O pior que pode acontecer para uma REfundação da disciplina de EVT é saírem notícias dando conta de um hipotético regresso desta disciplina à forma de par pedagógico.
Apesar de ser professor (a aguardar lugar) nesta disciplina não me sinto confortável com títulos destes.
Mais importante que o trabalho em par pedagógico é a discussão da importância da disciplina que deve estar na origem do seu regresso ao currículo.
A minha posição é conhecida desde 2011. onde sempre defendi a integração desta área curricular em todo o ensino básico, desde o 1º ano de escolaridade.
Mas quem disso sabe bem dar conta é Carlos Gomes que tem uma posição também muito clara sobre a disciplina de EVT e que coloco parte desse seu pensamento de hoje aqui.
A longa luta que a APEVT mantém pela disciplina de EVT e ET contra um currículo cRATico cuja a natureza, assenta num conceito estreito do corpo curricular, entre disciplinas estruturantes e não estruturantes, centrado no ensino da memorização, com metas impostas que visam um ensino centrado no produto e na prestação de prova.
Esta luta será ganha na defesa de EVT. com fonte no currículo oposto, que visa o ensino prático experimental, o desenvolvimento de aprendizagens, do processo, e do desenvolvimento de atitudes e capacidades, com metodologias que promovem o sentido social e critico e a resolução de problemas.
Enfim outro mundo educativo, uma organização de ensino-aprendizagem com forte incidência no trabalho interdisciplinar e no projecto.
Acima de tudo, este desígnio é sobre um modelo de escola publica, é sobre um conceito educativo PARA TODAS AS ÁREAS .Carlos Gomes
Diário de Notícias (28/01/2016)




