7 de Janeiro de 2016 archive

Parecer e Relatório Técnico: Avaliação das aprendizagens dos alunos no ensino básico

Parecer e Relatório Técnico: Avaliação das aprendizagens dos alunos no ensino básico

 

 

Parecer sobre Avaliação das Aprendizagens e Realização de Provas Finais no Ensino Básico

Relatório Técnico sobre Avaliação das Aprendizagens dos alunos no Ensino Básico

 

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Saiba Qual a Sobretaxa Aplicada a Cada Escalão

Saiba qual a sobretaxa aplicada a cada escalão: tabelas foram publicadas hoje

 

Agregados com dois titulares, casados ou não casados, com rendimentos mensais até 2000 euros pagarão menos 51,55% de sobretaxa

 

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50 Professores e Educadores do ME Aposentados em Fevereiro de 2016

De acordo com a seguinte distribuição sexista, onde ainda é feita uma separação por género.

Mas o mal é do próprio Diário da República que separa o género, não meu ok?

o Aviso com as aposentações do mês de Fevereiro encontra-se aqui.

 

Fevereiro 2016

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Evolução da Mobilidade Interna Até à RR16

Após a Reserva de Recrutamento 16 (lembro que as reservas de recrutamento após 31 de Dezembro saem apenas para os docentes dos quadros) ainda existem 85 docentes dos quadros por colocar.

Como se devem ter apercebido, apenas a partir de hoje começaram a surgir em abundância horários em contratação de escola. E isto porque os pedidos das escolas devem em primeiro lugar passar pela reserva de recrutamento para verificar se existem docentes dos quadros por colocar.

É justo, mas em muitos grupos de recrutamento e QZP isso é praticamente inútil e só vai atrasar a colocação dos professores nas turmas que estão sem professor.

Veja-se o quadro 2 e verifique-se que há grupos de recrutamento que nunca tiveram docentes sem componente lectiva e outros que desde a reserva de recrutamento 2 ou 3 já não têm docentes por colocar.

Bastava que que a DGAE fizesse uma lista de grupos de recrutamento e QZP onde estão docentes por colocar e não permitisse que esses horários entrassem directamente em contratação de escola. Quanto aos restantes, acho que não vale a pena andarem a atrasar as colocações para se passar por um processo inútil.

 

Dos Colocados

 

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Dos Não Colocados

 

MINCRR16

 

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Regime Especial de Aposentação para Educadores e Professores – Petição SPLIU

É amanhã. Ainda quero ver… se a “boa vontade” que “todos” os grupos parlamentares mostraram em junho, se mantém.

Este assunto já aqui foi comentado. Amanhã veremos…

 

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(Obrigado Júlio, pela lembrança)

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Reserva de Recrutamento 16

E a partir de agora já devem aparecer mais horários em contratação de escola.

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 16ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

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Governo desfaz em 40 dias política de educação de Crato

Na minha modesta opinião, há algo que ainda está e não deveria estar… A Municipalização! (mas isso é um objetivo comum)

(clicar na imagem) in DN by Ana Bela Ferreira

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Quase ninguém chumba por haver exames no ensino básico

Hoje, o jornal Público, publicou mais uma peça em que se fala dos exames no nosso país. É bastante esclarecedor no que diz respeito ao impacto que estes têm na avaliação “final” dos nossos alunos. Esclarece, também, sobre o que se passa noutras paragens, atirando por terra certas e determinadas “opiniões” que circulam por aí  e quase se tornaram uma verdade de tanto serem ditas…

 

Qual o impacto dos exames do ensino básico nas notas finais dos alunos? Pequeno. Pouca gente leva para casa uma nota negativa no final do ano por causa das provas nacionais. Este é um ponto central no relatório técnico que acompanha a proposta de parecer que o Conselho Nacional de Educação (CNE) debate nesta quinta-feira, em Lisboa, sobre os projectos de lei que acabam com os exames do 1.º ciclo (do PCP e do BE). Mas o documento do CNE vai mais longe: avalia as consequências dos testes nacionais também no 2.º e 3.º ciclos. Exemplo: nos últimos dez anos de exames no 9.º ano (com estes a valerem 30% da nota final), apenas 1,9% dos alunos avaliados tiveram negativa a Matemática por culpa da prova nacional. Em Português o impacto foi ainda menor: 0,4%.

Só três países têm exames
O relatório do CNE passa ainda em revista o que se passa noutros países. E explica que dos 39 que forneceram informação à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a avaliação externa, só em três existiam, no ano lectivo passado, exames nacionais no 1.º e 2.º ciclo. Portugal era um deles. Estava acompanhado pela Bélgica francófona e pelos Estados Unidos.

 

(clicar na imagem)

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30 Milhões

… de visualizações do blogue desde 12 de Dezembro de 2010, data em que o blogue passou para este novo domínio.

Nestes 1.852 dias foram deixados 92.070 comentários a 10.472 artigos.

 

 

30 milhoes

 

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Fim da BCE tem de conduzir a mais transparência nos concursos de docentes – FNE

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O Ministério da Educação acaba de confirmar a intenção de propor o fim da BCE como mecanismo de colocação de professores para as escolas TEIP e com contrato de autonomia.

A FNE sempre considerou este mecanismo desajustado e sem condições para resolver os problemas de rapidez na colocação de professores, para substituição de docentes temporariamente ausentes do serviço. Considerou sempre também que este mecanismo não respeitava regras de transparência e de equidade no tratamento dos candidatos. Aliás, já o modelo anterior a este e com o mesmo objetivo sofria de idênticas insuficiências.

A FNE sublinha que este procedimento só diz respeito à colocação de docentes que forem necessários em cada ano letivo para garantir o funcionamento daquelas escolas, e por insuficiência dos respetivos quadros. É que estes continuam a ser preenchidos através do concurso nacional que coloca os candidatos em função da sua graduação profissional e das suas preferências. Trata-se, portanto, de respostas limitadas em termos de necessidades por escola e em termos de duração da respetiva contratação.

Por outro lado, nas escolas que não são nem TEIP nem têm contrato de autonomia, as necessidades do mesmo tipo são preenchidas através do recurso a outro mecanismo e que é designado por reserva de recrutamento. Só esgotados os candidatos é que se abre procedimento por cada escola para supressão de necessidades que ocorram.

Estamos assim em presença de dois modelos de colocação de professores, mas com os mesmos objetivos.
O que se entende é que estes mecanismos têm de obedecer a dois requisitos fundamentais: em relação aos alunos, devem permitir que a substituição de um docente seja realizada o mais rapidamente possível, para que aqueles vejam cumprido o direito a terem professor em todas as áreas em cada dia do ano letivo; em relação aos professores, deve respeitar critérios transparentes e de equidade.

Ora, no momento em que o Ministério da Educação decide extinguir a BCE, é necessário que seja aberto um processo negocial que vise a determinação do modelo de funcionamento de concursos que permita a colocação dos docentes que forem necessários em todas as circunstâncias de funcionamento do ano letivo. E é neste quadro que a FNE não deixará de intervir, não deixando de cruzar os direitos dos alunos com os direitos dos professores, os quais, no âmbito da administração pública nacional, devem ver reconhecidos o direito a procedimentos claros e justos, o que tem como única solução o recurso à utilização em todas as fases da lista graduada nacional de candidatos.

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Sindicatos e Directores Com Versões Diferentes Sobre a Lista Graduada

FNE quer definir já contratação de professores: “O tempo está a ficar curto”

 

 

Opinião diferente tem associação nacional directores de escolas, que faz apelo ao ministro da Educação: há tempo para promover um debate nacional sobre como escolher os melhores professores, antes de tomar uma decisão.

 

 

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Como fazer chegar os professores mais adequados às salas de aula é assunto sobre o qual directores dos estabelecimentos de ensino e sindicatos têm ideias diferentes. Mas todos se congratulam com o fim da Bolsa de Contratação de Escolas (BCE) anunciado pelo Governo. Agora é preciso definir o que se segue e “o tempo está a ficar curto”, para que tudo corra bem na preparação do próximo ano lectivo, avisa João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE). O sindicalista avança desde já a ideia central que levará para as negociações com o ministério de Tiago Brandão Rodrigues, que ainda não têm data marcada: “No nosso país o único modelo de colocação que dá confiança às pessoas é o da lista graduada nacional.”

Ou seja, os docentes devem ser todos escolhidos com base em critérios objectivos: tempo de serviço, nota final de curso e avaliação de desempenho — como de resto se aplica no concurso nacional que visa o preenchimento dos quadros das escolas, lembra Dias da Silva. A BCE, recorde-se, visava apenas contratar professores para “necessidades residuais” e temporárias das escolas.

A BCE foi um mecanismo criado em 2014 para preencher alguns lugares docentes nas escolas e agrupamentos que têm contratos de autonomia com o ministério e nas escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária. Este mecanismo permitia-lhes escolher o perfil do professor a contratar, em função do seu projecto educativo.

“Uma escola poder colocar 2 ou 3 dos seus professores com autonomia é insignificante. Qual é o director que diz que se sentiu mais autónomo por causa da BCE?” — questiona João Dias da Silva.

Filinto Lima, presidente da Associação Nacional Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas responde com outra pergunta: “A lista graduada nacional é a solução para termos nas escolas os melhores professores?” Acredita que não.

Mas sobretudo, este representante dos directores escolares, pede ao ministério que antes de decidir o que quer que seja promova um debate nacional. “Estamos em Janeiro. Estamos a tempo. Estamos a falar de um dos aspectos mais importantes do sistema educativo: a escolha dos professores. A verdadeira autonomia era as escolas escolherem com base no currículo e em entrevistas e ponto final. Mas sei que estamos longe de conseguir fazer isso.”

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