Não é para marcar a revolução em segredo, é mesmo para a mobilidade de 3 (seis?) docentes e na qual termina o prazo já no próximo dia 29 de abril.

Abr 24 2019
Não é para marcar a revolução em segredo, é mesmo para a mobilidade de 3 (seis?) docentes e na qual termina o prazo já no próximo dia 29 de abril.

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Abr 24 2019
Comunicado do Conselho de Ministros de 24 de abril de 2019
…
4. Foi autorizada a realização de despesa relativa aos apoios decorrentes da celebração de contratos de associação para o ciclo de ensino compreendido nos anos letivos 2019/2020, 2020/2021 e 2021/2022, até ao montante global de €45.160.500,00. Os contratos de associação visam colmatar as falhas de rede nas áreas geográficas carenciadas de oferta pública escolar, na sequência da análise da rede escolar para o ano letivo de 2019/2020.
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Abr 24 2019
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Abr 24 2019
Termina hoje, às 18h00 (hora de Portugal Continental), o prazo para efetuar a formalização do pedido de mobilidade por doença para o ano 2019/2020, na plataforma SIGRHE.
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Abr 23 2019
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Abr 23 2019
O vencedor, que será conhecido no próximo dia 6 de maio, vai receber um prémio de 30 mil euros.
São eles:
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Abr 23 2019
Porque em vez de se apresentar o salário bruto que o estado paga podia apresentar-se os descontos totais que cada um destes professor faz em cada mês.
E se fizermos a conta a 22 mil professores efetuarem descontos mensais para IRS/CGA/ADSE na ordem dos 1.360€ estamos a falar de 30 milhões ao mês e 420 milhões ao ano que o estado arrecada apenas com os professores do 10.º Escalão.
A coelhinha na notícia deixava estar. 🙂

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Abr 23 2019
Foi em 2015 que Ivan Gouveia veio de Évora para os Açores com o intuito de dar aulas. Tendo já percorrido as ilhas Terceira, Flores e São Miguel, este professor tem aplicado na Região, a par com o seu colega Ricardo Silva, o projecto Cinema Sem Conflitos. Este é um projecto online que nasceu em Évora, que se pode conhecer através do endereço http://cinemasemconflitos.pt/, e que conta com dois consultores pedagógicos, José Rodrigues e Vítor Silva, e uma psicóloga clínica, Andreia Ribeira.
Nesta iniciativa digital muitas problemáticas são apresentadas através de vídeo, tais como “agressão física, agressão verbal, dificuldades na comunicação interpessoal, problemas de convivência em comunidade, bullying e cyberbulling, racismo e xenofobia, violência e crime, entre muitas outras”, conforme descreve o responsável Ivan Gouveia. Este professor tem uma licenciatura em Design Gráfico e Industrial e um mestrado em Ensino de Artes Visuais.
Com naturalidade moçambicana, este professor contratado encontra-se de momento a leccionar na Escola Básica e Integrada das Capelas, ministrando a área curricular disciplinar de Educação Visual e tecnológica. Na Escola Profissional da Povoação lecciona a disciplina de Expressão Plástica, tendo já desenvolvido várias formações e conferências.
Note-se que através deste projecto, a Escola Secundária Domingos Rebelo, em Ponta Delgada, e a Escola Básica e Integrada de Rabo de Peixe, na Ribeira Grande, estão já equipadas com material informático para desenvolver esta iniciativa, através de apoios que totalizam o montante de 10.000 €.
Sobre o projecto, Ivan Gouveia garante que no mesmo “o cinema se assume como elo único pela transversalidade que possui. Os filmes certos nos momentos certos podem ser autênticos “espelhos” para as nossas próprias vidas e sugerir-nos caminhos a seguir. Desta forma, o cinema pode passar a ser interpretado como uma poderosa e acessível ferramenta de auxílio a mediação de conflitos e à prevenção das problemáticas mais variadas”, explica.
Sobre o nome desta iniciativa, o professora garante que o mesmo “tenta invocar um sentido cómico e até algo sarcástico, já que praticamente todas as narrativas fílmicas decorrem precisamente em torno de enormes conflitos. Trata-se assim de um nome de fácil memorização e que dá relevo às palavras que são alicerces do próprio projecto: cinema e conflitos”.
Certo é que todos os temas apresentados nestes filmes são actuais e polémicos, além do que “obedecem a um rigor científico onde cada profissional da equipa técnica assume a responsabilidade de comentar os filmes de acordo com a sua formação académica”, explica o professor.
Destacando alguns dos temas que considera mais importantes, o professor relembrou que “o bullying se revela como um dos mais marcantes conflitos do nosso quotidiano, que quando mal resolvido na mente dos e das jovens pode deixar marcas permanentes, e em situações mais extremas poderá conduzir a tentativas de suicídio ou mesmo à morte”, alerta.
Relativamente à parentalidade, Ivan Gouveia afirma que “as famílias dos dias de hoje apresentam novos desafios exigindo que os adolescentes tenham uma maior capacidade de resiliência face as novas dinâmicas familiares, como famílias reconstituídas, monoparentais e homossexuais”.
Outro alerta que o docente faz vai ao encontro do “tópico adolescência, automutilações e suicídio. Confrontamo-nos cada vez mais com casos de adolescentes que se automutilam, canalizando a sua dor emocional para a dor física, o que revela fragilidades ao nível de auto estima, falta de suporte familiar, baixa resistência a frustração”. Por tudo isso, o projecto ‘Cinema Sem Conflitos’ “pretende despertar uma maior consciencialização em toda a comunidade escolar”, salienta.
Tudo começou por cá no mês de Março de 2017, revelando-se o projecto “interessante para os jovens, na medida em que permite a ocupação de tempos livres de uma forma didáctica semi-profissional”. Conflitos em sala de aula, relações interpessoais, bullying, dilemas sociais e adolescência automutilação e suicídio são os temas mais procurados pelos jovens nesta plataforma online.
Sobre as reacções dos jovens a este site, Ivan Gouveia esclarece que as mesmas são positivas, sendo que “os vídeos acabam por ser “espelhos” do seu quotidiano, o que permite que reflitam sobre os seus comportamentos, sentimentos, vícios, atitudes e que haja um espaço de abertura à mudança”.
Por outro lado, “o projecto pretende envolver os encarregados de educação no percurso educativo dos jovens, convidando-os a vir à escola, onde poderão assistir e participar nos vídeos feitos pelos alunos e assim delineando estratégias juntamente com seus educandos, a fim de superarem os desafios do dia-a-dia”.
Tendo em conta que hoje em dia o meio digital é muito propagado, o professor realça que “enquanto os jovens se acostumam com o uso de dispositivos nas suas vidas pessoais, assim como os professores e dirigentes escolares, estes apercebem-se que a tecnologia é essencial para viver, aprender e trabalhar no mundo actual. A validação de experiências de aprendizagem informal também desempenha um papel neste desafio, pois os alunos têm mais oportunidades do que nunca, para perseguir os seus interesses fora da sala de aula. Com efeito, isso poderá vir a ser um dos grandes trunfos que os professores poderão retirar da utilização das tecnologias”, diz.
Os vídeos apresentados neste site não são realizados por esta equipa de trabalho, mas os alunos são desafiados a produzirem através do que aprendem neste espaço online, o que já começou a acontecer. “O espaço tem o seu enfoque na partilha e disseminação dos filmes para utilização em contexto, sendo premissa fundamental que os filmes estejam obrigatoriamente alojados em espaços online dos realizadores, produtores, distribuidores ou outras entidades oficiais, preservando-se assim os seus direitos autorais, até pelo facto de se começar a verificar que muitos filmes, acabado o caminho de submissão a festivais e outros concursos, disponibilizam o filme online, especialmente quando falámos, como é o caso, de curtas-metragens.”
No que diz respeito aos apoios, este projecto conta com um “apoio financeiro da Direcção Regional da Juventude e Fundação Calouste Gulbenkian com material descontinuado atribuído à Escola Secundária Domingos Rebelo. Quanto à divulgação do projecto, contamos com o apoio da Direcção Regional da Educação, Plano Nacional de Cinema, Instituto Açoriano da Cultura, Teatro Micaelense, Cine Clube Ilha Terceira, Universidade de Évora, Universidade Aberta, Blog DeAr Lindo e Blog com regras”, enumera o professor.
Quanto à possibilidade de expansão, Ivan Gouveia explicou-nos que “este projecto já foi dado a conhecer à Direcção Regional da Educação intitulado como “Escola Sem Conflitos”, com o objectivo de ser aplicado e disseminado no arquipélago dos Açores, pelo que neste momento aguardamos um parecer do governo”.
Como toda a rosa também este projecto tem os seus espinhos. “As dificuldades prendem-se com a manutenção do website, nomeadamente domínio e alojamento e toda a burocracia que isso exige. Com a divulgação dos vídeos não só no nosso website, como também nos maiores blogs de educação em Portugal, tais como Blog de ar lindo, e com regras.pt, atingimos 50 000 visualizações mensais. Outra dificuldade está relacionada com o facto de a equipa ser voluntária exigindo tempo e dedicação em prol de um bem maior, que passa por contribuir para um melhor desenvolvimento integral dos adolescentes.”
Outros projectos maiores estão a ser pensados também por esta equipa. “O projecto desenhado para Vila Franca do Campo terá como público-alvo os jovens acompanhados pelo CDIJ Mosaico com idades compreendidas entre os 14 e os 21 anos de idade em situação de risco”, divulga o professor.
Nesse âmbito, “o projecto, através da aprendizagem da arte audiovisual, pretende abrir horizontes para uma disseminação da cultura açoriana, potenciando a futura integração sócio-profissional e ocupando de forma didáctica as crianças e jovens”.
Pelos motivos acima explicados, e além dos apoios já obtidos, o professor disse-nos que formalizaram ainda uma candidatura à Direcção Regional da Cultura, estando a aguardar parecer. “O eventual apoio destina-se à aquisição de equipamento audiovisual para a prossecução das actividades. Estes apoios devem ser aprovados, porque o projecto visa a promoção e reforço das competências pessoais e sociais de grupos vulneráveis, com vista ao sucesso educativo e, por conseguinte, a respectiva e tão desejada integração social”, salienta. Como se não bastasse, a organização considera este projecto “de interesse relevante para a preservação, valorização, promoção e divulgação cultural da Região Autónoma dos Açores”, salienta Ivan Gouveia.
Admitindo a vontade de não querer sair da ilha, o professor confessa também a esperança de que este trabalho desenvolvido sirva de contagem de serviço para a sua carreira.
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Abr 23 2019
PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR NOS AÇORES
Acompanhando as novas tendências educativas em termos de flexibilidade e inclusão (com os efeitos que se conhecem nas escolas) os Açores têm em discussão um novo currículo.
As consequências são imprevisíveis, ou por outra calculáveis por já termos assistido a filme semelhante.
A proposta legislativa indicia o fim da EVT e consequente separação da EV e da ET no 2.° ciclo e fim do par pedagógico (o que por cá se mantinha), com tudo o que isso implica em termos de abanão no sistema com professores a mudar de grupo e a agarrarem-se a tudo o que podem em todas as latitudes. Pior ainda, é que isso decorre em simultâneo com o possível esmagamento da carga letiva destas áreas com o aparecimento da nova disciplina de TIC.
Um exotismo interessante de analisar é a disciplina de História e Geografia dos Açores.
Pareceres decorrem até 31 de maio, ver aqui:
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Abr 23 2019
O desfasamento entre o material para a prática de Educação Física, existente na maioria das escolas do 1.º Ciclo, e a realidade de quem elabora uma Prova de Aferição são de tal ordem que, pode muito bem, pôr em risco a integridade física das crianças. Já para não falar da desigualdade em que as provas podem ser realizadas em diferentes escolas, mas isso não deve importar, porque as Provas de Aferição “não contam para a nota”…
Um espaldar é igual a uma parede lisa? Durante as provas de aferição pode ser
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Abr 22 2019
Encontram-se abertos, a partir do dia 23/04/2019, os concursos de afetação aos quadros de zona pedagógica, mobilidade interna, de contratação inicial e de reserva de recrutamento de pessoal docente, da educação dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação e ensino especial na Região Autónoma da Madeira, para o ano escolar de 2019/2020, ao abrigo do Decreto Legislativo Regional n.º 28/2016/M, de 15 de julho, alterado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 9/2018/M, de 29 de junho, estando o respetivo aviso de abertura disponível para consulta no JORAM n.º 67, II série, de 22 de abril de 2019.
A candidatura aos concursos de contratação inicial e de mobilidade interna é precedida de uma inscrição obrigatória, nos seguintes momentos:
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Abr 22 2019
No âmbito do projeto “Educação para a Cidadania”, a Fundação Gonçalo da Silveira e o Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano da Universidade Católica Portuguesa – Centro Regional do Porto informam que se encontra aberto Concurso para a apresentação de propostas de consórcios de ONG / agrupamento de escolas para a elaboração e implementação de planos de ação de Educação para a Cidadania em contexto escolar durante os dois próximos anos letivos (2019/2020 e 2020/2021), com início previsto em setembro de 2019 e fim em agosto de 2021.
Podem candidatar-se consórcios constituídos por uma ou mais ONG e um agrupamento de escolas / escola não agrupada. Para além destas, os consórcios poderão associar outras entidades. A participação de uma ONG que atue/trabalhe no território de intervenção da proposta é obrigatória.
Serão apoiados três consórcios de ONG / agrupamento de escolas, sendo o montante disponibilizado para apoiar cada consórcio de 25 000€.
É indispensável a leitura dos Termos de Referência (disponíveis aqui), que contêm toda a informação necessária para a preparação e submissão da candidatura.
As candidaturas devem ser submetidas até ao final do dia 6 de junho.
Mais informações aqui em https://fgs.org.pt/concurso-para-consorcios-ong-e-escolas/.
O projeto “Educação para a Cidadania” é uma iniciativa do Programa Cidadãos Ativ@s, financiado pelos EEA Grants e gerido em Portugal pela Fundação Calouste Gulbenkian em consórcio com a Fundação Bissaya Barreto.
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Abr 22 2019
Agora que se aproximam as provas de aferição de 2019 fica aqui o guia para a realização dessas provas.
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Abr 22 2019
Vigília Nacional contra a violência contra os professores
TODOS os professores e os membros de TODAS as comunidades educativas, UNIDOS, devem expressar ao país o seu total repúdio face a todo o tipo de violência: A escola é para ensinar e aprender não é para sofrer!
No último episódio visível de violência escolar, amplamente público, um professor de 63 anos, na Escola Básica Francisco Torrinha (Porto) foi vítima de um crime público na sala de aula.
Mas este episódio é apenas a “ponta do iceberg”, pois todos nós já estivemos em escolas e/ou conhecemos colegas que foram vítimas, muitos dos quais por medo, vergonha, ou por receio da Direção, ficam calados!
Sentir repúdio não basta para combater uma problemática como esta, é preciso AGIR!
-Todos os colegas devem inscrever-se na cidade onde participarão (inscrição até dia 25 de abril)!
Basta clicar no LINK do evento / “Discussão“
-Embora esteja aberta a marcação de vigílias em qualquer localidade, apenas os locais com 100 ou + colegas garantidos serão incluídos no cartaz, a publicar e divulgar, depois de dia 25 de abril (para evitar vigílias pouco participadas e contraproducentes, como todos certamente concordaremos).
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Abr 21 2019
Estes são os professores já formados e que cresceram com a revolução tecnológica e que por esse motivo estão mais próximos das gerações atuais de alunos que agora temos nas escolas.
Só é pena que por cá se adie a entrada destes docentes no nosso sistema de ensino por força de uma aposentação cada vez mais tardia dos docentes que se encontram em funções.
O que se ganha em manter no ativo docentes que já fizeram todo o seu percurso profissional perde-se em não apostar na formação destes jovens (cada vez menos em Portugal) para entrar no sistema de ensino e revitalizar as escolas.
Os professores Millennials têm grande facilidade de adaptação a novos ambientes e de comunicação com os alunos, mas podem ter tendência para mudar de escola com muita frequência

Muita se fala sobre a Geração Y, também conhecida por Millennials, que representa uma importante fatia do mercado laboral e determina caminhos a seguir na política, consciência social e desenvolvimento científico e tecnológico. Mas qual será o impacto que terão os Millennials ao chegar ao sistema educativo comoprofessores?
Nascidos entre meados dos anos 80 e finais dos 90, a primeira geração de professores Millennials chegou às escolas em 2013. As grandes vantagens destes novos professores estão relacionadas com a facilidade de usar as novas tecnologias, a fácil adaptação a novos ambientes e a forma fluída como comunicam com os alunos.
São a primeira geração que cresceu com a revolução tecnológica impulsionada pela Internet e pelos dispositivos móveis que nos fazem estar ligados a qualquer hora e em qualquer lugar. Por esta razão, os professores Millennials não só estão habituados a estar digitalmente conectados de forma permanente, como nem sequer imaginam a vida de outra forma. A facilidade com que usam as ferramentas tecnológicas pode ser uma vantagem funcional em comparação com as gerações anteriores de docentes, que por vezes apresentam falta de flexibilidade e polivalência.
A permanente conexão à Internet e o acesso às redes sociais transmitiu a à Geração Y uma consciência de comunidade, e de pertencer à mesma, totalmente diferente da que existia previamente. Não apenas no que se refere à dimensão, mas também à forma de se relacionar. A mudança do paradigma comunicativo produz um enfoque diferente na hora de solucionar problemas e a tendência dos Millennials é consultar os demais antes de tomar decisões ou trabalhar em conjunto compartilhando ideias e responsabilidades.
Outra consequência direta da forma de comunicar a que a Geração Y se habituou traduz-se na ideia de paridade entre os interlocutores, verificando-se um esbatimento das hierarquias seja no contexto social, académico ou profissional. Os Millennials esperam ser escutados e que os seus comentários e sugestões sejam valorizados independentemente da antiguidade ou experiência. Neste ponto particular, as diferenças geracionais podem ocasionalmente provocar conflitos.
O acesso precoce à tecnologia também alterou a forma de pensar, analisar e solucionar problemas. As novas ferramentas habituaram a Geração Y ao imediato e por isso esperam que o tempo dedicado a certos temas seja curto e têm a expetativa que as soluções possam surgir de forma rápida e criativa.
A inclusão dos professores Millennials nas escolas de todo o mundo significa, necessariamente, que novos educadores terão como dirigentes docentes de outras gerações. As marcadas diferenças entre eles (apenas 30% dos professores da Geração Y encaram a docência como uma carreira) pode ser motivo de tensão. Na Europa, os dados sobre a mobilidade docente indicam que os professores Millennials mudam de escola com uma taxa de frequência três vezes superior à dos seus antecessores.
Num artigo publicado na Education Update, Kristin Barker, uma jovem diretora norte-americana da Geração X comenta as dificuldades que tem sentido num estabelecimento de ensino com vários professores Millennials.
No primeiro ano como diretora contratou seis professores saídos diretamente da universidade, mas confessa que devido às suas novas responsabilidades acabou por não lhes dar muita atenção. Hoje todos trabalham noutros lugares.
“Os Millennials têm diferentes necessidades e expetativas. Esperam todos encontrar no sistema formação, apoio e os recursos que desejam. Sentem que têm direito a eles e ficam surpreendidos e dececionados quando isso não se concretiza”, explica. A diretora acrescenta que o seu erro foi pensar que a orientação que existia era suficiente. “Não era. Os professores Millennials estão acostumados a um enfoque muito mais colaborativo e a serem valorizados com frequência”, afirma.
Até ao momento ninguém sabe como vai ser o resultado do ensino da responsabilidade dos professores millennials, mas esta uma realidade a que vamos ter acesso nos próximos anos.
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Abr 21 2019
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Abr 20 2019
Uma tendência que põe muitos docentes em causa.
Este ano letivo estão inscritos em Educação Moral e Religiosa 183 429 alunos do 1.º ao 12.º ano. São menos 8308 do que no ano passado e quase menos 82 mil do que em 2010/2011, quando estavam matriculados 265 372.
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Abr 19 2019
Título: “Outremer“ | Autores: “gobelinspro“
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Abr 19 2019
E assim prestam um grande favor aos Portugueses.

Perante a possibilidade de se gerar nova aliança entre esquerda e direita contra um decreto-lei do Governo, os avisos do Executivo de António Costa sobem de intensidade. Apesar de algumas divergências de fundo, há dois consensos mínimos a que os partidos ainda podem chegar na Assembleia da República em relação ao dossiê da recuperação do tempo de serviço dos professores. E que a serem aprovados, garante o Ministério das Finanças em respostas ao Expresso, implicariam a aprovação de um orçamento retificativo. “A aplicação da norma em 2019 — determinando a contagem imediata para todos os docentes de 2 anos e 9 meses de tempo de serviço congelado, defendida por PSD, CDS, PCP, BE e Verdes — viola a lei-travão”, avisa o gabinete de Mário Centeno, referindo-se à norma que impede a aprovação na AR de propostas que aumentem a despesa prevista.
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Abr 19 2019
Porque por aqui dificilmente já engana alguém e o Santana Castilho responde aqui.

Con 38 años, el bioquímico Tiago Brandão Rodrigues (Paredes de Coura, 1977) abandonó para siempre su puesto en la Universidad de Cambridge para convertirse en el ministro de Educación más joven de la historia de Portugal. No tenía experiencia política, ni carné socialista, pero sí un fuerte compromiso social. La prensa internacional describe hoy a Portugal como la “estrella emergente en educación” por sus avances en el Informe PISA. Al cambio de siglo, se situaban en la cola y en el último logró 501 puntos en Ciencias (493 los escolares españoles), 498 en Lectura (496) y 492 en Matemáticas (486). Y el país destaca también en la autonomía de los centros, la innovación pedagógica, la gratuidad de los libros de texto o la intensa formación del profesorado. Pero, desde el verano, los docentes protestan para que se les reconozca la antigüedad laboral que se les congeló con la crisis. El ministro, en perfecto español [vivió siete años en Madrid], concedió una entrevista a EL PAÍS en el Education & Skills Forum de Dubái, al que este diario acudió invitado por la organización.
…
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Abr 19 2019

O Presidente da República não vai decidir se promulga ou não os diplomas do Governo sobre as carreiras especiais da Função Pública antes de saber como fica a situação dos professores. Se BE, PCP e PSD ainda chegarem a acordo no Parlamento para garantir que os docentes recuperam os nove anos, quatro meses e dois dias de carreira que viram congelados, Marcelo Rebelo de Sousa defenderá que se alterem os decretos relativos a outras carreiras especiais.
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Abr 18 2019
Os camionistas conseguiram um compromisso. A julgar pelo que caminho que o compromisso que o governo assinou com os professores, vamos ter que comprar uns bidões para armazenar combustível, ou vamos de bicicleta para a escola.
Bem, fazíamos a vontade ao ministro e entrávamos na linha para a praia…
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Abr 18 2019
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Abr 18 2019
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Abr 18 2019
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 27.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 22 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 23 de abril de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Abr 18 2019
A atualização de hoje já tem o período de validação das escolas da fase de reclamação.
A próxima fase, a mais importante para meio milhar de docentes, é a publicação das listas definitivas onde vão constar as vinculações de 542 docentes (Prevejo que entre o dia 2 e 6 de junho sejam publicadas as listas).
Após esta publicação de listas a fase seguinte de grande importância só vai acontecer na primeira quinzena de Julho com a candidatura à contratação inicial dos docentes que não ingressaram no quadro.

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Abr 18 2019
O prazo para o pedido de Mobilidade Estatutária terminava dia 22 de Abril e foi alargado até dia 29 de Abril.
Exmº(ª) Senhor(a)
Diretor(a)/Presidente de CAP
Em aditamento ao nosso email de 10 de abril, p.p. sobre o assunto em apreço, informa-se que os prazos entretanto estabelecidos para que V. Exa., na qualidade de entidade proponente, possa proceder à submissão das propostas de mobilidade estatutária de docentes, nos termos previstos nos artigos 68.º alínea a) do Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores do Ensino Básico e Secundário, passaram de 15 de abril a 22 de abril para de 15 e 29 de abril, impreterivelmente.
Pede-se, também, a especial atenção de V. Exa. para o cumprimento dos prazos de validação de dados e emissão de parecer sobre o(s) pedido(s) de mobilidade estatutária relativo(s) a docentes providos/colocados na unidade orgânica que dirige e que decorrerão entre 15 de abril e 02 de maio, impreterivelmente.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Susana Castanheira Lopes
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Abr 18 2019
Aplicação eletrónica disponível entre o dia 18 de abril e as 18:00 horas de dia 22 de abril de 2019 (hora de Portugal continental), para efetuar a validação da reclamação das candidaturas ao Concurso Externo.
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Abr 18 2019
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Abr 17 2019
As explicações do deputado Pedro Alves sobre a apreciação parlamentar apresentada pelo PSD no parlamento para a recuperação dos 942.
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Abr 17 2019
… na escola, perdão, no Desporto.
Ter-se-á lembrado hoje que o miúdo de 12 anos que pontapeou o docente de 62 pode ser um perigo num recinto desportivo?
A violência não pode ter lugar nem estar associada aos eventos desportivos. O desporto está marcado por momentos inesquecíveis e é bom que esses sejam só momentos positivos e não casos de violência, que traumatizam, deixam marcas e afastam as pessoas do desporto. A violência no desporto tem der ser zero”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues.
Num momento em que a época desportiva se aproxima do fim, o titular da pasta da Educação admite que o lançamento da campanha não é uma coincidência e que é também uma aposta na prevenção.
“É nesta altura da época que o tema da violência no desporto fica mais agudizado e há maior incidência de casos. Por isso, concluímos que esta era a janela de oportunidade ideal para atuar com uma campanha vasta de sensibilização”, disse o ministro, frisando que “sempre que exista um caso de violência no desporto, será um caso a mais”.
Sobre o tema da violência, Tiago Brandão Rodrigues recordou que o lançamento desta iniciativa não é um ato isolado e que o governo tem apostado nesta área através de um conjunto de iniciativas.
“Em Conselho de Ministros foi aprovado um conjunto de alterações à lei no combate à violência, que está há seis meses na Assembleia da República para aprovação. Estas propostas de alteração à lei implicam um aumento da celeridade processual, com propostas exclusivas para os grupos organizados de adeptos com a criação de um cartão de adepto, e reforçam também as mensagens punitivas nos casos de racismo, de violência e xenofobia em ambiente desportivo”, realçou o ministro da Educação.
A campanha “Violência Zero” conta com um ‘spot’ publicitário que será emitido nos vários canais televisivos, um site — www.violenciazero.gov.pt — e uma forte presença nas redes sociais, tendo o apoio da Liga Portugal, da Federação portuguesa de Futebol, do Comité Olímpico de Portugal, do Comité Paralímpico de Portugal e da Confederação de Desporto de Portugal.
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Abr 17 2019
O PS requereu hoje a audição urgente do ministro das Finanças sobre os impactos para as contas públicas em resultado da eventual aprovação da recuperação total do tempo de serviço.
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Abr 17 2019
Aplicação disponível entre o dia 17 de abril e as 18:00 horas de 24 de abril de 2019 (hora de Portugal continental).
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Abr 17 2019
Com os votos contra do PS, abstenção do PSD, CDS, PCP e Verdes e votos a favor do BE e do PAN.
Juntam-se às votações algumas declarações de voto.
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Abr 17 2019
“Um aluno de 12 anos agrediu a pontapé e a soco um professor de 63, depois de este o admoestar por estar a brincar com uma bola dentro da sala de aula”, podia ler-se numa peça recente deste jornal. No desenvolvimento do texto, ficava-se a saber que o pequeno marginal tinha proferido a bazófia que “puxei” para título desta crónica. O tema foi objecto de múltiplas referências em jornais e televisões mas, 12 dias passados, está arquivado no limbo do esquecimento, para onde são remetidos os sucessivos episódios que documentam o mais grave problema da escola pública: a indisciplina. Com efeito, entre tantos outros, quem se lembra do caso de um aluno de 11 anos, violado por um colega no interior de uma escola de Montemor-o-Novo, do Leandro, 12 anos de vida, que se suicidou nas águas do Tua para fugir ao bullying dos colegas, ou do Luís, professor de música, que se atirou da Ponte 25 de Abril, “empurrado” por pequenos marginais que não o deixavam dar as suas aulas?
Voltando à agressão, já que da boca do ministro da Educação não se ouviu uma palavra e o Presidente não fez selfie com o professor agredido, arrisco eu a fotografia breve da situação que explica a cena.
Por vias e com motivações diversas (algumas perversas), tem-se imposto um conceito pedagógico que associa a defesa da disciplina a pulsões autoritárias de quem não consegue afirmar-se por outros meios (supostamente paradisíacos). Paulatinamente, tem-se imposto na escola uma ideologia protectora do aluno mal comportado, ao qual só assistem direitos.
Dizer que não há dois alunos iguais é um lugar-comum. Mas mais comum se tornou tratar em modo de esquecimento a maioria. Refiro-me aos alunos que não causam problemas de comportamento e que são permanentemente prejudicados pelos pequenos marginais, que não deixam as aulas funcionar. A pouca diferenciação que se aplica nas escolas está adulterada por um modo afunilado de interpretar o conceito de inclusão, que atira todos os apoios para cima dos pequenos marginais e termina excluindo os que se portam bem, sem resolver o problema daqueles. Esta situação tem vítimas: os alunos cumpridores, os professores que lutam pela reconquista da disciplina e a escola pública amputada de um meio central de eficácia.
Sejamos claros: se uma vertente nuclear da educação for (e é) tornar o ser moralmente responsável pelos seus actos, perante a sua consciência e perante os outros, resulta evidente que não o podemos deixar entregue à sua natureza instintiva. Outrossim, temos de o orientar num processo que o leve a admitir que a sua liberdade tem limites e que a entrada na sociedade supõe a aceitação de um conjunto de normas e de regras (disciplina) a que terá de obedecer. Assim sendo, o acto de educar supõe uma vertente disciplinar, que não dispensa a coerção necessária para substituir instintos (animais) por virtudes (humanas).
Não entender isto tornou-se politicamente correcto, mas denunciar isto vale o risco de ser queimado na fogueira inquisitória dos “pedabobos”. A autonomia que sempre tenho defendido para as escolas não serve se for entregue a (ir)responsáveis que escondem que a indisciplina é o maior problema das instituições que dirigem.
Dir-se-ia que a indisciplina se normalizou, assumindo-se como coisa inevitável. Dir-se-ia que a obsessão pelos cuidados a prestar às crianças e aos adolescentes obliterou a obrigação de os responsabilizar. É tempo de os responsáveis encararem a dureza da realidade que negam: a manifestação da crueldade de muitos pré-adolescentes e adolescentes, vinda da incompetência ou da demissão parental, não pode ser aceite na escola com os panos quentes da pedagogia romântica. Muito menos com as artes demagogicamente inclusivas, branqueadoras e flexíveis, dos tempos que correm. Os problemas maiores das escolas não são gerados na sala de aula. São trazidos para a sala de aula, anulam a aula e não são resolvidos depois da aula. É um ciclo vicioso que vai minando a escola pública e violentando a maioria que nela labuta: alunos, professores e funcionários. A impotência face aos agressores é uma razão de peso para o desespero e para a ausência de esperança que domina parte dela. Erram os que identificam disciplina com repressão, sem lhe reconhecer a capacidade transformadora de um ser bruto num ser social, ética e culturalmente válido.
In “Público” de 17.4.19
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Abr 17 2019
O próximo quadro mostra o número de docentes candidatos em 1.ª prioridade por grupo de recrutamento e QZP onde abriram vaga com a lista de vagas da Portaria 72-C/2019.
Encontra-se assinalado a vermelho o grupo e o QZP onde faltam os candidatos em 1.ª prioridade comparativamente com as vagas abertas.
É no grupo 110 – 1.º Ciclo onde faltam candidatos em 1.ª prioridade em mais QZP (5), seguindo-se o grupo 910 – Educação Especial 1 em 4 QZP.
Nos QZP 3, 4 e 5 todos existem todos as vagas preenchidas pelos candidatos.
O QZP com mais ausências de candidatos é o QZP 7 onde em 12 grupos faltam ainda docentes em 1.ª prioridade a concorrer.

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Abr 16 2019
O líder da Fenprof avisou hoje que os deputados da Assembleia da República têm um mês para resolver a situação da recuperação do tempo de serviço congelado aos professores, caso contrário estes avançam para uma greve às avaliações.

Esperamos que isto esteja resolvido até 15 de maio”, afirmou Mário Nogueira perante centenas de professores que estão reunidos junto ao parlamento, onde hoje são debatidos vários diplomas que defendem a recuperação integral do tempo de serviço congelado: nove anos, quatro meses e dois dias.
Em declarações aos jornalistas, Mário Nogueira lembrou que os trabalho na Assembleia da República são interrompidos em meados de maio devido às eleições europeias, realizadas a 26 desse mês, e retomados apenas em junho.
“Temos que insistir com os partidos para que esta situação esteja resolvida até 15 de maio, porque temos prevista uma greve às avaliações a partir de 06 de junho e não teremos alternativa que não seja entregar um pré-aviso de greve”, afirmou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, uma das dez estruturas sindicais que, desde o final de 2017, têm negociado com o Governo a recuperação do tempo de serviço.
Mário Nogueira alertou ainda para a necessidade de os deputados definirem como será recuperado o tempo de serviço e de “não atirar para futuras negociações esta matéria”, sob pena de se estar a “comprar sete anos de luta com os professores”.
O secretário-geral da Fenprof referiu-se à “experiência trágica” de mais de um ano de negociações entre Governo e sindicatos, que levaram à aprovação de um diploma que prevê a recuperação de dois anos, nove meses e 18 dias e que levou os professores a protestar hoje no parlamento.
Os sindicatos acreditam que as propostas dos partidos políticos deverão descer à especialista, situação que veem com agrado
Os diplomas vão descer à comissão [de educação] e ainda bem. Aqui [no plenário] a relação é mais política, enquanto na comissão há um trabalho conjunto dos deputados”, afirmou Mário Nogueira.
As deputadas Ana Mesquita, do PCP, e Joana Mortágua, do Bloco de Esquerda, estiveram junto dos professores concentrados junto ao parlamento e em declarações aos jornalistas sublinharam que é possível um acordo até 15 de maio.
A Assembleia da República debate hoje um diploma de uma iniciativa legislativa de cidadãos e apreciações parlamentares do BE, PCP, CDS, PSD e Verdes ao decreto aprovado em março pelo Governo que apenas repõe dois anos, nove meses e 18 dias ao tempo de serviço congelado aos professores.
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