Com a publicação da portaria que fixa as vagas abertas por grupo de recrutamento e QZP, percebe-se que as previsões do blogue se confirmaram na sua maioria (relembro que os nossos números foram lançados em setembro do ano passado). A previsão considerava menos 33 vagas daquelas que a portaria fixa e foi nos grupos 100 e 110 que as diferenças mais se fizeram notar. Não se exclui neste momento ainda a possibilidade da DGAE pedir comprovativos de contratos dos candidatos indicados pelas escolas, pelo que as vagas poderão não corresponder em 100% aos candidatos indicados na 1º prioridade nas listas definitivas.

Fazendo uma análise mais pormenorizada (começando pelos QZP’s 1 a 5) pelos percebe-se um diferencial negativo maior nos QZP’s 3 e 4… esta diferença poderá resultar do facto de candidatos não terem aceite os horários onde foram colocados.

Os QZP’s 6 e 7 são aqueles onde as diferenças são maiores (e intriga-me sobretudo o 110 no QZP 7), no entanto só quando saírem as listas definitivas teremos uma melhor ideia de onde partem estas diferenças e quais os agrupamentos com mais candidatos que não surgem nas listas tornadas públicas. Claro que há outras razões que podem explicar uma parte das diferenças, uma vez que há grandes fluxos de colocações, denuncias (ou não aceitação) de contratos. A este fluxo juntam-se colocações sigilosas, decisões judiciais que alteram administrativamente as colocações conhecidas publicamente e também enganos por parte das escolas na interpretação da lei e na contagem do tempo de serviço, considerando (ou não) candidatos à 1ª prioridade e por arrasto os números das vagas publicadas hoje (5 de março).





