Nem uma palavra sobre o descongelamento dos professores

 

Muito se lê sobre a promessa de descongelamento da função pública. A data de janeiro de 2018 foi apontada como sendo de viragem, de descongelamento. Mas parece que já não será bem assim, será faseada ou coisa que o valha. O que interessa, dizem uns, é que vai acontecer.

Há funcionários que podem subir dois escalões na tabela salarial

Governo determina que quem não foi avaliado receberá um ponto por cada ano que falhou. Recolha de informação sobre impacto das progressões já começou.

 

Enquanto há quem já sonhe em subir DOIS escalões (que não sonhem muito), os professores continuam na esperança de serem bafejados com qualquer coisinha…

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32 comentários

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    • Anonimo on 1 de Maio de 2017 at 15:35
    • Responder

    Há professores a mais em Portugal

    Se a Natalidade diminui drasticamente, logo menos necessidade de Escolas e de Professores. É este o caminho que o Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda para a educação em Portugal na sua última análise sobre o estado da economia.

    https://www.imf.org/external/pubs/ft/scr/2015/cr15127.pdf

    Em Portugal há, de facto, excesso de professores. Dá-se um pontapé numa pedra e sai um professor.

    A “Lei da Oferta e da Procura” estão em total desequilíbrio, não se justificando qualquer tipo de aumento salarial e muito menos de mudanças de escalão.

      • Miguel on 1 de Maio de 2017 at 17:07
      • Responder

      Quem é você?
      “Número de nascimentos aumenta pelo terceiro ano seguido. Em 2014 registaram-se 83.100 nascimentos, em 2015 85.056 e em 2016 87.577 (Jornal Económico, 2017).
      Existe falta de professores em Portugal. Pelo menos para que o ensino seja de qualidade, com horas de apoio para os alunos mais necessitados, horas para que se possam planear aulas decentes, em vez de serem gastas com burocracias inúteis. Para a próxima, informe-se antes de afirmar coisas sem sentido. Ah, e de nada serve citar o FMI, cujo objetivo é delapidar os recursos do país, cortando seja onde for, sem olhar a consequências.

        • Anonimo on 1 de Maio de 2017 at 17:52
        • Responder

        Amigo Miguel

        Agora pergunto eu: Quem é você? Um ignorante com toda a certeza.

        Então!…O meu amigo acha que a Natalidade está a aumentar! Não diga asneiras.

        Aqui está um gráfico com a Evolução da Taxa de Natalidade em Portugal e a respectiva projecção da PORDATA.

        http://static.wixstatic.com/media/22a236_7684ff06554f47f3870de725bc8bbe4e.png/v1/fill/w_620,h_283/22a236_7684ff06554f47f3870de725bc8bbe4e.png

        • Anonimo on 1 de Maio de 2017 at 18:10
        • Responder

        Amigo Miguel

        Dedique-se à leitura e reflexão

        Quantos bébés nascem em Portugal?

        1960 – 213.895
        1970 – 180.690
        1980 – 158.309
        1990 – 116.321
        2000 – 120.008
        2001 – 112.774
        2002 – 114.383
        2003 – 112.515
        2004 – 109.298
        2005 – 109.399
        2006 – 105.449
        2007 – 102.492
        2008 – 104.594
        2009 – 99.491
        2010 – 101.381
        2011 – 96.856
        2012 – 89.841

        São precisos mais “professores”??????????

        http://barrigasdeamor.pt/wp-content/uploads/2014/03/24032014_manha_I.jpg

          • Miguel on 1 de Maio de 2017 at 18:45

          Não me lembro de sermos amigos, portanto não se dirija a mim como “amigo” nem se atreva a chamar-me ignorante. Não conseguiu desconstruir nada do que eu disse, visto que apresenta dados até 2012, sendo que o primeiro gráfico que apresenta se trata de uma “estimativa”, que não se verificou, como pode ver nos dados que apresentei. Mais informo que não precisa de responder, pois não me darei ao trabalho de responder a anónimos. Saudações.

          • Anonimo on 1 de Maio de 2017 at 19:16

          Amigo Miguel

          Aqui estão os dados que lhe fazem falta para não regurgitar o alimento já mastigado por uma esquerda sindical anquilosada.

          Quantos bebés nasceram em Portugal?

          2012 – 89.841
          2013 – 82.787
          2014 – 82.367
          2015 – 85.058
          2016 – 87.577
          2017 – ????????????

          São precisos mais “professores”??????????

          Além disto, devo dizer-lhe que os professores em Portugal estão demasiadamente bem pagos.

          • José Oliveira on 1 de Maio de 2017 at 21:37

          De certeza que não sabe quanto ganha um professor! Demasiado bem pagos?!!! Então para si deviam ganhar o salário mínimo!

          • Anonimo on 1 de Maio de 2017 at 21:57

          Penso ter visto bem.

          Aqui estão os Vencimentos dos Professores em 2017

          http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/10/vencimento.jpg

          • Meg on 1 de Maio de 2017 at 22:35

          Isso são as tabelas antes de descontos. O 1 índice onde está a grande maioria dos professores ganha pouco mais de 1000 euros. Acha isso muito? Os assistentes técnicos se tivessem que dar um dia de aulas metiam baixa o resto do mês.

          • Anonimo on 1 de Maio de 2017 at 22:53

          Acha 1000 Euros um Vencimento baixo??????

          Certamente que não sabe o que é viver com as atuais reformas dos pensionistas de 200 e 300 euros.

          Já vi que se está a referir a esta Tabela. Mas os Licenciados profissionalizados possuem um salário elevado (mesmo contratados). O valor é de 1.373,12 Euros iliquido.

          http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/01/vencimentos-2016-2.png

          • Ana on 1 de Maio de 2017 at 23:57

          Há cerca de 30.000 professores (desempregados) e aguardar uma oportunidade de entrarem para os quadros.

          Neste momento há também milhares de jovens a frequentar licenciaturas vocacionadas para o ensino.

          Existem ainda uns milhares que tendo Licenciaturas vocacionadas para o ensino desistiram de entrar no sistema público e optaram por outros empregos ( call center, caixas de hipermercados, superfícies comerciais, etc.)

          O paradoxo é terem subido a idade da aposentação. Bloquearam o sistema completamente.

          E os jovens docentes?

          • marta on 2 de Maio de 2017 at 1:22

          Se é para ser demagógico porque não fala de quem vive com o rendimento mínimo de subsistência? Mas se verificar esses têm habitação social, não pagam água, luz, gás, escola dos filhos. Nós pagamos tudo, mais rendas para casa extra porque o local de trabalho nem sempre é onde está a nossa residência fixa, mas gasolina, mais material para trabalhar.

          • Pedro on 2 de Maio de 2017 at 16:49

          O Srº anónimo queria dizer que os professores estão demasiado repletos de tarefas burocráticas, além de dar aulas.

          • Anonimo on 2 de Maio de 2017 at 17:33

          Não deviam estar “repletos de tarefas burocráticas”. Isto é trabalho administrativo.

          Qual o papel dos “auxiliares de acção educativa” e dos “assistentes técnicos” nas Escolas?…..

          O que estão lá a fazer os restantes funcionários da Escola. Qualquer dia os professores limpam as “salas de aula”. Que eu saiba os professores são pagos para leccionarem as matérias para as quais estão habilitados e não para fazerem trabalho administrativo (de secretaria).

          • Carlos Bico on 2 de Maio de 2017 at 1:14

          Bem pagos???? Não percebi??? Sou professor do Grupo 540 e o nosso papel como professor é transmitir conhecimentos e não DAR educação, porque essa vem de de casa, coisa que os PAIS NÃO SABEM O QUE É. Pelos vistos o senhor não sabe o que é andar com a casa às costas pelo país fora…. Eu ganho com o subsidio de alimentação cerca 1100€.

          Vamos às contas agora:
          – tenho que usar o meu carro o que implica o desgaste dele, oficina e revisões (€€ por ano ??? nem sei e não vale a pena fazer contas), gasóleo (cerca de 250€) 1100€-250€=850€ restantes;
          – prestação da casa, luz, água (280€) 850€-280€=570€ restantes
          – Ficar longe de casa, alugar um quarto, luz, água, no mínimo 300€ 570€-300€=270€ restantes …..
          – Comida …… o resto…. Fico endividado…. o que vale é o ordenado da esposa

          E ainda diz que os professores são bem pagos?? Quando ouço isto faço logo a pergunta, não quer vir dar aulas? Respondem logo nem pensar…… isso é para os professores…..

          Hoje em dia o professor é UMA AMA SECA dos meninos mal educados….. O que interessa aos paizinhos hoje em dia, é descarregar os filhos na porta da escola e que os professores os aturem…..

          Nesta profissão chego à noite e quem me dera ligar à massa, ver televisão, descansar a CABEÇA, mas não posso, tenho que preparar as aulas para o dia seguinte e sempre com os nervos à flor da pele, porque aquele(s) aluno(s) mal educado boicotou as minhas aulas e NÓS PROFESSORES NÃO PODEMOS FAZER NADA.

          Devia ser como antigamente, um par de estalos bem dados e na altura certa e resolvia-se as coisas…. MAS ALTO, NÃO POSSO FAZER ISTO…. levo porrada dos alunos, dos pais e tenho um processo às costas e rua…. fico sem emprego…

          Faço esta pergunta, NÃO QUER VIR DAR AULAS??? Depois no fim conversamos…

          • Joana Sousa on 2 de Maio de 2017 at 17:37

          Face a estes números da natalidade é caso para perguntar para que serve uma Vinculação Extraordinária de cerca de 3.000 professores contratados?

          Entra outro Governo e vai tudo para o “quadro de disponíveis”.

  1. Então porque mantém os professores mais velhos, especialmente no 1º ciclo e Educadores. A partir dos 60 anos é desadequado trabalhar com alunos tão novos.
    http://duilios.wordpress.com

      • disqus_vyV9g4nfp9 on 1 de Maio de 2017 at 18:42
      • Responder

      Desculpe lá, mas os professores mais velhos estão em todos os ciclos e não apenas no 1º ciclo.

    • Comentador Residente on 1 de Maio de 2017 at 21:45
    • Responder

    As questões são as seguintes:

    Justifica-se aumentar o salário dos Professores?

    Justifica-se desbloquear a progressão na carreira dos Professores?

    O mercado de trabalho rege-se pelas Leis do Mercado, isto é, resulta da oferta e da procura de mão-de-obra (neste caso, de professores).

    Tal como já foi referido em comentários anteriores o que se verifica é um excesso de oferta (de professores) em relação à procura. Quando a oferta aumenta e a procura diminui (fruto da diminuição do número de alunos) o preço de mercado (valor do ordenado dos professores) deve baixar e, se tal não ocorrer, estamos perante mecanismos artificiais que, mais dia, menos dia, tendem a ser ajustados.

    Bom! Atendendo às Leis do Mercado os salários dos Professores deviam era Baixar.

    Numa outra perspetiva de análise, podemos dizer que os professores estão assoberbados de trabalho. Será isto verdade?

    Na realidade os professores têm vindo progressivamente a desempenhar (além da atividade docente) funções de cariz administrativo, nomeadamente “tirar faltas de alunos”, “registar faltas”, “enviar correspondência aos encarregados de educação”….., ou seja, tarefas de cariz administrativo que há uns anos eram desempenhados pelos “contínuos” (agora designados de “auxiliares de acção educativa”).
    Estas tarefas básicas podiam e deviam ser desempenhadas pelos funcionários administrativos que se encontram sentados à frente de um computador (no facebook) nas secretarias das Escolas. Portanto, isto não é argumento para aumentos salariais.

    Numa outra perspectiva podíamos afirmar que estamos perante uma mão-de-obra qualificada (os professores são licenciados e mestrados de bolonha). Também aqui o argumento não colhe porque, neste momento, muitos licenciados no sector privado entram a ganhar 600 Euros e os professores 1300 Euros, o que é uma diferença muito significativa.

    Por fim, há ainda a dizer que a carreira docente contraria toda a lógica das organizações. Na generalidade das empresas temos uma estrutura em pirâmide. Nos professores é o inverso, vai tudo até aos escalões de Topo.

    Conclusão: Os professores não devem ter qualquer aumento salarial e devem manter a sua carreira congelada.

      • Nuno Costa on 1 de Maio de 2017 at 21:50
      • Responder

      Sócio tu precisas é que te enfiem um rabo de raia pelo cu acima!!! Monte de merda!!!

        • Nuno Costa on 1 de Maio de 2017 at 21:52
        • Responder

        O que eu não dava para te ter aqui à minha frente….podíamos discutir os aumentos salariais….

          • Comentador Residente on 1 de Maio de 2017 at 22:01

          Caro colega Nuno Costa

          Estou a vê-lo muito nervoso e atrevido. Será falta de argumentos?

          Leia. Mas leia muito porque lhe faz falta. Só dessa forma consegue argumentar e manter um diálogo civilizado.

          • Nuno Costa on 1 de Maio de 2017 at 22:08

          Eu dava-te uma bela dose dose de atrevimento “colega”, disso não duvides 🙂

          • Comentador Residente on 1 de Maio de 2017 at 22:09

          Caro Nuno Costa

          Começo a duvidar que alguém que se diz “professor” não consiga escrever mais de 2 linhas….

          É esta a sua argumentação?

          • Nuno Costa on 1 de Maio de 2017 at 22:11

          Tudo no campo da literatura, obviamente 😀

      • comentadora on 2 de Maio de 2017 at 11:01
      • Responder

      Caro comentador residente
      Um bom comentador deve ter os seus dados atualizados ou o comentário reveste-se de verdadeira nulidade. Também nas escolas existe uma estrutura em pirâmide, sendo cada vez mais difícil progredir para os escalões mais elevados. Tendo em conta a sua análise, na maioria das profissões os seus profissionais deveriam ganhar quase nada (já agora porque não voltar à escravatura???!!!) uma vez que há um excesso de advogados, gestores, economistas, engenheiros, arquitetos. Por exemplo, pelas suas palavras não faz sentido haver gestores a ganhar 5000 euros ou mais por mês com tanta oferta de gestores no mercado de trabalho (lei da oferta e da procura)

        • Comentador Residente on 2 de Maio de 2017 at 15:05
        • Responder

        Ilustre Comentadora

        Quando refere que “Também nas escolas existe uma estrutura em pirâmide, sendo cada vez mais difícil progredir para os escalões mais elevados”. comete um «erro de palmatória» porque não corresponde à verdade.

        Ilustre Comentadora fique sabendo que 30% dos docentes ocupam os escalões remuneratórios superiores (7º/8º e 9º escalões) da carreira docente fruto de um envelhecimento acentuado que se faz sentir entre os professores da Escola Pública.

        Como sabe o travão colocado à ascenção de todos ao topo da carreira é relativamente recente e só peca por tardio na medida em que em qualquer organização a estrutura é piramidal.

      • Margarida on 2 de Maio de 2017 at 20:10
      • Responder

      Estou sem palavras… há muito tempo que não via tanta infámia… Então há um desequilíbrio entre alunos e professores? O índice de nascimentos é baixo… bem , por esta lógica, quando estes futuros alunos, forem futuros cidadãos deste país, haverá excesso de médicos para tão poucos portugueses. Por esta ordem de ideias, há que repensar o vencimento dos médicos, como serão já em número desproporcional, se calhar a medida certa é também baixarem os respetivos vencimentos. Ah, gostaria de saber se há algum notável (professor) que esteja no 10º escalão, deve ser um dinossáurio… Francamente, comparar as tarefas dos professores a funcionários de empresas! Santa Ignorância!!!

  2. Eis as palavras da “Mafaldinha” que nunca foram tão atuais, basta ler os presentes comentários para as comprovar:
    “Há cada vez mais gente e cada vez menos pessoas”

      • Comentador Residente on 2 de Maio de 2017 at 15:10
      • Responder

      Ilustre colega professor(a)

      Sei que na falta de argumentos refugiamo-nos em frases feitas. É mais fácil, mas não é bom porque isso espelha a falta de “classe” de uma classe que o deveria ser de facto.

      É pena que os docentes se tenham desorientado na sua afirmação social enquanto classe profissional.

      1. Excelso Comentador Residente
        Deixe-me adivinhar… já deu aulas, sabe como funciona o sistema e agora dedica-se à área da Economia, porque a experiência no ensino lhe correu demasiado bem. A nivelar, é por baixo… ganhemos todos mal e seremos um povo melhor, com certeza.
        Dado que a base do seu raciocínio assenta na lei da oferta e da procura, para ir refletindo, ficam aqui os dados dos PORDATA respeitantes aos alunos matriculados no ensino secundário público até 2015:
        http://www.pordata.pt/Portugal/Alunos+matriculados+no+ensino+secund%C3%A1rio+p%C3%BAblico+total+e+por+modalidade+de+ensino-1015
        Pelos visto, não é linear a relação entre os dois parâmetros.
        Irá a descida da natalidade refletir-se no nº de alunos no futuro? Certamente. Mas se quer comparar a Educação a uma indústria, compare-a com as melhores e verá que é nestas onde o trabalho dos seus agentes é reconhecido e remunerado condignamente.

          • Comentador Residente on 3 de Maio de 2017 at 22:28

          Ilustre colega

          Acertou em cheio. Conheço muito bem o funcionamento do Sistema (nas vertentes publico, privado e cooperativo), nomeadamente os seu protagonistas (directores, professores, auxiliares de acção educativa, assistentes técnicos…).

          A vida numa Escola Pública é um autentico “filme” no que diz respeito a elementos de ineficiência organizacional. Dou-lhe exemplos: Diretores sem o mínimo de preparação em gestão, Professores a realizarem trabalho administrativo que é competência de funcionários administrativos e de auxiliares de acção educativa; Reuniões de Departamento, de grupos disciplinares, de Conselhos Pedagógicos cujo conteúdo espremido é igual a zero….enfim um desastre completo no caso de se tratar de uma organização privada.

          Quanto à lei da oferta e procura ela aplica-se a qualquer bem ou serviço e, por isso, referi o caso da mão-de-obra (no caso, os professores).

          Como certamente sabe, neste momento, o mercado está em completo desequilíbrio no que diz respeito aos “professores”.

          Quanto ao número de professores necessários ao sistema publico de educação não tenha ilusões. Vão ser necessários muito menos docentes do que actualmente. A demografia joga em desfavor dos docentes.

          Há apenas um elemento positivo para os jovens docentes que tem a ver com o facto de termos um corpo docente envelhecido e, por isso, muito próximos de uma situação de aposentação o que irá libertar bastantes postos de trabalho.

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