Abril 2019 archive

PSD apresenta hoje alteração ao decreto do tempo de serviço de professores

 

PSD apresenta 6.ª feira proposta de alteração ao decreto do tempo de serviço de professores

 

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Hoje é Sexta-feira, quase 13

PSD apresenta 6.ª feira proposta de alteração ao decreto do tempo de serviço de professores

 

Lisboa, 11 abr 2019 (Lusa) — O PSD vai apresentar na sexta-feira a sua proposta de alteração ao decreto-lei do Governo que recuperou de forma parcial o tempo de serviço congelado aos professores, disse à Lusa fonte da direção da bancada.

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Comprem a Revista Sábado à Quinta-Feira – Quanto custa compensar 100 mil professores pelos 9 anos de serviço?

Quanto custa compensar 100 mil professores pelos 9 anos de serviço?

Um grupo de professores fez as contas: para as progressões só é necessário metade do valor avançado pelo Governo.

A resposta à pergunta que titula este artigo depende – mesmo – de quem faz as contas. Para o Governo, se compensasse na totalidade os cerca de 100 mil professores pelos 9 anos, quatro meses e dois dias em que as progressões na carreira estiveram congeladas, teria “um aumento permanente da despesa de 600 milhões de euros por ano”. Mas esse valor é agora contestado por um grupo de “30 a 40 docentes, de todo o País e sem ligações partidárias” (entre eles está Paulo Guinote, autor do blogue já desativado A Educação do Meu Umbigo), que calculou em pouco mais de metade (320,3 milhões de euros) a despesa que o Estado teria.

São, portanto, cerca de 280 milhões que separam os professores do Governo. E ainda um enorme detalhe: o método.

Assine já a edição digital por 1€  para ler o artigo na íntegra ou encontre-o na edição em banca a 11 de abril de 2019.

Se já é assinante, leia o artigo diretamente no ePaper da SÁBADO.

 

NO Meu Quintal:

Recomendo a leitura da peça da Sábado sobre o esforço feito pelo Maurício Brito para apresentar cálculos rigorosos sobre a recuperação integral do tempo de serviço docente. É ele o grande responsável por um trabalho laborioso que deveria ser feito por quem tem uma estrutura com gente teoricamente qualificada e com tempo para o efeito. Voltarei ao assunto ainda hoje, porque dia 16 se encenará no Parlamento mais um episódio de uma novela alimentada por mais partes do que parece, pois as conveniências de “calendário” são mais importantes.

Sábado À 5ª Feira

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Férias da Páscoa: professores em greve a todas as atividades

Férias da Páscoa: professores em greve a todas as atividades

A Fenprof diz que algumas escolas estão a convocar os docentes para atividades e reuniões a realizar em dias que deveriam ser de descanso.

Os professores vão estender a greve ao trabalho extraordinário a todas as atividades para que sejam convocados a partir desta quinta-feira, e até 22 de abril, período coincidente com a pausa letiva da Páscoa.

Segundo um comunicado da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), “esta decisão fica a dever-se ao facto de algumas escolas estarem a convocar os professores para atividades e reuniões a realizar em dias que deverão ser de descanso também dos docentes, o que é absolutamente indispensável nesta fase do ano letivo”.

“Só a não consideração da importância dos momentos de interrupção da atividade docente, designadamente no Natal e na Páscoa, como imprescindíveis para atenuar o desgaste provocado pelo exercício continuado da profissão, em constante adaptação aos grupos de alunos, pode justificar esta atitude de algumas direções de escolas”, afirma a Fenprof.

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Religião nas escolas públicas. Há limites?

Religião nas escolas públicas. Há limites?

Especialistas defendem que o facto de as escolas realizarem missas, ainda que facultativas, coloca os pais e alunos “numa situação pouco recomendável”

Os limites entre o que deve ser e o que não deve ser feito na esfera da religião nem sempre são consensuais. Por estes dias, a realização das missas nas escolas públicas tem sido objeto de debate público. É que em alguns estabelecimentos de ensino – nomeadamente em Vieira do Minho, Famalicão, Bragança, Viana do Castelo, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca –, todos os anos é preparada uma missa aberta a todos os alunos. Ainda que a participação seja facultativa, os alunos (ou os seus pais) veem-se obrigados a dizer se querem ou não participar. Um cenário que “pode colocar os alunos e os pais numa situação pouco recomendável”, diz ao i Vera Jardim, presidente da Comissão da Liberdade Religiosa e antigo deputado do socialista.

Obrigar os pais a exprimir a sua intenção de deixar ir os filhos, ou obrigar os alunos a dar a sua preferência, “não é aceitável”, reforça. O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa traça duas hipóteses para solucionar a questão. A primeira delas – no seu entender, a aceitável – passa por ser “o professor de religião e moral a organizar a comunhão dos alunos que seguiram as aulas de religião católica”. “Se for isso, não há nada de mal”, considera.

A outra hipótese é exatamente a que está a acontecer em algumas escolas públicas portuguesas: missas para toda a comunidade escolar. “Se é uma comunhão geral para a escola, embora facultativa, coloca os alunos numa posição que se pretendeu não existir com os acórdãos do Tribunal Constitucional e depois com a alteração da lei”, explica Vera Jardim. A lei da liberdade religiosa, publicada em 2012, prevê que “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes religiosas”.
Vera Jardim defende que, ainda que não se trate de uma violação da lei, “de certo modo [a realização destas missas] é ir contra a lei, sobretudo num estado que não tem uma posição religiosa”.

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Requisição de Docentes – Instituto dos Pupilos do Exército

 

 

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Idade dos Candidatos por Grupo de Recrutamento em 3.ª Prioridade

O próximo quadro apresenta a idade dos candidatos ordenados em 3.ª prioridade por grupo de recrutamento.

A idade dos candidatos reporta-se ao dia 10/04/2019.

Os docentes mais novos em 3.ª prioridade têm 22 anos e são candidatos aos grupo 260 – Educação Física e 620 – Educação Física o candidato “menos novo” tem 68 anos e concorre ao grupo 410 – Filosofia.

A moda situa-se nos 38 anos de idade.

Clicar na imagem para ver o pdf que tem melhor qualidade.

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Idade dos Candidatos por Grupo de Recrutamento em 2.ª Prioridade

O próximo quadro apresenta a idade dos candidatos ordenados em 2.ª prioridade por grupo de recrutamento.

A idade dos candidatos reporta-se ao dia 10/04/2019.

Os docentes mais novos em 2.ª prioridade têm 25 anos e são candidatos aos grupo 400 – História e 420 – Geografia e o candidato “menos novo” tem 69 anos e concorre ao grupo 400 – História.

A moda situa-se nos 39 anos de idade.

Clicando na imagem aparece o documento em formato pdf para melhor análise.

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Idade dos Candidatos por Grupo de Recrutamento em 1.ª Prioridade

O próximo quadro apresenta a idade dos candidatos ordenados em 1.ª prioridade por grupo de recrutamento.

A idade dos candidatos reporta-se ao dia 10/04/2019.

O docente mais novo em 1.ª prioridade que vinculará em 2019/2020 tem 27 anos e é candidato ao grupo 110 – 1.º Ciclo do Ensino Básico e o candidato “menos novo” tem 63 anos e concorre ao grupo 210 – Português e Estudos Sociais/História.

A moda situa-se nos 42 anos de idade.

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50.303 Candidaturas Admitidas ao Concurso Externo por Prioridade

Das listas provisórias de ordenação ao concurso externo 2019/2020 foram admitidas 50.3030 candidaturas nas diversas prioridades.

Curiosamente o número de candidaturas em 3.ª prioridade aproxima-se imenso do número existente de candidaturas em 2.ª prioridade.

Fica aqui o quadro resumo dessas candidaturas por grupo de recrutamento.

 

Removendo das candidaturas a vários grupos de recrutamento verifica-se que existem no momento 32.793 candidatos únicos.

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Reclamação da candidatura eletrónica

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 11 de abril e as 18:00 horas de dia 17 de abril de 2019 (hora de Portugal continental), para efetuar a reclamação das candidaturas ao Concurso Externo.

 

SIGRHE – reclamação

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Verbete do candidato

Está disponível o verbete provisório dos candidatos ao Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento de 2019/2020.

 

SIGRHE – verbete provisório

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Divulgação – GAAF: Uma Intervenção Holística

 

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INQUÉRITO – Bullying* e Violência sobre Docentes e Não Docentes

 

 

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Calendário de Concursos 2019/2020 (atualizado)

Mobilidade por doença: 2 a 23 de abril

Mobilidade Estatutária:  15 a 22 de abril

 

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Na Pré-história andam os ENEB, ENES, PAEB e afins

E depois querem uma escola virada para o século XXI.

Não se contrata um familiar para evoluir estas aplicações

 

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Mobilidade Estatutária 2019/2020

Exmº(ª) Senhor(a)

Diretor(a)/Presidente de CAP

Vimos por este meio informar V. Exa. que o processo de mobilidade do pessoal docente para o ano escolar de 2019/2020, decorrerá obrigatoriamente através de aplicação informática a disponibilizar no portal da DGAE, de acordo com os prazos indicados.

Salienta-se que os prazos definidos e que agora se divulgam terão que ser rigorosamente observados sob pena de não poderem ser consideradas propostas de mobilidade estatutária rececionadas de modo diferente do previsto.

Acresce informar V. Exa. que a submissão da(s) proposta(s) de mobilidade estatutária de docentes, nos termos previstos nos artigos 68.º alínea a) do Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores do Ensino Básico e Secundário, decorrerá: entre 15 e 22 de abril, impreterivelmente.

Pede-se, também, a especial atenção de V. Exa. para o cumprimento dos prazos de validação de dados e emissão de parecer sobre o(s) pedidos de mobilidade estatutária relativos a docentes providos/colocados na unidade orgânica que dirige e que decorrerão entre 15 de abril e 02 de maio, impreterivelmente.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana castanheira Lopes

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Faltam 96 Candidatos em 1.ª Prioridade

Nas listas provisórias publicadas hoje existem 446 docentes ordenados em 1.ª prioridade  para as 542 vagas abertas na portaria n.º 72-C.

Neste momento ainda faltam 96 docentes a serem ordenados em 1.ª prioridade.

Vagas mal calculadas ou concursos mal feitos pelos docentes?

Eu aposto num misto das duas coisas.

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Concurso Externo – Listas Provisórias

Concurso Externo – Listas Provisórias

 

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de ordenação e de exclusão do Concurso Externo para o ano escolar 2019/2020.

Consulte a nota informativa.

 

Nota informativa

Listas

 

Reclamação das 10 horas do dia 11 de abril até às 18 horas do dia 17 de abril

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Audiências dos interessados ao Concurso Interno/Externo de Provimento 2019/2020 – Açores

Encontra-se disponível, de 10 a 24 de abril de 2019, o período de audiências dos interessados que efetuaram a sua candidatura ao Concurso Interno/Externo de Provimento 2019/2020.

Dentro do mesmo prazo, podem ainda os candidatos desistir do concurso ou de parte das preferências inicialmente manifestadas. Candidatos ao Concurso Interno/Externo de Provimento 2019/2020 – Audiências / Desistências

Se concorreu ao Concurso Interno/Externo de Provimento 2019/2020, clique aqui para iniciar a sua sessão

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A Ler – Porque Isto Está Tudo Ligado e o Mexilhão é que se Lixa

O primeiro artigo é demolidor, ao menos, não nos comem por parvos…espoliados, roubados, espancados, mas, parvos não!

‘La famiglia’

É tranquilizante ver o PR admitir publicamente que, no panorama político português, ética é algo que não abunda. Que isso suceda no privado, a mim não me diz nada. No público e, sobretudo, em lugares de governação, cabe-nos a todos escrutinar.

(…)

Continua aqui: ‘La famiglia’ – O Jornal Económico

 

O WC e a garagem de Joe Berardo

O comendador tratava ministros por “babe” e banqueiros por “tu”. De quinto homem mais rico de Portugal, hoje tem como património apenas uma garagem no Funchal.

Para quem não conhece Joe Berardo, este parágrafo da jornalista Vanessa Rato no Público faz um resumo brilhante: “É o tipo de homem que não se coíbe de tratar uma ministra por ‘babe’ e de, a meio de negociações que envolvem milhões, lhe lançar à cara um sonoro ‘dahhhh‘ (o mesmo que lhe chamar parva, mas com menos letras).”

(…)

Continua aqui: O WC e a garagem de Joe Berardo – ECO

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Concurso Interno/Externo de provimento Projeto de lista ordenada de graduação – Açores

 

Concurso interno de provimento

Projeto de lista ordenada de graduação

 

Concurso externo de provimento

Projeto de lista ordenada de graduação

 

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Parece que vai ser desta vez o reposicionamento definitivo

 

 

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Comunicado – Professores lesados nos descontos da SS

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/04/Comunicado_2.pdf”]

 

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Professores querem ter acesso à pré-reforma…

 

Professores pressionam governo com pré-reformas em massa

Depois de declarações de Mário Centeno, sindicatos estudam apresentação de pedidos “em massa” de professores com mais de 55 anos – o objetivo é obrigar o governo a aplicar o novo regime de pré-reformas.

Os professores ameaçam inundar os serviços do Estado com pedidos de pré-reforma. Depois da “desilusão” da semana passada com as declarações dos ministros Mário Centeno e Vieira da Silva, que avisaram que o novo regime sobre as pré-reformas na função pública é só para ser usado caso a caso, o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof) adiantou ao DN que os sindicatos estão a estudar a apresentação de pedidos em massa para obrigar o governo a aplicar a lei

 

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Querem aniquilar a classe docente?

Querem. Em especial desde 2005.

Artigo de opinião de Filinto Lima no Público de hoje.

 

Querem aniquilar a classe docente?

 

Na próxima legislatura, os nossos governantes e os nossos políticos deverão votar prioridade máxima às questões aqui enunciadas.

Há dias, a notícia “Há turmas sem professores desde o primeiro período” fez manchete na imprensa, destacando a falta de professores nos concursos e, consequentemente, nas escolas.

Apesar dos alertas persistentes, a situação retratada apresenta uma tendência de agravamento, ano após ano, por todo o país, com maior expressão nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, sendo transversal a muitos grupos de recrutamento de que o Português, a Matemática, o Inglês, a Geografia e a História são meros exemplos.

Apresento algumas razões para a dificuldade crescente em contratar professores, dividindo-as em duas dimensões:

  1. Estrutural:
    1. escassez: aliada ao envelhecimento do corpo docente (menos de 1% dos professores encontra-se abaixo dos 30 anos e quase metade tem mais de 50), a redução acentuada do número de candidatos aos cursos de formação inicial de professores levam a perspetivar um futuro negro para a Educação, antevendo-se o recurso a professores com habilitação mínima ou suficiente, nada aconselhável para sustentar a elevada qualidade que a Escola detém atualmente;
    2. carreira docenteo tratamento infligido aos profissionais da classe, de há uns anos a esta parte, desmotiva-os e aconselha os pretendentes à carreira a renunciarem à sua vocação e aspirações, desviando-os para outras áreas mais aliciantes, sobretudo em termos profissionais;
    3. abandono: nos últimos sete anos, cerca de “10.000 professores deixaram de concorrer aos concursos ou desistiram da profissão”, e na “última década saíram do sistema de ensino 30.000 docentes”.
  2. Conjuntural:
    1. arrendamento: mais especificamente nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, o custo do arrendamento de um quarto pode ascender aos 500 euros, valor incompatível com o vencimento líquido de um professor contratado, compelido a pagar para trabalhar;
    2. horários: por norma, muitos dos horários a concurso são incompletos, uma vez que decorrem da situação de doença de professores com muitos anos de serviço e, por isso, com componente letiva reduzida, sendo o valor do vencimento auferido proporcional ao número de horas do contrato;
    3. tempo: além do constrangimento indicado anteriormente, alguns horários podem ter só a duração de um mês, levando à recusa do opositor, que não pretende abdicar da possibilidade de obtenção de um horário anual em detrimento da incerteza, insegurança e instabilidade que advêm da aceitação de um temporário.

Por conseguinte, aponto caminhos que deverão ser alvo de atenção redobrada por parte dos decisores:

  • Rejuvenescimento do corpo docente e recomposição do tempo de trabalho: se, por um lado, é necessária a abertura de vagas nos diversos grupos de recrutamento, não menos essencial é dar a opção aos docentes, a partir dos 60 anos, converterem a sua componente letiva em não letiva para práticas colaborativas no acompanhamento a jovens docentes, bem como para o incremento de projetos extracurriculares e de enriquecimento curricular (clubes, oficinas, etc.);
  • Reconhecimento da profissão: os professores têm sido tratados de modo nada consentâneo com a real importância das funções e tarefas que desempenham; é de lamentar a falta de valorização pelo serviço efetivamente prestado, pois considero que estes profissionais são merecedores de palavras e gestos de incentivo, raramente existentes por quem os tutela;
  • Carreira efetivamente aliciante: não sendo uma profissão sedutora, a seguir aos bombeiros são os professores que colhem a maior confiança por parte da sociedade; também por isso, são dignos de merecer tratamento justo, de modo a tornar esta profissão a mais bela do mundo, apetecível a todos.

Os nossos governantes (seja qual for a força política) e os nossos políticos não podem desprezar as questões aqui enunciadas, e na próxima legislatura deverão votar-lhes prioridade máxima, não devendo fazer crer que a atribuição de algumas horas extraordinárias a professores já exaustos pelas competências que desempenham dentro do seu horário normal possa afigurar-se como uma solução séria; no mesmo sentido, se em tempos de crise os candidatos à docência aceitavam qualquer oferta, hoje, porém, havendo mais e outras opções de empregabilidade, isso já não sucede.

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Conversão de anos congelados dos professores em bónus na pensão, defende Rui Rio

Ainda não se conhece a proposta do PSD para dia 16 de abril, mas o presidente deste partido, vem hoje, confirmar uma intenção, a conversão de anos congelados dos professores em bónus na pensão.

Já não é a primeira vez que ele aborda esta questão e até vem reforçar a proposta que os sindicatos apresentaram ao Ministério da Educação, mas faltam os pormenores…

Rio defende conversão de anos congelados dos professores em bónus na pensão

O PSD ainda não avançou que proposta será a sua para a recuperação do tempo de serviço dos professores, mas Rui Rio defende que passe pela contabilização integral e por um “bónus” nas pensões.

A uma semana da apreciação parlamentar do diploma publicado pelo Governo para “mitigar” os efeitos do congelamento na carreira docente, Rui Rio defende que o tempo de serviço “perdido” pelos professores poderá vir a reverter para a antecipação da reforma. Esta proposta fica em linha com uma das soluções apresentadas pelos sindicatos ao Ministério de Tiago Brandão Rodrigues, que previa a conversão dos anos em causa num “bónus” na pensão. “Os sete anos podem contar um ano, um ano e meio, cinco anos como bónus para a reforma”, salientou o presidente do PSD, esta segunda-feira, no ECO Talks.

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Licença sabática

 

Nota Informativa

 

Nota informativa LS/N.º 1/2019

 

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Equiparação a bolseiro

 

Encontra-se disponível o formulário eletrónico para renovação dos pedidos de equiparação a bolseiro para o ano de 2019/2020. Disponível de 8 de abril até às 23h59 do dia 22 de abril de 2019.

 

SIGRHE

Nota Informativa

 

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Opinião/Paulo Ferreira – Os Donos do Estado

Os donos do Estado – ECO

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Divulgação – Seminário ANP Sobre Autonomia e Flexibilidade Curricular (Funchal)

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CONTAGEM DE TEMPO NAS CARREIRAS ESPECIAIS – PERGUNTAS FREQUENTES

 

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Cinema Sem Conflitos: “SAND WANDERER”

Título:  “Eric Giessmann” | Autores: “SeriousFilm

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

 

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Simulador das Novas Regras do Faseamento

Foi aprovada uma nova Lei que permite aos docentes optarem por um regime de atribuição de tempo de serviço faseado em 3 tranches.

As tranches de tempo de serviço são atribuídas em 1 de junho de 2019 (1/3), 1 de junho de 2020 (1/3) e 1 de junho de 2021 (1/3).

Como o tempo de serviço a recuperar é de 2A9M18D (33M18D) a recuperação faseada em cada um dos momentos é de 11M6D.

Até final de Maio (esperemos que a situação do tempo de serviço dos professores seja revertida em 16 de abril no parlamento), os docentes terão de optar por este regime.

Para que percebam o impacto deste faseamento eu e o Davide construímos uma primeira versão de um simulador que vai permitir aos docentes perceberem como será feito este faseamento.

O docente tem de preencher o escalão em que se encontra e quando foi a sua última mudança de escalão.

Existem situações que permitem ao docente bonificar de tempo de serviço no escalão seguinte.

  • Uma avaliação de Muito Bom (meio ano) ou;
  • Excelente (um ano) no escalão anterior e a;
  • Aquisição do grau de mestre (um ano) ou;
  • Aquisição do grau de doutor (dois anos) durante o escalão.

 

Não hesitem em comentar este ficheiro e indicar algum erro que ele possa ter.

NOTA: Atenção que não conseguimos prever a segunda mudança de escalão de forma correta pois existem condicionantes que ainda não se conseguem prever, tais como a avaliação de desempenho do escalão seguinte ou as quotas na mudança ao 5.º e ao 7.º escalão.

Para acederem ao simulador cliquem aqui ou na imagem.

 

 

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Um País Melhor?

Quando submetemos a declaração do IRS ficamos a saber para onde vão os nossos impostos e não é novidade alguma que o que o Estado investe na Educação (13,1%) é inferior às operações relacionadas com a dívida pública (14%).

 

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O que fazer para não levar um pontapé nos testículos e um murro no focinho – João André Costa

 

O que fazer para não levar um pontapé nos testículos e um murro no focinho

Um professor de 63 anos foi agredido a soco e pontapé por um aluno de 12. O pontapé foi nos testículos e o murro, para glória do aluno, foi no “focinho”.
Aconteceu no Porto, na Escola Básica Francisco Torrinha, há uma semana.
Basicamente, o aluno entrou na sala de aula a jogar à bola e, consequentemente, partiu uma lâmpada do teto. Um caso clássico de chamada de atenção.
E aqui começam os problemas. Para o professor, pois claro.
Erro número 1: admoestar o aluno e iniciar o confronto tão habitual no dia a dia de uma criança problemática e já sinalizada na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens.
Erro número 2: sabia o professor que a criança estava sinalizada? A Direcção da escola sabia? E se sabia, informou o professor? E qual o significado de estar sinalizado? Alguém sabe? Eu digo-vos: no caso deste aluno significa, muito provavelmente, ser vítima de maus tratos em casa, físicos, emocionais, falta de comida e roupa, falta de condições de habitação, pais separados, pais desempregados, toxicodependência entre outros factores de risco para uma criança que precisa de ser protegida. Por quem? Desde logo, pelo professor, coisa que o mesmo não fez.
Mas o professor não tem culpa. Não sabia e, por conseguinte, reagiu como sempre reagiu ao longo de 40 anos de ensino diante de um caso de mau comportamento: confrontou o aluno, e ao confrontar o aluno entrou no único território que o aluno conhece, a agressão.
Erro número 3: e assim, os erros continuam, pelo que vou deixar de enumerá-los. O professor tirou a bola ao aluno. Esqueçam a bola, partir uma lâmpada é melhor que partir o focinho.
Erro número 3.5: afinal tenho de continuar a contar, para organizar o raciocínio, e este é um erro do sistema, não do professor. Antes disso, o aluno já tinha ligado ao pai, sabendo muito bem que o uso do telemóvel é proibido em sala de aula. Proibido porquê, quando lá fora os manuais escolares já incluem o uso de telemóveis na resolução de exercícios? Porque é que tudo o que não compreendemos e aceitamos tem de ser proibido? Ui, que medo, pensou o aluno, estou a usar o telemóvel na sala de aula! O aluno a puxar os cordéis e o professor a dançar.
Erro número 4: o professor “dominou” o aluno quando o mesmo tentou retirar-lhe a bola. Desconheço o sentido da palavra “dominou” neste contexto, mas receio que o professor tenha fisicamente imobilizado o aluno. Este foi o seu maior erro. Ao imobilizar o aluno, o professor agrediu-o, retirou a liberdade de movimentos ao aluno, prendeu-o, subjugou o aluno e, provavelmente, aleijou o aluno.
A resposta foi imediata e fez notícia nos jornais.
Nunca, desde que o aluno entrou na sala aos pontapés à bola até ser entregue à Directora de Turma, nunca ninguém perguntou ao aluno o que se estava a passar. Aconteceu alguma coisa? Queres falar? Estou aqui para te ouvir. Não me ouves? Vou pedir ajuda, espera um pouco, já volto, estou aqui para ti. Queres jogar à bola? Vamos lá para fora, eu jogo à bola contigo, estou aqui para ti. Sou teu professor, mas também me preocupo contigo.
Nunca. Em vez disso, o castigo, a admoestação, o confronto, a falta de empatia, a agressão física. Não toquem num aluno, nunca toquem num aluno, quando tocamos num aluno, tudo pode acontecer. E aconteceu. Neste caso, aconteceu.
Lamento imenso o sucedido. Lamento imenso o professor no chão em dores depois de um valente pontapé nos ditos e um murro na cara.
Infelizmente, tais casos não se resolvem com sanções e disciplina. O caso foi entregue à polícia. A polícia chegará cedo à conclusão que na noite anterior houve problemas lá em casa. Isto se o aluno dormiu em casa, em último caso na rua, longe de outros pontapés e murros.
No meio disto tudo, não sei onde estão os Assistentes Sociais, o apoio às famílias, o Centro de Emprego e a Comissão de Protecção. “A criança já estava sinalizada”, será a sua resposta, até que um dia acontece alguma coisa.
Já aconteceu, um professor foi agredido violentamente. E enquanto não se intervir e enquanto não apoiarmos alunos em risco, será apenas uma questão de tempo até que mais alguma coisa aconteça, desta vez ao aluno. Não basta sinalizar.

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Federação Nacional da Educação – É “escolher entre lume e fogo” – Professores criticam opções de recuperação das carreiras

É ″escolher entre lume e fogo″. Professores criticam opções de recuperação das carreiras

Federação Nacional dos Professores considera que o “essencial não fica resolvido” e que a solução certa seria que os professores vissem reconhecido “todo o tempo que esteve congelado”.

A Federação Nacional dos Professores (FNE) considera que das duas opções apresentadas, esta sexta-feira, pelo ministro da Educação aos professores para a recuperação do tempo de serviço congelado, nenhuma é boa.

Tiago Brandão Rodrigues disse esta sexta-feira que os professores são “os únicos” a “escolher o melhor de dois mundos”, porque podem optar por recuperar o tempo de serviço congelado de uma só vez ou de forma faseada.

Para João Dias da Silva, da FNE, as opções apresentadas são equivalentes a pedir aos professores para que escolham “entre o lume e o fogo”.

“Aquilo que é essencial não fica resolvido com o diploma que foi aprovado e que trata as outras carreiras especiais da Administração Pública da mesma forma desigual e injusta que tratou os professores”, atira o representante dos docentes.

João Dias da Silva explica que, até agora, os professores não têm visto reconhecidos os seus direitos, sendo que não está em causa “terem direito, seja ao que for, que não seja o que lhes é devido pelo trabalho que realizaram”.

Perante duas opções que não são do agrado dos docentes, o dirigente da FNE defende que a melhor solução seria “se os professores vissem reconhecido todo o tempo que esteve congelado, e isso o ministério continua a ignorar e a rejeitar que seja reconhecido aos professores.”

Até agora, os docentes recuperavam os menos de três anos de serviço congelado no momento em que subiam de escalão. O novo regime permite recuperar o mesmo tempo de serviço, mas de forma faseada, recuperando um terço em 1 de junho de 2019, um terço em 1 de junho de 2020 e um terço em 1 de junho de 2021.

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Soluções de descongelamento “roubam o mesmo tempo aos profs”, acusa Mário Nogueira

Soluções de descongelamento “roubam o mesmo tempo aos profs”, acusa Mário Nogueira – ECO

Os professores vão poder escolher entre as duas soluções de descongelamento aprovadas pelo Governo. Para Mário Nogueira, esta opção é uma armadilha para os docentes.

O Governo vai avançar com a aplicação às carreiras especiais da Função Pública de uma solução de descongelamento semelhante à que foi encontrada para os professores, isto é, vai recuperar 70% do tempo necessário para a progressão num módulo padrão de cada carreira. Os docentes, por sua vez, podem escolher entre os dois regimes, o que para a Fenprof é uma “armadilha”.

Ao informar os professores desta escolha, o Governo “omite que a opção é entre modelos que roubam aos professores exatamente os mesmos 6 anos e meio, mais de metade do tempo congelado“, defende Mário Nogueira, dirigente da Fenprof, em declarações transmitidas pelas televisões. “Os regimes não alteram rigorosamente nada do ponto de vista do tempo que é eliminado”, acrescenta.

Para Mário Nogueira, o modelo aprovado segue o mesmo princípio do que aquele imposto aos professores, de “apagar e não recuperar” mais de metade do tempo que esteve congelado, “ainda que a forma de concretizar o apagão seja diferente”. Sublinha ainda que nenhum dos regimes foi negociado com os professores.

O Governo quer que “os professores assumam o roubo, optando por um dos regimes aprovados”, acusa Mário Nogueira. “O professor, ao fazer a sua opção, está a assumir que seis anos e meio são para apagar”, aponta o dirigente sindical. Para além disso, o Executivo pretende criar ruído, num momento em que “o PSD, o PS e o Bloco requereram a apreciação do decreto-lei, com o objetivo de o alterar, consagrando o tempo que esteve congelado”, remata.

O líder da Fenprof refere ainda que o Governo tem, com esta decisão, o objetivo de “limpar inconstitucionalidades que existem no decreto, que decorrem da ultrapassagem dos docentes, que por terem maior antiguidade tinham progredido em 2018 após o descongelamento”.

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Eu Empresto a Bola…

Não Há Por Aí Um Petiz Que Vá Jogar À Bola Para O Gabinete Do Shôr Ministro? | O Meu Quintal

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A Mesma Dúvida de Todos os Anos Sobre a MPD dos QZP

Eis a resposta da DGAE a uma questão de uma docente QZP já colocada em MPD e que pretende ficar na mesma escola no concurso da MPD.

 

No seguimento do email infra cumpre informar que de acordo com o estipulado pela alínea b), do n.º 2 e pelo n.º 3.º do Despacho n.º 9004-A/2016, de 13 de julho, os docentes de carreira podem requerer mobilidade por motivo de doença quando a deslocação se realiza para agrupamentos de escola ou escola não agrupada diverso daquele em que se encontram providos ou colocados. Excetuam-se desta situação, os docentes quadro de zona pedagógica que estejam colocados em mobilidade por doença e pretendam indicar o mesmo agrupamento de escolas ou escola não agrupada.

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