Março 2019 archive
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Mar 08 2019
Lista Colorida – RR24
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Mar 08 2019
216 Contratados Colocados na RR24
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Mar 08 2019
Reserva de recrutamento n.º 24
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 24.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 11 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 12 de março de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Mar 08 2019
Pelo Observador – Um em cada dez funcionários escolares está de baixa mas carências são muito superiores
Um em cada dez funcionários escolares está de baixa mas carências são muito superiores – Observador
Um em cada dez funcionários escolares está de baixa médica, segundo um inquérito da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), que considera “irrealista” a legislação que define os funcionários necessários.
Um em cada dez funcionários escolares está de baixa médica, segundo um inquérito da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), que considera “irrealista” a legislação que define os funcionários necessários.
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Mar 08 2019
Pelo DN – 10% dos auxiliares das escolas estão de baixa. Concurso urgente ainda não arrancou
10% dos auxiliares das escolas estão de baixa. Concurso urgente ainda não arrancou
“Ainda temos muito ano letivo pela frente, queremos que as escolas abram os concursos o mais rapidamente possível.” Anunciado desta forma há duas semanas pelo ministro da Educação, que atribuiu urgência ao processo, o concurso para contratação de mais mil auxiliares para as escolas ainda não arrancou no terreno. Quem o garante é o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), que hoje apresenta um inquérito respondido por cerca de 200 agrupamentos do país que mostra que 10% dos assistentes operacionais estão de baixa.
Se há duas semanas Filinto Lima até admitia receber funcionários ainda durante o terceiro período, que arranca a 23 de abril, agora acredita que os 1067 assistentes operacionais prometidos só estarão nas escolas no início do próximo ano letivo, em setembro. “Não se sabe de nada. O governo fez essa promessa, mas até agora as escolas ainda não receberam informação”, e é por elas que tem de passar o processo.
“Não se sabe de nada. O Governo fez essa promessa, mas até agora as escolas ainda não receberam informação”
Aquando do anúncio do Ministério da Educação, o dirigente da ANDAEP explicou ao DN que os concursos são lançados em cada escola, a que são atribuídas as vagas depois da análise das necessidades. Depois da publicação dos concursos, os trabalhadores têm prazos para concorrer, podem ser realizadas entrevistas e os funcionários podem contestar os resultados. Tudo somado, os diretores apontam para um processo que deve demorar dois meses.
A ANDAEP somou o número de funcionários de baixa com os que estão em falta para cumprir os rácios, multiplicando esse resultado por quatro, para chegar à conclusão que faltarão cerca de 3400 assistentes operacionais nas escolas
“E ainda estou para perceber se estes mil funcionários de que fala o governo são apenas regularizações de situações de trabalhadores que já estão nas escolas ou se estamos a falar de mais mil assistentes. Ainda ninguém nos explicou nada”, critica Manuel António Pereira, presidente de outra associação de diretores – a Associação Nacional de Diretores Escolares -, que confirma que os concursos ainda não arrancaram no terreno.
“Ainda temos muito ano letivo pela frente, queremos que as escolas abram os concursos o mais rapidamente possível.” Anunciado desta forma há duas semanas pelo ministro da Educação, que atribuiu urgência ao processo, o concurso para contratação de mais mil auxiliares para as escolas ainda não arrancou no terreno. Quem o garante é o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), que hoje apresenta um inquérito respondido por cerca de 200 agrupamentos do país que mostra que 10% dos assistentes operacionais estão de baixa.
Se há duas semanas Filinto Lima até admitia receber funcionários ainda durante o terceiro período, que arranca a 23 de abril, agora acredita que os 1067 assistentes operacionais prometidos só estarão nas escolas no início do próximo ano letivo, em setembro. “Não se sabe de nada. O governo fez essa promessa, mas até agora as escolas ainda não receberam informação”, e é por elas que tem de passar o processo.
“Não se sabe de nada. O Governo fez essa promessa, mas até agora as escolas ainda não receberam informação”
Aquando do anúncio do Ministério da Educação, o dirigente da ANDAEP explicou ao DN que os concursos são lançados em cada escola, a que são atribuídas as vagas depois da análise das necessidades. Depois da publicação dos concursos, os trabalhadores têm prazos para concorrer, podem ser realizadas entrevistas e os funcionários podem contestar os resultados. Tudo somado, os diretores apontam para um processo que deve demorar dois meses.
A ANDAEP somou o número de funcionários de baixa com os que estão em falta para cumprir os rácios, multiplicando esse resultado por quatro, para chegar à conclusão que faltarão cerca de 3400 assistentes operacionais nas escolas
“E ainda estou para perceber se estes mil funcionários de que fala o governo são apenas regularizações de situações de trabalhadores que já estão nas escolas ou se estamos a falar de mais mil assistentes. Ainda ninguém nos explicou nada”, critica Manuel António Pereira, presidente de outra associação de diretores – a Associação Nacional de Diretores Escolares -, que confirma que os concursos ainda não arrancaram no terreno.
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Mar 08 2019
Pelo JN – Escolas denunciam falta de 4608 funcionários
Escolas denunciam falta de 4608 funcionários
Associação de diretores, que fez questionário, conclui que além de rácios não serem cumpridos, há 10% que estão de baixa.
Um inquérito feito pela Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas concluiu que faltam nas escolas 4608 funcionários. Faltam 1100 para se cumprir o rácio e há 10% que estão de baixa. E o pior, frisa o presidente da Andaep, Filinto Lima, é que a fórmula “é irrealista” e “desfasada da realidade”.
85% dos 192 diretores que responderam ao questionário (num universo de 811) consideram que o número de assistentes operacionais que lhes é atribuído pela portaria não é suficiente. O rácio é a fórmula de cálculo que define o número de funcionários de cada escola. Mas os diretores dizem estar aquém das necessidades.
Associação de diretores, que fez questionário, conclui que além de rácios não serem cumpridos, há 10% que estão de baixa.
Um inquérito feito pela Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas concluiu que faltam nas escolas 4608 funcionários. Faltam 1100 para se cumprir o rácio e há 10% que estão de baixa. E o pior, frisa o presidente da Andaep, Filinto Lima, é que a fórmula “é irrealista” e “desfasada da realidade”.
85% dos 192 diretores que responderam ao questionário (num universo de 811) consideram que o número de assistentes operacionais que lhes é atribuído pela portaria não é suficiente. O rácio é a fórmula de cálculo que define o número de funcionários de cada escola. Mas os diretores dizem estar aquém das necessidades.
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Mar 07 2019
Horários em Contratação de Escola e os Problemas da Falta de Professores
Já há bastante tempo que não retiro os horários pedidos em contratação de escola e hoje lembrei-me de o fazer para saber quantos horários se encontram em concurso e em que distritos mais horários são pedidos.
Sei que a comunicação social tem-se debruçado sobre este assunto mostrando que existem escolas com uma enorme falta de professores por não haver quem aceite colocações, ou por falta de candidatos a esses horários.
E o que se verifica no dia de hoje é um enorme pedido de horários para o distrito de Lisboa e Setúbal, onde mais de metade dos horários que estão em concurso hoje nos 18 distritos se situam apenas nesses dois.
Já há muito se sabe que muitos dos professores a ocupar muitas escolas da zona de Lisboa são oriundos do norte e que na zona sul não existem docentes em número suficiente para suprir as necessidades temporárias nessa região.
Não é apenas justificação que as vinculações sejam feitas a sul e que a mobilidade tire os professores para a sua zona de origem (que na sua grande maioria são do norte). Existe também um grande desfasamento entre as necessidades de determinados grupos de recrutamento com a oferta de professores profissionalizados.
Os grupos de Informática e Geografia são deficitários nesse número.
Por este motivo também dificilmente haverá libertação de docentes para a aposentação mais cedo do que a idade legal da reforma.
Começa a ser muito urgente valorizar novamente o papel do professor na sociedade portuguesa para cativar mais alunos para esta via profissional. E enquanto os governantes não pensarem seriamente nisso mais problemas vão surgir num futuro muito próximo.

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Mar 07 2019
A Ler – Uma Petição Para Dar A Aparência De Algo
Uma Petição Para Dar A Aparência De Algo | O Meu Quintal
PS:
Sim porque a atrofia democrática do tempo do engenheiro continua aí e mais refinada…
Vamos Lá Então Ao Parecer Do Relator Deputado Silva, Porfírio De Sua Graça – 1 | O Meu Quintal
Vamos lá avivar a memória do duputedo relativamente à audição da comissão representativa dos subscritores da Iniciativa Legislativa de Cidadãos sobre a consideração integral do tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória (gravado em 16/Janeiro/2019):
Sandra Carmo na Audição na CEC [Comissão de Educação e Ciência] da Comissão de Representantes da ILC
Luís Braga na Audição na CEC da Comissão de Representantes da ILC
(…) “Enquanto a minha colega estava a ler, estava a olhar para vocês deputados e estava a reparar no vosso enfado”
“E estava a pensar gastar os meus 7 minutos e apenas ficar a olhar e ter a esperança que houvesse alguma vergonha para o que está a acontecer com os professores”
“Se os professores tivessem falhado como a plataforma de recolha de assinaturas falhou, os professores teriam um processo disciplinar”
Ouçam o resto, é capaz de ser o maior sermão alguma vez dado a deputados por um cidadão comum, que com muito orgulho chamo meu colega, professor Luís Braga.
Fantástico!
[Daqui: Audição na CEC da Comissão de Representantes da ILC | ComRegras]
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Mar 07 2019
Conselho de Ministros volta a aprovar os 2,9,18
Do comunicado de hoje.
3. Foi aprovado o decreto-lei que procede à definição do modelo de recuperação do tempo de serviço dos docentes de carreira dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017.
A solução agora aprovada – recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias – permite mitigar os efeitos dos sete anos de congelamento, sem comprometer a sustentabilidade orçamental.
Os 2 anos, 9 meses e 18 dias serão contabilizados no momento da progressão ao escalão seguinte, o que implica que todos os docentes verão reconhecido esse tempo, em função do normal desenvolvimento da respetiva carreira. Assim, à medida que os docentes progridam ao próximo escalão após a produção de efeitos do presente decreto-lei, ser-lhes-á contabilizado o tempo de serviço a recuperar, pelo que a posição relativa na carreira fica assegurada.
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Mar 07 2019
Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento
Aplicação eletrónica disponível entre o dia 7 de março e as 18:00 horas de 15 de março de 2019 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

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Mar 07 2019
ILC Será Votada No Parlamento
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/03/CE-Relatório-Porfírio-Silva.pdf”]
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Mar 07 2019
7 de Março, dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica
Porque as vitimas de violência doméstica necessitam de ser reconhecidas, ajudadas…
Hoje é dia de luto nacional, diria internacional, porque ainda se acredita que o que se passa entre quatro paredes não nos diz respeito, não nos afeta. Mas afeta. O que se passa entre as quatro paredes muitas das vezes transborda para a rua, para a sociedade e quando isso acontece todos somos vitimas dessa violência.
A violência doméstica é uma realidade que não deve ser tolerada. As vitimas nunca são apenas aquelas que aparecem nas noticias e abrem jornais, são, também, aquelas que têm de viver o resto das suas vidas com as imagens de uma infância roubada.
As outras vítimas da violência doméstica que, às vezes, também morrem
Temos que aprender a actuar, a denunciar, a não recear represálias, a defender a criança, a defender que todos cresçam num ambiente onde todas as partes sejam saudáveis e onde a violência, dura e bruta, não se confunda com educação ou forma de relação entre casal.
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Mar 06 2019
Calendário do Concurso 2019/2020
O concurso que tem início amanhã serve para os docentes candidatarem-se ao concurso externo e ao mesmo tempo ficam candidatos à satisfação de necessidades temporárias.
Ou seja, este concurso é apenas para docentes contratados.
O concurso da Mobilidade Interna (único este ano para os docentes dos quadros) apenas tem início na segunda quinzena de julho.
Fica aqui o calendário de todas as fases do concurso.


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Mar 06 2019
O Concurso Começa Já Amanhã e Termina dia 15
Saiu hoje o aviso de abertura do concurso 2019/2020.
O concurso tem início amanhã, dia 7 de março por um período de 7 dias úteis.
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Mar 06 2019
Organizações sindicais de professores entregam Petição com mais de 60.000 assinaturas
Amanhã, 7 de março, as organizações sindicais de docentes entregarão na Presidência da Assembleia da República a Petição “9 ANOS 4 MESES 2 DIAS – Professores reclamam negociação, apenas, do modo e do prazo e exigem justiça e respeito pela sua vida profissional”. A entrega está prevista para as 11:30 horas.
Antes, às 10:00 horas, terão lugar audiências com os grupos parlamentares, que foram pedidas a todos, nas quais se prestará informação sobre como decorreu o processo negocial que deveria ter dado cumprimento ao disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento do Estado para 2019 e se entregará a proposta que foi apresentada ao governo e que este recusou discutir e analisar.
Entre estes dois momentos, pelas 10:30 horas, ao fundo da Escadaria da Assembleia da República (caso as condições meteorológicas não o permitam, as declarações à comunicação social serão feitas no interior da AR, à entrada da audiência para entrega da petição), terá lugar uma Conferência de Imprensa na qual, para além do ponto de situação do processo de recuperação do tempo de serviço e expetativas futuras, será apresentado à comunicação social o documento que integra a consulta aos professores sobre as formas de luta a realizar no 3.º período. Esta consulta, recorda-se, decorrerá entre 11 e 20 de março e as ações a desenvolver serão anunciadas na Manifestação Nacional de Professores do próximo dia 23.
Lisboa, 6 de março de 2019
As organizações sindicais de docentes
ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU
SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU
Amanhã, 7 de março, as organizações sindicais de docentes entregarão na Presidência da Assembleia da República a Petição “9 ANOS 4 MESES 2 DIAS – Professores reclamam negociação, apenas, do modo e do prazo e exigem justiça e respeito pela sua vida profissional”. A entrega está prevista para as 11:30 horas.
Antes, às 10:00 horas, terão lugar audiências com os grupos parlamentares, que foram pedidas a todos, nas quais se prestará informação sobre como decorreu o processo negocial que deveria ter dado cumprimento ao disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento do Estado para 2019 e se entregará a proposta que foi apresentada ao governo e que este recusou discutir e analisar.
Entre estes dois momentos, pelas 10:30 horas, ao fundo da Escadaria da Assembleia da República (caso as condições meteorológicas não o permitam, as declarações à comunicação social serão feitas no interior da AR, à entrada da audiência para entrega da petição), terá lugar uma Conferência de Imprensa na qual, para além do ponto de situação do processo de recuperação do tempo de serviço e expetativas futuras, será apresentado à comunicação social o documento que integra a consulta aos professores sobre as formas de luta a realizar no 3.º período. Esta consulta, recorda-se, decorrerá entre 11 e 20 de março e as ações a desenvolver serão anunciadas na Manifestação Nacional de Professores do próximo dia 23.
Lisboa, 6 de março de 2019
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Mar 06 2019
COMUNICADO DA NÃO NEGOCIAÇÃO COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO -SNPL
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/03/COMUNICADO-DA-NÃO-NEGOCIAÇÃO-COM-O-MINISTÉRIO-DA-EDUCAÇÃO.pdf”]
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Mar 06 2019
A educação política e dos partidos políticos À grande e à portuguesa? – Mário Bacelar Begonha
A educação política e dos partidos políticos À grande e à portuguesa?
Numa Democracia moderna, europeia, e num país do 1.º mundo, é normal que os Estados soberanos, através dos seus governos, se preocupem com a literacia dos cidadãos e com a formação política, única forma de atingirem o conceito de CIDADANIA, que deve estar interiorizado nas suas personalidades, como forma de estar em sociedade.
A Formação Política dos cidadãos deve ser uma preocupação, permanente, dos governos democráticos, até como forma de preservação do Regime, já que a INFORMAÇÃO “UP DATE” é condição, “sine qua non”, para se poder combater, com argumentação válida, os “FALSOS PROFETAS”, que são VERDADEIROS CHARLATÃES, ou “vendedores de banhada cobra”, que querem convencer os votantes iletrados da “VERDADE”, anunciada, por eles, para salvação do mundo.
Ora, infelizmente em Portugal, os vários Governos, depois do “25 de Abril”, não se têm preocupado muito com a Formação Política dos jovens, porque dessa forma não são tão IMPORTUNADOS e podem governar de forma menos rigorosa, porque os jovens já não vão à “tropa”, vão sim ao futebol, ás discotecas, aos festivais musicais, ao ar livre, e consomem estupefacientes á pota da Escola. É a alienação de todas as responsabilidades políticas e sociais.
Mas os Partidos Políticos, mesmo no Governo, não se preocupam muito com a política prosseguida pelo Ministério da Educação, no sentido de darem uma consciência política a todos os cidadãos, porque eles próprios, embora afirmando-se apoiantes da Inclusão Social, apenas se preocupam com a pequena “Elite”, que eles próprios formam nas suas “Escolas de Quadros” que começam nas “Jotas”, para, no futuro, poderem ter “À Mão”, “Quadros” alinhados (e disciplinados) com os seus Ideários Políticos, enquanto vão tentando convencer o Povo que a Política está aberta a todos. Não está, assim como o “Hotel Ritz”, embora a Delegação Chinesa lá tenha estado a pagar 1 milhão de euros por dia, mas isso e só para “Regimes Capitalistas”…
Entenda-se, os Partidos Políticos, no nosso Regime Político actual, dizem-se todos democráticos, mas há pelo menos dois, na Assembleia da República, que, de facto, não são Democráticos, nem querem a Democracia, porque esse ideário Democrático, não se ajusta às suas convicções nem à sua “Praxis” Política.
O Partido Socialista actual, em termos Internacionais, afirma-se Social-Democrata, mas tirou da “Gaveta” o “Socialismo” que lá tinha sido colocado pelo Doutor Mário Soares.
Claro que poderá ser uma questão de Táctica para conseguir governar, mesmo tendo perdido Eleições.
Quer isto dizer que o “P.S.”, não respeitou a vontade do seu eleitorado e juntou-se com aqueles que querem exactamente o contrário deles, ou seja, a destruição da Democracia e a implantação da Ditadura do Proletariado.
É evidente que é um “Jogo” perigoso, mas que pode levar a uma situação de violência, já que, alguns até tentaram, pelas Armas, impor as suas ideias e o seu jugo político.
É que as Ideias Políticas não devem ser impostas “A LEI DA BALA”, mas sim propostas, de uma Forma Pacífica e devidamente fundamentada, com aquilo que é ensinado nas Universidades de Ciência Política, do Mundo Ocidental.
Mas, é evidente que teria que ser um (que não este), Ministério da Educação, consciente da sua responsabilidade para com a Formação da Juventude, a zelar pela aplicação de um programa para a Nação, com um ensino apartidário, isento, independente e assim, verdadeiramente Democrático. Como está ou é partidário, ou então será Amorfo, Abúlico, Anémico e destituído de Carácter, ou seja, à letra, sem “MARCA”!.
Esta uma análise de Sociologia Política, ligeira, escrita à mesa do café, mas que, infelizmente, é muito rara nos Jornais Portugueses.
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Mar 06 2019
A Ler: Sobre o Mito da Finlândia
Entrevista a Tim Oates. “A primeira ideia errada é dizer que hoje a Finlândia está a fazer o que é certo na Educação”
Crítico do “conto de fadas finlandês“, Tim Oates defende que todos cometem o mesmo erro: olham para os anos 2000 como se fosse o período do sucesso, quando é o ano do declínio da Finlândia.

…
O problema, conta, é que, quando a Finlândia chegou ao topo do PISA, em 2000, todo o mundo olhou para o país, mas para a linha temporal errada. Foi o trabalho desenvolvido nos anos 1960, 70 e 80 que conseguiu tornar os estudantes nórdicos nos melhores da Europa. Mas é para 2000, quando o sistema educativo já estava em declínio, e para os erros da Finlândia que todos têm andado a olhar. “Absolutamente errado”, diz, com um irrepreensível sotaque britânico.
…
E acha que hoje temos um sistema educativo em declínio na Finlândia?
Sim. Não estou a atacar o sistema finlandês, estou só a tentar que a imagem seja muito clara.
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Mar 06 2019
Carta aberta a António Costa – Santana Castilho
Senhor Primeiro-ministro:
Uma carta aberta é um recurso retórico. Uso-o para lhe dizer o que a verdade reclama. Errará se tomar esta carta por mais uma reivindicação de grémio. Não invoco qualquer argumento de autoridade por pertencer a uma classe a quem deve parte do que sabe. Escrevo-a do meu posto de observação da vida angustiada de milhares de professores, que o Senhor despreza. Com efeito, cada vez que o Senhor afirma que os professores são intransigentes, está antes a falar de si e do seu governo. Como pequeno manipulador que é, falta-lhe a humildade e a honestidade para reconhecer que falhou no relacionamento com os professores e recorre a uma narrativa que não resiste à confrontação com os factos. Façamo-la.
Começo por dar por transcrito o que aqui escrevi a 27/6/18, quando desmontei as repetidas falsidades que Governo e comentadores têm propalado sobre a recuperação do tempo de serviço dos professores. Nenhum dos que citei me desmentiu. Nada do que referi foi contraditado.
Em 18/11/17, o Governo comprometeu-se a contabilizar o tempo de serviço. Recentemente, disse que a parcela que verteu no decreto que Marcelo vetou prova a cedência que fez, porque no início (15/12/17) a intenção era não considerar tempo algum. Quando mentiu? A 18/11/17, a 15/12/17, recentemente, ou sempre?
O Governo mente quando diz que a posição sindical não evoluiu. Em 18/11/17, os sindicatos queriam os professores colocados a 1/1/18 no escalão correspondente a todo o tempo de serviço prestado. Ao longo da negociação foram apresentando várias formas de faseamento e modos de recuperar o tempo de serviço. No prazo e no modo, têm cedido. No tempo não, porque é a lei que o reconhece (art. 17º da Lei do OE 2019).
O Senhor mente quando fala de 600 milhões. Nunca apresentou as suas contas. Os professores deixaram as contas certas na AR. Nem de metade se pode falar!
O problema não está, nem nunca esteve, no dinheiro. Está, como sempre esteve, nas mentiras e nas escolhas políticas do seu governo. Está na manipulação dos números, no abocanhar oculto de receitas injustas e nas cativações. Está nas diferenças entre os orçamentos de fachada que a “geringonça” aprovou e os orçamentos de austeridade desumana que Ronaldo Centeno executou. Numa palavra, causa-me náusea ouvi-lo dizer que não tem dinheiro para pagar o que deve aos professores, depois de ter aprovado cinco mil milhões para sustentar bancos parasitas.
O tom que usou para falar de enfermeiros e professores, que não se portam como eunucos de outros tempos, foi demasiado vulgar e não serviu a cultura cívica minimamente decente que se deseja para o país. Não se sentiu incomodado por uma ministra do seu Governo homologar um parecer onde se diz que uma greve que não afecte mais os trabalhadores do que o patrão é ilegal? Ficou tranquilo quando o seu Governo protegeu os fura-greves dos estivadores de Setúbal? Não veria a democracia em risco se pertencessem a outro governo, que não o seu, estas acometidas contra a liberdade sindical? Numa palavra, a sua arrogância tornou-se insuportável.
Não posso concluir sem uma referência ao conforto que o Presidente da República lhe veio dar, quando perguntou: “ é preferível zero ou alguma recuperação?” É estranho que um professor, para mais do cimo da mais alta cátedra da nação, pareça sugerir a outros professores que troquem a ética pela pragmática. Como se ser justo fosse equivalente a ser oportunista ou ser esperto. Fora eu o interpelado, que no caso felizmente não sou, e respondia-lhe: zero! Por dignidade mínima. Porque se a lei pudesse ser substituída pela pragmática, aqui e além, a vida moral virava simples hipocrisia. Porque o modelo de actuação de um professor não é o modelo de actuação do homo economicus, que facilmente troca a fiabilidade do seu carácter por qualquer ganho imediato. Para não aviltar quantos lutam pela justiça e são solidários com os colegas humilhados.
Termino assumindo que, para além do que lhe acabo de dizer, tenho uma posição ideológica clara: sou visceralmente contra as pedagogias propaladas por meninos crescidos, glosando como se fossem coisa nova temas como flexibilidade, autonomia e inclusão, que colocaram no fim da lista os conhecimentos essenciais à compreensão do nosso mundo e à formação de cidadãos inteiros.
In “Público” de 6.3.19
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Mar 05 2019
Comparação GERAL entre vagas da 72-C e as previsões do blogue
Com a publicação da portaria que fixa as vagas abertas por grupo de recrutamento e QZP, percebe-se que as previsões do blogue se confirmaram na sua maioria (relembro que os nossos números foram lançados em setembro do ano passado). A previsão considerava menos 33 vagas daquelas que a portaria fixa e foi nos grupos 100 e 110 que as diferenças mais se fizeram notar. Não se exclui neste momento ainda a possibilidade da DGAE pedir comprovativos de contratos dos candidatos indicados pelas escolas, pelo que as vagas poderão não corresponder em 100% aos candidatos indicados na 1º prioridade nas listas definitivas.

Fazendo uma análise mais pormenorizada (começando pelos QZP’s 1 a 5) pelos percebe-se um diferencial negativo maior nos QZP’s 3 e 4… esta diferença poderá resultar do facto de candidatos não terem aceite os horários onde foram colocados.

Os QZP’s 6 e 7 são aqueles onde as diferenças são maiores (e intriga-me sobretudo o 110 no QZP 7), no entanto só quando saírem as listas definitivas teremos uma melhor ideia de onde partem estas diferenças e quais os agrupamentos com mais candidatos que não surgem nas listas tornadas públicas. Claro que há outras razões que podem explicar uma parte das diferenças, uma vez que há grandes fluxos de colocações, denuncias (ou não aceitação) de contratos. A este fluxo juntam-se colocações sigilosas, decisões judiciais que alteram administrativamente as colocações conhecidas publicamente e também enganos por parte das escolas na interpretação da lei e na contagem do tempo de serviço, considerando (ou não) candidatos à 1ª prioridade e por arrasto os números das vagas publicadas hoje (5 de março).

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Mar 05 2019
Comparação das Previsões Com as Vagas Reais
O quadro seguinte apontava as minhas previsões para a abertura de vagas da Norma Travão em 2019.
Tirando os grupos 100 – Pré-Escolar e 110 – 1.º Ciclo quase todos os restantes grupos andaram muito perto, quewr no número de vagas quer no lugar onde elas foram abertas.

O seguinte quadro elaborado pelo Luís Cansado faz a compilação das vagas abertas e publicadas hoje na Portaria 72-C/2019.

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Mar 05 2019
542 Vagas Para a Norma Travão de 2019
Foi publicada hoje a Portaria 72-C/2019 com a dotação de vagas do concurso externo para os quadros de zona pedagógica e concurso externo do ensino artístico especializado da música e da dança a ocorrer em 2019.
No total abrem 542 vagas para os diversos grupos de recrutamento quando eu apontava para uma abertura de 509 vagas.
EM breve faço a comparação das vagas que apontei abrirem com as que efetivamente abriram.
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Mar 05 2019
Samba-Enredo 2019 CAMISA 12 HOMENAGEIA OS PROFESSORES
No Brasil uma das Escolas de Samba elabora um enredo de Carnaval a apoiar os Professores brasileiros.
Em Portugal a sociedade ainda não foi capaz de perceber que ao deixar que os professores sejam desrespeitados, desautorizados, desmotivados e, até, espezinhados na praça pública, estão a pôr em causa o futuro do país e do futuro das nossas crianças.
Fica a homenagem.
O professor é uma “figura” que marca a infância de todos. Carregamos o que aprendemos com eles por toda a vida.
Impossível não lembrar do nome da primeira professora, seus ensinamentos, os puxões de orelhas e os castigos.
Mas se não fossem os professores, hoje nós não estaríamos aqui.
E nessa aula de cultura e emoção, o Camisa 12 traz para o Carnaval 2019, uma bela e merecida homenagem a todos aqueles que espalham a semente do conhecimento.
Esse é o nosso enredo:
Professores, Camisa 12 orgulhosamente desfila essa homenagem à vocês, mestres na arte de ensinar!
“O nosso samba tem história.”
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Mar 04 2019
Comunicado – Governo avança com proposta de recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias de serviço para professores
Governo avança com proposta de recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias de serviço para professores
Realizou-se esta segunda-feira a segunda reunião de negociação sobre a questão da recuperação de tempo de serviço dos professores, ao abrigo do disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento de Estado (LOE) para 2019. A reunião de hoje permitiu verificar uma vez mais a intransigência das estruturas sindicais que, desde o início das negociações, insistem na recuperação de 9 anos, 4 meses e 2 dias. Esta revindicação considera inclusivamente períodos de suspensão de contagem de tempo de serviço relativo aos anos 2005 e 2007, e que não haviam sido reivindicados anteriormente. O Governo, por seu turno, avançou com uma proposta para a contagem de uma parte desse tempo, apesar das sucessivas leis do Orçamento do Estado entre 2011 e 2017, votadas pela generalidade dos partidos com assento parlamentar, determinarem que, nas carreiras em que a progressão se baseasse essencialmente no tempo de serviço, este não seria contabilizado, e de a recuperação não fazer parte do Programa do Governo. Assim, e mesmo sem o acordo das estruturas sindicais, o Governo reiterou a sua intenção de manter a solução que permite, aos educadores e docentes do ensino básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017, recuperar 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir na próxima progressão. O Governo foi a única parte que se moveu nestas negociações, estando disponível para aumentar a despesa em 200 milhões de euros por ano, sem impor nenhuma contrapartida aos sindicatos. A exigência das estruturas sindicais dos professores corresponderia a um aumento permanente da despesa de 600 milhões de euros por ano. A proposta do Governo constitui uma solução compatível com a diversidade de carreiras existente na Administração Pública e, em particular, com a necessidade de manter o equilíbrio e a coerência entre os respetivos mecanismos de desenvolvimento remuneratório. Recorde-se ainda que o descongelamento de carreiras teve início em janeiro de 2018 para todas as carreiras da Administração Pública, professores incluídos, conforme compromisso assumido no Programa do Governo.
O Governo reitera desta forma o seu compromisso quer com a sustentabilidade das contas públicas, quer com a equidade entre carreiras da Administração Pública. Com a negociação hoje concluída, o Governo cumpre o artigo 17.º da LOE para 2019, tal como já havia cumprido o disposto no artigo 19.º da LOE para 2018. Ambos os preceitos remetem a consideração do tempo para processo negocial, com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis. Recorde-se que, no âmbito da votação da LOE para 2019, a Assembleia da República rejeitou uma proposta no sentido da recuperação integral do tempo de serviço. Assim, e tendo as estruturas sindicais prescindido, em ata, da reunião suplementar, o Governo aprovará de forma célere o decreto-lei que permite aos docentes recuperar 2 anos, 9 meses e 18 dias na próxima progressão, por forma a que possam sentir o efeito dessa valorização o mais rapidamente nas respetivas carreiras.
Realizou-se esta segunda-feira a segunda reunião de negociação sobre a questão da recuperação de tempo de serviço dos professores, ao abrigo do disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento de Estado (LOE) para 2019. A reunião de hoje permitiu verificar uma vez mais a intransigência das estruturas sindicais que, desde o início das negociações, insistem na recuperação de 9 anos, 4 meses e 2 dias. Esta revindicação considera inclusivamente períodos de suspensão de contagem de tempo de serviço relativo aos anos 2005 e 2007, e que não haviam sido reivindicados anteriormente. O Governo, por seu turno, avançou com uma proposta para a contagem de uma parte desse tempo, apesar das sucessivas leis do Orçamento do Estado entre 2011 e 2017, votadas pela generalidade dos partidos com assento parlamentar, determinarem que, nas carreiras em que a progressão se baseasse essencialmente no tempo de serviço, este não seria contabilizado, e de a recuperação não fazer parte do Programa do Governo. Assim, e mesmo sem o acordo das estruturas sindicais, o Governo reiterou a sua intenção de manter a solução que permite, aos educadores e docentes do ensino básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017, recuperar 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir na próxima progressão. O Governo foi a única parte que se moveu nestas negociações, estando disponível para aumentar a despesa em 200 milhões de euros por ano, sem impor nenhuma contrapartida aos sindicatos. A exigência das estruturas sindicais dos professores corresponderia a um aumento permanente da despesa de 600 milhões de euros por ano. A proposta do Governo constitui uma solução compatível com a diversidade de carreiras existente na Administração Pública e, em particular, com a necessidade de manter o equilíbrio e a coerência entre os respetivos mecanismos de desenvolvimento remuneratório. Recorde-se ainda que o descongelamento de carreiras teve início em janeiro de 2018 para todas as carreiras da Administração Pública, professores incluídos, conforme compromisso assumido no Programa do Governo.
O Governo reitera desta forma o seu compromisso quer com a sustentabilidade das contas públicas, quer com a equidade entre carreiras da Administração Pública. Com a negociação hoje concluída, o Governo cumpre o artigo 17.º da LOE para 2019, tal como já havia cumprido o disposto no artigo 19.º da LOE para 2018. Ambos os preceitos remetem a consideração do tempo para processo negocial, com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis. Recorde-se que, no âmbito da votação da LOE para 2019, a Assembleia da República rejeitou uma proposta no sentido da recuperação integral do tempo de serviço. Assim, e tendo as estruturas sindicais prescindido, em ata, da reunião suplementar, o Governo aprovará de forma célere o decreto-lei que permite aos docentes recuperar 2 anos, 9 meses e 18 dias na próxima progressão, por forma a que possam sentir o efeito dessa valorização o mais rapidamente nas respetivas carreiras.
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Mar 04 2019
A “Semestralização” e a Carga Horária por Disciplina
Há dois pontos neste artigo de Elisabete Jesus no Público que apetece-me dizer algo.
1 – A questão da duração dos tempos semanais das disciplinas e;
2 – A “semestralização” das disciplinas.
Sobre a duração de cada disciplina ao longo da semana já vi um pouco de tudo. Existem escolas que cortam ao máximo em todas as disciplinas deixando tempos a mais a Português e a Matemática e outras que tomam opções que acabam por encurtar algumas disciplinas num ano em detrimento de outro.
Por opção deixei HGP no 5.º ano com 150 minutos cortando nas Ciências. No 6.º ano irei inverter esta situação deixando mais 50 minutos a Ciências e encurtando HGP. Pareceu-me a situação mais sensata tendo em conta a extensão do programa de HGP de 5.º ano, mas obviamente que prejudicou o trabalho na área das Ciências.
Felizmente tive a sorte (e parece que é mesmo isso que me apraz dizer) de a prova de aferição deste ano ser a HGP. Mas no entanto também é a Ciências, que no entanto se junta com a prova de Matemática.
Já fui mais adepto da “semestralização” e atualmente discordo quase por completo desta forma de trabalhar. Não apenas porque a disciplina fica ausente do programa dos alunos larga parte do ano como cria enormes problemas com a transferência de alunos entre escolas ou de matrículas pela primeira vez no nosso sistema de ensino. E com a chegada de imensos alunos vindos do estrangeiro nesta altura do ano é muito difícil a sua integração em turmas com parte do currículo já terminado e avaliado.
A História bate o Português e a Matemática
“Dos 150 minutos por semana que tínhamos para trabalhar com cada turma em 2002 temos, nos dias que correm, situações de apenas 90 minutos.”
“À boleia deste simplex de conteúdos e do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), a liberdade que cabe a cada escola na gestão curricular tem levado a uma série de experimentalismos, como a “semestralização” da História, o que significa um apagão da disciplina durante uns meses do ano letivo, até um novo reencontro no ano seguinte“
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Mar 04 2019
Organizações Sindicais estarão presentes na reunião com o ME, mas…
Por considerarem que o espírito negocial não está presente nas reuniões que têm vindo a ser realizadas, as organizações sindicais decidiram estar presentes na reunião convocada pelo Me para, hoje, às 16:30h, mas apenas para registar em ata de reunião a declaração de repúdio pela postura autocrática de um governo que nunca aceitou discutir as propostas dos sindicatos.
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Mar 04 2019
Divulgação – Recrutamento de tutor pedagógico da Teach For Portugal
Até ao dia 8 (sexta-feira) estamos a receber candidaturas para a posição de tutor pedagógico da Teach For Portugal. Se és um professor experiente e gostavas de juntar-te ao nosso movimento, encontra mais informação aqui: https://www.teachforportugal.org/junta-te-a-nos
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Mar 03 2019
Norma 1/JNE/2019
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Mar 03 2019
Professores sofrem mais stress do que outros trabalhadores, segundo estudo…
Infelizmente os nosso políticos só leem os estudos que lhes interessam. Infelizmente os nossos políticos só veem os exemplos que lhes interessa.
Quando olham para a realidade é costume ser tarde demais para remediar o que podia ser evitado.
Professores sofrem mais stress do que outros trabalhadores, segundo estudo
“Ação urgente” é necessária para lidar com as pressões do trabalho, alerta o coautor do relatório
Os professores são mais propensos a sofrer stress relacionado com o trabalho do que outros profissionais, segundo um estudo.
Um em cada cinco professores sente-se tenso em relação ao seu trabalho durante a maior parte do tempo, em comparação com um em oito trabalhadores em profissões semelhantes, revelou uma análise da Fundação Nacional de Pesquisa Educacional do Reino Unido.
Com o aumento do número de alunos, um déficit de estagiários e mais professores desistindo mais cedo das suas carreiras, especialistas alertam que há uma necessidade urgente de garantir que haja professores suficientes.
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Mar 03 2019
Para refletir… Uma súbita náusea – Helena Matos
Uma súbita náusea
…
Combates selectivos. “Uma professora da Escola Básica da Torrinha, no Porto, foi agredida ‘a soco e pontapé’ à porta do estabelecimento por uma encarregada de educação, revelou esta quinta-feira à Agência Lusa fonte da PSP. De acordo com a mesma fonte, o incidente ocorreu quarta-feira e a PSP foi chamada ao local cerca das 10h50, tendo a vítima apresentado queixa junto daquela força policial. A professora, de 45 anos, também se dirigiu ao hospital de Santo António, no Porto, para receber assistência médica.”
Se usarmos para esta agressão a grelha actualmente em voga para a violência dita doméstica temos de perguntar também se a agressora já foi interrogada e sujeita a alguma medida cautelar. E claro indagar a que resultados chegaram, por exemplo, os 87 inquéritos de agressões contra professores que o Ministério Público de Lisboa abriu em 2017. Houve condenações? E se houve estas resumiram-se às penas suspensas e multas do costume ou foram aplicadas medidas de prisão? E os juízes o que escreveram nos acordãos? Citaram a Bíblia, Piaget ou Freinet? Há juízes reincidentes na absolvição dos agressores de professores? Como se chamam esses juízes?… Vamos usar esta táctica de pressão e fulanização dos juízes nos casos das agressões aos professores ou este tipo de argumentário só é válido quando está em causa o tema em agenda?
Há algo de esquizofrénico na presente parcelização da violência: a única violência de que se fala é a doméstica. Vamos ter mesmo na próxima semana um dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica. As outras vítimas de violência não merecem atenção? A violência entre os jovens é uma espécie de elefante no meio da sala e assim vai continuar até que um facto mais grave obrigue a que se deixe de fazer de conta que não está a acontecer nada. A violência exercida sobre as figuras de autoridade, de que os professores são o exemplo mais evidente mas que também atinge funcionários das escolas, pessoal de saúde e polícias, é subestimada quer nos números, quer nas consequências. Mas paremos para pensar um pouco: o que será um professor ter de voltar a enfrentar a turma em que um dos alunos o esmurrou? Ou em que um pai lhe deu uma cabeçada que o fez desmaiar? Ou em que uma mãe o pontapeou? Qual o impacto dessas agressões no comportamento e nas vidas dos alunos que assistiram a esses momentos umas vezes aterrorizados, outras na galhofa, outras desviando o olhar?
…
PS. Não se pode fazer uma petição pelo fim dos desfiles de Carnaval das escolas? Que mal terão feito as crianças de hoje para terem de andar a correr as ruas das suas localidades vestidas de lixo poluente, alga feliz, alimento saudável… ou outro item igualmente cheio de mensagem? Quando dentro de alguns anos se fizer o retrato do nosso tempo este intrusismo didáctico dos adultos nas brincadeiras infantis vai estar lá como um dos traços mais perturbantes.
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Mar 02 2019
Zero ou 2,9,18, Sr. Presidente? Onde está a justiça nisso?
A pergunta do Sr. presidente caiu muito mal entre os professores e acabou por o deixar mal na fotografia.
Depois de no ano passado ter andado a pôr panos quentes nas negociações entre sindicatos e governo, de ter vetado o diploma 2,9,18 em dezembro, vem agora com uma espada encostar os professores à parede.
Isto do “ou comes o que te servem (fel), ou não comes nada (vinagre), faz-me lembrar uma “mãe” a falar com os seus filhos, à mesa, quando eles lhe dizem que não gostam do que têm no prato. Hoje em dia as “mães” têm a possibilidade de substituir uma refeição por outra mais agradável e não necessitam de recorrer ao “ou é isto ou passas fome”.
Sr. Presidente, os professores não são crianças e certo tipo de discurso não é aceitável, muito menos quando se fala para uma classe das mais cultas do país.
Os professores não estão a exigir nada a que não tenham direito e que não considerem justo. Porque é disso que se trata, de Justiça.
Por outro lado, entendo que queira passar a “bola” à Assembleia da República o mais depressa possível e sacudir a areia do capote, mas escusava de sacudir a areia para os olhos dos professores. O discurso foi mal escolhido. A nós, neste momento, também interessa que a AR resolva a situação que o governo não quer resolver (interessa, mas com reticências). Uma explicação, com mais pormenor, sobre as razões pelas quais quer passar a pasta, seria aceitável e cairia muito melhor.
Os professores não estão dispostos a aceitar nenhuma das opções por si enumeradas. Estão dispostos, sim, em continuar a lutar pelo que têm direito e pelo que é justo. Estão dispostos a dar o exemplo aos seus alunos e a não desistirem de uma causa justa. Ser professor também é isso.
Se promulgar o diploma do governo, como deverá fazer, não espere que os professores baixem a cabeça e aceitem. Peco-lhe, apenas, que escolha as suas palavras com mais cuidado quando o fizer.
Tal como o Sr., os professores sabem que o próximo passo passa pela AR, mas têm alguma esperança que os partidos da oposição os “acarinhem” com uma proposta de consenso, mais justa que a do governo.
Sr. Presidente, faça o que acha que tem que fazer. Os professores agirão da mesma forma.
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Mar 02 2019
Assistentes sociais a trabalhar nas escolas à espera do PREVPAP há dois anos…
“Sou uma assistente social entre os 117 assistentes sociais a trabalhar em escolas no país, encaixada no alargado grupo, de 1333 Técnicos Especializados que concorreram ao PREVPAP em 2017 e que não teve qualquer tipo de resposta por parte do Ministério da educação até ao momento.
A trabalhar em projectos TEIP e PIEF há 10 anos, passei por 11 escolas diferentes entre o norte e o sul face o atual modelo de contratação (ofertas de escola). Face há existência de programas que dependem de fundos comunitários e de vontades politicas voláteis. Em 2017 os técnicos especializados entregaram uma petição, junto do ministério da educação. A qual foi discutida em Assembleia da República e foi proposta a nossa integração nas áreas sociais e humanas no quadro do ministério da educação, que constituem o recurso que responde à realidade das escolas de hoje. Não fomos integrados, fomos aconselhados a concorrer ao PREVPAP para analisarem e podermos ser integrados. Não obtivemos qualquer resposta, até ao momento. Sabemos que aquando foi discutida a petição em assembleia da república salientaram que éramos elementos extremamente importantes nas escolas já que fazíamos a ponte entre os alunos, professores, pais e comunidade. Que graças á nossa intervenção contribuíamos para reduzir o abandono, o absentismo e aumentar o sucesso dos alunos nas escolas.
Os assistentes sociais sabem que realizam um trabalho importantíssimo com os alunos e as suas famílias, contribuindo para que os professores possam levar a cabo o cumprimento de seus programas letivos. Na verdade enquanto assistentes sociais temos uma única certeza, que anualmente somos precários, que terminado o ano letivo ficamos desempregados. Não temos grupo, carreira, nem tão pouco perspectivas futuras de vincular! A precaridade subsiste de forma iminente nas nossas vidas, devido á falta de reconhecimento pelo ministério da educação do nosso trabalho nas escolas.”
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Mar 02 2019
O Chamado Buraco Sem Fundo
Não há dinheiro, dizem eles…
Presidente do Novo Banco admite que poderá não ser a última vez que os portugueses são chamados a contribuir | Banca | PÚBLICO
O presidente do Novo Banco anunciou esta sexta-feira que a instituição vai pedir 1,15 mil milhões de euros ao Fundo de Resolução. Mais tarde, em entrevista à RTP1, António Ramalho admitiu que esta pode não ser a última vez.
1 de Março de 2019, 23:18
(…)
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