Lugar de onde provavelmente não deveríamos ter saído.
Governo propõe provas de aferição e um só exame no ensino básico
Porém, o PÚBLICO soube que a apresentação do novo modelo será entre quarta e sexta-feira e que a proposta passa por um meio-termo entre o que existe e aquilo que defendem os outros partidos de esquerda na Assembleia da República. Depois de ter sido decidido o fim do exame nacional do 4.º ano, PCP e BE querem acabar também com os exames do 6.º e do 9.º ano, mas a proposta do PS não chegará a tanto, prevendo abolir apenas os exames do final do 2.º ciclo do ensino básico.
O modelo desenhado pela equipa de Brandão Rodrigues trata o ensino básico como um todo, pelo que até ao 9.º ano passará a haver um sistema integrado, com aferição e avaliação, em que haverá somente um exame nacional, provavelmente no 9.º ano, e testes de aferição nos outros ciclos, designadamente no 4.º e 6.º anos.




4 comentários
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E o PET do Cambridge também continua? Com os professores a trabalhar de borla e o Cambridge a receber…..É uma vergonha!
Decisão ponderada, tal como esperava. Espero também o fim do PET e a credibilização do ensino do Inglês no 1º CEB. As últimas reviravoltas de Crato destruíram o trabalho de anos de muitos professores das AEC que, neste momento, simplesmente foram afastados das escolas, muitas das quais que acabaram por exterminar o ensino precoce da língua deixando de lado o 1º e 2º ano.
Medidas muito sensatas na medida que não prescinde da avaliação prefere que esta seja integrada e que só no 9º ano haja exame para permitir admissão no secundário para aqueles que preferem seguir estudos superiores ou caso não tenham aprovação nesse exame do 9º ano possam repetir o ano ou então enveredar por cursos profissionais de 3 anos de índole mais práticos do que teóricos e com estágio nas empresas. No 12º ano acontece ao mesmo quem não tem aprovação no exame de admissão para seguir curso superior então pode enveredar para os CETs ou outros cursos profissionais. E quer manter as provas de aferição desde do 4º ano até ao 11º ano ?, mas faria sentido que fossem obrigatórias por forma a termos uma ideia do aproveitamento dos alunos e verificar se os programas se coadunam aos diferentes ciclos permitindo assim fazer ajustamentos nos mesmos. Além disso, ainda demonstra ter devido reconhecimento pelas disciplinas de Educação Visual vs Artísticas e pelo desporto. Creio que temos ministro à altura pois tem inteligência e bom senso, espera-se que seja o tal que terá competência para “reorganizar” o sistema educativo que tão mal tratado foi durante estes últimos anos e espera-se assim que seu modelo satisfaça e perdure durante muitos anos.
E o PET ? Dinheiros públicos para servir interesses privados!!!