11 de Janeiro de 2016 archive

Look up here, I’m in heaven…

Look up here, I’m in heaven
I’ve got scars that can’t be seen
I’ve got drama, can’t be stolen
Everybody knows me now

Look up here, man, I’m in danger
I’ve got nothing left to lose
I’m so high, it makes my brain whirl
Dropped my cell phone down below
Ain’t that just like me?

By the time I got to New York
I was living like a king
Then I used up all my money
I was looking for your ass

This way or no way
You know I’ll be free
Just like that bluebird
Now, ain’t that just like me?

Oh, I’ll be free
Just like that bluebird
Oh, I’ll be free
Ain’t that just like me?

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Calendarização das Provas de Aferição e Exames 2015/16

O Ministério da Educação decidiu que apenas os exames do 9º ano vão contar para a nota final.

As notas das provas de aferição que serão feitas no 2º, 5º e 8º anos de escolaridade não vão fazer as parte da avaliação final.

Os resultados destas provas são devolvidos às escolas, para análise, e transmitidos aos encarregados de educação e aos alunos através de uma Ficha Individual do Aluno.

 

(clicar na imagem para ver fonte) in Económico by Marta Carvalhocalendario avaliacao_no_ensino_basico_mc

 

 

 

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QZP de Provimento dos Docentes dos Quadros por Colocar na RR16

Existem 85 docentes por colocar após a Reserva de Recrutamento 16.

Fica aqui a distribuição desses docentes por grupo de recrutamento e QZP de onde têm o seu provimento (sejam QZP ou QA/QE).

O QZP 1 continua a ser a zona pedagógica que tem mais docentes dos quadros por colocar (26) e o QZP 7 o que tem menos por colocar (1).

Curiosamente, os 10 QZP não conseguiram ainda nesta altura colocar todos os docentes.

qzp

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Emprego para os Boys

Possivelmente para serem criadas as estatísticas que adaptem ao discurso do novo governo.

Já foi assim com o governo anterior.

 

Não será de estranhar que antigos directores regionais de governos PS passem a ocupar lugar de chefia no IEFP, constou-me que isso irá acontecer pelo Norte.

Governo rodeia presidente do IEFP de pessoas da confiança do PS

 

 

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Opinião de Lurdes Figueiral no Público de Hoje

A treinar para nada

 

 

É fundamental que a Escola, sobretudo nos primeiros anos e de uma forma gradual até ao fim do ensino básico, seja o lugar privilegiado da aprendizagem formal.

 

 

Foi de facto sintomática a espontânea reação das crianças de uma reportagem do Público quando foi anunciado o fim das provas de avaliação externa no final do 1.º ciclo: andámos três anos a treinar para nada! Quanto a mim penso que andámos quatro anos a trabalhar para esse imenso nada que foi uma determinada conceção de Educação, que inverteu o trabalho feito ao longo de 30 anos de Lei de Bases do Sistema Educativo, recuperando ancestrais modelos curriculares e de avaliação e abrindo, com isso, conflitos onde eles não existiam e exacerbando divergências onde elas eram dialogáveis e eventualmente convertíveis em complementares.

É certamente complexa a rede de questões que se cruzam em muitos nós e que, com esses nós, se constrói. Uma rede que deve significar suporte, comunicação, elos que unem, que agregam. Não perceber isto é provocar aqueles outros nós que ensarilham a meada.

Começo por defender um período de reflexão e de debate que possa equilibrar (e discernir) aquilo que é urgente mudar e o que carece de um entendimento mais de fundo, global, sobre o que queremos para a Educação em Portugal — que tem muito a ver com o futuro que queremos para o nosso país, as nossas crianças e jovens — e que não pode estar à mercê das ideologias e preconceitos de algumas pessoas. A experiência recente ensinou-nos isso.

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Examinar ou não examinar…eis a questão

Opinião de Filipa Rodrigues.
 
examinarA respeito das recentes implosões no novo ME no tópico dos exames senti, como mãe e professora, a necessidade de fazer um exercício de memória sobre as mudanças na Escola desde a introdução dos exames no 4º ano pela coligação PSD/CDS sem, no entanto, pretender divagar acerca de questões político-partidárias.

 

Nos últimos anos em que estive (felizmente) colocada, tomei parte de mudanças mais ou menos subtis em diversas escolas: a par da evidente discordância e tensão docente face a reestruturações curriculares duvidosas a favor das designadas “disciplinas nucleares” em detrimento das áreas

das Expressões, ou a despromoção horária da disciplina de História e Geografia de Portugal, entre outras opções questionáveis da tutela tomadas sobretudo com um único critério – o economicista, ocorreram progressos significativos a vários níveis.

 

Com a introdução da avaliação externa no 4º e 6º ano, os pais (a maior parte muito resignadamente) envolveu-se mais no percurso escolar dos filhos logo desde o 1º ciclo, acompanhando-os na realização dos trabalhos de casa e tentando perceber mais precocemente quais as suas dificuldades a nível académico. Mas, contrapondo este efeito positivo, muitos efeitos negativos (demasiados) se associaram, indicando aos agentes educativos que não existiam vantagens evidentes dos exames no 1º ciclo.

 

Nos ciclos seguintes assistimos a uma certa normalização dum regime de treino intensivo em anos finais de ciclo, com vista a performances competitivas entre agrupamentos, e posterior posicionamento nos rankings escolares (com base nos resultados dos exames). Resultados: mais investimento financeiro das famílias em manuais de preparação para exames, centros de estudo e explicações a várias disciplinas … estava descoberto o novo ópio da educação, e com ele novas oportunidades de negócio (ou negócio oportunista!) nesta área.

 

Em contemporâneo, presenciou-se quase diariamente na Escola (mesmo nos meios menos escolarizados), uma afluência amplificada de encarregados de educação para discutir com diretores de turma e equipas de técnicos, aspetos relativos ao percurso escolar dos educandos, intervindo de um modo quase exemplar nos seus percursos académicos após décadas de uma displicência parental que vinha crescendo e transformando as escolas em meros depósitos de alunos. Ausências parentais que deixaram muitas crianças e adolescentes em regime de autogestão escolar, e com as quais a própria Escola (pela sua inércia) condescendeu, não se podendo assim eximir das suas responsabilidades.

 

Penso, sem pretender generalizar, que a introdução dos exames promoveu dinâmicas favoráveis a uma maior participação entre parceiros educativos (Escola-Família) mas não só: professores dos vários níveis de ensino procuraram mais formação contínua em pós-graduações, mestrados e doutoramentos. Em áreas (problemáticas) como o ensino da matemática, por exemplo, foram desde há 6 anos, alvo de programas de formação contínua organizados pela tutela.

 

Assim, e apesar da crise económica nacional, do congelamento dos escalões/progressão da carreira, os professores têm investido mais na sua atualização e conhecimento científico. Uma percentagem, porém, abandonou a profissão e temos hoje menos alunos é certo, mas professores mais sobrecarregados com turmas demasiado numerosas.

 

Apesar de todas as contingências do sistema de ensino de um país pequeno que se debateu com problemas financeiros graves, houve uma variável que mudou mentalidades e comportamentos nas comunidades educativas: a ponderação para efeitos de aprovação e progressão de uma nota de exame nas disciplinas de português e matemática. A avaliação externa dos alunos trouxe mais mudanças à sala de aula do que qualquer avaliação do desempenho docente, e com elas consequências ao nível da qualidade do ensino e do empenho no estudo dos próprios alunos.

 

Claro que o desgaste, o stress ou a ansiedade não são propiciadores de um bom clima de aprendizagem, mas vi mais destes sintomas nos colegas de profissão do que nos alunos, e desde 2013 foram progressivamente diminuindo (uma questão de ritmo e de habituação?!).

 

O que questiono agora é: a variável dos testes de aferição será suficiente para manter os níveis de participação e corresponsabilização das famílias (catalisados pelas dificuldades inerentes à realização dos exames) e manter a exigência e compromisso com o rigor e qualidade docente, agora que a avaliação externa só voltará a ter peso na avaliação final no 9º ano?

 

Ou será que o nível de consciencialização para a importância das aprendizagens escolares dos nossos filhos/alunos terá o seu efeito prolongado no tempo, mesmo sem a pressão deste amedrontador bicho-papão?

 

FR

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REGIME ESPECIAL DE APOSENTAÇÃO PARA OS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DO PRIMEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO

REGIME ESPECIAL DE APOSENTAÇÃO – PELA IGUALDADE

Para: Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República

Sua Excelência
Presidente da Assembleia da República

ASSUNTO: PETIÇÃO – “PELA IGUALDADE” – PELO RESTABELECIMENTO DE UM REGIME ESPECIAL DE APOSENTAÇÃO PARA OS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DO PRIMEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO

A presente Petição resulta da enorme discrepância que subsiste nas condições de trabalho dos docentes da Educação Pré-Escolar (EPE) e do Primeiro Ciclo do Ensino Básico (1.ºC) comparativamente aos docentes dos restantes ciclos de ensino.

Com vista a corroborar um panorama deveras promotor da desigualdade laboral e de favorecer uma análise factual desta evidência, esta petição baseia-se numa análise comparativa do tempo de serviço prestado pelos docentes dos vários níveis de ensino, alicerçada num estudo  que demonstra, de forma real, objetiva e tendo em conta uma perspetiva longitudinal da carreira, uma enorme desigualdade, no que diz respeito à duração semanal de trabalho, às componentes letiva e não letiva e respetivas reduções, que urge corrigir.

Os cálculos apresentados comprovam que, se considerarmos o definido no ECD atual (total de 26 horas de 60 minutos para a EPE/1.º Ciclo e de 26 tempos de 45 minutos para os restantes níveis de ensino), ao fim de 40 anos de serviço, os docentes da EPE e do 1.º C cumprem o equivalente a mais 13,3 anos letivos do que os restantes docentes; em termos de tempo letivo, a diferença sobe para o equivalente a 15,5 anos letivos. Se considerarmos a prática atual (total de 26 horas para a EPE/1.º Ciclo e de 24 tempos para os restantes níveis de ensino), a diferença traduz-se no equivalente a mais 17,7 ou 20,6 anos letivos.

A enorme diferença verificada advém do facto de o número de horas da componente letiva não ser o mesmo (25h para a EPE e 1.ºC; 22h para os restantes setores de ensino) e, essencialmente, da definição de hora letiva (60 minutos para a EPE e 1.ºC; 45 minutos para os restantes níveis).

De salientar que a comparação é estabelecida com base em horários completos, ou seja, não são tidas em conta as reduções letivas previstas para os 2.º, 3.º Ciclos e Secundário (por desempenho de funções e pela idade). Considerando estes dados, assistiríamos a um acréscimo dos resultados obtidos.

Desta análise, torna-se evidente que os docentes da EPE e do 1.º Ciclo não beneficiam das mesmas condições de trabalho dos restantes docentes e que os dados expostos justificam o restabelecimento de um regime especial de aposentação que permita a anulação das diferenças apresentadas.

Considerando que:

1 – A igualdade de condições de trabalho entre todos os docentes, nomeadamente quanto à duração semanal de trabalho e às reduções da componente letiva, independentemente do nível que lecionam, é uma causa de elementar justiça;

2 – No quadro atual, os docentes situam-se em dois patamares completamente distintos, resultantes da enorme disparidade que se verifica entre o horário semanal de trabalho dos docentes da Educação Pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico relativamente aos restantes;

3 – Aquando da uniformização da idade de aposentação, era imperioso que essa medida tivesse sido acompanhada pela igualdade do horário de trabalho, uma vez que a aposentação diferenciada dos docentes da Educação Pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico alicerçava-se, de forma justa, no acréscimo de tempo de trabalho prestado ao longo da carreira, no não usufruto de benefícios resultantes da redução da componente letiva e no inevitável desgaste físico e psicológico adveniente do exercício da profissão;

4 – A prática docente, nestes dois níveis de ensino, apresenta características específicas e diferenciadas;

5 – O regime de monodocência não pode continuar a servir para justificar uma situação de extrema injustiça, na medida em que, no quadro atual, o mesmo já não se verifica, atendendo à lecionação das aulas de Educação Física e de Inglês por docentes dos respetivos grupos.

Pelo exposto, os signatários solicitam a Vossa Excelência a análise desta questão e o respetivo encaminhamento com vista à correção urgente de uma realidade deveras desigual. Neste entendimento, como forma de repor alguma justiça numa carreira que é única e regulamentada pelo mesmo Estatuto, propõem o restabelecimento de um regime especial de aposentação para os docentes da Educação Pré-escolar e do Primeiro Ciclo do Ensino Básico que: (1) possibilite a anulação das diferenças apresentadas, considerando, para o efeito, como requisito necessário a prestação de 32 anos de serviço, independentemente da idade e (2) permita o acesso imediato à aposentação dos docentes que reúnam esta condição, aquando da entrada em vigor da correspondente legislação.

Agradecendo toda a atenção dispensada ao assunto, subscrevemo-nos, apresentando os nossos respeitosos cumprimentos.

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David Bowie (1947-2016)

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