Maio 2017 archive
Mai 03 2017
Blogoesfera – Purga
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Mai 03 2017
Concordo Em Absoluto
E quando era pai, professor e presidente de uma Associação de País numa das escolas do meu Agrupamento e do meu filho sempre recusei fazer parte de qualquer órgão electivo no próprio agrupamento, tanto como professor como pai. Apenas para que os papeis nunca se confundissem.
No entanto não deixei de recusar cargo no Conselho Municipal de Educação, enquanto pai, porque a sua função ia num campo diferente da tomada de decisões interna do agrupamento.
Pais que são professores devem ficar fora dos conselhos gerais das escolas, diz PSD
Proposta define novas regras para eleição de quem integra o órgão máximo dos agrupamentos escolares e é votada na sexta-feira, no Parlamento.
Os pais e encarregados de educação que sejam professores ou funcionários no mesmo agrupamento de escolas frequentado pelos filhos não devem ter lugar nos respectivos conselhos gerais. A proposta é do PSD e faz parte de uma conjunto de regras para a escolha dos representantes das famílias no órgão máximo das escolas básicas e secundárias que aquele partido incluiu num projecto de lei que é votado na sexta-feira, no Parlamento.
O PSD entende que é necessário “clarificar” a forma como são escolhidos os representantes dos encarregados de educação nos conselhos gerais das escolas. “O movimento associativo dos pais teve um crescimento e um amadurecimento muito grande nos últimos anos, que agora permite avançar para um aprofundamento”, justifica o deputado Amadeu Albergaria.
Esta proposta surge poucos dias depois de o PÚBLICO ter noticiado que há problemas na forma como os encarregados de educação estão a ser designados em vários conselhos gerais — e que podem pôr em causa a validade dos actos realizados por estes órgãos, entre os quais figuram as eleições dos directores escolares.
A proposta do PSD estabelece que as associações de pais se devem reunir previamente para apresentar a proposta dos nomes dos pais que serão seus representantes dos encarregados de educação no conselho geral, num encontro marcado especificamente para o efeito. Estes representantes são eleitos em assembleias de encarregados de educação. Os membros eleitos devem ainda integrar representantes de todos os ciclos de ensino ministrados no agrupamento. O projecto de lei do PSD refere também que a acta da assembleia terá que mencionar os nomes dos representantes eleitos e suplentes e ser entregue ao presidente do conselho geral, devendo ser arquivada em dossier próprio do órgão (um dos problemas que têm sido detectados é a não existência de actas da eleição dos representantes dos pais).
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Mai 03 2017
Começa Com 6
… e muito em breve os tentáculos vão alastrar-se.
Ministério autoriza seis escolas a inovar para pôr fim aos chumbos
Além da prometida flexibilização curricular que irá avançar num conjunto de escolas a partir de setembro, há seis agrupamentos que já receberam este ano letivo carta branca do Ministério da Educação para irem mais longe e testar novos modelos de organização escolar e de ensino com o objetivo de acabar com os chumbos. Trata-se dos agrupamentos de Freixo (Ponte de Lima), Cristelo (Paredes), Marinha Grande Poente (Leiria), Fernando Casimiro Pereira da Silva (Rio Maior), Vila Nova da Barquinha (Santarém) e Boa Água (Sesimbra).
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Mai 03 2017
Sobre os Impressos Cobrados em Matrículas nas Escolas Públicas
Fica aqui esta resposta do Ministério da Educação a um pedido de esclarecimento da CNIPE.
Exm.º Sr. Presidente da Direção da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação,
Tendo presente o exposto por V.ª Ex.ª na mensagem infra, independentemente das nossas diligências a desencadear junto do estabelecimento de ensino visado, os estabelecimentos de ensino são remetidos para o cumprimento do estabelecido no Decreto-Lei nº 176/2012 de 2 de Agosto, que regula o regime de matrícula e de frequência no âmbito da escolaridade obrigatória, dispõe no seu artigo 3º que:
1 — No âmbito da escolaridade obrigatória o ensino é universal e gratuito.
2 — A gratuitidade da escolaridade obrigatória traduz–se na oferta de ensino público com inexistência de propinas e na isenção total de taxas e emolumentos relacionados com a matrícula, inscrição, frequência escolar e certificação, dispondo ainda os alunos de apoios no âmbito da ação social escolar, caso sejam cumpridos os prazos determinados.(…)
Com os melhores cumprimentos,
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Mai 03 2017
Portaria 150/2017 (Regularização dos Vínculos Precários)
Foi publicada hoje a portaria que deixa de fora os professores na regularização dos vínculos precários.
Portaria que estabelece os procedimentos da avaliação de situações a submeter ao programa de regularização extraordinária dos vínculos precários na Administração Pública e no setor empresarial do Estado
3 — A presente portaria não abrange:
a) Carreiras em relação às quais exista legislação reguladora da integração extraordinária de pessoal que exerça funções correspondentes a necessidades permanentes dos órgãos ou serviços;
b) Situações de exercício de funções que, por força de legislação específica, só são tituladas por vínculos de duração limitada.
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Mai 03 2017
Como As Falsas Notícias Provocam Arrepios
Desde ontem que tenho recebido inúmeros alertas para uma notícia onde se diz que no dia 12 de Maio não vai haver tolerância de ponto nas escolas.
Obviamente que é uma notícia falsa e para isso basta ver em que consiste o conteúdo do site…
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Mai 03 2017
Opinião – Santana Castilho – A imbecilidade das provas para crianças de sete anos
O Plano Nacional de Reformas e o Programa de Estabilidade, dois instrumentos que em nada destoam da ortodoxia financeira do anterior Governo, santificaram a Geringonça aos olhos dos mercados. A oportunista tolerância de ponto do próximo dia 12 vai conferir-lhe uma oportuna bênção da Igreja. E não são apenas um PSD sem imaginação e um PCP e Bloco dependentes da minoria maioritária que Costa engendrou, a partir da rejeição quase universal de Passos Coelho, que garantem a aparente paz política reinante. Essa paz é resultado, também, da placidez subalterna de vários sectores profissionais, mansos agora porque os senhores feudais mudaram. A Educação é disto paradigma destacado.A 19 de Abril, em Coimbra, o ministro da Educação disse que a redução do número de alunos por turma ia abranger 200 mil estudantes. O ministro mentiu, porque a redução se aplica apenas aos anos iniciais de ciclo das escolas TEIP. Nesses anos, não chegam a 70 mil os alunos matriculados. Se não procurasse iludir incautos, teria dito que a medida se aplica apenas a 70 mil de um universo existente de quase um milhão e 200 mil alunos.Começaram ontem e prolongar-se-ão até 9 de Maio as provas nacionais, obrigatórias, para os alunos do 2º ano do ensino básico, relativas às denominadas Expressões Artísticas e Físico-Motoras. É sabido, público e notório, que muitas escolas de 1º ciclo jamais ofereceram aos seus alunos ensino nas áreas agora submetidas a provas. Essas escolas nem sequer possuíam os materiais necessários para as organizar. Pediram-nos emprestados ou receberam-nos depois de acções de emergência, de aquisição, por parte das respectivas câmaras ou juntas de freguesia.O secretário de Estado da Educação sugeriu que as provas foram decididas por “impressões” colhidas em conversas com professores e em visitas que realizou e disse que servem para “tirar uma fotografia ao sistema” e para perceber “se um aluno teve ou não condições para realizar as tarefas“. Sucede que a Lei 31/2002 aprovou um sistema de avaliação, contínuo, estável e sistemático, compreendendo a autoavaliação e a avaliação externa das escolas que, entre outros objectivos, tem o de produzir “uma informação qualificada de apoio à tomada de decisão”. Acontece que o Despacho nº 13342/2016 reforçou as disposições daquela lei e estabeleceu, por remissão, que a avaliação em análise devia “contribuir para a regulação da educação, dotando os responsáveis pelas políticas educativas e pela administração das escolas de informação pertinente”. Ocorre que o ministério tem um sofisticado sistema de informação (MISI) que visa “facultar aos organismos centrais a informação necessária para a prossecução das suas atribuições”. Tudo visto, verifica-se que estão disponíveis milhares de páginas produzidas pelas escolas e pela IGEC, que dizem o que o secretário de Estado vai concluir.O secretário de Estado da Educação garantiu que “a partir de agora vamos ter dados sistemáticos sobre o que existe”. Mas as provas não serão objecto de qualquer registo documental. Nem escrito, porque são práticas, nem áudio ou vídeo porque, imagino eu, seria logisticamente impraticável. Apenas teremos as classificações que, no acto, dois professores atribuirão aos examinados.Obtendo o pleno pós-moderno para esta rematada imbecilidade, os enunciados destas provas do século XXI foram previamente divulgados para garantir, disse o secretário de Estado da Educação, a equidade.Provas para crianças do 4º ano, de 9 anos, que só existiam em dois países da Europa, foram condenadas no tempo de Nuno Crato e eu pertenci ao grupo. Mas provas para crianças do 2º ano, de 7 anos, inexistentes em toda a Europa, ainda por cima com uma exposição pessoal que pode ser vexatória, parecem pacíficas em maré da Geringonça. Mas eu não estou no grupo.In “Público” de 3.5.17
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Mai 03 2017
Sai um PPIP
Diário da República n.º 85/2017, Série II de 2017-05-03
- Data de Publicação:2017-05-03
- Tipo de Diploma:Despacho
- Número:3721/2017
- Emissor:Educação – Gabinete do Secretário de Estado da Educação
- Páginas:8324 – 8325
- Parte:C – Governo e Administração direta e indireta do Estado
- SUMÁRIO: Autoriza a realização de projetos-piloto de inovação pedagógica (PPIP), em regime de experiência pedagógica, durante três anos escolares
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Mai 02 2017
Em 10 anos 40.000 novos “escravos” de uma ideia de vinculação
Segundo este ensaio de Alexandre Homem de Cristo, nos próximos dez anos as vagas possíveis de “quadro” poderão ser superiores a 10.000. Uma visão “animadora” para quem tem a esperança de algum dia ser professor do quadro. Resta-nos saber em que condições isso pode vir a acontecer. Será que a municipalização em curso não terá nada a dizer? Será que a aposta na precariedade docente em relação a outros funcionários públicos continuará? Em que carreira serão esses “novos” docentes integrados? Há muitas questões por responder… Mas isso serão outras lutas e pelo que tenho visto, ouvido e lido, ninguém está disposto a ir à luta por condições de trabalho. Têm a esperança que um lugar de quadro ou ao lado de casa tudo possa resolver. Enganam-se!!! Neste campo é o tudo ou nada, se assim não for continuarão escravos da incerteza, mas contentes e infelizes por serem Quadro de qualquer coisa.
So what? Cinco ideias a reter sobre o número de professores nas escolas
Primeiro: a redução do número de professores nos últimos anos, em particular sob o Programa de Assistência Económica e Financeira, foi muito elevada e não tem paralelo na administração pública. Em pouco mais de 10 anos, as escolas perderam 40 mil professores, forçando-as à adaptação a uma nova realidade de gestão de recursos e de organização interna. O que nem sempre se conseguiu alcançar em tempo útil, prejudicando as condições de trabalho dos professores e o ambiente nas escolas.
Segundo: a demografia conta, mas a redução do número de professores foi, antes de tudo, uma opção política de redimensionamento da administração pública da Educação. As contas são simples de fazer: a diminuição do número de professores superou (e muito) a diminuição de alunos, pelo que não é possível justificar uma coisa com a outra. O debate é, portanto, se essa opção política fez ou não sentido. Os dados comparados, a partir de rácios alunos/professor, sugerem que sim, mas não são suficientemente fiáveis para avaliações definitivas.
Terceiro: apesar da contestação de que foi alvo, a redução do número de professores no sistema educativo consolidou-se. Em queda há mais de 10 anos, com particular incidência nos anos da troika, os últimos anos foram de consolidação (e não de inversão da tendência) dessa redução de quadros da Educação. Ou seja, face à tendência actual de contratação e às políticas educativas em curso, a opção política não passa por regressar ao passado (i.e., recuperar os 40 mil postos de trabalho que desapareceram), mas sim por consolidar a redução que se aplicou, estabilizando-a.
Quarto: uma das consequências da menor contratação e redução dos quadros na Educação foi o crescente envelhecimento da classe docente. A situação actual é particularmente aguda, com cerca de um terço de professores em vias de se reformar no espaço de 10 anos. É uma realidade que se sentirá sobretudo ao nível do 2.º ciclo, do 3.º ciclo e do ensino secundário, com ênfase nas disciplinas principais (nomeadamente português).
Cinco: vai ser necessário vincular muitos novos professores aos quadros, para compensar as saídas de professores para a reforma – um número que, em 10 anos, pode ascender aos 40 mil professores. A situação é extremamente previsível e, no entanto, não parece existir uma estratégia para assegurar uma adequada substituição – em número e em qualidade da formação – dos professores que saírem do sistema educativo.
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Mai 02 2017
A Consolidação da Permuta Deverá Ser Possível
E logicamente que é assim que deve ser. pois já neste artigo tinha dito que a não Consolidação da Permuta ía Contra o Princípio de Confiança no Estado e como tal poderia ser declarado Inconstitucional.
Resta agora que esta portaria venha a ser negociada com os sindicatos e publicada em Diário da República..
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Mai 02 2017
Projeto de Portaria – Permutas
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Mai 02 2017
As críticas da FENPROF às Provas de Aferição
Levantam-se as vozes críticas em relação às Provas de Aferição do 2º ano. A organização das provas de expressões tem-se demonstrado bastante complexa por muitas e variadas razões, o número de profissionais envolvidos, o material inexistente nas escolas e que teve que ser “emprestado” por outras, o encerramento de estabelecimentos escolares durante os dias de prova, entre muitas outras. A Fenprof até reclama o pagamento de trabalho extraordinário e os seus sindicatos vão disponibilizar minutas para os professores requererem o pagamento do trabalho realizado.
Provas aferidas no 1.º Ciclo começam hoje
Inicia-se hoje o período destinado no calendário escolar à realização de provas aferidas no 2.º do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Recorda-se que estas provas decorrerão entre 2 e 9 de maio (áreas das Expressões), 19 de junho (Português) e 21 de junho (Matemática).
Como tem afirmado, a FENPROF reconhece a importância de aferir o sistema educativo e, por isso, congratulou-se com o fim dos exames e a realização de provas de aferição. Contudo, olhando agora para a forma como todo o processo está a ser preparado, a ideia que fica é que acabaram os exames do 4.º ano, mas foi criada uma espécie de exames para os alunos do 2.º ano. Se esta foi a opção dos responsáveis do Ministério da Educação ou resulta de velhos vícios dos dirigentes do IAVE é o que falta saber…
A FENPROF identifica um conjunto de aspetos que critica no processo que se inicia hoje:
- O exagero de recursos humanos, facto bem patente no número de professores implicados – aplicadores, classificadores, interlocutores e supervisores – retirando a este processo toda a naturalidade que deveria ter;
- A utilização de materiais, equipamentos e espaços que não existem nas escolas para desenvolvimento do currículo, o que reforça o caráter artificial do processo, tendo o ME, inclusivamente, sido obrigado a apresentar alternativas com vista à realização das provas;
- A necessidade de serem introduzidas alterações profundas no funcionamento das escolas, levando milhares de alunos não implicados nas provas a ficarem sem aulas durante 3 ou 4 dias ou, em muitos casos, a sobrelotarem as salas em que outros professores trabalham com as suas turmas;
- Há alunos que têm de se deslocar para uma escola diferente da sua, a fim de realizarem as provas, sendo os pais obrigados a garantir a deslocação;
- A sobrecarga, ainda maior, dos horários de trabalho de docentes implicados neste processo que são obrigadas a acompanhar a realização das provas, mantendo-se intacta toda a restante atividade prevista para aqueles dias. Nestes casos, a FENPROF considera que, aos professores, deverá ser pago como serviço extraordinário todo o que acrescer à atividade já programada. Nesse sentido, os Sindicatos da FENPROF disponibilizarão minutas aos seus associados para que requeiram, na respetiva escola, esse pagamento.
A FENPROF lamenta que uma avaliação/aferição, cujos objetivos se pretendem orientados para a qualidade do processo educativo, devendo decorrer da forma mais natural possível, se revista de uma encenação que causa perturbação nas escolas, transformada que está numa espécie de exames.
Espera a FENPROF que, o que se passar este ano, sirva, essencialmente, para o Ministério da Educação identificar os erros que estão a ser cometidos e, assumindo as suas responsabilidades, desde logo, apetreche as escolas dos recursos que lhes são devidos ao longo de todo o ano e, simultaneamente, corrija os procedimentos que estão a ser adotados.
O Secretariado Nacional da FENPROF
2/05/2017
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Mai 02 2017
Oficialmente, Só Sabem Se o Concurso Foi Validado
… quando abrir a fase do aperfeiçoamento (a partir das 10 horas do dia 4 de Maio até às 18 horas do dia 8 de Maio).
Até lá o estado da candidatura vai ser sempre dado como Submetido.
A escola de validação tem até amanhã às 18 horas para proceder à validação das candidaturas, se não quiserem esperar pelo dia 4 a única forma de saberem o estado da candidatura é perguntar a quem valida se houve algum problema com a candidatura.
Mas podem perfeitamente evitar ligar para a escola e aguardar pelo dia 4 de Maio.
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Mai 02 2017
E O Milagre Acontece
Com os professores de fora.
Precários do Estado começam a ser avaliados em poucos dias
Portaria que dá início à primeira fase do programa de regularização dos vínculos precários na Administração Pública e Setor Empresarial do Estado já foi assinada e será publicada ainda esta semana.
Os precários do Estado vão começar a ser avaliados em poucos dias, a partir de 11 de maio.
O pedido é feito às comissões de avaliação, a criar em cada ministério, para que avaliem cada situação e averiguem se os trabalhadores reúnem condições para aceder à segunda fase do programa para serem integrados na Administração Pública e Setor Empresarial do Estado.
A portaria que dá início à primeira fase do programa de regularização dos vínculos precários já foi assinada e será publicada ainda esta semana.
No entanto, os serviços do ministério do trabalho têm estado a desenvolver a plataforma informática, na qual os trabalhadores poderão submeter o requerimento e obter mais informações sobre o processo online.
O diploma define concursos e prazos para a integração dos trabalhadores precários, que correspondem a necessidades permanentes no Estado.
O Governo não define número máximo de trabalhadores a integrar, mas o relatório divulgado pelo executivo sobre os precários indica 109 mil trabalhadores nesta condição.
Recorde-se que o Executivo socialista decidiu alargar o programa de regularização de precários a todas as carreiras da função pública, da administração direta e indireta do Estado, o que vai de encontro às exigências de Bloco de Esquerda e PCP. Mesmo as que têm regras próprias de vinculação serão abrangidas e só os professores ficarão de fora porque estão abrangidos por um concurso de vinculação extraordinária.
Portugal é, de resto, um dos países com mais precários na Europa. Ganham menos que aqueles que têm um contrato sem termo e representam mais de 20% do universo de trabalhadores por conta de outrem, muito acima da média europeia.
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Mai 02 2017
E Começam Hoje as Provas de Aferição do 2º Ano
Não sei se algumas escolas não irão fazer as provas por falta de condições, mas sei que muitos alunos de outros anos de escolaridade e escolas vão mesmo estar encerradas, pois os aplicadores são professores que leccionam turmas que não se encontram nas provas. Alguns deles do 2º ciclo até.
Podem deixar aqui alguns relatos de como as provas estão a decorrer nas vossas escolas e como esta prova, que decorre até ao dia 9 de Maio, está a perturbar o normal funcionamento das aulas
Provas de aferição podem privar alunos de aulas
Até dia 9 de maio, pode haver alunos do 1.º Ciclo sem aulas por causa das provas de aferição. Sexta-feira ainda havia escolas sem todo o material para a realização dos testes.
A partir desta terça-feira e até dia 9 pode haver alunos de 1.º Ciclo sem aulas ou com alterações “substanciais” nos horários devido às provas de aferição a Expressões, que vão ser feitas por cem mil alunos do 2.º ano. Os alunos do 2.º Ciclo também podem ter “furos” devido à afetação dos seus professores para acompanharem as provas.
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Mai 01 2017
Amanhã Começa a Treta
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Mai 01 2017
Certificação de Tempo de Serviço – Sem fim à vista…
E-mail que me chegou a denunciar os atrasos na certificação do tempo de serviço.
Gostaria de partilhar consigo e com todos os seus milhares de seguidores, uma situação que se passa com muitos colegas do ensino particular e cooperativo e que nos está a tirar o sono já há vários meses.
Esta estória tem alguns condimentos de surrealismo e de ridículo.
- No ano letivo 2015/2016 a certificação de tempo de serviço era feita pela DGEST, funcionava em 5 distritos do país e afetava 25 funcionários.
- No ano letivo 2016/2017 a certificação passou a funcionar na Avenida 24 de julho) não de forma presencial como era feita até aqui, mas sim através da plataforma SIGRHE e passou a afetar apenas 5 funcionários.
O número de requerimentos pendentes ultrapassa os 2000 e o tempo médio de espera ultrapassou o inimaginável, isto é, o fim do prazo de Candidatura ao Concurso Nacional 2017/2018 – as 18 horas do dia 24 de abril.
No meu caso, o requerimento eletrónico que fiz contínua em análise, ou melhor, em banho-maria, há meses.
Concorri sabendo, e tendo sido aconselhado pela tranquila e simpática funcionária da linha de apoio ao Concurso 2017/2018, após ter ficado horas a fio a darem-me música (literalmente) que a minha certificação não iria ser feita a tempo e horas por culpa da escassez de recursos humanos (ipsis verbis), e que a minha solução seria usar o período de aperfeiçoamento da candidatura para recorrer da certificação que tarda em aparecer…e caso se esgote este expediente, nas palavras da atenciosa senhora, tenho ainda a possibilidade de me socorrer do período de recurso. Parafraseando aqui o ator e apresentador Fernando Mendes…ESPECTÁCULO!
Brincadeiras à parte, a inépcia na cerificação do tempo de serviço para os colegas do EPC por parte da DGAE vai resultar na invalidação das candidaturas, em angústia e chatices que poderiam com um pouco de sensatez e boa vontade ser evitadas.
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Mai 01 2017
Divulgação – AtrapalhArte
Porque um dia sem rir é um dia perdido.
Contacto: Atrapalharte Produções Teatrais – Coimbra
Tel. 918 109 347
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Mai 01 2017
Nem uma palavra sobre o descongelamento dos professores
Muito se lê sobre a promessa de descongelamento da função pública. A data de janeiro de 2018 foi apontada como sendo de viragem, de descongelamento. Mas parece que já não será bem assim, será faseada ou coisa que o valha. O que interessa, dizem uns, é que vai acontecer.
Há funcionários que podem subir dois escalões na tabela salarial
Governo determina que quem não foi avaliado receberá um ponto por cada ano que falhou. Recolha de informação sobre impacto das progressões já começou.
Enquanto há quem já sonhe em subir DOIS escalões (que não sonhem muito), os professores continuam na esperança de serem bafejados com qualquer coisinha…
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