Ou seja, as Autoras irão ser inseridas na 1ª prioridade e passam a QZP, com efeitos a partir de 01/09/2015.
Vale sempre a pena lutar pelo que temos direito… são necessárias mais umas sentenças destas para se poder aplicar a jurisprudência…
Jan 08 2016
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Jan 08 2016
Para cada um ler e verificar as novidades quanto à realização de provas de aferição e afins…
mas ficamos já a saber que,
Os processos de aferição realizam-se antes da conclusão de cada ciclo, de modo a poder agir atempadamente sobre as dificuldades detetadas.
No 2.º ano (1.º Ciclo);
No 5.º ano (2.º Ciclo);
No 8.º ano (3.º Ciclo);
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/01/avaliacao_provas-aferição.pdf”]
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Jan 08 2016
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Jan 08 2016
Quase tudo temas de interesse dos professores e das escolas.
E começa logo com o restabelecimento dos feriados.
| Reunião Plenária |
| DIA 8 janeiro (sexta-feira) | HORA 10:00 |
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Jan 08 2016
… o SIPE desaparece.
Porque a sua função enquanto sindicato, é formar os professores para as BCE.
AH, Afinal não!
Porque a sua alternativa consiste no reforço da formação dos professores
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Jan 07 2016
Agregados com dois titulares, casados ou não casados, com rendimentos mensais até 2000 euros pagarão menos 51,55% de sobretaxa
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Jan 07 2016
De acordo com a seguinte distribuição sexista, onde ainda é feita uma separação por género.
Mas o mal é do próprio Diário da República que separa o género, não meu ok?
o Aviso com as aposentações do mês de Fevereiro encontra-se aqui.
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Jan 07 2016
Após a Reserva de Recrutamento 16 (lembro que as reservas de recrutamento após 31 de Dezembro saem apenas para os docentes dos quadros) ainda existem 85 docentes dos quadros por colocar.
Como se devem ter apercebido, apenas a partir de hoje começaram a surgir em abundância horários em contratação de escola. E isto porque os pedidos das escolas devem em primeiro lugar passar pela reserva de recrutamento para verificar se existem docentes dos quadros por colocar.
É justo, mas em muitos grupos de recrutamento e QZP isso é praticamente inútil e só vai atrasar a colocação dos professores nas turmas que estão sem professor.
Veja-se o quadro 2 e verifique-se que há grupos de recrutamento que nunca tiveram docentes sem componente lectiva e outros que desde a reserva de recrutamento 2 ou 3 já não têm docentes por colocar.
Bastava que que a DGAE fizesse uma lista de grupos de recrutamento e QZP onde estão docentes por colocar e não permitisse que esses horários entrassem directamente em contratação de escola. Quanto aos restantes, acho que não vale a pena andarem a atrasar as colocações para se passar por um processo inútil.
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Jan 07 2016
É amanhã. Ainda quero ver… se a “boa vontade” que “todos” os grupos parlamentares mostraram em junho, se mantém.
Este assunto já aqui foi comentado. Amanhã veremos…
(Obrigado Júlio, pela lembrança)
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Jan 07 2016
E a partir de agora já devem aparecer mais horários em contratação de escola.
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Jan 07 2016
Hoje, o jornal Público, publicou mais uma peça em que se fala dos exames no nosso país. É bastante esclarecedor no que diz respeito ao impacto que estes têm na avaliação “final” dos nossos alunos. Esclarece, também, sobre o que se passa noutras paragens, atirando por terra certas e determinadas “opiniões” que circulam por aí e quase se tornaram uma verdade de tanto serem ditas…
Qual o impacto dos exames do ensino básico nas notas finais dos alunos? Pequeno. Pouca gente leva para casa uma nota negativa no final do ano por causa das provas nacionais. Este é um ponto central no relatório técnico que acompanha a proposta de parecer que o Conselho Nacional de Educação (CNE) debate nesta quinta-feira, em Lisboa, sobre os projectos de lei que acabam com os exames do 1.º ciclo (do PCP e do BE). Mas o documento do CNE vai mais longe: avalia as consequências dos testes nacionais também no 2.º e 3.º ciclos. Exemplo: nos últimos dez anos de exames no 9.º ano (com estes a valerem 30% da nota final), apenas 1,9% dos alunos avaliados tiveram negativa a Matemática por culpa da prova nacional. Em Português o impacto foi ainda menor: 0,4%.
…
Só três países têm exames
O relatório do CNE passa ainda em revista o que se passa noutros países. E explica que dos 39 que forneceram informação à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a avaliação externa, só em três existiam, no ano lectivo passado, exames nacionais no 1.º e 2.º ciclo. Portugal era um deles. Estava acompanhado pela Bélgica francófona e pelos Estados Unidos.
(clicar na imagem)
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Jan 07 2016
… de visualizações do blogue desde 12 de Dezembro de 2010, data em que o blogue passou para este novo domínio.
Nestes 1.852 dias foram deixados 92.070 comentários a 10.472 artigos.
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Jan 07 2016
O Ministério da Educação acaba de confirmar a intenção de propor o fim da BCE como mecanismo de colocação de professores para as escolas TEIP e com contrato de autonomia.
A FNE sempre considerou este mecanismo desajustado e sem condições para resolver os problemas de rapidez na colocação de professores, para substituição de docentes temporariamente ausentes do serviço. Considerou sempre também que este mecanismo não respeitava regras de transparência e de equidade no tratamento dos candidatos. Aliás, já o modelo anterior a este e com o mesmo objetivo sofria de idênticas insuficiências.
A FNE sublinha que este procedimento só diz respeito à colocação de docentes que forem necessários em cada ano letivo para garantir o funcionamento daquelas escolas, e por insuficiência dos respetivos quadros. É que estes continuam a ser preenchidos através do concurso nacional que coloca os candidatos em função da sua graduação profissional e das suas preferências. Trata-se, portanto, de respostas limitadas em termos de necessidades por escola e em termos de duração da respetiva contratação.
Por outro lado, nas escolas que não são nem TEIP nem têm contrato de autonomia, as necessidades do mesmo tipo são preenchidas através do recurso a outro mecanismo e que é designado por reserva de recrutamento. Só esgotados os candidatos é que se abre procedimento por cada escola para supressão de necessidades que ocorram.
Estamos assim em presença de dois modelos de colocação de professores, mas com os mesmos objetivos.
O que se entende é que estes mecanismos têm de obedecer a dois requisitos fundamentais: em relação aos alunos, devem permitir que a substituição de um docente seja realizada o mais rapidamente possível, para que aqueles vejam cumprido o direito a terem professor em todas as áreas em cada dia do ano letivo; em relação aos professores, deve respeitar critérios transparentes e de equidade.
Ora, no momento em que o Ministério da Educação decide extinguir a BCE, é necessário que seja aberto um processo negocial que vise a determinação do modelo de funcionamento de concursos que permita a colocação dos docentes que forem necessários em todas as circunstâncias de funcionamento do ano letivo. E é neste quadro que a FNE não deixará de intervir, não deixando de cruzar os direitos dos alunos com os direitos dos professores, os quais, no âmbito da administração pública nacional, devem ver reconhecidos o direito a procedimentos claros e justos, o que tem como única solução o recurso à utilização em todas as fases da lista graduada nacional de candidatos.
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Jan 07 2016
Opinião diferente tem associação nacional directores de escolas, que faz apelo ao ministro da Educação: há tempo para promover um debate nacional sobre como escolher os melhores professores, antes de tomar uma decisão.
Como fazer chegar os professores mais adequados às salas de aula é assunto sobre o qual directores dos estabelecimentos de ensino e sindicatos têm ideias diferentes. Mas todos se congratulam com o fim da Bolsa de Contratação de Escolas (BCE) anunciado pelo Governo. Agora é preciso definir o que se segue e “o tempo está a ficar curto”, para que tudo corra bem na preparação do próximo ano lectivo, avisa João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE). O sindicalista avança desde já a ideia central que levará para as negociações com o ministério de Tiago Brandão Rodrigues, que ainda não têm data marcada: “No nosso país o único modelo de colocação que dá confiança às pessoas é o da lista graduada nacional.”
Ou seja, os docentes devem ser todos escolhidos com base em critérios objectivos: tempo de serviço, nota final de curso e avaliação de desempenho — como de resto se aplica no concurso nacional que visa o preenchimento dos quadros das escolas, lembra Dias da Silva. A BCE, recorde-se, visava apenas contratar professores para “necessidades residuais” e temporárias das escolas.
A BCE foi um mecanismo criado em 2014 para preencher alguns lugares docentes nas escolas e agrupamentos que têm contratos de autonomia com o ministério e nas escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária. Este mecanismo permitia-lhes escolher o perfil do professor a contratar, em função do seu projecto educativo.
“Uma escola poder colocar 2 ou 3 dos seus professores com autonomia é insignificante. Qual é o director que diz que se sentiu mais autónomo por causa da BCE?” — questiona João Dias da Silva.
Filinto Lima, presidente da Associação Nacional Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas responde com outra pergunta: “A lista graduada nacional é a solução para termos nas escolas os melhores professores?” Acredita que não.
Mas sobretudo, este representante dos directores escolares, pede ao ministério que antes de decidir o que quer que seja promova um debate nacional. “Estamos em Janeiro. Estamos a tempo. Estamos a falar de um dos aspectos mais importantes do sistema educativo: a escolha dos professores. A verdadeira autonomia era as escolas escolherem com base no currículo e em entrevistas e ponto final. Mas sei que estamos longe de conseguir fazer isso.”
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Jan 06 2016
Como em breve vai ser discutido com as organizações sindicais o Orçamento de Estado para 2016 e pelos vistos também faz parte dessa reunião o congelamento das carreiras (progressões) da Administração Pública, é bom relembrar que caso apenas seja descongelada a carreira da Administração pública em 1 de Janeiro de 2018, todos os trabalhadores nessa altura estarão congelados para efeitos de progressão 9 anos e 4 meses.
No caso dos docentes, para além de terem a sua progressão condicionada ao tempo de serviço, têm também a sua avaliação condicionada a essa progressão, não se passa o mesmo para quem é avaliado pelo SIADAP que vai amealhando pontos para uma futura progressão.
Os 9 anos e 4 meses de serviço são para muitos docentes dos quadros já mais de metade de todo o seu tempo de serviço na Administração Pública.
Se vai ser discutida a progressão nas carreiras e o congelamento dessas progressões é bom que alguém se lembre de recuperar todo o tempo de serviço congelado para um futuro próximo.
Já nem falo de ser entregue todo esse tempo de uma só vez, mas de forma faseada.
Se porventura por cada ano de serviço fosse recuperado uma percentagem do tempo perdido seria feita a reposição desta injustiça criada a quem trabalhou e suportou este período de crise.
Fica o desafio.
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Jan 06 2016
Em conselhos de docentes cada vez mais populosos será normal que as atas e o tempo gasto neles estejam em crescimento…
Cada vez que me falam em Mega agrupamentos vem-me ao pensamento o número de docentes que os integram. Recordo-me do comentário de um colega, pioneiro nestas andanças, que me esclareceu de como era uma reunião em que se juntavam 86 colegas, o caos… ou como alguém referiu, antes do Natal, “É uma Mega insanidade estarem 75 almas numa reunião de departamento…”
É comum, nos nossos dias, encontrar conselhos de docentes com 60 profs. ou mais. Redigir uma ata, ou organiza-la, é um ato de coragem, dado o número de solicitações, alterações de última hora, pequenas incongruências que se detectam e que o cansaço deixou passar. Tentar que o texto seja fluido e coerente torna-se, muitas vezes, uma tarefa hercúlea, digna de um pequeno deus da escrita.
Os professores que na ânsia de mostrar o trabalho desenvolvido se excedem e escrevem “de tudo”. As referências a tudo que a “inspeção” pode querer ver, ou não, escrito.
O incrível é que a “dita” não exige o mesmo em todos os agrupamentos. Nuns, exige mais do que noutros…uma marota, essa inspeção… e com isto as atas são um gasto de papel que, a troika na próxima vez nos vai obrigar a cortar.
Depois temos aqueles colegas, sim, aqueles… que na hora de falar querem dizer de tudo, já para não falar naqueles que escrevem de tudo (é o máximo a ler algumas atas). Falam dos problemas dos alunos pormenorizando a tal ponto, que ficamos a saber o número do calçado que as crianças levam diariamente para a escola. Mas que me interessa saber que, a encarregada de educação foi falar com a professora sobre a tia que foi viver lá para casa porque o namorado a deixou? Mas que raio… se somarmos uma intervenção por cada prof. presente, temos dezenas de intervenções. Se houver muitos “daqueles” temos reunião para umas horas de sofrimento…penso que ainda vou assistir a uma reunião onde o tempo de exposição dos “problemas” seja limitado como na AR… e vou ouvir:
– Senhor Professor, o seu tempo terminou.
– Vou terminar, Senhor Coordenador…
Esta insanidade resolvia-se muito bem, mesmo dentro dos Maga agrupamentos, mas isso, são assuntos para outra conversa…
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Jan 06 2016
A última alteração à Lei n.º 113/2009, de 17 de setembro, publicada no Diário da República de 24 de agosto, obriga “a entidade empregadora ou responsável pelas atividades” “a pedir anualmente a quem exerce a profissão ou atividades cujo exercício envolva contacto regular com menores” um certificado de registo criminal e a ponderar a informação constante do mesmo na aferição da idoneidade para o exercício das funções.”
(Clicar na Imagem)
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Jan 06 2016
Procedimento concursal para constituição de reserva de recrutamento de pessoal docente do ensino português no estrangeiro, para o cargo de professor. Informa-se os interessados que se procedeu à divulgação da matriz da prova de conhecimentos. Aqui.
(clicar na imagem para consultar matriz)
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Jan 06 2016
Mas do poder ao vir… vai um grande caminho!!!
“A seguir aos feriados, pode vir aí regresso dos 25 dias de férias.
O Executivo liderado por António Costa admite vir a discutir na concertação social o regresso dos 25 dias de férias consoante a assiduidade do trabalhador.
Isso mesmo disse ao Diário Económico fonte oficial do Ministério do Trabalho, convicta de que o tema “poderá eventualmente vir a ser discutido pelos parceiros sociais no âmbito da Comissão Permanente da Concertação Social”.”
(clicar na imagem) in Noticias ao minuto
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Jan 06 2016
Divulgo um concurso que ensina qualquer pessoa a transformar a sua ideia num negócio viável, mesmo que não tenha qualquer formação em empreendedorismo ou gestão.
Quem sabe se não vos pode ser útil.
O site do Acredita Portugal é este e a inscrição para o concurso está na imagem seguinte.
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Jan 06 2016
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Jan 05 2016
Números e factos da educação no final de 2015 » Educare – O Portal de Educação
Visão | Educação: Sabemos mais e melhor?
Educação – Aprender a ler mais cedo: a pressão do sucesso começa no pré-escolar – DN
As presidenciais e a educação – PÚBLICO
Avaliar professores é fácil? – PÚBLICO
Afinal nem todas as despesas de educação entram no IRS – Jornal de Negócios
As novas regras para o IRS na educação – Jornal de Negócios
Sindicatos aplaudem fim da Bolsa de Contratação de Escola – RTP Notícias
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Jan 05 2016
Apenas espero que não exista vontade de voltar ao tempo das entrevistas e dos critérios manhosos para substituir a BCE.
Já aqui dei a minha opinião sobre este e outros concursos.
Se o Ministro da Educação quer fazer de facto algo mais rápido e eficaz então deve ter um único concurso em funcionamento, e o melhor de todos é sem dúvida alguma a Reserva de Recrutamento a funcionar durante todo o ano lectivo.
O Ministério da Educação e da Ciência confirma que, no próximo ano letivo, já não se irão realizar os polémicos concursos que causaram enormes problemas em 2014
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, prepara-se para dar sequência a mais uma exigência unânime dos sindicatos de professores, acabando com as Bolsas de Contratação de Escola (BCE).
A notícia foi avançada esta tarde pela Antena 1, tendo já sido confirmada pelo gabinete do ministro. Em resposta enviada ao DN, o Ministério da Educação considera que “este modelo claramente não funcionou”, lembrando que “a média de espera para contratação de um professor é de 21 dias”. Assim, acrescenta, ” é necessário encontrar um modelo mais eficaz, em sede negocial, de modo a, conforme o previsto no Programa de Governo, valorizar a função docente”.
As Bolsa de Contratação de Escola (BCE) foram lançadas, em 2014, pelo então ministro Nuno Crato e – paradoxalmente – tinham como objetivo dar resposta às queixas dos representantes dos professores, que acusavam os diretores de escolas com contrato de autonomia ou estatuto de Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP) de fazerem concursos à medida dos docentes que pretendiam recrutar para os seus estabelecimentos, definindo critérios de prioridade como ter dado aulas no estabelecimento no ano anterior.
A intenção era juntar todas as vagas das escolas TEIP e com autonomia – cerca de 300 agrupamentos – numa única listagem, à qual concorriam todos os interessados. Essa lista, à qual os professores podiam concorrer a partir de julho, combinava os critérios das chamadas listas graduadas (antiguidade, nota final de curso e avaliação de desempenho), usados pelos restantes 600 agrupamentos nos concursos nacionais, com um leque de outros critérios, definidos pelo Ministério, do qual as diferentes escolas podiam escolher os que mais se adaptavam às suas necessidades.
Mas tudo correu mal no modelo. Em primeiro lugar, um erro na fórmula matemática que combinava os indicadores das listas graduadas e os critérios específicos – erro esse que o Ministério inicialmente não assumiu – adulterou as listas de colocações, com alguns docentes a ultrapassarem outros que estavam centenas de posições à sua frente. Em consequência, Nuno Crato teve de suspender as listagens, anular a colocação de professores que já estavam a dar aulas e, com o ano letivo em curso, refazer todas as contas.
Seguiu-se outro problema – este, causado não por um erro matemático mas pela própria conceção da BCE: casos de professores que chegaram a ser colocados em mais de uma centena de vagas diferentes, em escolas de todo o país; e casos de vagas que foram atribuídas a uma dezena de professores diferentes.
O resultado de tudo isto foi o atraso na colocação de centenas de professores, o que deixou largos milhares de alunos sem algumas aulas – nos casos de professores do do primeiro ciclo, sem todas – durante mais de dois meses. Nuno Crato acabou a pedir “desculpas” no Parlamento e a aceitar a demissão de um diretor-geral do Ministério.
Este ano, já sem o erro matemático e com um estratégico adiamento de duas semanas na habitual data de regresso às aulas, a BCE causou menos problemas. Mas continua a causar demasiados para ser considerada viável.
A esperança dos sindicatos é que passem a existir apenas os concursos nacionais, abrangendo todas as escolas, mantendo-se apenas, para casos residuais, as chamadas contratações de escola.
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Jan 05 2016
O modelo que foi colocado em prática pela anterior governação e apadrinhado pelo ex-ministro Nuno Crato gerou muita polémica, em Setembro, tendo mesmo levado o ministro a pedir desculpas, no Parlamento, aos professores pelo alegado erro informático dos serviços do ministério
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Jan 05 2016
… calha bem haver mais 4 feriados.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, anunciou esta terça-feira que os feriados religiosos serão repostos este ano, ao mesmo tempo que os feriados civis.
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Jan 05 2016
Não se esqueçam que quem cessou contrato até 31 de Agosto de 2015 e não foi colocado até ao dia 31 de Dezembro de 2015 adquire o direito ao pagamento da caducidade de contrato referente ao ano lectivo 2014/2015.
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Jan 05 2016
Os milhões apetecíveis…
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/01/Proc.-n.º-839_15.2BECBR-Citação-de-contrainteressados-do-concurso-de-contratos-de-associação-2.tif”]
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Jan 05 2016
Lugar de onde provavelmente não deveríamos ter saído.
Porém, o PÚBLICO soube que a apresentação do novo modelo será entre quarta e sexta-feira e que a proposta passa por um meio-termo entre o que existe e aquilo que defendem os outros partidos de esquerda na Assembleia da República. Depois de ter sido decidido o fim do exame nacional do 4.º ano, PCP e BE querem acabar também com os exames do 6.º e do 9.º ano, mas a proposta do PS não chegará a tanto, prevendo abolir apenas os exames do final do 2.º ciclo do ensino básico.
O modelo desenhado pela equipa de Brandão Rodrigues trata o ensino básico como um todo, pelo que até ao 9.º ano passará a haver um sistema integrado, com aferição e avaliação, em que haverá somente um exame nacional, provavelmente no 9.º ano, e testes de aferição nos outros ciclos, designadamente no 4.º e 6.º anos.
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Jan 04 2016
A Educação Visual e Tecnológica – uma utopia adiada?
Vivemos numa época aberta a múltiplas experiências, no campo da Arte, da Tecnologia e da Ciência. A época moderna, sendo poli-estilística, manifesta-se através das mais diversas tendências estéticas. Tal circunstância predispõe-nos para a descoberta de diversificadas formas de expressão.
A EVT é o último elo de uma evolução histórica das Artes e dos Ofícios como disciplinas curriculares e o ponto de encontro com as tendências do ensino artístico das ultimas décadas.
A EVT proposta na reorganização curricular dos ano 90 com pressupostos na psicologia sobre a percepção, no Gestaltismo e nos estudos de Piaget, consubstanciada numa didáctica focada em aprendizagens significantes para os alunos, surgia com um carácter ideológico de estruturação curricular de tendência científica da educação no campo da arte e da tecnologia e fez o seu caminho durante 20 anos.
Com cRATO desbaratou-se a ideia integradora de EVT e ao fazê-lo perdeu-se a exploração sensorial e as práticas experimentais das possibilidades físicas do material e sua transformação: o que é resistente e o que é frágil; o que é redondo e o que é anguloso; o que é flexível e o que é rígido; o que é estático e é ou pode ser dinâmico.
Ao percepcionar a consistência, o peso, a forma, a cor, o movimento do objecto, a criança adquire um conhecimento global que motiva e enriquece a expressão pessoal, que se revela em tudo o que faz e experimenta.
Ao manipular objectos, a criança não só explora relações lógicas de causa e efeito, e de forma e função, como põe em prática as explorações plásticas que utilizam intencionalmente os elementos visuais em articulação com os instrumentos específicos do mundo técnico e da acção sobre ele.
A EVT deve portanto ser equacionada num novo currículo e no Tempo Novo que se perspectiva!
CG
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Jan 04 2016
Do primeiro estudo que fiz aqui onde verifiquei existirem 124 docentes colocados sucessivamente nos últimos 5 anos em horário completo e anual faltava verificar se tinham ficado colocados no mesmo grupo de recrutamento.
Com a ajuda do Davide Martins foi feita uma análise cuidadosa de todos eles e conclui-se que apenas 55 desses docentes tinham ficado colocados no mesmo grupo de recrutamento ao longo desse 5 anos lectivos.
Os nomes desses professores e o QZP onde abrem a vaga consta do documento seguinte.
Este estudo esta mais correcto que o anterior, mas pode ter ainda falhas, nomeadamente nos docentes que foram colocados em BCE e que não se encontram em listas tornadas públicas.
Se quiserem rectificar alguma informação podem fazer aqui na caixa de comentários.
NOTA: artigo editado em 05/01/2016 para corrigir um erro referente aos colocados em 2013/2014 na contratação inicial, mas que o foram em horário temporário e não em horário anual.
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Jan 04 2016
Mas quem mais agradece são os alunos que estão cansados de um currículo centrado quase em exclusivo no Português e na Matemática.

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Jan 04 2016
O Centro Escolar de Alcobaça foi posto à venda pelas Finanças por 970 mil euros, para executar uma dívida de IVA, mas empresa municipal gestora assegura que a dívida vai ser paga e que o equipamento não será leiloado.
Um leilão eletrónico publicado na página da Autoridade Tributária e Aduaneira anuncia a venda do centro escolar por um preço base de 970.994,50 euros e estabelece o dia 29 de janeiro como data para a abertura das propostas dos interessados em adquirir o imóvel, avaliado em 2.774.217 euros.
Em causa está, segundo o presidente da empresa municipal Cister-Equipamentos SA, Hermínio Rodrigues “a execução de uma dívida de IVA [Imposto sobre o Valor Acrescentado], no valor de 246 mil euros, referentes aos anos de 2013 e 2014”.
Porém, afirmou o também vice-presidente da autarquia de Alcobaça, a dívida da empresa executada “vai ser paga ainda esta semana” e o município está convicto de que o leilão não se irá realizar.
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Jan 04 2016
Ainda esta semana saberemos que desenvolvimentos têm as Metas e os extintos exames do 4º ano, pois o Ministério irá pronunciar-se… além de que, ficamos a saber que o Ministério da Educação tem verbas para, de uma vez por todas, acabar como o amianto nas escolas.
“Todo o processo de avaliação está a ser estudado e ao longo desta semana teremos informação para fazer chegar à comunidade educativa, em tempo útil e que não vai interferir com o funcionamento das escolas”, disse Tiago Brandão Rodrigues.
Ministro da Educação vai anunciar “solução integrada de avaliação”
Ministro da Educação promete verbas para escolas com amianto
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Jan 04 2016
Hoje, dia de regresso à actividade lectiva, deixo dois textos em destaque aqui no blogue. O primeiro de Paulo Guinote publicado no Jornal Público de hoje e o segundo de Alexandre Henriques publicado no seu Blogue, ComRegras.
Regresso porque, acima de outras razões, há rostos que tenho prazer em reencontrar e porque há lutas que, nas aulas, ainda valem a pena.
Para quem na última semana conheceu o ComRegras, pode ficar a pensar que se trata de um blogue ao estilo “Cristinas Caras Lindas”, “Perdoa-me”, ou “Quinta das Celebridades” na vertente melodramática… nada disso. As suas raízes são as questões disciplinares e a educação em geral, mas a componente emocional do professor é muitas vezes desvalorizada e em período de interrupção letiva justifica entrar um pouco nesse mundo. Quem quiser algo mais másculo, pode sempre sintonizar a Sic Radical e ver a WWE…
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