5 de Janeiro de 2016 archive

Notícias Soltas do Dia de Hoje

Educação – Professores sem horário e ensino artístico. Os desafios na Educação – DN

Números e factos da educação no final de 2015 » Educare – O Portal de Educação

Visão | Educação: Sabemos mais e melhor?

Despesa do Estado com Educação caiu 1.223 milhões de euros com a troika – Educação – TSF Rádio Notícias

Educação – Aprender a ler mais cedo: a pressão do sucesso começa no pré-escolar – DN

Moita Escola Secundaria da Baixa da Banheira Visitada hoje por Tiago Brandao Rodrigues Minist – Rostos On-line

As presidenciais e a educação – PÚBLICO

Ainda os rankings – PÚBLICO

Avaliar professores é fácil? – PÚBLICO

Afinal nem todas as despesas de educação entram no IRS – Jornal de Negócios

As novas regras para o IRS na educação – Jornal de Negócios

Sindicatos aplaudem fim da Bolsa de Contratação de Escola – RTP Notícias

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Fim da BCE Também Confirmado pelo Diário de Notícias

Apenas espero que não exista vontade de voltar ao tempo das entrevistas e dos critérios manhosos para substituir a BCE.

aqui dei a minha opinião sobre este e outros concursos.

Se o Ministro da Educação quer fazer de facto algo mais rápido e eficaz então deve ter um único concurso em funcionamento, e o melhor de todos é sem dúvida alguma a Reserva de Recrutamento a funcionar durante todo o ano lectivo.

 

 

Bolsa de Contratação de Professores acaba este ano letivo

 

 

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O Ministério da Educação e da Ciência confirma que, no próximo ano letivo, já não se irão realizar os polémicos concursos que causaram enormes problemas em 2014

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, prepara-se para dar sequência a mais uma exigência unânime dos sindicatos de professores, acabando com as Bolsas de Contratação de Escola (BCE).

A notícia foi avançada esta tarde pela Antena 1, tendo já sido confirmada pelo gabinete do ministro. Em resposta enviada ao DN, o Ministério da Educação considera que “este modelo claramente não funcionou”, lembrando que “a média de espera para contratação de um professor é de 21 dias”. Assim, acrescenta, ” é necessário encontrar um modelo mais eficaz, em sede negocial, de modo a, conforme o previsto no Programa de Governo, valorizar a função docente”.

As Bolsa de Contratação de Escola (BCE) foram lançadas, em 2014, pelo então ministro Nuno Crato e – paradoxalmente – tinham como objetivo dar resposta às queixas dos representantes dos professores, que acusavam os diretores de escolas com contrato de autonomia ou estatuto de Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP) de fazerem concursos à medida dos docentes que pretendiam recrutar para os seus estabelecimentos, definindo critérios de prioridade como ter dado aulas no estabelecimento no ano anterior.

A intenção era juntar todas as vagas das escolas TEIP e com autonomia – cerca de 300 agrupamentos – numa única listagem, à qual concorriam todos os interessados. Essa lista, à qual os professores podiam concorrer a partir de julho, combinava os critérios das chamadas listas graduadas (antiguidade, nota final de curso e avaliação de desempenho), usados pelos restantes 600 agrupamentos nos concursos nacionais, com um leque de outros critérios, definidos pelo Ministério, do qual as diferentes escolas podiam escolher os que mais se adaptavam às suas necessidades.

Mas tudo correu mal no modelo. Em primeiro lugar, um erro na fórmula matemática que combinava os indicadores das listas graduadas e os critérios específicos – erro esse que o Ministério inicialmente não assumiu – adulterou as listas de colocações, com alguns docentes a ultrapassarem outros que estavam centenas de posições à sua frente. Em consequência, Nuno Crato teve de suspender as listagens, anular a colocação de professores que já estavam a dar aulas e, com o ano letivo em curso, refazer todas as contas.

Seguiu-se outro problema – este, causado não por um erro matemático mas pela própria conceção da BCE: casos de professores que chegaram a ser colocados em mais de uma centena de vagas diferentes, em escolas de todo o país; e casos de vagas que foram atribuídas a uma dezena de professores diferentes.

O resultado de tudo isto foi o atraso na colocação de centenas de professores, o que deixou largos milhares de alunos sem algumas aulas – nos casos de professores do do primeiro ciclo, sem todas – durante mais de dois meses. Nuno Crato acabou a pedir “desculpas” no Parlamento e a aceitar a demissão de um diretor-geral do Ministério.

Este ano, já sem o erro matemático e com um estratégico adiamento de duas semanas na habitual data de regresso às aulas, a BCE causou menos problemas. Mas continua a causar demasiados para ser considerada viável.

A esperança dos sindicatos é que passem a existir apenas os concursos nacionais, abrangendo todas as escolas, mantendo-se apenas, para casos residuais, as chamadas contratações de escola.

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Fim da BCE?

Governo vai acabar com a polémica Bolsa de Contratação para as escolas

 

Governo vai acabar com a polémica Bolsa de Contratação para as escolas

 

O Ministério da Educação confirmou à Antena 1 que vai anular, no próximo ano lectivo, a bolsa de contratação de escolas.

 
O modelo que foi colocado em prática pela anterior governação e apadrinhado pelo ex-ministro Nuno Crato gerou muita polémica, em Setembro, tendo mesmo levado o ministro a pedir desculpas, no Parlamento, aos professores pelo alegado erro informático dos serviços do ministério

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Em Ano Bissexto

… calha bem haver mais 4 feriados.

 

 

Feriados religiosos repostos este ano

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, anunciou esta terça-feira que os feriados religiosos serão repostos este ano, ao mesmo tempo que os feriados civis.

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Da Caducidade de Contrato de 2015

Não se esqueçam que quem cessou contrato até 31 de Agosto de 2015 e não foi colocado até ao dia 31 de Dezembro de 2015 adquire o direito ao pagamento da caducidade de contrato referente ao ano lectivo 2014/2015.

 

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Aposta Para Hoje

Para licitarmos um centro escolar prós lados de Alcobaça.

 

 

euromilhoes 5 janeiro

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Citação… mais uma com os contratos de associação…

Os milhões apetecíveis…

 

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Regresso ao Passado

Lugar de onde provavelmente não deveríamos ter saído.
 

Governo propõe provas de aferição e um só exame no ensino básico

 

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Porém, o PÚBLICO soube que a apresentação do novo modelo será entre quarta e sexta-feira e que a proposta passa por um meio-termo entre o que existe e aquilo que defendem os outros partidos de esquerda na Assembleia da República. Depois de ter sido decidido o fim do exame nacional do 4.º ano, PCP e BE querem acabar também com os exames do 6.º e do 9.º ano, mas a proposta do PS não chegará a tanto, prevendo abolir apenas os exames do final do 2.º ciclo do ensino básico.

O modelo desenhado pela equipa de Brandão Rodrigues trata o ensino básico como um todo, pelo que até ao 9.º ano passará a haver um sistema integrado, com aferição e avaliação, em que haverá somente um exame nacional, provavelmente no 9.º ano, e testes de aferição nos outros ciclos, designadamente no 4.º e 6.º anos.

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