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Fev 28 2019
Já se conhece o questionário de consulta aos professores que as Organizações Sindicais vão promover.
Em 2018, o governo tentou impor a eliminação de 6,5 anos de tempo de serviço cumprido pelos professores. Estes, contudo, com a sua luta, evitaram o apagão. Entretanto, com o veto do Presidente da República e a aprovação do artigo 17.º da Lei do Orçamento do Estado de 2019, o governo ficou obrigado a desenvolver um novo processo negocial, que, porém, só no final de fevereiro teve lugar.
Porém, nas reuniões realizadas, o governo manteve-se intransigente na intenção de eliminar mais de 6,5 anos de tempo de serviço cumprido pelos docentes e recusou discutir as propostas apresentadas pelos Sindicatos.
A luta, neste quadro, é inevitável. Por única e exclusiva responsabilidade do governo, pode vir a afetar o normal desenvolvimento do 3.º período letivo, incluindo o conjunto de atividades previsto para o seu final. Nunca será demais lembrar que foi o governo que: recusou iniciar a negociação em tempo útil; continua a recusar a recuperação total do tempo de serviço, apesar da recomendação, nesse sentido, da Assembleia da República, do disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento do Estado para 2019 e de essa decisão já ter sido tomada na Madeira e nos Açores; continua a recusar negociar uma eventual repercussão da recuperação na aposentação dos professores.
Terminado este ano letivo, terminará também a atual Legislatura, pretendendo o governo, com o final do seu mandato, atingir a primeira parte do seu objetivo: não recuperar qualquer tempo de serviço até às eleições. Quanto ao segundo objetivo, reserva-o para o pós-eleições, se tiver condições políticas para tal: acabar com a carreira docente.
Os professores e educadores, com os seus sindicatos, não vão baixar os braços e lutarão pela recuperação total do tempo de serviço que cumpriram. Irão fazê-lo da forma que, em cada momento, se revelar adequada. Com o objetivo de definir as ações de luta concretas a desenvolver no 3.º período letivo, e porque o governo continua a adotar uma postura de intransigência, as organizações sindicais de docentes decidem levar por diante a presente consulta.
Pede-se aos colegas que respondam, de acordo com aquele que for o seu compromisso efetivo com a luta. O mais importante não é perceber o que, hipoteticamente, se deveria fazer, mas o que se poderá fazer, contando, para isso, com a real disponibilidade dos colegas para formas concretas de ação. Da parte dos sindicatos, fica o compromisso de levar aos seus órgãos de decisão as posições que resultarem desta consulta, assentando nelas as decisões sobre a luta a desenvolver e os seus tempos.
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Fev 28 2019
A Educação ao abandono
Ao longo dos últimos três anos o Governo tem sido questionado relativamente à falta de investimento na Escola Pública. Foi disso exemplo recente a dramática diminuição do investimento público prevista no Orçamento de 2019, de menos 36% face a 2015 na Educação. Refugia-se o inexistente Ministro da Educação, ora não respondendo, ora dizendo que não é verdade sem refutação objetiva, ora despindo a veste de responsável da tutela nos últimos 4 anos, acusando governos anteriores pelos maus resultados de hoje, mas curiosamente branqueando as responsabilidades do Governo de José Sócrates, o tal do “socratismo despesista” a que se referiu no último debate parlamentar o Primeiro Ministro António Costa, por sinal Ministro do dito Governo que chamou a Troika.
No passado dia 8 de fevereiro recebemos a confirmação de Bruxelas: o corte na despesa do Estado em 2019 será feito à custa da Saúde e da Educação.
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Fev 27 2019
David Justino não aceita desafio do BE para unir forças por estar julgar que poderia ser inconstitucional. Mas apela à imaginação do governo para a recuperação do tempo de serviço dos professores. (uma coisa que aprendemos é que com imaginação não se compra pão)
Se há outras formas de capitalizar os 9 anos 4 meses e 2 dias que as proponha.
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Fev 27 2019
Afinal não são 600 milhões como têm afirmado todo este tempo. Quem leu o comunicado do governo de 25 de fevereiro e tem acompanhado este “número de circo”, fica agora a saber que alguém anda a mentir com os dentes todos.
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Fev 27 2019
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/02/2019-03-08-CONVOCAT-VISEU-2019.pdf”]
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Fev 27 2019
Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário.
Despacho Normativo 3-A/2019, de 26 de fevereiro.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/02/Despacho-normativo-3-a.pdf”]
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Fev 27 2019
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Fev 27 2019
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Fev 27 2019
Professora Dulce Gonçalves também ensina os alunos a respirar e a relaxar
Começou por um aluno, ensinando-lhe técnicas de respiração e relaxamento para melhorar a concentração. Depois de conseguir resultados animadores criou o projecto “Mentes Sorridentes” e contagiou o resto do agrupamento de escolas João Villaret, em Loures, que passou a praticar “mindfulness” dentro e fora das salas de aula. Dulce Gonçalves é uma das candidatas ao prémio de melhor professor, o “Global Teacher Prize”.
(clicar na imagem)
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Fev 26 2019
Em cumprimento do disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento do Estado para 2019, realizou-se esta segunda-feira no Ministério da Educação mais uma reunião de negociação sobre a questão da recuperação de tempo de serviço dos professores.
Nesse contexto, o Governo questionou as estruturas sindicais sobre a possibilidade de apresentarem uma proposta suscetível de permitir alcançar um acordo, mas, à semelhança do que sucedeu no decurso do processo negocial mantido ao longo dos últimos dezasseis meses, os sindicatos mantiveram a sua posição de intransigência em torno dos 9 anos, 4 meses e 2 dias.
Esta exigência corresponderia a um aumento permanente da despesa de 600 milhões de euros por ano.
Por seu lado, e mesmo sem o acordo das estruturas sindicais, o Governo deu a conhecer a sua intenção de manter a solução que permite, aos docentes do ensino básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017, recuperar 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir na próxima progressão.O Governo relembra que as sucessivas leis do Orçamento do Estado entre 2011 e 2017 determinaram que nas carreiras em que a progressão se baseasse essencialmente no tempo de serviço este não seria contabilizado e a sua recuperação não fazia parte do Programa do Governo. O compromisso de descongelamento das carreiras foi cumprido, incluindo para a carreira docente. Apesar disso, o Governo não deixará de mitigar os efeitos do período de congelamento, tendo por referência uma visão integrada do sistema de emprego público, num paralelismo com a diversidade de carreiras e dos respetivos mecanismos de desenvolvimento remuneratório.
Recorde-se, neste âmbito, que nas carreiras gerais um módulo padrão de progressão corresponde a 10 pontos, que em regra são obtidos ao longo de 10 anos, enquanto na carreira docente o módulo padrão é de 4 anos. Assim, dado que os 7 anos de congelamento correspondem a 70% do módulo de uma carreira geral, 70% de 4 anos na carreira docente correspondem, de forma similar, a 2 anos, 9 meses e 18 dias.
O Governo foi a única parte que se moveu, estando disponível para aumentar a despesa em 200 milhões de euros por ano, sem impor nenhuma contrapartida aos sindicatos.
Com a negociação hoje iniciada, o Governo cumpre o artigo 17.º da LOE 2019, tal como já havia cumprido o disposto no artigo 19.º da LOE de 2018. Ambos os preceitos remetem a consideração do tempo para processo negocial, com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis.
No atual quadro legislativo, financeiro e económico, as condições referidas permitem mitigar os efeitos do congelamento, medida que, mesmo sem acordo, o Governo cumprirá.
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Fev 26 2019
O Tiago tem um Crachá
Bonito como a noite
Mais belo que o dele não há
E usa-o como açoite
O Tiago tem um Crachá
Trá-lo no coração
E é só o que nos dá
O resto tira-nos com a outra mão
O Tiago não gosta de outro Crachá
Acha-o feio e intransigente
Esquece-se que também há
Outra opinião diferente
O Crachá do Tiago é prepotente
A mais ninguém interessa
Mas o Tiago, indiferente
Não nos ouve, nem conversa…
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Fev 26 2019
Selecione o aviso que pretende consultar:
Aviso de abertura e vagas – versão publicada
Aviso de abertura – versão para consulta
Vagas – versão para consulta:
Educação Pré-Escolar, 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, Educação Moral e Religiosa Católica e Educação Especial
3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário
Ensino Artístico/Ensino Vocacional da Música
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Fev 26 2019
E juntarem-se, organizarem-se e redigirem uma proposta a apresentar na AR? Se necessitarem de uma mão, muitas estarão disponíveis. Basta haver vontade.
Esquerda e direita acusam o Governo de não cumprir a lei com os professores
BE, PCP, PSD e CDS criticam Governo que mantém proposta de recuperar cerca de três anos de tempo de serviço e diz que abriu negociações para ouvir sindicatos. Está em causa cumprimento do OE. À esquerda e à direita do PS afirma-se que não é isto que determina a Lei do Orçamento de Estado de 2019. Quanto a posições futuras no Parlamento, as certezas à direita já não são tantas.
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Fev 26 2019
Foi publicada a Portaria que procede à regulamentação das modalidades educativas de ensino individual e de ensino doméstico.
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Fev 25 2019
Leiam e assustem-se…
É esta máfi@ que governa a República das Bananas.
Os quatro F que apoiam Tomás Correia no Montepio: Futebol, Fado, Fátima e a alínea f – ECO
Quem tem medo de Tomás Correia? – ECO
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Fev 25 2019
Quando perdeu cada português com a introdução do euro? ‘Think Tank’ alemão calcula impacto – O Jornal Económico
Nos 20 anos desde a entrada em vigor da moeda única europeia, cada português ficou cerca de 41 mil euros mais pobre (ou teve um impacto negativo nesse montante), de acordo com um estudo do think-tank alemão Centre for European Policy, publicado esta segunda-feira.
No estudo “20 Years of the Euro: Winners and Losers”, os economistas Alessandro Gasparotti und Matthias Kullas concluíram que a Alemanha foi o país que mais beneficiou do impacto do euro por habitante, com cada alemão a ter beneficiado cerca de 23 mil euros. No extremo oposto da tabela e atrás de Portugal, estão França e Itália, com um impacto negativo de cerca de 56 mil e 74 mil euros por habitante, respetivamente.
“Portugal beneficiou apenas marginalmente do euro nos primeiros anos após a sua introdução. Nos anos seguintes, o euro levou cada vez mais a perdas de prosperidade”, explicam os economistas, que apontam para uma maior perda global na zona euro. “Agregado, deu origem a uma queda na prosperidade de 424 mil milhões de euros no total ou 40.604 per capita”.
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Fev 25 2019
Crianças de Vila do Bispo ganham prémio nacional de educação financeira
O projeto “Sonhamos e … rimos”, da sala 2 do Jardim de Infância de Vila do Bispo, venceu o prémio nacional de educação financeira “Todos Contam”.O concurso “Todos Contam” distingue os melhores projetos de educação financeira a implementar nas escolas portuguesas no ano letivo 2018/2019 e é promovido pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros – Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões – e pelo Ministério da Educação, através da Direção-Geral da Educação e da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional.
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Fev 25 2019
Escolas obrigadas a encerrar por reforço insuficiente de auxiliares – Correio da Manhã
Falta de funcionários faz com que estabelecimentos sejam obrigados a fechar portas.
Os 1067 funcionários que o Governo anunciou que vai contratar para as escolas não chegam para colmatar as carências, avisam os diretores.
“Estou em crer que não serão suficientes. É uma medida positiva mas insuficiente”, refere Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep), que efetuou um inquérito sobre a falta de auxiliares nos 811 agrupamentos do país. Os resultados serão anunciados em breve: “cerca de 200 agrupamentos responderam, o que permitirá extrapolar para a realidade a nível nacional”.
Na Escola Básica do Santo Condestável, Lisboa, os pais queixam-se de que chega a haver uma auxiliar para 230 alunos. Na EB1 Vale de Alcântara, Lisboa, a escola já teve de encerrar quando faltou uma auxiliar para vigiar 80 crianças. Ambas pertencem ao agrupamento Manuel da Maia, que recusou prestar esclarecimentos.
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Fev 25 2019
Mas isso é por França onde a luta é a sério e não há cá contemplações. Por cá os professores não podem, porque, imediatamente, surgem os defensores da justiça de todos os outros menos dos professores.
Continuem a brincar às lutas do proletariado e qualquer dia ganham o ordenado mínimo.
“20 valores para todos”: professores franceses em protesto dão notas máximas aos alunos
Todos os alunos recebem 20 valores, a nota máxima. Pelo menos é isso que os professores franceses têm inserido no sistema informático. Na sala de aula, no entanto, as avaliações verdadeiras são apontadas nos trabalhos e nos testes, assim como é dito a cada um dos jovens. A ideia é a de “bloquear o sistema” porque professores e alunos estão em protesto contra as mudanças nos exames nacionais que dão acesso ao ensino superior.
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Fev 25 2019
Negociações entre Governo e sindicatos de professores motivam confronto entre deputada Joana Mortágua e o ministro da Educação.
O Bloco de Esquerda avançará com uma apreciação parlamentar se o Governo produzir legislação que não contemple a contagem total do tempo de serviço dos professores.O parlamento tem capacidade de intervenção e essa capacidade, no caso da bancada do Bloco de Esquerda, vai traduzir-se numa apreciação parlamentar ao decreto-lei que não reconhecer o tempo integral de serviço aos professores, como é justo”, avisou, esta sexta-feira, no parlamento, a deputada Joana Mortágua.
A deputada bloquista defende que a reposição pode ser faseada no tempo, como aconteceu nas Regiões Autónomas: “Se foi possível nos Açores e se foi possível na Madeira, porque é que não será possível negociar o mesmo com o senhor ministro?”
Na reacção o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, acusou Mortágua de estar a tentar ameaçar o Governo: “Eu entro nas negociações sem nenhum tipo de ameaça.”
Brandão Rodrigues disse ainda que o Bloco de Esquerda está a colocar em causa a “boa-fé” do Governo nesta negociação, advertindo: “A minha boa-fé negocial não é fazer aquilo que a senhora deputada gostava que eu fizesse.”
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Fev 25 2019
Nada que não se esteja à espera. Com declarações como esta, adivinha-se a intransigência por parte do governo em não ser justo com os professores.
Despachem o triste espetáculo e sigam para tribunal.
Negociações com professores. Costa baixa expectativas
O primeiro-ministro vê com baixas expectativas um eventual acordo entre o Governo e os professores. No dia em que são retomadas as negociações por causa do tempo de serviço congelado, António Costa regista a intransigência dos sindicatos.
“Eu acho que as declarações do senhor Mário Nogueira foram muito… enfim, deixaram-nos pouca esperança de que a postura negocial seja diferente daquela intransigência que tem caracterizado a postura sindical sobre este tema e, portanto, se houver intransigência, há coisas em que não nos podemos substituir aos sindicatos
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Fev 25 2019
Concede tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos, no dia 5 de março de 2019
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Fev 25 2019
A intransigência para uns é a justiça de outros…
Governo apreensivo com ultimato de Mário Nogueira
Na véspera do arranque de nova ronda negocial entre o Governo e os professores, Mário Nogueira mostrou “intransigência”. O executivo afirma-se com “grande apreensão”.
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Fev 24 2019
A DGAE pediu a um conjunto de professores que se pronunciasse sobre a prioridade que lhes permitiu concorrer ao concurso de professores 2018/2019 (fica em baixo um exemplo que me chegou) e a notícia vinculada ontem pela Fenprof dá mesmo a entender que algumas destas colocações podem vir a ser anuladas.
Se tal vier mesmo a acontecer será a primeira vez que vejo que um conjunto de professores que viram considerado o seu tempo de serviço para efeito de 2.ª prioridade, sendo que alguns deles até vincularam, que poderão ver essa prioridade desaparecer, com efeitos retroativos.

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Fev 23 2019
Porque as reuniões fora do horário estão aí à porta…

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Fev 23 2019
Eu não duvido da “boa- fé” do Tiago, tal como não duvido do sucesso de um tratorista (profissão muito digna) ao tentar fazer uma rinoplastia.
A verdade é que o Tiago não decide nada, a Alexandra nada decide e o João está fora disto. Quem se deve sentar à mesa das negociações com os professores e qualquer outra classe profissional é o Centeno. No que diz respeito a carreiras, descongelamentos, reposicionamentos e recuperações, o Centeno é que decide, todos os outros seguem um guião previamente fornecido.
Não estando o Centeno diretamente envolvido, na negociação do tempo e da forma de recuperação do tempo de serviço docente, será como estar numa sala cheia de papagaios e araras.
No parlamento o tema já foi mote para umas”carícias” entre o Tiago e a dita oposição. Voltaram a prometer-lhe uma apreciação parlamentar, quando o que lhe deviam ter dito, era que quando a ILC fosse ao parlamento se uniriam e votariam a favor da mesma (já nem falo em apresentarem uma proposta, conjunta, semelhante à da Madeira ou à proposta dos sindicatos). Talvez assim ele baixasse a crista (por um ou outro momento) e tivesse vontade de voltar a investigar. Também conversaram sobre a execução orçamental de 2018 para a Educação, ficamos a saber que se investiu mais no metropolitano de Lisboa que em educação em Portugal. A taxa de execução orçamental de 2018 na Educação foi de apenas 32,5%.
Ainda ontem foi anunciado num relatório da União Europeia que Portugal vai ter que cortar mais 236 milhões de euros nos gastos com a saúde e educação. A saúde está de rastos (não se convençam que a greve dos enfermeiros é a causa disso), quem tem o azar de ter necessidade de ir a umas urgências constata isso. A falta de material, de pessoal, de equipamentos atualizados entre muitas outras coisas, salta à vista. Na Educação, a falta de material atualizado é mais do que conhecida, as escolas mais antigas caem aos bocados, as novas aos bocados caem, os equipamentos são remendados vezes sem conta (há escolas do 1.º ciclo que ficam meses sem fotocopiadora, e tinteiros para impressora são um bem que passou a não ser necessário, porque ou não funciona a impressora ou deve estar prestes a ser “cativada”). Não vão ser as medidas anunciadas para a contratação de pessoal não docente que vão resolver o problema, nem aumentar o investimento (a medida em pouco ultrapassará os 9 milhões anuais, falando em vencimentos ilíquidos). Como se vai cortar na educação? Aí é que entra o João Costa, com os DL 54.º e o 55.º. As retenções vão ser diminutas e como sabemos a poupança dar-se-á naturalmente, entre 50 a 60 milhões de euros anuais (estas são as contas bem feitas, outras que por aí andaram são puros delírios). Podem também poupar nos manuais, no próximo ano “oferecem” os manuais digitais poupando milhões e sendo ecologistas. Caso isso não baste, podem sempre começar a cortar no pessoal docente ou “prometer-lhes” uma nova carreira de sonho e dando-lhes o inferno.
A verdade é que, no dia 25 de fevereiro, a única coisa que deverá acontecer será uma falsa demonstração de boa-fé e 120.000 professores a ver passar os “aviões”.
A mania das cativações do Centeno terão um peso elevado a pagar no futuro de toda uma função pública, os professores serão, apenas, mais uma parte do bolo.
Enquanto isto acontece, continua-se a resgatar bancos (já não lhes chamam resgate, mas não passa disso mesmo), mil milhões para este, 600 milhões para aquele, prejuízos no outro, crédito ruinoso naqueloutro. O Zé manda umas postas de pescada, mas não entende que o estão a prejudicar nos seus direitos básicos. Não percebe que, para ele, a austeridade ainda vigora, apenas mudou de cara e o discurso se tornou mais suave.
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Fev 23 2019
Professora Fátima Pinto desvaloriza resultados do ranking das escolas – Linhas de Elvas
Projeto “Mais Atitude Positiva” aprovado no progrma 7ª Geração do Programa Escolhas
Estudantes de Celorico de Basto recebem instrução sobre o mercado de trabalho – Jornal A VERDADE
Vanessa Sofia ficou em segundo lugar em concurso – Gazeta Das Caldas
Grupo de alunos da Secundária promove Passeio Solidário de BTT – O Amarense
Alunas de Turismo levaram cães da GNR à escola – O Amarense
Vereação aprova 50 mil euros para as escolas do concelho | Diário da Região Setubalense
No Rómulo há uma escola que cria pequenos cientistas
Paredes de Coura: Crianças e jovens já preparam a Feira da Troca de Sementes do próximo sábado
AEFN esquia na Serra da Estrela ~ Foz ao Minuto
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Fev 22 2019
Morte de aluno em aula de ginástica [Educação Física] leva associação a pedir lista de escolas com desfibrilhadores – Atualidade – SAPO Lifestyle
O aluno ainda foi assistido por uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que realizou manobras de reanimação durante 20 minutos, transportando depois o jovem para o Hospital de S. João, onde foi declarado o óbito.
A Associação de Proteção e Socorro (APROSOC) questionou hoje a Assembleia da República sobre quais as escolas e recintos desportivos que têm desfibrilhadores, na sequência da morte de um aluno num estabelecimento de ensino em Espinho.
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Fev 22 2019
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Fev 22 2019
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Fev 22 2019
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 22.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 25 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 26 de fevereiro de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Fev 22 2019
Ministro não revela se vai apresentar nova proposta aos professores
As propostas “são feitas em sede negocial”, respondeu o ministro da Educação, esta sexta-feira, no Parlamento, à deputada do BE sobre as negociações com os professores que serão retomadas na segunda-feira. “Entro naquelas negociações sem nenhum tipo de ameaça” e “de boa fé”, frisou Tiago Brandão Rodrigues.
“As propostas são feitas em sede negocial e são feitas de boa fé”, respondeu o ministro, sublinhando que essa disponibilidade não significará que faça o que sindicatos e partidos desejam.
Joana Mortágua introduziu o tema no debate de urgência sobre investimento na Educação agendado pelo PSD, esta sexta-feira, ao perguntar ao ministro se vai levar nova proposta para a mesa negocial. Tiago Brandão Rodrigues começou por responder que o Governo vai cumprir as negociações impostas pelo Orçamento do Estado, tal como em 2018. Mas face à insistência da deputada bloquista de que a garantia de boa fé “não acrescenta um milímetro” ao processo e que o BE pedirá a apreciação parlamentar de qualquer decreto-lei do Governo que não reconheça a recuperação integral do tempo de serviço congelado, o ministro respondeu que não questiona os mecanismos do Parlamento mas pediu a Joana Mortágua para não pôr “em causa a negociação sindical”.
Os professores, recorde-se, reivindicam a recuperação de nove anos, quatro meses e dois dias de serviço congelado. As negociações em 2018 terminaram sem acordo, com a aprovação de um decreto do Governo que previa a recuperação de dois anos, nove meses e 18 dias de serviço para os professores que progredissem a partir de janeiro de 2019. O diploma foi chumbado pelo Presidente da República, devido às novas negociações impostas pela lei do Orçamento do Estado para 2019.
“Se foi possível nos Açores e na Madeira, porque não é” no Continente?, questionou Joana Mortágua, referindo-se à recuperação integral do tempo congelado já promulgada nas regiões autónomas. O BE, tal como os sindicatos de professores, sublinhou a deputada, defendem a solução encontrada na Madeira: a recuperação faseada do tempo até 2025.
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