidente do Camões:

O Regime Jurídico do EPE [D-L nº 165/2006, de 11 de Agosto, art.º 4º, nº1, a)] consagra, apenas, as seguintes vertentes do ensino e aprendizagem da língua portuguesa: língua materna e não materna, língua segunda e língua estrangeira. A referência a outra modalidade, não prevista nos textos legais, o denominado “português língua de herança” é uma diletância que lhe está vedada, enquanto presidente do Camões.

6. Sobre a imposição de exames.

O presidente do Camões tresleu as simples três linhas que escrevi sobre a matéria. Eu sei que o processo é voluntário. Mas não digo que o Camões impôs que todos se sujeitem ao processo. Digo é que aqueles que se sujeitam ao processo têm, obrigatoriamente, exame na lógica de “português para estrangeiros”. Eu não escrevi que o Camões impôs exames de português para estrangeiros no “Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas”, como ele disse. Felizmente para todos os europeus, o presidente do Camões não poderia impor nada em sede de uma decisão da Europa. O que eu escrevi é que os exames que ele impôs têm por norte aquele quadro, que é coisa bem diferente. A não captação da diferença compreender-se-ia se partisse de um diplomado pelas “Novas Oportunidades”. Mas é inaceitável no presidente do Camões.

7. Sobre a criação de grupos de aprendizagem conjunta.

Mais uma vez, o presidente do Camões não rectifica o que escrevi. Confirma e acrescenta uma explicação que remete para a caldeirada pedagógica que defende: alunos de seis anos misturados com alunos de 16. E omite que os invocados “níveis de proficiência” não impedem que um aluno de 6 anos, que fale português escorreito, por ser sempre considerado em “iniciação”, vá parar a um grupo onde tem colegas de 16 anos, com conhecimento quase nulo de português.

O presidente do Camões sucumbiu à endemia de catarro das formigas e espirrou. Santinho!

A pintura mal-amanhada que fez da acção do Camões saltou à primeira raspadela. Veio por lã, vai tosquiado.

In “Público” de 8.1.20

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Vida Independente – MAVI e CAVI

Decreto-Lei nº 129/2017 de 9 de outubro, aprova o programa “Modelo de Apoio à Vida Independente” (MAVI), definindo as regras e condições aplicáveis ao desenvolvimento da atividade de assistência pessoal, de criação, organização, reconhecimento e funcionamento de Centros de Apoio à Vida Independente, CAVI, bem como os requisitos de elegibilidade e o regime de concessão dos apoios técnicos e financeiros dos projetos-piloto de assistência pessoal.
O programa MAVI assenta na disponibilização de assistência pessoal a pessoas com deficiência ou incapacidade, pelos CAVI, em contextos diversos, para a realização de atividades de vida diária e de mediação que estas, em razão das limitações decorrentes da sua interação com as condições do meio, não possam realizar por si próprias.

O programa MAVI tem como objetivo específico constituir-se como instrumento de garantia às pessoas com deficiência ou incapacidade das condições de acesso para o exercício dos seus direitos de cidadania e para participação nos diversos contextos de vida em igualdade com os demais.

 

Projetos-piloto Modelo de Apoio à Vida

Independente (MAVI)

Conheça o Modelo de Apoio à Vida Independente, através da visualização do vídeo seguinte:

A implementação do MAVI concretiza-se com a disponibilização de assistência pessoal, através de Centros de Apoio à Vida independente (CAVI), entidades responsáveis pela operacionalização dos respetivos projetos-piloto, cofinanciados no âmbito dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento – Programas Operacionais do Portugal 2020.

Neste sentido, foram abertas candidaturas ao financiamento, nas várias regiões do país, sendo o INR o Organismo Intermédio para as regiões do Norte, Centro, Alentejo e Algarve.

 

Lista dos Centros de Apoio à Vida independente (CAVI)

 

Entidade Região Distrito
ACAPO-ASSOCIAÇÃO DOS CEGOS E AMBLIOPES DE PORTUGAL Norte Porto
ASSOCIAÇÃO DE APOIO AOS DEFICIENTES VISUAIS DO DISTRITO DE BRAGA Norte Braga
AVI – ASSOCIAÇÃO VIDA INDEPENDENTE Norte Braga
APPACDM DO PORTO – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PAIS E AMIGOS DO CIDADÃO DEFICIENTE MENTAL Norte Porto
ASSOCIAÇÃO DE FAMILIARES, UTENTES E AMIGOS DO HOSPITAL MAGALHÃES LEMOS Norte Porto
CERCIMAC – COOPERATIVA DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DE CIDADÃOS INADAPTADOS CRL Norte Bragança
COOPCUIDAR – COOPERATIVA PARA O DESENVOLVIMENTO E APOIO BIO-PSICO-SOCIAL DO PORTADOR DE DEFICIÊNCIA, CRL Norte Vila Real
CERCIESPINHO – COOPERATIVA DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DO CIDADÃO INADAPTADO CRL Norte Aveiro
A.P.N.- ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE NEUROMUSCULARES Norte Porto
ASSOCIAÇÃO CVI – CENTRO DE VIDA INDEPENDENTE Norte Porto
ASSOCIAÇÃO DE PARALISIA CEREBRAL DE VILA REAL Norte Vila Real
PAIS EM REDE – ASSOCIAÇÃO Norte Braga
APCVC ASSOCIAÇÃO DE PARALISIA CEREBRAL DE VIANA DO CASTELO Norte Viana do Castelo
ACAPO-ASSOCIAÇÃO DOS CEGOS E AMBLIOPES DE PORTUGAL Centro Viseu
A.F.S.D. – ASSOCIAÇÃO DE FAMÍLIAS SOLIDÁRIAS COM A DEFICIÊNCIA Centro Coimbra
CERE-CENTRO DE ENSINO E RECUPERAÇÃO DO ENTRONCAMENTO Centro Santarém
ADM ESTRELA – ASSOCIAÇÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO Centro Guarda
APCC – ASSOCIAÇÃO DE PARALISIA CEREBRAL DE COIMBRA Centro Coimbra
ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO SOCIAL CULTURAL E DESPORTIVA DE FORNOS DE ALGODRES Centro Guarda
ASSOCIAÇÃO CVI – CENTRO DE VIDA INDEPENDENTE Centro Leiria
APPACDM DE FIGUEIRA DA FOZ – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PAIS E AMIGOS DO CIDADÃO DEFICIENTE MENTAL Centro Coimbra
APCV – ASSOCIAÇÃO DE PARALISIA CEREBRAL DE VISEU Centro Viseu
CERCICOA – COOPERATIVA DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DE CRIANÇAS INADAPTADAS E SOLIDARIEDADE SOCIAL DE ALMODOVAR, CASTRO VERDE E OURIQUE CRL Alentejo Beja
CENTRO DE PARALISIA CEREBRAL DE BEJA Alentejo Beja
APPACDM DE ÉVORA – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PAIS E AMIGOS DO CIDADÃO DEFICIENTE MENTAL Alentejo Évora
INOVAR AUTISMO – ASSOCIAÇÃO DE CIDADANIA E INCLUSÃO Alentejo Évora
APPACDM DE PORTALEGRE – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PAIS E AMIGOS DO CIDADÃO DEFICIENTE MENTAL Alentejo Portalegre
ASSOCIAÇÃO DE PARILISIA CEREBRAL DE FARO Algarve Faro
ASSOCIAÇÃO CVI – CENTRO DE VIDA INDEPENDENTE Algarve Faro

 

Relativamente à região de Lisboa, foram aprovadas 6 candidaturas pelo organismo intermédio:

  • ACAPO-Associação dos Cegos e Ambliopes de Portugal
  • ALMASÃ – Centro de Educação Especial de Almada (CEEA)
  • APPACDM DE SETÚBAL – Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental
  • APCAS – Associação de Paralisia Cerebral de Almada Seixal
  • INOVAR AUTISMO – Associação de Cidadania e Inclusão
  • ASSOCIAÇÃO CVI – Centro de Vida Independente

 

Quadro Legislativo

 

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“Ele vai bater no meu filho e eu vou-lhe bater a ele”

Os casos de Bulling e a inoperância levam a que os pais não confiem na proteção que a escola pode dar aos seus alunos. Neste caso, o pai já não tem grandes esperanças na resolução que a escola pode oferecer e tomou a justiça nas suas mãos… “…apagou a luz e eu dei-lhe um estalo na cara.”

Video cortesia do Blog Comregras

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Nos Açores, reconhece-se, mas sacode-se o capote quanto a horários…

Para umas coisas há autonomia (devolução do tempo de serviço 942),para outras empurra-se para o “governo do continente”.

Razões pedagógicas e legais impedem uniformização dos horários dos docentes nos Açores

Avelino Meneses foi ouvido, em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, em sede de Comissão de Assuntos Sociais da Assembleia Legislativa Regional a propósito da petição “Pela uniformização dos horários e das reduções da componente letiva por antiguidade para os docentes da Educação Pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico”, apresentada por António Lucas (Sindicato dos Professores da Região Açores), na qualidade de primeiro peticionário.

Em declarações aos jornalistas, o governante explicou que “a maneira de resolver este problema é só uma” e passa por “exigir” ao Governo da República “a reposição do regime extinto aquando da intervenção da “‘troika’ durante o Governo da coligação PSD/CDS”.

Esta situação, por via da lei do sistema educativo, esbarra igualmente em impossibilidades “pedagógicas e legais”, sublinhou.

Para o presidente do Sindicato dos Professores da Região Açores, António Lucas, “esta petição não só é necessária, como era imperativa”, frisando que “é uma luta” que o sindicato “não deixou morrer”.

“Aliás, nós trouxemos este assunto sempre que houve alterações ao Estatuto da Carreira Docente. A tutela nunca foi, digamos, recetiva ao encontro das nossas propostas”, frisou o dirigente sindical.

António Lucas disse que há “consenso sobre esta matéria ao nível dos partidos com assento na Assembleia Legislativa”, sendo que “até o próprio PS veio reconhecer a pertinência das reivindicações”, no sentido das reduções da componente letiva serem feitas “nos mesmos termos para todos os níveis e ciclos de ensino”.

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Cartoon do Dia – A “Parabenização” ao Tiago

 

 

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Quanto valem os dados dos alunos? – Paulo Guinote

 

Quanto valem os dados dos alunos?

Há um par de semanas, num programa de info-entretenimento (Governo Sombra), um ex-governante em actual repouso no mundo empresarial (Adolfo Mesquita Nunes) mostrava-se preocupado com a ausência de conteúdos nos programas disciplinares sobre o que chamou “Economia Digital”. Como o tema não foi desenvolvido, nem o programa é para isso, fiquei sem perceber exactamente ao que ele se referia. Se ao que agora é muito comum referir-se como a necessidade de dominar as ferramentas tecnológicas (digitais) que se apresentam como essenciais para a vida no século XXI, mas que depois não passa de uma introdução ao estatuto de utilizador/consumidor de plataformas digitais, se estava a pensar em algo menos imediato como o funcionamento da verdadeira Economia Digital em que vamos sendo mergulhados de forma acelerada, sem que façamos quase nada para isso.

Se por Economia Digital entendermos o que alguns autores consideram ser uma fase completamente nova ou mesmo algo perfeitamente diverso do modelo capitalista como ele foi pensado até ao final do século XX (cf. Mckenzie Wark, Capital is Dead. Londres: Verso, 2019), em que o maior valor passou a estar na informação sobre os indivíduos e os seus hábitos e a forma como a adesão alargada aos novos aparatos tecnológicos e ferramentas digitais para as mais pequenas operações do dia-a-dia passou a estar monitorizada por uma multiplicidade de aplicações instaladas voluntariamente (ou por defeito) em computadores, tablets, smartphones e até relógios, acho muito interessante que o tema seja abordado nas aulas de modo a que os indivíduos percebam até que ponto muitas das suas acções passaram a ser meros pontos em vectores de informação, destinados a alimentar algoritmos que, por sua vez, lhes fornecem “gratuitamente” sugestões para continuarem a consumir e assim manterem um ciclo permanente de fornecimento de mais informação a terceiros. Informação cedida quase sempre de forma voluntária, porque inconsciente. Ou porque, afinal, a app é gratuita e dá muito jeito, sem que se perceba tudo o que lhes está associado e como isso pode ser comercializado de forma altamente lucrativa. Mesmo a mais pequena pesquisa num motor de busca acarreta que se aceite a “politica de privacidade” do fornecedor do serviço, da qual nem 1% da população se preocupa em ler as letras grandes, quando mais as pequenas.

Neste momento, a quase totalidade dos agrupamentos e escolas recorre a plataformas digitais para registo dos alunos e dos seus dados (assim como de professores e funcionários), bem como da generalidade das suas rotinas diárias. Centenas de agrupamentos e milhares de escolas já cedem uma massa imensa de informação a um conjunto muito restrito de empresas privadas que cobram por esse serviço, ficando na posse de dados de todo o tipo (familiares, económicos, geográficos, de aproveitamento, assiduidade e sua tipificação) sobre os alunos e famílias. Só no meu distrito, cerca de 50 agrupamento e escolas não agrupadas recorrem à mesma empresa. Outra plataforma, com mais implantação em outras zonas do país, anuncia que todos os dias mais de 500 escolas recorrem à sua plataforma. A conversão em informação digital de algo tão simples como os consumos nas papelarias e bares escolares permite a acumulação de informação em servidores externos, com níveis de segurança muito frágeis, que, mesmo que sejam respeitadas as regras legais ou éticas no seu armazenamento e uso, podem ser “roubados” a qualquer instante por um hacker mediano. Tudo pode ser vendido. Tudo pode ser subtraído. O que comemos, o que gastamos, quando, onde, a que ritmo. Até as doenças dos alunos ou as suas necessidades específicas ao abrigo do DL 54/2018.

Que se queira acrescentar uma nova camada de cedência de dados – quando se defende que as aulas sejam suportadas quase só em meios digitais – acerca da prática docente, dos hábitos de estudo, dos recursos usados, quando, onde, como, é subir outro nível – mas um nível muito importante – na entrega de informação dos alunos a plataformas online sem que exista uma garantia efectiva da manutenção da sua privacidade, já que o seu uso para efeitos comerciais é quase inevitável, mesmo que encoberta por termos como “partilha de informação” ou “busca de estratégias mais eficazes de gestão”. E há algum cuidado com isso quando se assinam contratos que quase todos os que cedem os dados desconhecem?

A alternativa é o regresso à idade da pedra do papel como suporte único? Nada disso, é começar por repensar o que se entende e queremos quando falamos em “Economia Digital”.

in Público

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Anúncios… e mais anúncios.

 

Governo anuncia mais 47 milhões para requalificar escolas na região Centro

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou hoje que a reprogramação dos fundos do Portugal 2020 vai disponibilizar 47 milhões de euros para a requalificação de escolas na região Centro.

 

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Violência (doméstica) é a Palavra do Ano 2019

Um flagelo de que sociedade se quer ver livre, mas tarda em conseguir.

A violência doméstica atinge toda a família, não só este ou aquele membro, deixo-vos um estrato de um artigo publicado no jornal Público que retrata o que nos entra pela escola a dentro.

 

As outras gémeas da Amadora

Não é invulgar aparecerem nas escolas primeiras matrículas de crianças com 7 ou 8 anos, é claro que não se publicita tal coisa, mas acontece. O sistema não tem meios de fazer cumprir a lei. A obrigatoriedade de frequência escolar desde os 6 anos pode não ser cumprida, sem dificuldades. Infelizmente, em Portugal, as entidades que deviam acompanhar estas situações estão desprovidas de recursos humanos e outros para tal tarefa, resta-lhes atuar quando o mal está feito.

Ainda não conseguimos proteger todas as crianças que residem no nosso país. Os casos que de vez em quando vêm à luz do dia são uma ínfima parte de todos os que entram nos gabinetes da CPCJ e tribunais. A nossa justiça é lenta, o sistema é burocrático e perde-se muito tempo entre o conhecimento à ação. E até a falta de proteção das profissionais que se esforçam para dar um futuro a estas crianças, já que os progenitores não o fazem, pode influenciar a rapidez ou desfecho de alguns casos.

A escola tem um papel relevante na identificação, denuncia e desfecho destes casos, mas qualquer um tem.

A escola, tal como as restantes instituições, está presa a processos burocráticos que o sistema não agiliza, deixando estas crianças entregues a si mesmas. Sendo suposto que a escola seja a segunda casa de todas as crianças, para estas é a primeira. É nela que encontram a estabilidade, o interesse, o carinho e o aconchego para o resto do dia. Mas enquanto o “sistema” se recusar a olhar para estas crianças e não mostrar mão dura para quem as descura, não haverá escola ou outra instituição que as consiga proteger. Para que isso aconteça, é necessária uma mudança de paradigma, o bem-estar, os direitos das crianças e os deveres dos progenitores/encarregados de educação deve ser posto acima dos direitos dos prevaricadores, sejam eles quem forem.

O Estado deve tomar o lugar que lhe compete, o de protetor de todas as crianças e não de continuar a abrir os olhos quando o mal está feito e, acredite-se ou não, dificilmente se vai desfazer. Os recursos humanos e financeiros têm de ser disponibilizados. A proteção de quem se envolve nestes casos deve ser assegurada, a mão da justiça tem de ser dura e em vez de andarem por aí a dar entrevistas e a fazer papel de coitadinhos, tem de ser responsabilizados, rápida e eficazmente.

Acabem com as hipocrisias e protejam as gerações do futuro de práticas do antigamente. A escola vai continuar a fazer o seu papel de protetora destas crianças, mas não o pode fazer sozinha.

 

Rui Gualdino Cardoso, colaborador do Blog DeAr Lindo

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Seminário “Desafios para uma Educação de Futuro”

 

Desafios para uma Educação de Futuro” é o mote para o Seminário de Educação que o Município de Tondela irá realizar já no próximo dia 25 de janeiro.

Reconhecendo que a educação contribui de forma preponderante para a melhoria das condições de vida da população, motivo pelo qual deve ser um vetor essencial no desenvolvimento e progresso da sociedade, a Câmara Municipal de Tondela está empenhada em trazer a Tondela um leque de oradores de referência nesta matéria.

Pode consultar mais informação no respetivo site:

http://www.cm-tondela.pt/seminario.educacao/

Também pode fazer a inscrição diretamente aqui:

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O Tiago falou… e demonstrou falta de informação.

“O Ministério da Educação suplementou o número de professores em mais de 2000 professores nas nossas escolas em relação ao que havia no ano anterior…” disse o Tiago.

Não! Não foi nada disso. foram 1741 professores colocados a mais que no ano anterior para substituição de outros que se encontram ausentes pelas mais diversas razões. Essas colocações são na sua maioria de duração de um mês.

É de lamentar que seja necessário um quadro elaborado pelo Arlindo para por o ministro a falar sobre educação. Também é de lamentar que a imprensa refira que estas colocações são um reforço de professores.

Ficam as declarações do Tiago…

 

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Dia mundial do Braille

Hoje é Dia Mundial do Braille! Sem dúvida um dia muito importante para todos os cegos! O Braille é uma fabulosa ferramenta ao serviço de quem tem deficiência visual. Não é necessário enaltecer a sua utilidade, de tão evidente que é!
O Dia Mundial do Braille, é uma efeméride que pretende, chamar a atenção para os problemas dos cidadãos cegos e da responsabilidade que a todos nos envolve nesta problemática, de modo próprio na construção de um mundo onde seja possível, cada vez mais e em cada dia e a sua integração e um não pleno à discriminação.
O Braille, veio permitir um vasto número de actividades aos cegos, de modo próprio a leitura, a integração profissional, a música, etc, foi inventado por Louis Braille, que faleceu em Paris aos 43 anos de idade, em 1852 e que cegara aos 3 anos. Professor toda a sua curta vida, compositor e um verdadeiro génio compôs livros para facilitar o ensino e elaborou com Foucault, um novo alfabeto para cegos, também aplicado à música, à estenografia e ao cálculo, modificando preponderantemente a educação dos mesmos.
A propósito do Dia Internacional do Braille e para todos os que gostavam de aprender Braille, divulgo o curso Braille virtual. O Braille Virtual que é um curso on-line aberto, público e gratuito, destinado à difusão e ensino do sistema Braille a pessoas que vêem.Este curso é orientado especialmente a pais, crianças, professores, …para todos os que queiram aprender. Para aceder ao curso
Porque o saber não ocupa lugar, em baixo coloquei um link para ter acesso à página da ataraxia, empresa de equipamentos variados para pessoas cegas informações sobre equipamentos

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Sobre a reunião com o ME de dia 22 – FNE

 

 

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Finalmente o Ministério da Educação Convoca os Sindicatos

Foi agendada reunião entre o Ministério da Educação com as Organizações Sindicais para o próximo dia 22 de janeiro de 2020, pelas 11 horas. Três meses após a formação do novo governo.

 

Fica aqui a informação deixada na página do S.TO.P.

 

Após ano e meio de silêncio por parte do Ministério da Educação (M.E.), fomos convocados a reunir com o Ministro, a 22 de janeiro (juntamente com outros sindicatos).

Entendemos que essa insustentável discriminação durante 18 meses – apenas ao S.TO.P. – foi um espécie de “castigo” do M.E. por termos dinamizado uma greve às avaliações CONSEQUENTE, nomeadamente em defesa do tempo de serviço docente e contra a precariedade docente em finais de 2017/2018. Agradecemos a TODOS os que se solidarizaram connosco. Essa grande solidariedade e o impacto da greve de todos os Profissionais de Educação que terminou em dezembro passado foram determinantes para esta mudança.

Como ficou evidente não nos vergaram e continuaremos a FAZER O QUE AINDA NÃO TINHA SIDO FEITO, em defesa de TODOS que trabalham nas Escolas (doa a quem doer).

Além das reivindicações associadas à greve de TODOS os Profissionais da Educação que terminou em dezembro, e da exigência da contagem de todo o tempo de serviço docente, iremos auscultar os Profissionais da Educação, a partir da próxima semana, para sabermos quais os temas mais prioritários a levar para a reunião com o Ministro e continuarmos a SER A VOZ DOS SEM VOZ.

Excelente 2020, do que depender de nós, com mais justiça para todos que trabalham nas Escolas!

Após ano e meio de silêncio por parte do Ministério da Educação (M.E.), fomos convocados a reunir com o Ministro, a 22 de janeiro (juntamente com outros sindicatos).

Entendemos que essa insustentável discriminação durante 18 meses – apenas ao S.TO.P. – foi um espécie de “castigo” do M.E. por termos dinamizado uma greve às avaliações CONSEQUENTE, nomeadamente em defesa do tempo de serviço docente e contra a precariedade docente em finais de 2017/2018. Agradecemos a TODOS os que se solidarizaram connosco. Essa grande solidariedade e o impacto da greve de todos os Profissionais de Educação que terminou em dezembro passado foram determinantes para esta mudança.

Como ficou evidente não nos vergaram e continuaremos a FAZER O QUE AINDA NÃO TINHA SIDO FEITO, em defesa de TODOS que trabalham nas Escolas (doa a quem doer).

Além das reivindicações associadas à greve de TODOS os Profissionais da Educação que terminou em dezembro, e da exigência da contagem de todo o tempo de serviço docente, iremos auscultar os Profissionais da Educação, a partir da próxima semana, para sabermos quais os temas mais prioritários a levar para a reunião com o Ministro e continuarmos a SER A VOZ DOS SEM VOZ.

Excelente 2020, do que depender de nós, com mais justiça para todos que trabalham nas Escolas!

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Lista Colorida-RR15

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR15.

Há neste momento 1 professor que já vai no seu quarto contrato e 100 no terceiro!

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